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FHC e a compra de votos para a reeleição

Por Murdok

Acordos políticos em meu governo não envolviam dinheiro', diz FHC

Fernando Henrique Cardoso
Ex-presidente da República - Na Folha On-line

Em meio à ampla reportagem sobre a condenação de dirigentes do PT pelo STF, a edição da Folha de quarta-feira (10) fez referência à suposta compra de votos em benefício da emenda da reeleição. Sobre o assunto, gostaria, mais uma vez, de fazer os seguintes esclarecimentos:

1) A sustentação parlamentar a matérias apoiadas por meu governo obedeceu única e exclusivamente a acordos político-partidários, sem jamais envolver pagamento em dinheiro;

2) Fui favorável à emenda da reeleição porque, a meu ver, ela aperfeiçoava --como, de fato, aperfeiçoou-- o nosso sistema político, ao ampliar o horizonte do mandato presidencial e assim permitir a aprovação de medidas nem sempre populares a curto prazo, mas necessárias ao desenvolvimento do país;

3) A aprovação da emenda da reeleição introduziu a possibilidade de um segundo mandato consecutivo não apenas para o presidente mas também para governadores e prefeitos;

4) A mudança contava com amplo apoio da opinião pública e dos partidos políticos, com exceção das forças que se organizavam em torno das candidaturas de Lula e Maluf, e foi aprovada por ampla margem nas duas Casas do Congresso.

Baseada em gravação de conversas entre dois deputados do Acre, posteriormente cassados, em que se fazia menção a um tal Sergio, a acusação, de tão frágil, não produziu denúncia do Ministério Público. Chamado a prestar esclarecimentos na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o ministro Sergio Motta negou com veemência e clareza a participação do governo na suposta compra de votos.

Sem votos
52 comentários

Comentários

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+52 comentários

Vendo a capa da revista fica claro que esse papo de PIG foi criado pelo governo corruPTo. A imprensa "persegue" todos os governos, é o que dá notícia. Quem tem teto de vidro não pode ficar chorando.

 

>>>> Fui favorável à emenda da reeleição porque, a meu ver, ela aperfeiçoava --como, de fato, aperfeiçoou-- o nosso sistema político (...)

Bom, aqui FHC chamou de trouxa o leitor.

 

Pois é. Passadas essas eleições, fica claro que vamos ter que reformar esse judiciário urgentemente!!

 

Gostaria de saber a opinião do Ayres Britto. Para o juíz (?) e doublê de cientista político amador, os acordos políticos-partidários do FHC foram golpe também, ou só as do Lula?

 

Juliano Santos

Re: FHC e a compra de votos para a reeleição
 

Então tá: eu acredito em FHC.

 

Eu não ponho a mão no fogo pelo FHC (nem pelo Lula, nem pela Dilma, nem por nenhum politico de agora ou do futuro), mas o que ha de concreto no caso não permitiria realmente nem apresentar uma denuncia. Pode-se sempre dizer que o caso não foi investigado como devia pela PF "amordaçada" e se fosse não iria adiante por causa do "engavetador geral", mas ai é outra historia.

Sobre a "privataria" (outro tema recorrente quando se fala dos anos FHC), onde estão as auditorias? Onde esta o trabalho da PF "popular e progressista"? Dez anos de governos petistas e nada. Interessante como acusações graves, acompanhadas de supostas provas, vêm de jornalistas, não dos orgãos de Estado responsaveis pela investigação criminal.

 

"1998" foi muito pior que simples compra de votos ou mensalão.

O processo para a reeleição previa que se mantivesse a ficção cambial que se deteriorava desde 1997.

Os mercados já conheciam a situação inviável das contas externas já em meados de 1998. Eu trabalhava em uma instituição financeira e ninguém mais estava comprando carros com leasing cambial, por exemplo.

As taxas de juros foram elevadas às alturas meses antes da eleição. Se alguém quiser calcular o custo da coisa é só multiplicar o delta de mudança de juros pela dívida pública. Algo como 41%-20% x US$ 400 bilhões x 2 meses.

Sem contar os prejuízos para a atividade econômica, elevados juros de capital de giro, dificuldade para exportar.

pela teoria do "Domínio de Fato", tudo isso foi pra lá de negativo para o país. Só que não foi relatado.

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Cordel da Privataria


"Caiu a casa tucana
Do jeito que deveria
E agora nem resta pó
Pois tudo na luz do dia
Está tão claro e exposto
E o que ninguém sabia
Surge revelado em livro
Sobre a tal privataria.

"Amauri Ribeiro Junior
Um jornalista mineiro
Em mais de 300 páginas
Apresenta ao mundo inteiro
A nobre arte tucana
De assaltar o brasileiro
Pondo o Brasil à venda
Ao capital estrangeiro.

"Expondo a crua verdade
Do Brasil privatizado
O livro do jornalista
Não deixa ninguém de lado
Acusa Fernando Henrique
Gregório Marin Preciado
Serra e suas mutretas
E o assalto ao Banestado.

"Revelando em detalhes
Uma quadrilha em ação
O relato jornalístico
Destrói logo a ficção
De que político tucano
É homem de correção
Mostrando que entre eles
O que não falta é ladrão.

"Doleiros e arapongas
Telefone grampeado
Maracutaias financeiras
Lavagem por todo lado
Dinheiro que entra e sai
Além de sigilo quebrado
Obra de gente tucana
Na privatização do Estado.

"Parece mas não é
Ficção esse relato
Envolvendo tanta gente
E homens de fino trato
Que pra roubar precisaram
Montar um belo aparato
Tomando pra si o Estado
Mas hoje negam o fato.

"Tudo isso e muito mais
Coisas de uma gente fina
Traficantes de influência
E senhores da propina
Mostrando como se rouba
Ao pivete da esquina
E a cada negócio escuso
Ganhando de novo na quina.

"Se tudo isso não der
Pra tanta gente cadeia
Começando por Zé Serra
Cuja conta anda cheia
O Brasil fica inviável
A coisa fica mais feia
Pois não havendo justiça
O povo se desnorteia

"Com CPI já pensada
Na câmara dos deputados
Não se fala outra coisa
No imponente senado
Onde senhores astutos
E tão bem engravatados
Sabem que o bicho pega
Se tudo for investigado.

"Por isso, temos tucanos
Numa total caganeira
No vaso se contorcendo
Às vezes a tarde inteira
Mesmo com a velha mídia
Sua indiscreta parceira
Pelo silêncio encobrindo
Outra grande roubalheira.

"São eles amigos da Veja
Da Folha e do Estadão,
Da Globo e da imprensa
Que distorce a informação
Blindando tantas figuras
Que tem perfil de ladrão
Mostrando-os respeitáveis
Como gente e cidadão.

"Pois essa mídia vendida
Deles eterna parceira
E que se diz democrática
Mas adora bandalheira
Ainda não achou palavras
E silenciosa anda inteira
Como se fosse possível
Ignorar tanta sujeira.

"Ela que tanto defende
A liberdade de imprensa
Mas somente liberdade
Pra dizer o que compensa
Não ferindo interesses
Tendo como recompensa
Um poder exacerbado
Que faz toda a diferença.

"Mas neste livro a figura
Praticamente central
Sujeito rei das mutretas
Um defensor da moral
É o impoluto Zé Serra
Personagem que afinal
Agora aparece despido
Completamente venal.

"É o próprio aparece
Sem retoque nem pintura
Tramando nos bastidores
Roubando na cara dura.
É o Zé Serra que a mídia
Esconde e bota censura
Para que o povo não veja
A sua trágica feiúra.

"E ele sabe e faz tudo
No reino da malandragem
Organiza vazamentos
Monta esquema de lavagem
Ensina a filha e o cunhado
As artes da trambicagem
E como bandido completo
Tenta preservar a imagem.

"Mas agora finalmente
Com a casa já no chão
E exposta em detalhes
Tão imensa podridão
Que nosso país invadiu
Com a privatização
Espera-se que Zé Serra
Vá direto pra prisão.

"E pra não ficar sozinho
Que ele vá acompanhado
Do Fernando ex-presidente
Mais o genro dedicado
Marido da filha Mônica
E outro homem devotado
Ricardo Sergio Oliveira
E também o Preciado.

"Completando o esquema
Deixando lotada a prisão
Ainda cabe o Aécio
Jereissati e algum irmão
Nunca esquecendo o Dantas
Que só rouba de bilhão
E traz guardado no bolso
O tal Gilmar canastrão.

"Como estamos em época
De Comissão da Verdade
Que se investigue a fundo
E não se tenha piedade
Dos que usaram o Estado
Visando a finalidade
De praticar tanto crime
E ficar na impunidade.

"Tanto roubo descarado
Provado em documento
Não pode ser esquecido
E ficar sem julgamento
Pois lesou essa nação
Provocando sofrimento
A quem sofre e trabalha
Por tão pouco vencimento.

"Que o livro do Amauri
Maior presente do ano
Seja lido e comentado
Sem reservas nem engano
Arrebentando o esquema
Desse grupo tão insano
Abrindo cela e cadeia.
Pra todo bandido tucano."

( por Silvio Prado )

 

Demarchi

SIMPLESMENTE GENIAL!!! 

PARABÉNS!!!!

 

SILOÉ-RJ

Num reino tão tão distante...

O governo FHC destaca-se por abrigar uma geração de políticos-banqueiros ou políticos-consultores. Figuras-chaves no vaivém entre setor público e setor privado.

Sem regulamentação para essas idas e vindas, fica a sensação de que governo e iniciativa privada têm relação próxima demais, que podem facilitar o uso de informações privilegiadas.

***

Folha de S.Paulo - 20/05/1999

LIGAÇÕES PERIGOSAS - Um dia no governo, outro no mercado

Vaivém, sem regulamentação, de profissionais entre setor público e privado cria desconfiança de vazamento

VANESSA ADACHI 

Nos últimos 20 anos, os Estados Unidos tiveram quatro presidentes da República (dois democratas e dois republicanos), mas apenas dois presidentes do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano). No mesmo período em que Paul Volcker -entre 1979 e 1987- e Alan Greenspan -que o sucedeu e está no comando até hoje- dirigiram o Fed, o Brasil teve 20 presidentes do BC.

Em cinco anos de governo, Fernando Henrique Cardoso manteve a média de um presidente a cada ano: Armínio Fraga é o quinto a comandar o BC desde 1995.

A instabilidade política e econômica que derruba presidentes do BC alimenta uma via de duas mãos entre o sistema financeiro e as autoridades do setor público que devem fiscalizá-lo e estabelecer os parâmetros de sua atuação. Passa-se de um lado do balcão do BC para outro sem restrições.

Armínio Fraga estava em 1997 entre os cem mais bem pagos executivos de Nova York quando era empregado do megainvestidor George Soros. É uma lista em que só entra quem ganha mais de US$ 700 mil por ano. No BC, recebe R$ 96 mil anuais (cerca de US$ 60 mil). É um exemplo de alguém que saiu do mercado para o setor público. Está perdendo dinheiro.

Mailson da Nóbrega, ex-funcionário de carreira do Banco do Brasil, fez o caminho oposto.

Trabalhou dez anos no chamado primeiro escalão. Nos últimos 27 meses do governo José Sarney (1985-90), foi ministro da Fazenda. Dois meses depois abriu uma empresa de consultoria. "Na minha época não se debatia isso", diz Mailson, hoje um dos sócios da Tendências Consultoria Integrada, uma das maiores do mercado.

Sem regulamentação para essas idas e vindas, fica a sensação de que governo e iniciativa privada têm relação próxima demais, que podem facilitar o uso de informações privilegiadas.

A conjugação de mandatos definidos (no caso específico do BC) e a quarentena remunerada é a receita mais indicada, ainda que insatisfatória, por ex-autoridades ouvidas pela Folha. "Eu mesmo me impus uma quarentena quando saí do governo, mas quando há definição legal fica mais confortável", diz o ex-ministro Marcílio Marques Moreira, que presta consultoria para a Merril Lynch.

"Hoje só faz quarentena quem quer, e como quer", diz o ex-presidente do BC Gustavo Loyola, que ficou seis meses fora do mercado após deixar o governo.

O mandato é importante, defendem esses profissionais, porque é possível fazer uma programação sobre o período exato que uma autoridade ficará no governo.

A remuneração da quarentena também é reivindicada. "Quando saí do governo fiquei sem salário e precisava trabalhar", diz Mailson.

Mas a avaliação é que a quarentena e o estabelecimento de outras normas não resolverão todos os males. "Desvio de conduta é uma coisa pessoal", afirma Loyola.

Políticos-banqueiros

O governo FHC destaca-se por abrigar uma geração de políticos-banqueiros ou políticos-consultores. Figuras-chaves no vaivém entre setor público e setor privado.

É o caso do ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros que tem alternado períodos no mercado financeiro com participações na equipe econômica desde 1986.

Saído do setor financeiro, integrou a equipe que formulou o Plano Cruzado no governo Sarney. Depois ajudou a fundar o banco Matrix, do qual foi sócio até 95, quando voltou ao governo. Presidiu o BNDES e foi ministro das Comunicações. Acabou derrubado por gravações telefônicas clandestinas que levantaram suspeitas de favorecimento a amigos banqueiros na venda da Telebrás.

Para ele, não há lei que consiga restringir o uso de informação privilegiada. "Sempre vai estar na dependência do DNA da pessoa. Se detenho uma informação confidencial , não preciso ir trabalhar em nenhum lugar. Passo essa informação por telefone, um sinal de fumaça, um jornal debaixo do braço. Não há barreira para informação privilegiada", disse Mendonça de Barros à Folha em entrevista publicada na segunda-feira.

André Lara Resende, amigo próximo de Mendonça Barros, tem trajetória semelhante. Foi um dos mentores do Cruzado e do Real, sócio-fundador do Matrix e presidente do BNDES até também atingido no escândalo do grampo.

Outro pai do Plano Real e ex-presidente do BNDES, Edmar Bacha, é hoje banqueiro em Nova York. Como consultor sênior, responde pelo escritório norte-americano do Banco BBA, do também ex-presidente do BC Fernão Bracher.

Outro exemplo é o da economista Elena Landau que, em 1996, saiu da diretoria do BNDES que cuidava do programa federal de privatização. Após quatro meses de quarentena auto-imposta, foi contratada pelo banco Bear Sterns para atuar em privatizações brasileiras.

A administração de Fernando Collor também produziu casos semelhantes. Francisco Gros foi presidente do BC e hoje é executivo do Banco Morgan Stanley. Ibrahim Eris também presidiu o BC e hoje é sócio da Linear, uma administradora de recursos.

 

acredite quem quiser, hahahaha! conta outra fhhc!!

 

A vida é curta demais para se beber cerveja barata!!

 Frede69

Num reino tão tão distante...

"Quando o empresário ou colaborador não deseja aparecer, para permanecer no anonimato, contribui com recursos financeiros em espécie para a campanha eleitoral", declarou (José Eduardo Andrade Vieira). "O candidato Fernando Henrique Cardoso acompanhava pessoalmente o volume de recursos financeiros arrecadados na campanha de 1994."

***

Folha - Dinheiro vivo ou cheque?
Andrade Vieira - Dinheiro vivo.
Folha - Isso ocorreu durante a campanha?
Andrade Vieira - Na campanha.
Folha - Era dinheiro para a campanha?
Andrade Vieira - É... É difícil de a gente saber.

***

Folha de S.Paulo - 19/11/2000

CONTAS DA REELEIÇÃO - Comitê de FHC omitiu doações em 1994

Planilha da primeira eleição do presidente mostra que pelo menos R$ 8 milhões tampouco foram declarados à Justiça Eleitoral

ANDRÉA MICHAEL e WLADIMIR GRAMACHO, DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A campanha eleitoral que elegeu o presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1994, também movimentou recursos por meio de um caixa-dois.

Uma planilha eletrônica da sua primeira eleição à Presidência mostra que pelo menos R$ 8 milhões deixaram de ser declarados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na ocasião, o que é ilegal.

Há uma semana, a Folha revelou, com base em documentos sigilosos do comitê financeiro de Fernando Henrique Cardoso, que a campanha da reeleição, em 1998, recebeu no mínimo R$ 10,120 milhões em doações carreadas para uma contabilidade paralela. Os recursos não declarados à Justiça Eleitoral estão descritos em 34 registros existentes na principal planilha. Eles indicam que o comitê de FHC recebeu pelo menos R$ 53,120 milhões -mais do que os R$ 43 milhões declarados oficialmente ao TSE.

Agora, uma nova planilha informa que esse expediente não era novidade no comitê tucano. Uma extensa lista com quase 300 empresas relaciona 53 nomes de doadores cujas contribuições não foram incluídas na prestação de contas entregue ao TSE. Somados, esses colaboradores deram R$ 8 milhões para o caixa-dois da campanha de Fernando Henrique Cardoso em 1994.

O número pode ser conservador. Um anexo da planilha demonstra que a escrituração paralela pode ter sido bem maior. Atualizada pela última vez no dia 30 de agosto de 1994, a planilha traz nesse anexo uma tabela que apresenta o seguinte título: "Conta-Corrente Campanha".

Trata-se de um extrato simplificado que sugere o ingresso de R$ 72 milhões no caixa do comitê. Não há número de conta nem nome de banco. Apenas registros sucintos de créditos e débitos. Ao Tribunal Superior Eleitoral, o comitê de 1994 informou ter recebido R$ 33,6 milhões.

Bresser Pereira

O autor do arquivo, segundo registro eletrônico, é novamente o ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira (Administração e Ciência e Tecnologia), tesoureiro nas duas campanhas presidenciais de FHC. Procurado pela Folha, Bresser negou a autoria da planilha.

"Quem deve ser capaz de responder às perguntas sobre uma planilha de 1994 é quem participou das duas campanhas, teve acesso às planilhas que fiz inicialmente e as utilizou para um controle adicional, que atendesse às suas necessidades. O que não entendo é por que ou para que fez isso", escreveu Bresser Pereira, num e-mail enviado ao jornal na última quarta-feira.

Dois dias depois, na sexta-feira, outro ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso aceitou falar sobre o assunto. Durante três horas, José Eduardo Andrade Vieira, também ex-banqueiro (Bamerindus) e ex-senador (1991-1999), prestou depoimento ao Ministério Público, em Londrina, e confirmou o uso de um caixa-dois na campanha presidencial de 1994.

Ao explicar o funcionamento da arrecadação de fundos, naquela eleição, Andrade Vieira disse: "Quando o empresário ou colaborador não deseja aparecer, para permanecer no anonimato, contribui com recursos financeiros em espécie para a campanha eleitoral", declarou.

Afirmou que "o candidato Fernando Henrique Cardoso acompanhava pessoalmente o volume de recursos financeiros arrecadados na campanha de 1994". O ex-ministro confirmava, num depoimento formal, o que vinha dizendo à Folha, nos últimos três meses, em sucessivas conversas.

Dinheiro clandestino

Numa delas, ainda em agosto, Andrade Vieira disse, num telefonema gravado, que ele próprio acompanhou um de seus executivos -João Elísio Ferraz de Campos, então presidente da Bamerindus Seguradora- numa entrega de dinheiro clandestino ao comitê.

Folha - Como era o sistema de arrecadação de fundos, em 1994?

José Eduardo de Andrade Vieira - Eu sei que o João Elísio -algumas vezes eu até fui junto com ele, duas ou três- foi levar dinheiro para o Eduardo Jorge. Também não me lembro quanto, mas não eram R$ 10 mil, R$ 20 mil.

Folha - Dinheiro vivo ou cheque?

Andrade Vieira - Dinheiro vivo.

Folha - Isso ocorreu durante a campanha?

Andrade Vieira - Na campanha.

Folha - Era dinheiro para a campanha?

Andrade Vieira -É... É difícil de a gente saber.

Folha - E esse dinheiro, o João Elísio arrecadava onde?

Andrade Vieira - Junto às seguradoras. Isso acontecia lá no Rio.

O ex-ministro explicava, aqui, como operavam os colaboradores que preferiam o anonimato. Andrade Vieira disse à Folha ter documentos que comprovam suas informações. E a interlocutores próximos afirmou estar disposto a entregar o que puder ao Ministério Público.

Ao saber que havia sido citado por Andrade Vieira como portador de dinheiro para o caixa-dois, João Elísio Ferraz de Campos negou a ocorrência desses episódios. Afirmou que, em 1994, apenas coordenou o comitê político de Fernando Henrique Cardoso no Paraná, sem funções financeiras.

"O José Eduardo está louco. Eu nunca levei dinheiro na mala para ninguém. E, se as seguradoras deram, não foi por meu intermédio", afirmou Ferraz de Campos, que hoje preside a Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) e o diretório do PFL-PR.

Andrade Vieira falou genericamente sobre um expediente que a planilha de 1994 revela ter sido comum. Há inscrições no documento da primeira campanha que indicam burlas à regra de utilização de bônus eleitorais para a comprovação de contribuições.

Ao lado de uma doação de R$ 200 mil, atribuída à Amil, aparece a seguinte inscrição: "200 sem b". Por "b", entenda-se "bônus", que marcam praticamente todas as doações da planilha que estão no TSE, reunidas na coluna "R-B".

Outro indicativo de caixa-dois na planilha: nela está registrado que o Pão de Açúcar, do empresário Abílio Diniz, doou R$ 200 mil à campanha de 1994.

Contatado pela Folha, o grupo, cuja razão social é Cia. Brasileira de Distribuição, enviou nota confirmando ter doado em UFIRs 358.540,61 (equivalente hoje a R$ 380 mil) para a campanha. Mas não há registro da doação no Tribunal Superior Eleitoral.

Quando havia necessidade de declarar o recurso à Justiça Eleitoral, a contabilidade da campanha era explícita. Segundo o documento, o Banco Pactual se comprometeu com doação de R$ 100 mil, mas foi preciso anotar: "Vai dar via bônus".

Essa contribuição, porém, não está no TSE. Ou o banco desistiu de doar, ou mudou de idéia em relação aos bônus. Citado como contato na instituição, o empresário Jorge Paulo Lemann (grafado como Lheman na planilha) não foi localizado pela Folha na semana passada.

Outros registros reforçam a veracidade da planilha. O empresário Eike Batista, por exemplo, é citado ao lado de uma doação de R$ 60 mil, registrada na coluna "R-B", ou recebidos com bônus eleitorais. De fato, duas de suas empresas contribuíram para a campanha: a TVX Participações (R$ 50 mil) e a EBX participações (R$ 10 mil). E isso está no TSE.

Há outros registros ainda mais detalhados. A planilha informa que o Banco Boavista doaria R$ 150 mil em duas oportunidades. Tal e qual a declaração ao TSE.

O hoje ministro Andrea Matarazzo (Secretaria de Comunicação) também é citado na planilha de 1994. Seu nome está associado a cinco doadores, para os quais teria organizado jantares. Exatamente a mesma tarefa que Matarazzo diz ter realizado em 1998, quando teria arrecadado R$ 3 milhões para o caixa-dois da reeleição, segundo planilhas secretas do comitê financeiro.

Colaboraram RAQUEL ULHÔA e OTAVIO CABRAL, da Sucursal de Brasília

 

Já ouvi relatos de que, ao final da votação da emenda da reeleição, assessor de ACM teria adentrado ao seu gabinete (onde encontravam-se outros assessores) e, após jogar sobre a mesa um maço de dinheiro, teria exclamado: "O que manda mesmo nesse País é o dinheiro!"...

 

Näo me engana porque eu näo gosto.

Se fosse mesmo por motivos altruísta,  näo se modificaria a lei para se beneficiar dela, com a retroatividade.

Diga-se de passagem: Se LULA quisesse, teria feito o mesmo, ampliar o  mandato. Tinha respaldo popular para isso e sem compra de votos. 

Tal qual Roberto Jeferson, O deputado  Ronnei Von, à epoca, confessou ter recebido 200.000,00 reais, e näo deu em nada.

Porquê???

Onde estavam o procurador geral da república, o ministério público, a policia federal, o judiciário???

Há uma explicacäo lógica para isso.

Era tudo engavetado.

O BRASIL, signatário também da convencäo contra corrupcäo da ONU, desde 1998, ignorava  solenemente a mesma näo lhe dando a justa importância. Por outro lado a ONU fazia o mesmo, näo fazendo as devidas cobrancas.

Com as alteracäos mais eficazes e cobrancas mais rígidas da convencäo, feita em DOHA, com fiscalizacäo mais rigorosa aos países membros. A ONU exige e dá agora, todo apoio e suporte financeiros,  logísticos e estratégicos,  necessários ao combate  a todo tipo de corrupcäo.  Em troca, exige lisura e  eficácia. 

Foram também criadas listas de  atuacäo e méritos, da qual faz parte  a nossa CGU,  citada como modelo de atuacäo. 

 Foi um dos  representantes do BRASIL na ocasiäo, o  atual procurador da República Roberto Gurgel.

 Diante  desse novo tratado, com os fiscais da ONU nos calcanhares, eis o porquê de AGORA, tanta pressa em mostrar servico mesmo que porco, do procurador e do judiciário.

OS PALADINOS DA NOSSA JUSTICA SÄO OS FISCAIS DA ONU.

 Salvo engano,  cabe recurso nesse tribunal específico da ONU, de combate a corrupcäo.

Sugiro a todos a leitura do tratado, amplamente divulgado no GOOGLE.

 

 

 

 

 

SILOÉ-RJ

FHC não tem como fugir do "domínio do fato" ...        ( royalties by STF-BR )

 

"Iguarzinho" ao colega Clinton, "fumou, mas não tragou".

 

Hahaha!!!

Leiam também a entrevista do Azeredo:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/azeredo-afirma-em-2007-que-valerioduto-financiou-fhc-em-98

 

 

 

 

Porque será que está falando sobre isso ? 

Quem peidou tá com a mão amarela ... e o FHC olha a mão para ver se ficou amarela ...

e ainda tem gente que acha que o Haddad, o Dirceu, o Lula é fake ... pode ?

Honestidade intelectual é uma "mercadoria" em falta hoje em dia .

 

A vida, a ética, a conduta de FHC estão absolutamente contempladas nos versos abaixo:

 

Subi em um pé de mamão,

Pra pegar jabuticaba,

Veio o dono  das laranjas,

Não me roube estas goiabas.

 

O FHC só não voa por opção ( dele )! O cara é um ANJO.

O Farol de Alexandria é risível!!!!!!

 

  oi sérgio motta morreu na hora certa para o psdb , , mais um que vai embora cedo após prwestrar seus serviços para o psdb , entre tantos outros.

 

Em 1994, o psdb elegeu 62 deputados federais e após assumir a presidencia em 1995, a bancada do PSDB no congresso nacional aumentou em razão da cooptação de deputados de outras legendas, ultrapassando a casa do cem. Se isso não é compra, não sei o que é.


 

 
 

A manifestação do Efeagacê é muito "fake", a ninguém convence. Equivale àquela do Bill Clinton, de quem o tucano era babaovo explícito. Quando perguntaram ao Clinton se já havia fumado maconha, respondeu na cincha, "sim, já fumei, mas nunca traguei". O ridículo Efeagacê também lembra aquela piada do sujeito que entrou no chiqueiro do vizinho, pegou um porco, botou nas costas e, surpeendido ao sair, queria saber  quem tinha colocado aquele porco ali nas costas dele. 

 

 

Contra fatos, não temos argumentos!!! FHC tem credibilidade, tirou o Brasil do buraco!!

 

Bruce, você tem razão. FHC tirou o Brasil do buraco e o jogou na cratera de um vulcão em erupção.

 

Lourdes Catão, socialite carioca e confessa adúltera, confirmou o que todos já sabemos: “Acho que o AÉCIO É o melhor, MAIS DO NOSSO LADO... Dilma não pode ser reeleita de jeito nenhum’’. 

fegacê!!!!!!


isso ninguém aguenta mais.


discordo de quem apelidou essa figura de "boca de suvaco".


o apelido deveria ser SAUVA.


afinal ele quase acabou com o brasil.

 

Dp Blog Limpinho e Cheiroso:

FHC compra o Congresso: Nova fita liga Sérgio Motta à compra de votos para reeleição03/10/2012

Na terça-feira, dia 2, Olímpio Cruz Neto, em sua página do Facebook, postou a segunda imagem desse texto. É um fac-símile da capa da Folha de S.Paulo de 13 de maio de 1997, em que o deputado Ronivon Santana dizia com todas as letras que havia vendido seu voto por R$200 mil para aprovar a emenda da reeleição de FHC.

Na quarta-feira, dia 3, Gilberto Maringoni, também no Facebook, publicou a imagem a seguir, da mesma Folha de S.Paulo – quando ainda era um jornal investigativo – de 14 de maio de 1997, onde se pode perceber que o ministro das Comunicações de FHC, Sérgio Motta, vulgo Serjão, estava envolvido até o último fio de cabelo na compra dos votos para aprovar a emenda para reeleição do príncipe dos sociólogos, Fernando Henrique Cardoso.

Por que esse caso não chegou ao STF? E aí, Joaquim, dá para responder ou tá difícil?

 

***

 

FHC e a reeleição comprada: Por que a Veja não consulta seus arquivos?11/09/2012 

Marcos Coimbra: O ódio ao PT, os meios e os fins

09/08/2012

O Serjão é nome de rua, praça etc. e José Dirceu é condenado sem ter provas contra.

Marcos Coimbra, lido no Advivo

Há os que desgostam do PT, dos petistas e de tudo que fazem com tal intensidade que qualquer explicação é desnecessária. Apenas têm aversão profunda pelo que o partido representa.

Alguns a desenvolveram por preferir outros partidos e outras ideias. Mas são a minoria. Os mais sinceros antipetistas são os que somente sentem ojeriza pelo PT. Veem um petista e ficam arrepiados. Sequer sabem a razão de tanta implicância.

Detestavam o PT quando era oposição – dizendo que era intransigente – e o detestam agora que está no governo pela razão oposta: acham que é tolerante demais. Odiavam os petistas quando vestiam camiseta e discursavam na porta das fábricas. Hoje, os abominam porque usam terno e gravata e a fazem pronunciamentos no Congresso.

Um dos argumentos que invocam para justificar a birra é capcioso: o mito da “infância dourada” do PT, quando ele teria sido virginal e puro. O invocam com o intuito exclusivo de ressaltar que teria perdido algo que, em seu tempo, não admitiam que tivesse.

O PT abstrato e irreal que criaram é uma figura retórica para denunciar o PT que existe de fato – que não é nem menos, nem mais real que os outros partidos que temos no Brasil e no mundo. Além desse antipetismo figadal e baseado em pouco mais que um atávico conservadorismo, há outro. Que pretende ser mais sóbrio.

Nestes tempos de julgamento do “mensalão”, é fácil encontrá-lo. Seus expoentes são mais racionais e menos folclóricos. Usam uma lógica que parece sólida. O que mais os caracteriza é dizer que não discutem os fins e sim os meios do PT. Que não são antipetistas por definição, mas que repudiam aquilo que os líderes petistas fizeram para chegar ao Planalto – e passaram a fazer depois que o partido lá se instalou.

Ou seja, sua oposição não questionaria o projeto petista, mas sua tática. Não haveria problema no fato de o PT querer estar – e estar – no poder. Mas em o partido ter usado meios inaceitáveis para lá chegar e permanecer.

Parece uma conversa bonita. E nada mais é que isso.

No fundo, esse antipetismo é igual ao outro. Sua aparente sofisticação apenas dá nova roupagem aos mesmos sentimentos.

O que o antipetismo não perdoa em José Dirceu – e outras lideranças que estão sendo julgadas – não é ter usado “meios moralmente errados” para alcançar “fins politicamente aceitáveis”. Salvo os mal-informados, seus expoentes sabem que o que o ex-ministro fez é o mesmo que, na essência, fariam seus adversários se estivessem em seu lugar – sem tirar, nem pôr.

Quem duvidar, que pesquise quem foi e como atuava Sérgio Motta, o popular “Serjão”, “trator” nas campanhas e governos tucanos. (Com ele, não havia meias palavras: estava em campo para garantir – seja a que preço fosse –, 20 anos de hegemonia para o PSDB e que ninguém viesse a ele com a cantilena da “alternância de poder”. Não foi por falta de seu empenho que o projeto gorou.)

O pecado de José Dirceu é ter tido sucesso no alcance dos fins a que se propôs – um sucesso, aliás, notável. Sem sua participação, é pouco provável que tivéssemos o “lulopetismo” – um dos mais importantes fenômenos políticos de nossa história, gostem ou não seus adversários. Sem ele, o Brasil não seria o que é. Isso é muito mais do que se pode dizer de quase todos os contemporâneos.

Mas é essa a realidade. Enquanto José Dirceu vive sua ansiedade, Sérgio Motta é nome de ponte em Mato Grosso, anfiteatro em Fortaleza, centro cultural em São Paulo, praça no Rio de Janeiro, edifício em Brasília, avenida em Teresina, usina hidroelétrica no interior de São Paulo e rua na longínqua Garrafão do Norte, nos rincões do Pará. E de um instituto em sua memória, patrocinado pelo governo federal, que distribui importante prêmio de arte e tecnologia.

Gente fina é outra coisa.

 

O FHC "declara" que no seu mensalão não teve $$$$$$$. Com certeza, tudo ficou no papel de propriedades.....e nas contas em paraisos fiscais. Ele continua pensando que engana o povo. Sua inteligencia está acabando com o passar dos anos. 

 
 
 

Ou seria este aqui?

 

Não sei porque, mas toda vez que vejo uma imagem de Sérgio Motta me lembro do título do filme "A Morte Lhe Cai Bem"...

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

Talvez ele quisesse dizer dinheiro, em papel moeda. Ele não falou nada em depósitos em paraísos fiscais.

 

 1)" A sustentação parlamentar a matérias apoiadas por meu governo obedeceu única e exclusivamente a acordos político-partidários, sem jamais envolver pagamento em dinheiro;"

Como se estes acordas não envolvam dinheiro, como se liberação de concessões de rádio não envolvam dinheiro e poder político.

"...a acusação, de tão frágil, não produziu denúncia do Ministério Público. "

Quanto a esta frase, o Geraldo Brindeiro deu uma mãozinha. No vídeo abaixo, FHC se vê em maus lençois com um entrevistador da rede BBC. Ele achou que na VEJA, Globo ou Folha de São Paulo.

 

Correção: Ele achou que estava na VEJA ....

 

Um tal Sérgio....acho que era este aqui:

 

 

2) Fui favorável à emenda da reeleição porque, a meu ver, ela aperfeiçoava --como, de fato, aperfeiçoou-- o nosso sistema político, ao ampliar o horizonte do mandato presidencial e assim permitir a aprovação de medidas nem sempre populares a curto prazo, mas necessárias ao desenvolvimento do país;


Sei. Quando era o governo Lula responsável por essas "medidas anti-populares" assistíamos esses hipócritas em coro: tem que baixar os juros!

Quanto a compra da reeleição, vai reclamar para o Papa que permitiu à Folha divulgar o crime!

 

 "...em que se fazia menção a um tal Sergio, a acusação, de tão frágil, não produziu denúncia do Ministério Público. "

Quem seria o tal Sérgio? o "Ão" ou "no limite da responsabilidade"? Um tinha, assumidamente, um projeto de poder de, no mínimo vinte anos, para o partido. O outro era um dos grandes operadores da Privataria Tucana.

Quanto a não produção de denúncia, não podemos esquecer que o procurador geral era, na verdade,  o Engavetador Geral da República. Fosse no governo petista, a conversa entre Ronivon e assecla, o grampo do BNDES, e o grampo SIVAM  se tornariam escandalosas CPMI's. Mas para quem era blindado pela mídia, pelo PGR...

Hoje, os beneficiários da Privataria estão leves e soltos por aí. Alguns ficaram milionários.  Outros, além de acumularem  um belo pé-de-meia para si próprio e família, são eternos candidatos a cargos eletivos.

 

 

FHC é o retrato mais bem feito da oposição brasileira...

 

A maior virtude do homem é ser honesto consigo mesmo.

GLOSSÁRIO

Acordos políticos-partidários - loteamento do Estado; entrega de órgãos públicos nas mãos dos aliados, para que estes possam instalar ali suas máquinas de corrupção. 

Re: FHC e a compra de votos para a reeleição
 

 Al ém de desonesto, cara de pau. Não foi nada disso. Teve deputado comprado que confessou ter mudado o voto por 200.000 reais, perdendo inclusive o mandato. O STF é que " entendeu" que não havia indícios da participação do presidente. Se fosse o Zé Dirceu, tava fudido. ROLOU MUITA GRANA, sim senhor. Com relação ao caso Cacciola ( abertura do BC, de madrugada, vendendo l5 bilhões de dólares prá salvar a pele do gringo ) que causou um prejuízo imediato de 1.6 bilhão de dólares à nação, não tem colher de chá, TINHA QUE ESTAR EM CANA ATÉ HOJE. FHC não resiste à qualquer comparação de corrupção, com ninguém. Calado, já está errado.

 

A sustentação parlamentar a matérias apoiadas por meu governo obedeceu única e exclusivamente a acordos político-partidários, sem jamais envolver pagamento em dinheiro; (Boca de Sovaco)

HgAUHauhAUhauaHAuhaHUahAUHauaHUAhaHgAUHauhAUhauaHAuhaHUah!!!


 


 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

Bom. E a falha de sp, nesse caso, não vei colocar logo abaixo da resposta de feagace uma sequencia de titulos assim:

Relembre o caso.

Sérigo Motta: O trator de FHC;

Quem comprou, quem vendeu e quanto custou;

Dois deputados confessaram e foram cassados;

Engavetador achou as provas "tênues".

Ah.... se fosse o Dirceu...

 

O que FHC não conta é que a reeleição, ao invés de valer a partir do próximo presidente eleito, valeu para ele mesmo. Aliás, nisto ele se iguala a Sarney, mudou as regras em plena partida, para mantê-los mais tempo no poder. Isto não é atitude democrática.

 

Mana Coelho

Sabe de uma coisa: estou enojado com tudo que diz respeito ao fagagá!!! É muito cara de páu!!! 

 

José Antônio

Ah, sim o Sérgião negou, arquiva-se o caso. O Dirceu negou, cadeia nele.

 

Quem procurar vai encontrar entrevista impressa ou em vídeo em que FHC diz o seguinte sobre a compra de votos para aprovação da EC da reeleição: "compraram, mas não fui eu".

Que falta que fez a teoria do domínio do fato.

 

muito thc...