Enviado por Edsonmarcon

Nessas eleições, quase todos os grandes partidos tradicionais perderam cadeiras. O PSDB havia perdido cadeiras durante a legislatura atual, mas recuperou agora.
Ganharam cadeiras os partidos novos, criados durante a atual legislatura: PSD, SD e PROS.
Também ganharam alguns partidos nanicos, PEN, PTN e PSDC.
Um grande salto foi do PRB, o “partido da Universal” , que foi de 8 para 21 cadeiras.
Da BBC Brasil em Londres
Brasil elege Congresso mais ‘fragmentado’: veja vencedores e perdedores
Os brasileiros colocaram mais seis partidos no Congresso Nacional na eleição realizada neste domingo. Com isso, o Legislativo Nacional estará mais fragmentado a partir de 1º de janeiro de 2015 – com 28 partidos, em vez dos 22 eleitos em 2010.
Todos os seis novos partidos ingressaram na Câmara dos Deputados. O Senado seguirá com o mesmo número de siglas da atual legislatura: 16.
Há também mudanças importantes na composição política do Congresso.
Confira abaixo uma lista de quem saiu vitorioso e quem perdeu espaço no Legislativo. (Alguns resultados ainda podem mudar nos próximos dias, de acordo com julgamentos de candidatos e recursos no Tribunal Superior Eleitoral.)
VENCEDORES
1) Partidos ‘nanicos’
O Congresso Nacional terá a partir de 1º de janeiro de 2015 seis partidos que não haviam conquistado votos em 2010. Três destes partidos são “nanicos”: PEN (Partido Ecológico Nacional), PTN (Partido Trabalhista Nacional) e PSDC (Partido Social Democrata Cristão). Juntos eles terão oito deputados federais.
Os outros três são partido novos, fundados no decorrer da atual legislatura (ver abaixo, em “Partidos Novos”).
E outras três siglas pequenas reconquistaram vagas que haviam perdido com trocas de partidos por parte de seus políticos, segundo dados compilados a partir do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do site Congresso em Foco.
Nenhum partido da atual legislatura – grande ou nanico – perdeu vaga na Câmara dos Deputados.
2) PSB
Marina Silva foi a principal derrotada na eleição presidencial, não conseguindo chegar ao segundo turno da eleição depois de chegar a liderar várias pesquisas de opinião de voto.
Mas o PSB – partido ao qual ela se filiou em outubro do ano passado – é um dos que sai mais fortalecido das urnas no Congresso. O PSB havia perdido dez deputados federais desde as eleições passadas. A maior parte deles saiu quando foi criado o PROS (Partido Republicano da Ordem Social), de Ciro Gomes.
Agora, o PSB recuperou na urna todas as vagas que perdeu – passando de 24 a 34 deputados federais. No Senado, foi o partido que mais ganhou vagas: quatro, incluindo o Rio de Janeiro, onde foi eleito o ex-jogador Romário. O PSB será, em 2015, o quarto partido com mais senadores.
3) PSDB
A exemplo do partido de Marina, a sigla do candidato à Presidência Aécio Neves também havia perdido vagas na Câmara dos Deputados ao longo da atual legislatura – nove no total. Agora, o PSDB elegeu 54 deputados federais, recuperando dez vagas na Câmara.
Só o PRB teve aumento maior no número de deputados federais do que os tucanos (o Partido Republicano Brasileiro ganhou 11 vagas – sendo sete destas em São Paulo, onde Celso Russomano obteve 1,5 milhão de votos e “puxou” a eleição de muitos deputados federais).
O PSDB se consolidou como terceiro maior partido da Câmara dos Deputados – 54 deputados federais, contra 70 do PT e 66 do PMDB. Mas perdeu uma vaga no Senado, onde também é o terceiro partido com mais senadores (19, contra 19 do PMDB e 13 do PT).
Além disso, caso consiga se eleger presidente no segundo turno, Aécio Neves precisaria construir novas alianças para conseguir governar, já que os nove partidos que formam sua coligação (PSDB, PTB, DEM, SD, PEN, PMN, PTN, PTC e PT do B) obtiveram apenas 128 das 513 vagas na Câmara dos Deputados.
Para governar com maioria simples ele precisaria de 257 deputados aliados.
Na câmara alta, a coligação de Aécio teria apenas 19 senadores – de um total de 81.
PERDEDORES
1) PT, PMDB e base aliada
PT e PMDB seguem sendo os dois partidos com o maior número de legisladores do Brasil – na Câmara (70 e 66 vagas, respectivamente) e no Senado (13 e 19). Caso seja reeleita no segundo turno, a presidente Dilma Rousseff continuaria com maioria simples no Congresso.
Os nove partidos que apóiam sua candidatura (PT, PMDB, PP, PSD, PR, PRB, PDT, PROS e PC do B) ganharam 304 vagas na Câmara e 52 no Senado.
Apesar disso, PMDB e PT estão entre os três partidos que mais perderam vagas nas urnas nesta eleição. O PT tem 88 deputados federais na atual legislatura – e terá 70 a partir de 2015. O PMDB já havia perdido oito deputados nos últimos quatro anos devido à troca de partidos por políticos. Nas urnas, perdeu mais cinco vagas, encolhendo de 71 para 66 deputados.
2) DEM
Formado em 2007, o Democratas já foi uma das grandes forças do Congresso Nacional na época em que ainda se chamava PFL – partido aliado do PSDB nos governos de Fernando Henrique Cardoso.
Em 1998, o PFL chegou a ter 111 deputados federais, um número quase impensável para qualquer sigla no cenário político de hoje.
Na eleição de 2010, o DEM já tinha menos da metade destas vagas – 43. Ao longo desta legislatura, o partido perdeu deputados – muitos deles para o PSD, sigla criada pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Agora, o DEM encolheu de novo nas urnas, elegendo apenas 22 deputados federais – e é apenas o nono partido com o maior número de vagas na Câmara. No Senado, os Democratas perderam uma vaga, e hoje têm cinco senadores.
3) Partidos Novos
Nesta eleição, três siglas novas apareceram na urna eletrônica. Mesmo sem nunca ter recebido qualquer voto em sua existência, esses três partidos já contam com 83 deputados federais na atual legislatura.
As três siglas foram formadas com políticos eleitos que abandonaram suas siglas: o Partido Social Democrático (PSD – que conta com o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab), o Solidariedade (SD, de Paulinho da Força) e Partido Republicano da Ordem Social (Pros, dos irmãos Ciro e Cid Gomes).
Na eleição de domingo, os três partidos somados perderam 24 vagas na Câmara dos Deputados – caindo para 63.
Ainda assim, eles retêm parte de sua força no Congresso. Com 37 deputados federais, o PSD será em 2015 o quarto maior partido do Congresso. A sigla também elegeu dois senadores. A Câmara dos Deputados têm 513 assentos.
| Deputados federais eleitos | 2010 | 2014 |
| PT | 88 | 70 |
| PMDB | 79 | 66 |
| PSDB | 53 | 54 |
| PSD | 0 | 37 |
| PP | 41 | 36 |
| PR | 41 | 34 |
| PSB | 34 | 34 |
| PTB | 21 | 25 |
| DEM | 43 | 22 |
| PRB | 8 | 21 |
| PDT | 28 | 19 |
| SD | 0 | 15 |
| PSC | 17 | 12 |
| PROS | 0 | 11 |
| PPS | 12 | 10 |
| PCdoB | 15 | 10 |
| PV | 15 | 8 |
| PSOL | 3 | 5 |
| PHS | 2 | 5 |
| PEN | 0 | 2 |
| PMN | 4 | 3 |
| PTN | 0 | 4 |
| PRP | 2 | 3 |
| PTC | 1 | 2 |
| PSDC | 0 | 2 |
| PRTB | 2 | 1 |
| PSL | 1 | 1 |
| PTdoB | 3 | 1 |
FrancoAtirador
7 de outubro de 2014 5:15 amPSD, SD e PROS, SOMADOS, PERDERAM 24 VAGAS
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NÚMERO DE DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS
À NOVA COMPOSIÇÃO DA CÂMARA EM 2015,
COMPARADA À ATUAL, POR PARTIDO POLÍTICO:
(http://imgur.com/O8uJutZ)
http://www.ebc.com.br/wp-content/uploads/2014_10_06_comparativocamara_lm-01.png
(http://www.ebc.com.br/noticias/eleicoes-2014/2014/10/confira-como-ficou-a-nova-composicao-da-camara-dos-deputados-por)
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Edsonmarcon
7 de outubro de 2014 4:00 pmPerderam ou ganharam? Depende.
No artigo da BBC, o autor comparou as vagas obtidas nas ultimas eleições (2010) com as obtidas pelos partidos agora em 2014.
Como em 2010 PSD, SD e PROS não existiam, e agora conseguiram varias cadeiras, o autor considera que eles cresceram.
Outros analisaram o numero de cadeiras para estes partidos imediatamente ANTES das eleições de 2014 e logo após. Esta análise diz que eles perderam cadeiras.
Tudo depende do “ponto de partida” da análise.
DanielQuireza
7 de outubro de 2014 4:20 pmClaro que perderam. Em 2010
Claro que perderam. Em 2010 eles não existiam, não poderiam eleger ninguem.
DanielQuireza
7 de outubro de 2014 1:54 pmPor total falta de estratégia
Por total falta de estratégia uma turma conseguiu dar mais de 400 mil votos ao sempre irrelevante Bolsonaro, que agora ganha mais capital político, com toda a sua família na camara. E também elegeram com votação record o tal Feliciano.
Deveriam tê-los ignorados e deixá-los fadados às suas respectivas irrelevâncias.
Tiago Moreira
7 de outubro de 2014 2:03 pmCuidado com o erro
Cuidado com a informação equivocada: “Ganharam cadeiras os partidos novos, criados durante a atual legislatura: PSD, SD e PROS.” Foi o contrário, todos eles PERDERAM cadeiras. Não se pode comparar com 2010 pois lá esses partidos não existiam, é preciso comparar com o quadro atual (2014), ou seja, com quantos parlamentares eles tinham no momento. Caso contrário, a comparação fica absurda: dizer que o PSD passou de 0 para 37 cadeiras é maluquice. Ele saiu das atuais 45 para 37, uma perda de 8 cadeiras.
alexis
7 de outubro de 2014 2:04 pmLGBTs: REAÇÃO CONSERVADORA DESPROPORCIONAL
Embora seja um tema discutível e muito delicado (no seio da sociedade), as causas em favor dos LGBTs têm sido defendidas com relativo exagero por ativistas (o que tem gerado fortes discussões nas mídias alternativas, preferentemente). Porém, do ponto de vista político-partidário, com raras exceções, a maior parte da comunidade LGBT parece ter agido (politicamente) em forma plural, focando no contexto geral das diversas opções políticas; distribuídos entre diversos partidos, normalmente mais à esquerda, como o prova a relativa dispersão eleitoral desses grupos.
Ou seja, existe a causa particular e o ativismo legítimo, mas também existe a visão progressista do conjunto da sociedade, quando politicamente é chamada a opinar. Isso é positivo para a democracia e fala bem em favor dos LGBTs, na minha percepção. Neste blog existe gente que pertence ao grupo LGBT e que nem por isso subordinou o embate político nacional apenas acima desta particularidade. Eu percebo isso e respeito enormemente esses colegas.
Apesar disso, por causa do ativismo LGBT às vezes exagerado, potencializado por uma mídia global que reconhecidamente aposta em favor dessas minorias, a população conservadora votou maciçamente em candidatos ditos homofóbicos, como é o caso do Bolsonaro e do Pastor Feliciano, registrando que o eleitor de direita conservadora é menos plural que o eleitor LGBT (nenhuma novidade). A nova composição da câmara ficou bem mais conservadora que a do período que está terminando. Na próxima eleição seria interessante ver a trajetória do Fidélix, e conferir se não foi criado um novo monstro. Em resumo, do ponto de vista político, o radicalismo das posições parece “favorecer” mais a resposta conservadora da sociedade e não a quem defende diretamente a sua causa (pelo menos do ponto de vista político-partidário).
Acho interessante valorizar este aspecto em favor da minoria LGBT e, da minha parte, achei bacana que este grupo se projete como parte de uma sociedade de todos (pelo menos na sua expressão política), abrindo espaço para a discussão fraterna, e chegando a adquirir a sua eventual igualdade de direitos pela via do conjunto da sociedade, sem radicalização e sem levar para a política partidária um assunto do convívio social (assim como outros aspectos da sociedade, do tipo religioso, por exemplo). Pelo lado radical, a perda política poderia ser ainda maior.
Edsonmarcon
7 de outubro de 2014 2:17 pmCandidatos LGBT têm baixa votação
Candidatos LGBT têm baixa votação; ‘vivemos estigma’, diz Jean Wyllys
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/10/141006_salasocial_eleicoes2014_lgbt_rs
Apenas 37 dos 270 candidatos que se declararam favoráveis aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros conseguiram se eleger nestas eleições.
O levantamento foi feito pela BBC Brasil a partir do cruzamento das candidaturas indicadas pelo movimento #voteLGBT – que mapeou políticos cuja campanha ou atuação parlamentar destacaram questões importantes para esta população – com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre os eleitos no último domingo.
Na lista #voteLGBT estão candidatos a senador, deputado federal e deputado estadual filiados a 17 partidos – num espectro que vai do PSDB ao PSTU – em todos os Estados brasileiros.
Proporcionalmente, o Piauí foi o Estado que mais elegeu estes candidatos: metade dos seis mapeados. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 30,4% dos 23 candidatos que apóiam a causa LGBT eleitos. O Rio Grande do Norte ficou em terceiro lugar, com 28% (veja quadro).
Entre suas pautas estão a criminalização da homofobia, o direito ao casamento igualitário entre casais do mesmo sexo e o uso em documentos do nome social – e não do nome registrado em certidão de nascimento – por travestis e transexuais.
Mais da metade dos 26 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal, não elegeu nenhum dos políticos ligados ao eleitorado homo ou transexual.
‘Estigma’
“Se houver um candidato hetero com as mesmas qualidades de um LGBT, as pessoas ainda optam pelo heterossexual. É um movimento até inconsciente”, disse à reportagem o deputado federal reeleito Jean Wyllys, do PSOL-RJ.
“Nós, homossexuais, crescemos muito em aceitação e visibilidade, mas ainda vivemos um estigma”, afirma. “Existe uma forte homofobia internalizada, que nos afeta diretamente, mesmo que o resto das pessoas nem perceba.”
Dos 37 eleitos, Wyllys é o único cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT . Eleito com 144.770 votos, o ex-BBB se tornou o sétimo deputado federal mais votado do Rio de Janeiro em 2014.
“Se você considerar que pastor Everaldo (PSC) e Levy Fidelix (PRTB) tiveram menos da metade dos votos da Luciana (Genro – PSOL), podemos concluir que o campo progressista ainda é maior, mesmo que o conservadorismo venha ganhando expressão”, disse Wyllys.
Apesar de dizer que “é cedo para chegar a qualquer conclusão sobre estas eleições”, Wyllys sugere que os baixos índices de votação em candidatos LGBT podem ser relacionados a outras demandas desta população.
“Talvez a própria comunidade LGBT quisesse representantes que sejam mais plurais”, completou o deputado. “Na minha atuação como parlamentar, que foi 100% pró-LGBT e direitos humanos, sempre vimos o indivíduo como alguém plural: o gay negro, o gay pobre… Essas questões – gênero, identidade religiosa, raça – são indissociáveis.”
Pautas
Em todo o país, 14 Estados – Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins – não elegeram candidatos que apóiam as causas LGBT.
São Paulo, principal colégio eleitoral do país, registrou recorde de candidatos declaradamente favoráveis aos direitos dos homo e transexuais – 59 no total.
Destes, quatro foram eleitos deputados federais – Paulo Teixeira (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Ivan Valente (PSOL) e Orlando Silva (PCdoB) – e dois assumirão o cargo de deputados estaduais – Leci Brandão (PCdoB) e Carlos Giannazi (PSOL).
Entre os 53 não eleitos está o ativista LGBT Todd Tomorrow (PSOL), que obteve 19.313 votos. Ele ficou em terceiro lugar entre os deputados estaduais mais votados de sua legenda – que só conseguiu eleger os dois primeiros.
Para Tomorrow, o desempenho dos candidatos LGBT ao legislativo teria sido melhor se os partidos tivessem aproveitado as discussões sobre o tema entre os presidenciáveis.
“Acho que foi um erro de avaliação dos partidos. A pauta LGBT não costuma ser central, mas durante o debate eleitoral ganhou o centro. Naquele momento os partidos deveriam ter destacado suas candidaturas LGBT, mas preferiram não se expor para não perderem o voto conservador”, afirma.
Eleitos LGBT eleitos
Do total de 270 candidatos mapeados como favoráveis às pautas LGBT, 37 se elegeram:
ACRE
2 candidatos / 0 eleitos
ALAGOAS
1 candidata / 0 eleitos
AMAPÁ
2 candidatos / 0 eleitos
AMAZONAS
1 candidato / 0 eleitos
BAHIA
10 candidatos / 2 eleitos
CEARÁ
12 candidatos / 2 eleitos
DISTRITO FEDERAL
20 candidatos / 1 eleita
ESPÍRITO SANTO
7 candidatos / 0 eleitos
GOIÁS
12 candidatos / 1 eleito
MARANHÃO
3 candidatos / 0 eleitos
MATO GROSSO
2 candidatos / 0 eleitos
MATO GROSSO DO SUL
4 candidatos / 0 eleitos
MINAS GERAIS
18 candidatos / 3 eleitos
PARÁ
7 candidatos / 0 eleitos
PARAÍBA
6 candidatos / 1 eleita
PARANÁ
13 candidatos / 0 eleitos
PERNAMBUCO
16 candidatos / 4 eleitos
PIAUÍ
6 candidatos / 3 eleitos
RIO DE JANEIRO
23 candidatos / 7 eleitos
RIO GRANDE DO NORTE
7 candidatos / 2 eleitos
RIO GRANDE DO SUL
18 candidatos / 4 eleitos
RONDÔNIA
1 candidata / 0 eleitos
RORAIMA
2 candidatos / 0 eleitos
SANTA CATARINA
12 candidatos / 0 eleitos
SÃO PAULO
59 candidatos / 6 eleitos
SERGIPE
4 candidatos / 1 eleito
TOCANTINS
2 candidatos / 0 eleitos
alexis
7 de outubro de 2014 4:40 pmValeu
Obrigado EdsonMarcon.
Show de informação!
CELSO ORRICO
7 de outubro de 2014 2:20 pmbalcão vai aumentar negócios
isso signifca que o balcão de negócios no Congresso vai ficar mais agitado, o toma lá dá cá com esses partidos nanicos fomentará muitos apoios discutíveis..
CONSTITUINTE EXCLUSIVA JÁ, para que sejam feitas as reformas necessárias ao País.
Iara G
7 de outubro de 2014 2:41 pmNum mundo cada vez mais fragmentado
Temos um país cada vez mais partido
Maria Rita
7 de outubro de 2014 4:11 pmQuando ouço alguém falar que
Quando ouço alguém falar que o novo congresso agora é (ou seria) fragmentado fico perdida no meio do caminho. Em relação a quê? À organicidade dos partidos? Das alianças? Do troca troca de legenda? Se dissesse renovado, entenderia, embora acredite que partidos nanicos foram criados para acolher os que se desgarraram de grandes partidos ou para ampliar sob novas siglas a força de controle de partidos mais fortes. E isso desqualifica o nanico que deveria existir quando uma minoria já não encontra representações dignas para lutar por suas grandes questões. Numa sociedade como a nossa, em que mesmo as passeatas de junho tiveram o reconhecimento de serem difusas nos seus questionamentos e exigências, num mundo em que a superficialidade nos antigos locais de formação de opinião viraram refúgio de ‘especialistas’ (aliás, ouvi num filme desses de TV que o mundo hoje não tem mestres, mas ‘especialistas’) que enchem a cabeça de seus seguidores com informações por vezes, completamente inúteis, esperar o quê? Esse é o nó da tão badalada participação social popular, em face de uma sociedade complexa e de exigências e urgências para resolver. Planejamento pareceuma questão fora de moda em face das urgências, disciplina então é coisa de dinossauro no senso comum. Prestem atenção nos programas de especialistas. São duas coisas que eles ensinam: planejamento e disciplina, claro que, por vezes com seu aspecto conformista e estiloso. Aliás é o ‘estilo’ que ajuda a fazer (ou cegar) tantas cabecinhas. Olha que tem estilo para tudo: estilo de político, estilo de empresário, estilo de negócio e por aí vai. Tem coach (a palavra da moda) para tudo também: para políticos, empresários, novos ricos, para especialistas falarem na TV, no rádio etc etc etc. Prestem atenção nesse filme ridículo do comediante mais sem graça que já assisti na TV. É o político sem estilo, o brega, o desqualificado, o desonesto, em oposição aos políticos das ‘elites’. E que elite!!! A elite do botox, do vtc, da discriminação social. Alguém recorda do senador que é vice do Aécio xingando o rapaz que ousou lhe confrontar no congresso? E é o que estamos assistindo no dia a dia.
Wilton Santos
7 de outubro de 2014 4:34 pmIsso é assustador!!!
Seja lá quem for presidente, será uma tarefa árdua conseguir qualquer consenso neste Congresso Nacional. É o pior dos mundos, pulverização e ascensão das legendas de aluguéis.
altamiro souza
7 de outubro de 2014 8:06 pmessa é a representação
essa é a representação real.
mas seria interessante saber a quem
realmente representam na eclética sociedade brasileira.