20 de junho de 2026

O novo congresso, fragmentado

Enviado por Edsonmarcon

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Nessas eleições, quase todos os grandes partidos tradicionais perderam cadeiras. O PSDB havia perdido cadeiras durante a legislatura atual, mas recuperou agora.

Ganharam cadeiras os partidos novos, criados durante a atual legislatura: PSD, SD e PROS.

Também ganharam alguns partidos nanicos, PEN, PTN e PSDC.

Um grande salto foi do PRB, o “partido da Universal” , que foi de 8 para 21 cadeiras.

Da BBC Brasil em Londres

Brasil elege Congresso mais ‘fragmentado’: veja vencedores e perdedores

Deputados federais eleitos 2010 2014
PT 88 70
PMDB 79 66
PSDB 53 54
PSD 0 37
PP 41 36
PR 41 34
PSB 34 34
PTB 21 25
DEM 43 22
PRB 8 21
PDT 28 19
SD 0 15
PSC 17 12
PROS 0 11
PPS 12 10
PCdoB 15 10
PV 15 8
PSOL 3 5
PHS 2 5
PEN 0 2
PMN 4 3
PTN 0 4
PRP 2 3
PTC 1 2
PSDC 0 2
PRTB 2 1
PSL 1 1
PTdoB 3 1

 

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13 Comentários
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  1. FrancoAtirador

    7 de outubro de 2014 5:15 am

    PSD, SD e PROS, SOMADOS, PERDERAM 24 VAGAS

    .
    .
    NÚMERO DE DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS

    À NOVA COMPOSIÇÃO DA CÂMARA EM 2015,

    COMPARADA À ATUAL, POR PARTIDO POLÍTICO:

    (http://imgur.com/O8uJutZ)

    http://www.ebc.com.br/wp-content/uploads/2014_10_06_comparativocamara_lm-01.png

    (http://www.ebc.com.br/noticias/eleicoes-2014/2014/10/confira-como-ficou-a-nova-composicao-da-camara-dos-deputados-por)
    .
    .

    1. Edsonmarcon

      7 de outubro de 2014 4:00 pm

      Perderam ou ganharam? Depende.

      No artigo da BBC, o autor comparou as vagas obtidas nas ultimas eleições (2010) com as obtidas pelos partidos agora em 2014.

      Como em 2010 PSD, SD e PROS não existiam, e agora conseguiram varias cadeiras, o autor considera que eles cresceram.

       

      Outros analisaram o numero de cadeiras para estes partidos imediatamente ANTES das eleições de 2014 e logo após. Esta análise diz que eles perderam cadeiras.

      Tudo depende do “ponto de partida” da análise.

      1. DanielQuireza

        7 de outubro de 2014 4:20 pm

        Claro que perderam. Em 2010

        Claro que perderam. Em 2010 eles não existiam, não poderiam eleger ninguem.

  2. DanielQuireza

    7 de outubro de 2014 1:54 pm

    Por total falta de estratégia

    Por total falta de estratégia uma turma conseguiu dar mais de 400 mil votos ao sempre irrelevante Bolsonaro, que agora ganha mais capital político, com toda a sua família na camara. E também elegeram com votação record o tal Feliciano.

    Deveriam tê-los ignorados e deixá-los fadados às suas respectivas irrelevâncias.

     

  3. Tiago Moreira

    7 de outubro de 2014 2:03 pm

    Cuidado com o erro
    Cuidado com a informação equivocada: “Ganharam cadeiras os partidos novos, criados durante a atual legislatura: PSD, SD e PROS.”  Foi o contrário, todos eles PERDERAM cadeiras. Não se pode comparar com 2010 pois lá esses partidos não existiam, é preciso comparar com o quadro atual (2014), ou seja, com quantos parlamentares eles tinham no momento. Caso contrário, a comparação fica absurda: dizer que o PSD passou de 0 para 37 cadeiras é maluquice. Ele saiu das atuais 45 para 37, uma perda de 8 cadeiras.

  4. alexis

    7 de outubro de 2014 2:04 pm

    LGBTs: REAÇÃO CONSERVADORA DESPROPORCIONAL

    Embora seja um tema discutível e muito delicado (no seio da sociedade), as causas em favor dos LGBTs têm sido defendidas com relativo exagero por ativistas (o que tem gerado fortes discussões nas mídias alternativas, preferentemente). Porém, do ponto de vista político-partidário, com raras exceções, a maior parte da comunidade LGBT parece ter agido (politicamente) em forma plural, focando no contexto geral das diversas opções políticas; distribuídos entre diversos partidos, normalmente mais à esquerda, como o prova a relativa dispersão eleitoral desses grupos.

    Ou seja, existe a causa particular e o ativismo legítimo, mas também existe a visão progressista do conjunto da sociedade, quando politicamente é chamada a opinar. Isso é positivo para a democracia e fala bem em favor dos LGBTs, na minha percepção. Neste blog existe gente que pertence ao grupo LGBT e que nem por isso subordinou o embate político nacional apenas acima desta particularidade. Eu percebo isso e respeito enormemente esses colegas.

    Apesar disso, por causa do ativismo LGBT às vezes exagerado, potencializado por uma mídia global que reconhecidamente aposta em favor dessas minorias, a população conservadora votou maciçamente em candidatos ditos homofóbicos, como é o caso do Bolsonaro e do Pastor Feliciano, registrando que o eleitor de direita conservadora é menos plural que o eleitor LGBT (nenhuma novidade). A nova composição da câmara ficou bem mais conservadora que a do período que está terminando. Na próxima eleição seria interessante ver a trajetória do Fidélix, e conferir se não foi criado um novo monstro. Em resumo, do ponto de vista político, o radicalismo das posições parece “favorecer” mais a resposta conservadora da sociedade e não a quem defende diretamente a sua causa (pelo menos do ponto de vista político-partidário).

    Acho interessante valorizar este aspecto em favor da minoria LGBT e, da minha parte, achei bacana que este grupo se projete como parte de uma sociedade de todos (pelo menos na sua expressão política), abrindo espaço para a discussão fraterna, e chegando a adquirir a sua eventual igualdade de direitos pela via do conjunto da sociedade, sem radicalização e sem levar para a política partidária um assunto do convívio social (assim como outros aspectos da sociedade, do tipo religioso, por exemplo). Pelo lado radical, a perda política poderia ser ainda maior.

    1. Edsonmarcon

      7 de outubro de 2014 2:17 pm

      Candidatos LGBT têm baixa votação

      Candidatos LGBT têm baixa votação; ‘vivemos estigma’, diz Jean Wyllys

      http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/10/141006_salasocial_eleicoes2014_lgbt_rs

      Apenas 37 dos 270 candidatos que se declararam favoráveis aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros conseguiram se eleger nestas eleições.

      O levantamento foi feito pela BBC Brasil a partir do cruzamento das candidaturas indicadas pelo movimento #voteLGBT – que mapeou políticos cuja campanha ou atuação parlamentar destacaram questões importantes para esta população – com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre os eleitos no último domingo.

       

      Na lista #voteLGBT estão candidatos a senador, deputado federal e deputado estadual filiados a 17 partidos – num espectro que vai do PSDB ao PSTU – em todos os Estados brasileiros.

      Proporcionalmente, o Piauí foi o Estado que mais elegeu estes candidatos: metade dos seis mapeados. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 30,4% dos 23 candidatos que apóiam a causa LGBT eleitos. O Rio Grande do Norte ficou em terceiro lugar, com 28% (veja quadro).

      Entre suas pautas estão a criminalização da homofobia, o direito ao casamento igualitário entre casais do mesmo sexo e o uso em documentos do nome social – e não do nome registrado em certidão de nascimento – por travestis e transexuais.

      Mais da metade dos 26 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal, não elegeu nenhum dos políticos ligados ao eleitorado homo ou transexual.

      ‘Estigma’

      “Se houver um candidato hetero com as mesmas qualidades de um LGBT, as pessoas ainda optam pelo heterossexual. É um movimento até inconsciente”, disse à reportagem o deputado federal reeleito Jean Wyllys, do PSOL-RJ.

      “Nós, homossexuais, crescemos muito em aceitação e visibilidade, mas ainda vivemos um estigma”, afirma. “Existe uma forte homofobia internalizada, que nos afeta diretamente, mesmo que o resto das pessoas nem perceba.”

      Dos 37 eleitos, Wyllys é o único cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT . Eleito com 144.770 votos, o ex-BBB se tornou o sétimo deputado federal mais votado do Rio de Janeiro em 2014.

      “Se você considerar que pastor Everaldo (PSC) e Levy Fidelix (PRTB) tiveram menos da metade dos votos da Luciana (Genro – PSOL), podemos concluir que o campo progressista ainda é maior, mesmo que o conservadorismo venha ganhando expressão”, disse Wyllys.

      Apesar de dizer que “é cedo para chegar a qualquer conclusão sobre estas eleições”, Wyllys sugere que os baixos índices de votação em candidatos LGBT podem ser relacionados a outras demandas desta população.

      “Talvez a própria comunidade LGBT quisesse representantes que sejam mais plurais”, completou o deputado. “Na minha atuação como parlamentar, que foi 100% pró-LGBT e direitos humanos, sempre vimos o indivíduo como alguém plural: o gay negro, o gay pobre… Essas questões – gênero, identidade religiosa, raça – são indissociáveis.”

      Pautas

      Em todo o país, 14 Estados – Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins – não elegeram candidatos que apóiam as causas LGBT.

      São Paulo, principal colégio eleitoral do país, registrou recorde de candidatos declaradamente favoráveis aos direitos dos homo e transexuais – 59 no total.

      Destes, quatro foram eleitos deputados federais – Paulo Teixeira (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Ivan Valente (PSOL) e Orlando Silva (PCdoB) – e dois assumirão o cargo de deputados estaduais – Leci Brandão (PCdoB) e Carlos Giannazi (PSOL).

      Entre os 53 não eleitos está o ativista LGBT Todd Tomorrow (PSOL), que obteve 19.313 votos. Ele ficou em terceiro lugar entre os deputados estaduais mais votados de sua legenda – que só conseguiu eleger os dois primeiros.

      Para Tomorrow, o desempenho dos candidatos LGBT ao legislativo teria sido melhor se os partidos tivessem aproveitado as discussões sobre o tema entre os presidenciáveis.

      “Acho que foi um erro de avaliação dos partidos. A pauta LGBT não costuma ser central, mas durante o debate eleitoral ganhou o centro. Naquele momento os partidos deveriam ter destacado suas candidaturas LGBT, mas preferiram não se expor para não perderem o voto conservador”, afirma.

       

      Eleitos LGBT eleitos

      Do total de 270 candidatos mapeados como favoráveis às pautas LGBT, 37 se elegeram:

      ACRE

      2 candidatos / 0 eleitos

      ALAGOAS

      1 candidata / 0 eleitos

      AMAPÁ

      2 candidatos / 0 eleitos

      AMAZONAS

      1 candidato / 0 eleitos

      BAHIA

      10 candidatos / 2 eleitos

      CEARÁ

      12 candidatos / 2 eleitos

      DISTRITO FEDERAL

      20 candidatos / 1 eleita

      ESPÍRITO SANTO

      7 candidatos / 0 eleitos

      GOIÁS

      12 candidatos / 1 eleito

      MARANHÃO

      3 candidatos / 0 eleitos

      MATO GROSSO

      2 candidatos / 0 eleitos

      MATO GROSSO DO SUL

      4 candidatos / 0 eleitos

      MINAS GERAIS

      18 candidatos / 3 eleitos

      PARÁ

      7 candidatos / 0 eleitos

      PARAÍBA

      6 candidatos / 1 eleita

      PARANÁ

      13 candidatos / 0 eleitos

      PERNAMBUCO

      16 candidatos / 4 eleitos

      PIAUÍ

      6 candidatos / 3 eleitos

      RIO DE JANEIRO

      23 candidatos / 7 eleitos

      RIO GRANDE DO NORTE

      7 candidatos / 2 eleitos

      RIO GRANDE DO SUL

      18 candidatos / 4 eleitos

      RONDÔNIA

      1 candidata / 0 eleitos

      RORAIMA

      2 candidatos / 0 eleitos

      SANTA CATARINA

      12 candidatos / 0 eleitos

      SÃO PAULO

      59 candidatos / 6 eleitos

      SERGIPE

      4 candidatos / 1 eleito

      TOCANTINS

      2 candidatos / 0 eleitos

       

      1. alexis

        7 de outubro de 2014 4:40 pm

        Valeu

        Obrigado EdsonMarcon.

        Show de informação!

  5. CELSO ORRICO

    7 de outubro de 2014 2:20 pm

    balcão vai aumentar negócios

    isso signifca que o balcão de negócios no Congresso vai ficar mais agitado, o toma lá dá cá com esses partidos nanicos fomentará muitos apoios discutíveis..

    CONSTITUINTE EXCLUSIVA JÁ, para que sejam feitas as reformas necessárias ao País.

  6. Iara G

    7 de outubro de 2014 2:41 pm

    Num mundo cada vez mais fragmentado

    Temos um país cada vez mais partido

  7. Maria Rita

    7 de outubro de 2014 4:11 pm

    Quando ouço alguém falar que

    Quando ouço alguém falar que o novo congresso agora é (ou seria) fragmentado fico perdida no meio do caminho. Em relação a quê?  À organicidade  dos partidos? Das alianças? Do troca troca de legenda? Se dissesse renovado, entenderia, embora acredite que partidos nanicos foram criados para acolher os que se desgarraram de grandes partidos ou para ampliar sob novas siglas a força de controle de partidos mais fortes. E isso desqualifica o nanico que deveria existir quando uma minoria já não encontra representações dignas para lutar por suas grandes questões. Numa sociedade como a nossa, em que mesmo as passeatas de junho tiveram o reconhecimento de serem difusas nos seus questionamentos e exigências, num mundo em que a superficialidade nos antigos locais de formação de opinião viraram refúgio de ‘especialistas’ (aliás, ouvi num filme desses de TV que o mundo hoje não tem mestres, mas ‘especialistas’) que enchem a cabeça de seus seguidores com informações por vezes, completamente inúteis, esperar o quê? Esse é o nó da tão badalada participação social popular, em face de uma sociedade complexa e de exigências e urgências para resolver. Planejamento pareceuma questão fora de moda em face das urgências, disciplina então é coisa de dinossauro no senso comum. Prestem atenção nos programas de especialistas. São duas coisas que eles ensinam: planejamento e disciplina, claro que, por vezes com seu aspecto conformista e estiloso. Aliás é o ‘estilo’ que ajuda a fazer (ou cegar) tantas cabecinhas. Olha que tem estilo para tudo: estilo de político, estilo de empresário, estilo de negócio e por aí vai. Tem coach (a palavra da moda) para tudo também: para políticos, empresários, novos ricos, para especialistas falarem na TV, no rádio etc etc etc. Prestem atenção nesse filme ridículo do comediante mais sem graça que já assisti na TV. É o político sem estilo, o brega, o desqualificado, o desonesto, em oposição aos políticos das ‘elites’. E que elite!!! A elite do botox, do vtc, da discriminação social.  Alguém recorda do senador que é vice do Aécio xingando o rapaz que ousou lhe confrontar no congresso? E é o que estamos assistindo no dia a dia.

  8. Wilton Santos

    7 de outubro de 2014 4:34 pm

    Isso é assustador!!!

    Seja lá quem for presidente, será uma tarefa árdua conseguir qualquer consenso neste Congresso Nacional. É o pior dos mundos, pulverização e ascensão das legendas de aluguéis.

  9. altamiro souza

    7 de outubro de 2014 8:06 pm

    essa é a representação

    essa é a representação real.

    mas seria interessante saber a quem

    realmente representam na eclética sociedade brasileira.

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