
Por Jorge Rebolla
O atraso dos cronogramas e a possível inviabilização dos programas de modernizações das forças armadas é um dos efeitos colaterais do modo como a troika Poder Judiciário, Ministério Público Federal e Polícia Federal estão combatendo a corrupção.
A Construtora Norberto Odebrecht, através da Odebrecht Defesa e Tecnologia, controla as empresas responsáveis pela fabricação do submarino nuclear brasileiro, é um dos principais alvos da Lava a Jato e da sua sanha aniquiladora. Extrapolar do indivíduo a punição para que atinja o seu patrimônio, além das multas justificadas, relembra a antiga prática de salgar o solo que pertencia ao condenado, para que nada mais nascesse ali.
O Vice Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, que liderou o programa brasileiro para domínio do ciclo do enriquecimento do urânio, está preso por acusações, que antes de uma condenação transitada em julgado, não leva ninguém para a cadeia. Sem ele dificilmente o Brasil hoje teria condições próprias de fabricar combustível a partir do urânio.
Agora o MPF reabre o inquérito sobre a aquisição dos caças Gripen, da SAAB, que pode provocar o cancelamento do contrato de compra, afinal qual empresa quer ser jogada no picadeiro do circo midiático que paralisa hoje o Brasil? Sem ele não receberemos transferência de tecnologia de ponta da empresa sueca.
A FAB utiliza caças projetados inicialmente na década de 1950, que apesar das modernizações que sofreram estão totalmente obsoletos. No máximo, nos países mais ricos, são utilizados como aviões de treinamento.
O projeto do submarino nuclear brasileiro está décadas atrasado. O Brasil possui tecnologia para a fabricação de submarinos a diesel e desenvolvia os equipamentos para a propulsão nuclear. Com o descaso governamental e os pequenos orçamentos para o projeto, nas últimas décadas, decidiu adquirir no exterior, na França, um pacote tecnológico para equipar a Marinha com o tão necessário submersível, queimando etapas e acelerando a construção. Hoje isto corre o risco de não se concretizar, novamente devido a cortes orçamentários e principalmente ao assédio ao grupo que o construirá.
O Brasil hoje não possui a menor condição de se defender. A indústria bélica nacional que se fortaleceu na década de 1970 começou a desaparecer no governo Sarney (PMDB-AP), foi definitivamente sepultada durante o tucanato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP).
Hoje em dia compramos sucata para as forças terrestres, como o tanque Leopard 1A5, após o fim da sua vida útil em outros países. Este veículo blindado que “moderniza” o nosso Exército é tecnologicamente mais atrasado que o tanque brasileiro Osório, desenvolvido pela Engesa, há mais de trinta anos.
Para o combate a corrupção e a punição dos corruptos não é necessário desmontar e destruir empresas e projetos essenciais ao país, porém tenho a impressão que os agentes responsáveis pela persecução consideram mais importante a autopromoção e a fama fácil que a segurança nacional. Posam de paladinos da moralidade pública, e mesmo se atingirem as suas metas continuarão em meio à podridão. As administrações públicas que possuem como principal objetivo a manutenção da elite dirigente no poder permanecerão. Pois as questões de fundo que são os atuais sistemas político-partidário e eleitoral e a apropriação privada do patrimônio público, que gera os recursos necessários para esta permanência, contaminam todas as esferas administrativas. A operação Mãos Limpas, na Itália, pariu Silvio Berlusconi, quem será o rebento da Lava Jato?
O modo como as investigações vazadas são utilizadas pela imprensa parecem dirigidas para algo muito além do PT, a soberania nacional. A catarse induzida pela mídia é direcionada para que a terra arrasada seja o desfecho desejado por todos. Mesmo as iniciativas corretas tomadas durante os governos Lula e Dilma não estão apenas sob suspeição, são alvos de ataques que visam a sua total destruição. Independente de serem benéficas para a nação.
No Planeta Terra não existem nações amigas, o que conta são os interesses nacionais de cada uma delas. Principalmente os das mais poderosas. Quando vejo um brasileiro criticando os gastos militares a única coisa que consigo pensar é: nasceu com vocação para capacho. Em geral perguntam com a inocência dos tolos quem irá nos atacar, ora, qualquer um dependendo da situação, do momento e das complicações geopolíticas. E o ataque pode se dar de várias formas.
Neste século XXI dois países foram completamente destruídos, Síria e Líbia, e outros estão em tal situação que serão necessárias décadas para retornarem ao que eram há dez ou quinze anos, como a Ucrânia.
O atual poder hegemônico mundial, os EUA, está em declínio relativo, e isto provocará ainda mais mudanças, zonas de influência e interesses econômicos sofrerão alterações. Como já está ocorrendo hoje. Os países citados acima foram tragados nesta dinâmica. A história nos mostra quem nenhum império cede poder sem antes confrontar os desafiantes, isto causará dor e nenhum país do mundo estará imune a ela.
Aleandro Chavez
5 de fevereiro de 2016 11:35 amAgora pronto: André Araújo e
Agora pronto: André Araújo e Jorge rebola contra a operação lava-jato. Do mesmo lado do PT.
André élebê
5 de fevereiro de 2016 12:24 pmAntes de arrotar, leia o
Antes de arrotar, leia o texto.
Não se trata do PT, mas da capacidade bélica e industrial de SEU PRÓPRIO PAÍS – considerando que seja o Brasil, obviamente.
Cleusa
5 de fevereiro de 2016 12:39 pmNão! Do mesmo lado do Brasil soberano e não capacho!
A PF, MPF, Judiciário que deveriam servir ao Brasil, voltam-se contra ele e todos os brasileiros do bem. Não digo esses brasileiros alienados que saem em passeata com as camisetas da corrupta CBF. Esses não estão nem aí com o Brasil nação, apenas se preocupam em manter seus absurdos provilégios – doa a quem doer!! Abaixo mais esse ataque a nossa soberania – contra o Brasil e a favor do impiedoso EUA e cia que querem tudo para si e que se exploda o resto do planeta!
gsouto
5 de fevereiro de 2016 12:58 pmQual a incongruência?
Penso que ambos nunca foram, inclusive por mim há tempos atrás, bem compreendidos…
José Carlos Lima...
5 de fevereiro de 2016 1:14 pmNão defenda a aplicação do Direito Penal do Inimigo
Independentemente de suas convicções políticas, não defenda a aplicação do Direito Penal do Inimigo(https://jornalggn.com.br/blog/jose-carlos-lima-spin/direito-penal-do-inim…) a qualquer custo, uma hora ele pode te pegar , vc mesmo se vê numa posição confortável, tá tudo bem, só não se esqueça que a história demonstra que este tipo de perseguição termina atingindo que a deende, o mundo gira, senão vejamos:
Lacerda foi cassado, muitos que integraram a Marcha da Familia pedindo o golpe tiveram familiares ou amigos desparecidos ou mortos pelo regime, a familia Angel por exemplo, cuidado cara, a democracia é um bem conquistado a duras penas,
não defenda estados de exceção, aliás, não pode haver burrice maior do que essa autofagia, como pode um casta social que ficou mais rica com a inclusão de milhões de brasileiros entender que nada mais disso importa, bom mesmo é esvaziar o tesouro e destruir a encomia do pais.
Ah, no link ai há um video do Alexandre Salim sobre Direito Penal do Inimigo, é longo mas compensa ver
Chico O Cavalo Manso
5 de fevereiro de 2016 11:39 amVou perguntar para
Vou perguntar para compreender, não como crítica:
Quais são nossos potenciais inimigos, já que fala sobre “nos defendermos?
Quais as nossas reais chances de fazer frente a estes inimigos na prática?
Quanto tempo levaria até chegar neste patamar e qual o custo?
Quais as vantagens para a população brasileira destes avanços tecnologicos?
eu
5 de fevereiro de 2016 11:53 amNão acho se trata disso
Não acho se trata disso,
A industria de defesa é potencial desenvolvedora de técnologia, então ao destruir a industria destroi-se a possibilidade de desenvolvimento, basta ver quais são os países desenvolvidos e qual é a área de ponta.
Ou vc acha que existiria Embraer se não fosse a industria de defesa?
Chico O Cavalo Manso
5 de fevereiro de 2016 12:11 pmVeja bem, é de conhecimento
Veja bem, é de conhecimento vulgar o potencial de desenvolvimento de tecnologia da indústria bélica.
Há, no entanto, outras formas que não só mereceriam discussão como DEVERIAM ser discutidas.
Por que? Porque há custos elevadíssimos e se a população não possuísse comportamento tão bovino demandaria os resiltados.
No final das contas, o chamado custo-beneficio.
Jorge Rebolla
5 de fevereiro de 2016 1:15 pmAs relações internacionais são dinâmicas…
…mesmo com o ressentimento de parte da população ucraniana em relação à Rússia, quem há alguns anos acreditaria que a situação chegasse a atual? Mesmo com alguns altos e baixos após 1991 seria inacreditável que os russos, para a sua defesa, tivessem de anular de fato a doação feita pelo ditador Kruschev da Península da Criméia.
Potenciais inimigos podem surgir a todo momento. Durante as décadas de 1980 e 1990 era possível um ataque da Otan à Líbia. Depois que Kadafi se aproximou do Ocidente, inclusive se tornando o novo melhor amigo de infância do Berlusconi e do Sarkozy, parecia que seria deixando em paz. Principalmente por aceitar se tornar a rolha que impedia a imigração maciça dos africanos para a Europa. O que ocorreu todos conhecem.
Não podemos prever o que acontecerá com o Brasil em 10, 20 ou 30 anos, mas é preciso estar preparado.
Hoje é muito pequena.
Não precisa ser forte para derrotar o agressor em sua casa, mas o suficiente para que o custo de uma aventura provoque a oposição generalizada da opinião pública, e capaz de resistir ao impacto inicial com reservas.
Não é criação nossa, mas estamos tendo um “relacionamento” numa plataforma desenvolvida pela defesa americana.
Chico O Cavalo Manso
5 de fevereiro de 2016 9:56 pmQual seria a tal força
Qual seria a tal força suficiente para dissuadir um eventual oponente numa região que do ponto de vista histórico nunca fez mal a ninguem?
Nossa deveras infantil incapacidade de ponderar temas de alta relevância ao lado de um tema tão agudo – a segurança nacional – naturalmente direciona a questão para uma alternativa unica: modernizar as Forças Armadas.
A que preço? Qual o tamanho do sacrificio? O que deixamos de fazer com os bilhoes que serão gastos? Qual parcela da população mais sofrerá com a indisponibilidade imediata deste recurso?
A doutrina militar se permite um meio termo? Como funcionariam guerrilhas? Qual a contribuição que as Forças Armadas podem oferecer HOJE a problemas nacionais?
Podemos ter uma região cheia de riscos na América do Sul em algumas décadas. É verdade.
Também podemos ter – ou permanecermos – um país com gravíssimos problemas fruto da ausência de saneamento basico, por exemplo.
E aí? Navios nucleares com populações apodrecendo em hospitais acanhados?
Capacidade de decisão e potência das escolhas: nunca praticamos, nunca soubemos.
Jorge Luis
5 de fevereiro de 2016 1:33 pmNós não somos adversários
Nós não somos adversários para uma grande potência como os EUA ou vários outros países desenvolvidos.
Mas o Brasil ocupa uma posição de destaque na América do Sul. Então espera-se que possamos nos defender e até mesmo exibir uma superioridade bélica em relação aos demais países do continente.
Hoje é todo mundo amigo. Mas isso pode mudar.
Chico O Cavalo Manso
5 de fevereiro de 2016 10:01 pmAmigo,
Antes de qualquer
Amigo,
Antes de qualquer outra coisa precisamos saber da nossa posição em relação ao mundo, em relação aos nossos vizinhos.
Não se sabe bem por qual motivo, há uma uma tendência a comer xuxu e arrotar caviar.
Dito de outro modo: você mora num barraco sem água tratada mas possui um muro reforçado com cerca elétrica. Você me entende?
Ser uma força bélica de terceiro grau numa região que tudo falta é extravagância.
Ugo
5 de fevereiro de 2016 11:39 amantes Portugal, agora tio Sam, os mesmos indios
Os promotores a pf o Gilmar e seu pet de estimação Toffoli, todos eles estarão na praia olhando a chegada da força tarefa do tio Sam, isto já aconteceu em 1500 com Pedro Alvares. A todos eles, como recompensa, será oferecido um lindo apartamento em condomínio de Miami com uma única restrição, não podem sair para ir aos Estados Unidos.
Andre Araujo
5 de fevereiro de 2016 11:40 amTodo esse processo de
Todo esse processo de criminalização dos projetos de defesa desperta grande interesse dos EUA que foram contrariados tanto no programa do submarino nuclear como na compra dos caças suecos. Eles devem estar adorando tudo isso.
Em qualquer pais importante do planeta a area de defesa JAMAIS seria objeto de inqueritos da Policia.
Eliane Ribeiro
5 de fevereiro de 2016 12:23 pmAA,bem que você poderia fazer
AA,bem que você poderia fazer um post sobre o Orçamento Negro,americano.No qual é lançado gastos sigilosos do Pentagono ou Exercito sei lá como fala.Esses dia vi uns pedaços no canal H2.
Andre Araujo
5 de fevereiro de 2016 4:42 pmMeu caro, todos os paises tem
Meu caro, todos os paises tem esse “orçamento negro” da area de defesa porque é preciso comprar equipamentos, acessorios, formulas, desenhos, know how que não podem transitar por cima da mesa. Todo programa nuclear do Paquistão foi comprado com fundos clandestinos, coisa de bilhões de dolares, há um famoso livro sobre esse programa onde as transações são descritas, cintistas foram importados pagos com fundos secretos, uranio foi comprado com esses
recursos, maquinas, instrumentos, desenhos, tudo caixa 2 do governo do Paquistão, vou escrever proximamente um post sobre esse livro.
Ninguem me disse mas tenho seria presunção de que o caixinha dois, MICRO EM VALORES, do Almirante Othon se destinava
a esse uso. Se o Almirante fosse corrupto não iria se vender por aquela mixaria disfarçada de “traduções” tal a pequenez do valor em um progrma de DEZ BILHÕES DE DOLARES. Alguem maneja esse valor e se vende por 4 milhões de reais em seis anos e ainda com nota fisca? . O Almirante está preso até hoje por causa disso, perdendo o Pais o acumulo de conhecimentos
de altissima tecnologia que esse homem detem apos decadas de atuação da area nuclear.
O prejuizo que a Lava Jato causou ao Pais só dá para ser calculado por um computador da Stanford University, tal a magnitude do valor dos estragos causados ao Brasil e que se refletirão por decadas.
Parece que agora o alvo é a compra dos caças Gripen, vão fazer tudo para anular porque houve “lobby” para a venda, que espanto, é a primeira vez na historia moderna que há lobby para venda de armamentos, alo, alo Sir Basil Zaharoff, onde estás?
Eliane Ribeiro
5 de fevereiro de 2016 6:44 pmAguardando ansiosa,pelo seu
Aguardando ansiosa,pelo seu post.Realmente o caso do Almirante Othon é ridículo,”propina parcelada e com nota fiscal.
E do nada uma alma intimada devido as investigações da Petrobrás já encrencado resolveu abrir o bico sobre a Eletronuclear! Quem o induziu…o Por que deixar de lado Furnas e o metro de São paulo ambos citados por delatores?
E ir na julgular de uma áre tão importante e estratégica para o Pais.
Antonino Bargas
5 de fevereiro de 2016 2:08 pmA área de Defesa não é objeto
A área de Defesa não é objeto de inquérito policial, o pagamento de propinas a políticos para viabilizar contratos sim. Nos Estados Unidos neste exato momento há algumas dezenas de militares de alta patente presos em presídios comuns por crimes como corrupção, contrabando, tráfico de drogas, prostituição, etc. No Brasil não há nenhum. Denúncias sobre favorecimento de empresas e superfaturamento de obras em instalações militares são frequentes na mídia por lá, aqui ninguém dá um pio sobre o assunto.
Andre Araujo
5 de fevereiro de 2016 11:34 pmMilitares presos incluem
Militares presos incluem soldados rasos, sargentos, cabos. Todas forças armadas do mundo tem militares oprsos.
Me indique um unico general ou almirante americano preso.
lenita
5 de fevereiro de 2016 7:45 pmEUA
Será que os EUA estão ADORANDO ou COLABORANDO ?
Vc não acha que a tchurma está toda feliz, leve e solta, se não houvesse alguma mãozinha forte por trás ?
miope
5 de fevereiro de 2016 11:45 amPrezados amigos
Prezados amigos debatedores,
Vou dar meus “dois tostões” no debate.
A vantagem para a população é a defesa nacional.
O Estado foi criado para isto, defesa das fronteiras.
M.
altamiro souza
5 de fevereiro de 2016 12:27 pmo rebola tocou num ponto
o rebola tocou num ponto essencial.
nenhum país para entraer no clube dos primeiros
pode prescindir da evolução de suas forças armadas…
a rússia, por exemplo, mantém-se entre os primeiros e pode
peitar os eua justamente por isso, senão estaria devastada, liquidada…
se chegaremos lá, é outra história, mas esta é a uma realidade irrefutável……
jasantos
5 de fevereiro de 2016 1:13 pmO Brasil não se pode dar ao luxo
Não precisa ser especialista em defesa para saber que o pais do tamanho e das riquezas como o Brasil não se pode dar ao luxo de não ter forças armadas bem preparadas e modernas.
Podemos não ter inimigos declarados mas tem um bocado de gente de olho e para criar um “incidente” é muito fácil.
É so lembrar do pré sal – e amazonia.
Marques de Pombal à centenas de anos atrás já tinha um entendimento mais apurado dos que esse pessoal de agora.
Paulo Guedes
6 de fevereiro de 2016 1:26 pmMarques de Pombal estrategista?
Marques de Pombal não foi aquele que abdicou da ndustrialização de Portugal pela exclusividade da venda de vinho aos ingleses?
Edivaldo Dias Oliveira
5 de fevereiro de 2016 1:19 pmJorge, muito bom texto, no
Jorge, muito bom texto, no entanto, não pode ser relegado a segundo plano o de fato que na Operação Lava a Jato uma ponta importante do tripé é movido pelo poder executivo, através da PF do Cardozo, que Dilma ama tanto, os outros dois pés são o Poder Judiciário, através do Moro e o MPF que se autointula de Poder Independente, sabe-se lá de que e de quem. Portanto, se não houvesse a estreita colaboração de poder executivo, que é tambem a principal vítima da Operação, as coisas não teriam chegado onde chegou.
A participação da PF nessa Operação vai muito alem daquilo que a sua atribuição, em função da total inapetencia do comandante, que é o Ministro da Justiça e por conseguinte da chefe do executivo. Logo o que está a ocoorer é uma espécie auto imolação por parte do governo. Já postei num outro post seu um artigo meu em que responsabiliso o Ministro da Justiça, em parte, pela crise economica e não somente a Lava Jato. Seu post reforça minha análise, mas é preciso individualizar s responsabilidaes e o Ministro Cardozo tem a ver com tudo isso. è preciso difundir, espalhar essa sua responsabilidade.
Vou postar de novo.
Edivaldo Dias de Oliveira
Jorge Rebolla
5 de fevereiro de 2016 10:14 pmO Zé é o Zé…
…Banana.
Edivaldo Dias Oliveira
5 de fevereiro de 2016 1:25 pmJosé E. M. Cardozo e a parte
José E. M. Cardozo e a parte que lhe cabe na grave crise econômica.
Que relação pode haver entre o Ministério da Justiça, seu ministro e os assustadores índices de desemprego, de recessão, e mesmo o alto índice de inflação que atingiu o Brasil no ano de 2015?
Aparentemente, e só aparentemente, relação nenhuma, visto que a pasta citada está mais afeita a área política propriamente dita e não econômica, embora as consequências econômicas das más atitudes políticas sejam conhecidas e, nesse campo, é grande a contribuição dada, tanto pela oposição quanto pela base aliada, para o desastre econômico em que se transformou o ano que passou.
No entanto, no governo, poucos ministérios contribuíram tanto para esse desastre, como a pasta da justiça. Mesmo a nomeação de um ministro da fazenda afinado com o rentismo e o “Mercado” como Levy pode ser debitada, em parte, na conta do Ministro da Justiça, pois não fosse a sua total inação à frente do ministério, a crise provocada pelos carniceiros da Lava Jato não teria tomado a proporção que tomou, obrigando a chefe do executivo a fazer concessões para não perder de todo o controle do estado.
Economistas minimamente sérios, tem atribuído a OLJ (Operação Lava Jato) grande parte da responsabilidade pela retração da economia, no entanto, essa é uma atribuição no atacado, se for dividir as responsabilidades por cada um dos três órgãos envolvidos, quanto dessa retração se deve ao Ministério da Justiça, através da sua Polícia Federal?
A ação da OLJ se baseia sobre o seguinte tripé:
Poder Judiciário via Justiça Federal.
Poder Executivo via Polícia Federal vinculado ao Ministério da Justiça e, pasmem,
Poder “Independente”, via Ministério Público federal.
O MP integra algum dos Poderes da República (Executivo, Legislativo, Judiciário)?
Não. O Ministério Público é uma instituição independente, essencial à função jurisdicional do Estado. Antes da Constituição de 1988, integrou o Poder Judiciário (Constituição de 1967) e o Poder Executivo (Constituição de 1969). http://cidadao.mpf.mp.br/perguntas-frequentes/sobre-o-ministerio-publico
Agora sabemos que são quatro e não tres os poderes que de fato e de direito regem a república; o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e o “Independente”. O poder Midiático terá que se contentar em ser o quinto poder, embora aqui não se fale em força, mas apenas em poderes legalmente inscritos nos anais da Constituição Federal.
Como vimos acima, a participação da PF na OLJ é parte do tripé que a sustenta e a mantém em constante relevo junto a “opinião pública”.
Portanto, quando esta colaboração extrapola os limites estritos da lei, como tem ocorrido com a participação da PF nessa operação, competindo com os outros dois órgãos pela primazia nos vazamentos dos atos, sem que seu superior hierárquico tome quaisquer providencia para estancar tais procedimentos, é ele, o Ministro José Eduardo Martins Cardoso, quem está colaborando de verdade, para o sucateamento da economia brasileira.
O Ministro Cardoso tem contribuído para obstaculizar qualquer plano de desenvolvimento nacional, com a sua finura no trato com seus subordinados da PF, que tem tripudiado sobre a autoridade do ministro e outras autoridades brasileiras, vilipendiado o estado democrático de direito, fazendo ruir a credibilidade de todos os setores sobre o futuro do país.
Que outros órgãos não ligados ao poder executivo cumpram esse indigno papel, até se compreende, embora não seja aceitável. Agora, quando o tripudio parte de um dos mais importantes e estratégicos setores ligados ao poder executivo, que é o Ministério da Justiça, sem que nenhuma providencia enérgica seja tomada, para sinalizar aos i2nvestidores a autoridade do governo, o que fica patente para todos é a total anomia da chefe do executivo.
Tudo que o governo não precisa agora é de um Ministro da Justiça fazendo firulas na defesa, embaixadinhas na pequena área. O que precisamos agora é de um beque de roça, que ponha ordem na casa, que enquadre seus subordinados da PF, que cobre o PGR e o CNJ formalmente sobre os vazamentos e exija dos mesmos uma conduta não seletiva, que oriente seus subordinados a discernir com clareza, a diferença entre transparência-publicidade dos atos e escandalização, que prejudica e penaliza o país todo.
A conduta do Ministro Cardoso parece indicar que o mesmo confunde a sua pasta com o Poder Judiciário, ou então que é um anexo, um apêndice dele, tal a sua postura de “magistrado” a frente da pasta. Não é.
O Ministério da Justiça, como os demais ministérios e este mais do que os outros, é um instrumento, uma ferramenta de ação política do poder executivo, pode e deve fazer o enfretamento no campo político com organismos dos outros poderes, notadamente o poder judiciário e o Ministério Público.
Um Nilo Batista, um Wadih Damous, Um Roberto Requião, estão, a meu juízo, muito mais apetrechados para o desempenho da verdadeira função que cabe a um Ministério da Justiça que cumpra sua função como se deve. A companheira presidenta está pagando um preço altíssimo pela teimosia de manter à frente da pasta uma figura insossa como Cardoso e preço tende a aumenta exponencialmente daqui para a frente, notadamente quando os trabalhadores começar aperceber que o inimigo do trabalho, do emprego, está encastelado no próprio poder executivo. O Movimento Sin
É bom não perder de vista: Procuradores já tornaram público seu plano de destruição do país para os próximos três anos. Nesse plano já está considerada a colaboração do MJ/PF?
Edivaldo Dias de Oliveira
Rodrigo S
5 de fevereiro de 2016 1:33 pmO alvo principal não é Lula
Concordo com o autor do texto: o alvo principal é a soberania do país, a perseguição a Lula e ao PT só serve para repercursão midiática.
Se a NSA tem condições de grampear até o telefone da Angela Merkel, não teria condições de fazer uma investigação paralela nos e-mails, telefones e quaisquer outros sistemas de comunicação dos presentes (e futuros) investigados da lava-jato, e dar o caminho das pedras para a força-tarefa? Possível é.
E quem não se preocupa com a nossa soberania somos apenas nós, brasileiros. Os EUA pensam anos à frente, é muito menos trabalhoso podar um estado ainda em ascenção do que entrar em guerra aberta contra ele algumas décadas depois. Não se trata de teoria da conspiração.
Pensando melhor, Lula pode ser sim um dos alvos principais da lava-jato. Afinal, destruir o simbolismo de alguém que ousou um pouco de protagonismo no cenário internacional pode ser bastante valioso.
Álvaro Noites
5 de fevereiro de 2016 1:53 pmE já não estamos sob ataque,
E já não estamos sob ataque, Rebolla???
Aliás, por que ninguém discute qual tem sido o atual papel da maçonaria em toda essa crise política e econômica no país?
Jorge Rebolla
5 de fevereiro de 2016 10:12 pmNa minha opinião faltam apenas…
a Victoria Nuland e as rosquinhas… mas aqui é outro tipo de ataque, basicamente da quinta coluna. Temo pelo 17 de fevereiro.
Álvaro Noites
6 de fevereiro de 2016 11:19 amNão descarto que tentarão
Não descarto que tentarão assassinar Lula neste dia.
Antonino Bargas
5 de fevereiro de 2016 2:30 pmArtigo despropositado,
Artigo despropositado, mistura alhos com bugalhos. A Defesa Nacional está sucateada há décadas por falta de investimento público, não tem nada que ver com a situação da maior empreiteira do país que até recentemente nadava em dinheiro (público) e estava se lixando pra isso. A Odebrecht não colocou um tostão do seu dinheiro em qualquer projeto de Defesa, com exceção da mixaria que pagou (na verdade não pagou nada só assumiu dívidas com o governo) pela aquisição da Mectron (esta sim uma empresa de defesa, com capital humano capacitado e potencial de crescimento), e que aliás já vendeu para o estrangeiro de volta. Todos nos círculos militares e políticos sabiam que a Odebrecht e outras empreiteiras entrariam no mercado de Defesa do país por uma única razão: a possibilidade de celebrar contratos de longo prazo que lhes dessem muito, mas muito dinheiro mesmo. E sem o gasto público nenhum desses projetos iria para a frente, pois o risco privado é zero. Quando o governo voltar a investir (se o fizer), os projetos serão retomados com ou sem Odebrecht pois as empresas e os engenheiros que os tocam já o faziam muito antes da empreiteira dos amigos entrar na área.
O governo federal colocou as empreiteiras no negócio porque elas tinham caixa de sobra (oriundo de contratos públicos) e esse caixa viabilizaria a tomada de empréstimos junto ao BNDES para as empresas do setor de Defesa, estas sim compostas de engenheiros e técnicos abnegados e patriotas. Mas bastou o governo começar a reduzir o orçamento (e isso já em 2013, muito antes da Lava Jato aparecer) para que as empresas do setor começassem a definhar de novo, pois os novos sócios ricos não colocariam um tostão do seu capital para levantá-las. O acordo entre Odebrecht e DCNS é uma piada para os franceses, pois eles sabem que os únicos engenheiros capacitados no país são todos da Marinha e a empreiteira não colocou um centavo no negócio, só entrou com o nome porque o governo precisava de um “parceiro” nacional para servir de fachada para o projeto do casco que é planejado e executado 100% na França, enquanto o Brasil domina o ciclo da propulsão. Pergunta prum engenheiro brasileiro envolvido no projeto do sub o que ele acha da Odebrecht, do quão importante ela é para o projeto, para ouvir boas gargalhadas (isso se ele não ficar ofendido).
O Brasil é o único país do mundo em que uma empresa que atua por menos de 5 anos no setor de Defesa sem ter colocado um tostão do seu capital nessa área e que sofre prejuízos por ter se envolvido num dos maiores esquemas de corrupção na história do país com danos bilionários aos cofres públicos, ainda consegue convencer incautos de que é estratégica para o país e de que de sua sobrevivência depende o futuro da soberania nacional.
José Carlos Lima...
5 de fevereiro de 2016 4:08 pmDifícil convencer as Forças Armadas a ficarem contra Dilma
Governo investe R$ 100 bilhões na indústria de defesa
http://www.ocafezinho.com/2015/05/14/governo-investe-r-100-bilhoes-na-industria-de-defesa/
peregrino
5 de fevereiro de 2016 4:30 pmpressão social segue por aí…
impedir ou dificultar a percepção dos investimentos nas áreas mais importantes
peregrino
5 de fevereiro de 2016 4:32 pme geralmente com muita participação da mídia…
o que mais interessa para eles é afetar a visão da tropa, não do comando
Antonino Bargas
5 de fevereiro de 2016 7:00 pmQuanta desinformação.
Primeiro, o orçamento da Defesa para 2015 era de R$ 80 bilhões, conforme aprovado na LOA. Desses mais de R$ 60 bi vão para pagamento de salários, aposentadorias e pensões, restando irrisórios menos de R$ 20 bi para investimentos e que foram contingenciados, quase metade estão em Restos a Pagar e boa parte desse montante será cancelado sem dó pelo governo federal, pois a Defesa é sempre a pasta mais sacrificada quando se precisa fazer ajuste fiscal. O PAC reservou míseros R$ 5 bi para a Defesa, dos quais metade foram bloqueados e estão sendo pagos a conta gotas.
Segundo, esses valores estão em reais e isso não é nada trivial. O grosso das despesas de investimento das FFAA é feito em moeda estrangeira, mesmo quando a empresa contratada é daqui, pois se utiliza grande quantidade de insumos importados. E com o dólar a 4 reais, a verdade é que o orçamento de capital das FFAA diminuiu em 2015, o que se reflete no atraso em todos os projetos considerados estratégicos. Até mesmo o sub nuclear que deveria estar pronto para 2030 está ameaçado de novo atraso no cronograma.
No mais, é difícil mesmo convencer as FFAA a ficarem contra Dilma. Para ter alguém como inimigo os militares precisam levar essa pessoa a sério.
Antonino Bargas
6 de fevereiro de 2016 12:57 amEstá errado.
Já contestei esse dado em outro comentário, o valor correto é R$ 80 bilhões e não 100. E destes menos de 20 são destinados a investimento. Os gastos do PAC foram bloqueados, essa ifnormação é publica. Gostaria de saber porque não foi publicado sr Moderador, é proibido refutar com dados?
Em dólares os valores são inferiores a 2014, e como boa parte das aquisições da FFAA envolvem componentes importados, na prática houve redução do gasto de capital no setor e isso explica a situação de absoluta desolação das empresas tradicionais.
Jorge Rebolla
5 de fevereiro de 2016 9:47 pmNinguém disse que está ou seria em breve como deveria ser
A FAB utiliza caças projetados inicialmente na década de 1950, que apesar das modernizações que sofreram estão totalmente obsoletos.
O projeto do submarino nuclear brasileiro está décadas atrasado. O Brasil possui tecnologia para a fabricação de submarinos a diesel e desenvolvia os equipamentos para a propulsão nuclear. Com o descaso governamental e os pequenos orçamentos para o projeto, nas últimas décadas…
A indústria bélica nacional que se fortaleceu na década de 1970 começou a desaparecer no governo Sarney (PMDB-AP), foi definitivamente sepultada durante o tucanato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP).
Este veículo blindado que “moderniza” o nosso Exército é tecnologicamente mais atrasado que o tanque brasileiro Osório, desenvolvido pela Engesa, há mais de trinta anos.
Os trechos acima estão no texto.
Mesmo com os supostos engenheiros dando gargalhadas da Odebrecht, se ela sair existirá alguém para dar o suporte financeiro necessário à continuidade do programa?
temos, como disse no texto, a questão relativa ao que simboliza o Vice Almirante Othon Pinheiro da Silva: a Nuclebrás, a Nuclen e a INB. Todas elas vulneráveis a qualquer pessoa da troika que quiser os seus 15 minutos de fama.
Antonino Bargas
6 de fevereiro de 2016 12:53 amReleia o comentário. A
Releia o comentário. A Odebrecht não colocou um tostão no segumento de defesa do país, só adquiriu uma empresa que já existia e só o fez com apoio do governo, e depois entrou de laranja num negócio só porque os franceses não podiam receber recursos diretamente do BNDES ou do PAC. Mesmo assim já informou publicamente que venderá metade do capital da Mectron para o estrangeiro. Eu me pergunto que tipo de interesse nacional você enxerga nessa empresa. Quem dá o suporte financeiro às empresas de defesa é o governo, não as empreiteiras. Entenda isso.
Veja o caso da Avibras, talvez a única empresa que realmente arriscou tudo para continuar no setor, vendendo imóveis, demitindo milhares, até se reeguer graças às vendas no estrangeiro porque aqui não compram nada dela. Onde estão as empreiteiras para ajudá-la? Nem com o governo comprando a “dívida podre” da empresa eles quiseram assumir, pois sabem que a Avibras corre risco, disputa mercado lá fora. E eles não querem risco, mas sim mamata. 15 min de fama é um bom termo para descrever a passagem da Odebrecht pelo setor de Defesa. Só fez onda e nada mais.
Álvaro Noites
5 de fevereiro de 2016 3:42 pmPior que os inimigos externos
Pior que os inimigos externos são os traidores.
peregrino
5 de fevereiro de 2016 4:19 pmexcelente…
mas o que mais me preocupa é a facilidade com que estão conseguindo a integração de um só elemento nos principais conjuntos de sustentação da nação
um mesmo elemento gerando pressões políticas, econômicas, sociais e militares
algo nunca visto, principalmente quando tolerados até que tudo chegue na corte máxima da nação
bem capaz de chegarmos lá já completamente destruídos ou com atraso tecnológico cuja superação levará anos, entre 10 e 20
Luiza
5 de fevereiro de 2016 4:53 pmO perdão é só para os inocentes: O povo, vitima direta
Sr Jorge Rebolla, o seu artigo foi um dos mais lúcidos que eu li desde 2014. Concordo com toda a sua análie.Para mim, sempre esteve muitíssimo claro que a operaçao lava jato foi concebida para servir a uma única causa[que nao é nossa, diga-se] estratégica – desmontar o Estado brasileiro. E, inclusive, nao tenho a menor dúvida de que esse desmonte, encomendado e planejado com cronograma e tudo, acabou até sofrendo algumas alteraçoes devido ao resultado nao esperado das eleiçoes, mas que, em linhas gerais, seguiria o “traçado” inicialmente planejado – reverter todos os contratos estabelecidos e as decisoes que contrariaram interesses outros, além da entrega total dos recursos naturais, empresas estatais lucrativas, abandono por completo de políticas e garantias sociasi[direitos trabalhistas, saúde, previdencia etc], desregulametaçao total de controle de capitais e total abertura do mercado as mutinacionais/transnacionais.
O que eu nao aceito é a covardia, a total inaçao e negligência dos “players” brasileiros em relaçao a “vingança” que viria com o resultado das eleiçoes e a mobilizaçao que isso acarretaria dos agentes e dos intrumentos que seriam recrutados para garantir o tal revide. Nesse jogo nao há inocentes..Digo isso porque o fator “vingança” era um agravante sério que deveria ser levado em conta em todo o processo, pois traria mais radicalizaçao e agressividade nas manobras, exatamente como o que estamos vendo há tempos, progressivamente, em todos os seguimentos, principalmente, por parte das “autoridades”[representantes das instiruiçoes públicas e privadas] envolvidas na empreitada.
Essa covardia rendeu injustiças inaceitáveis, odiosas, a exemplo da prisao do almirante Othon, porque se era para nao reagir, contemporizar, entao a prisao desse brasileiro era totalmente desncessária, tendo em vista que no “projeto desmonte” tanto a funçao que ele desmpenhava quanto a sua importancia iam ser menorizadas posteriormente sem qualquer necessidade de intevençao. E, dentro desse contexto, nem vou me alongar enumerando as consequencias diretas e indiretas da prisao e/ou perseguiçao que muitos outros brasileiro estao suportando anonimamente longe do conhecimento da maioria, e isso faz tempo.
Por fim, é triste que uma naçao tao rica como o Brasil esteja sendo vítima de tamanha armaçao orquestrada de fora dos limites do país e, ainda, utilizando seus próprios nacionais para alcançar o feito. Realmente é uma pena.
Jorge Rebolla
5 de fevereiro de 2016 10:10 pmObrigado
Embora não seja de esquerda, o meu nacionalismo e tradicionalismo, os quais não tenho vergonha de admitir, não permitem aceitar no que estão transformando o Brasil nos últimos dois anos. O combate a corrupção é necessário, mas o que vejo acontecer pode ser chamado de tirania midiática-judicial.
Pedro Mundim
5 de fevereiro de 2016 7:08 pmA Lavajato é consequência, não causa
A indústria bélica nasce da indústria civil. Na época da guerra, foram a Ford, a General Motors, a Boeing etc. que produziram tanques e aviões para o exército americano. Foi a Mitsubichi que armou o Japão. Também na Alemanha as indústrias bélicas eram as mesmas que em tempo de paz se ergueram vendendo produtos para o mercado. Mas aqui no Brasil se pretende fazer uma indústria bélica só com fomentos do Estado. É claro que uma indústria assim só existe enquanto o estado jorrar dinheiro. É como aquele pai que compra um botequim para o filho, abastece-o e ainda vai lá beber cachaça para o filho ter faturamento. Não funciona, e se funciona, é por pouco tempo. O único resultado duradouro é fazer o garoto ficar mal acostumado, assim como os nossos empresários que só sabem mamar nas tetas do Estado, e é claro, roubar.
O Brasil só terá uma indústria bélica respeitável no dia em que tiver grandes indústrias automotivas e aeronavais que se sustentem vendendo para o mercado sem receber din-din do Estado, e por enquanto, só a Embraer corresponde a esse figurino. Não é o Estado o indutor do desenvolvimento. A enorme roubalheira que teve como consequência a Lavajato é apenas o sinal mais visível de que o nacional-estatismo não funciona.
junior50
5 de fevereiro de 2016 9:46 pmCalma, Jorge.
As ilações dos membros do MPF, não vão acabar com nossas iniciativas, a industria de defesa brasileira, sobreviveu a Collor e FHC, portanto é facil resistir a uns moleques, que não sabem nem mesmo interpretar a constituição, só querem holofotes e palco, e por mais que a eles seja dificil compreender, assuntos de defesa/soberania, são de exclusiva competencia das FFAA e da PR.
O que se espera do governo, nesta época de contingenciamento de verbas diretas, pois todos os programas por vc. citados tiveram seus prazos muito alongados, alguns até sem previsão ( caso CV-3 Tamandaré ), é que o Itamaraty, MDIC e APEX nos apoiem, e que o RETID seja formalizado pela SRF, afinal a industria de defesa brasileira é superavitária, e com grande potencial de exportação direta e indireta, a “indireta” é a que mais cresce em valores.
A ODT está a venda, pode ser adquirida pela própria DCNS ou pela Thales, sem que seja tal aquisição seja refrataria a lei 12598, pois o controle da construção dos submarinos não é da ODT, mas da AMAZUL, uma empresa publica-estatal que gerencia todo o projeto, e pode ter certeza que a DCNS ( governo francês ) não irá perder esta oportunidade.
Quanto a SAAB – GE, os contratos já foram iniciados, e duvido que a midia, e o procurador que desengavetou, queira arrumar um pepino com a FIESP ; é um erro acreditar que o governo americano não gostou deste acordo – se tivesse sido com o Rafale, teria ficado – pois mais de 40% do Gripen vai para a GE, e a Boeing esta associada a SAAB em uma licitação bem mais lucrativa, a da substituição dos LIFTs ( treinadores a jato ) da USAF, tanto que o governo americano, através do FMS, quer fornecer misseis BVR ( AIM120C7) para a FAB ( claro, que visando que a FAB não adquira mais Derbys israelenses – I- Derby – ou Meteors europeus).
Já os Leopard A5, upgradeados com equipamentos SAAB e AEL/Elbit, ficaram comparaveis aos Leopard II chilenos, alem de que por contrato, conseguimos um Centro da KMW para a América Latina, sediado em Santa maria (RS).
O que se pode com certeza afirmar, é a progressiva desnacionalização deste ramo industrial/estratégico.
Jorge Rebolla
5 de fevereiro de 2016 10:03 pmJunior
Em 1985 de quantos anos era a defasagem tecnológica do material bélico produzido no Brasil, ou em vias de produção, se comparado aos países centrais? E hoje?
O ponto central do que escrevi é a barragem de artilharia contra projetos importantes para o Brasil e que o próprio aparato estatal fornece a munição para a sua pulverização, pelas famílias que controlam a imprensa. Felizmente hoje temos um canal relativamente independente que é a internet, que alcança pessoas em todos os lugares e possibilita meios para resistir à mídia corporativa.
Uma das coisas que chocam, pelo menos a mim, é a repetição de um discurso distorcido sem a menor crítica sobre as suas consequências. Pessoas que eu esperava ter discernimento trocaram seus cérebros por catupiry.
junior50
6 de fevereiro de 2016 3:05 amNão espere mesmo
Discernimento e pensamento estratégico, ou qualquer ação que se assemelhe a um Estado Nacional, nem passa pela cabeça de procuradores, nem mesmo dos amorfos assistentes de nossa excelsa republicana PresidentA, juntos são “a fome com a vontade de comer “.
No tópico exclusivo da “industria de defesa”, é sintomático que mesmo com esta crise das associadas nacionais, como OAS, Odebrecht, QG, AG e outras, os investimentos externos na area tenham aumentado, franceses ( Thales e MBDA ) e israelenses ( IAI, Elbit, Rada ), italianos ( Oto Melara ), ingleses ( BAe ), Rockwell (americana ), estejam de “olho” para assumir projetos em sua totalidade, até a Embraer diversifica parte de suas operações em defesa para os Estados Unidos ( A-29Bs fabricados/montados na Flórida, financiados FMS, para Afeganistão e LIbano, e a recente aquisição de Phenoms 100, para a empresa terceirizada do treinamento multimotor da RAF ).
E sobre 1985, estavamos bem defasados em relação aos “paises centrais”, mas ainda vendiamos bem nas areas que a eles não interessavam.
Severino Januário
5 de fevereiro de 2016 10:32 pmSerá a Lava Jato um caminho
Será a Lava Jato um caminho para sufocar a indústria de defesa nacional? A indústria bélica brasileira já foi no passado muito dinâmica e promissora. Foi destruida numa manobra de triangulação realizada pelos Estados Unidos e por seu aliado Arábia Saudita. Os sauditas fizeram uma encomenda tão grande, que para viabilizar a entrega da compra a indústria bélica brasileira se comprometeu de maneira tal que uma desistência da compra lhe seria fatal. Então, os EUA entraram no palco e vetaram a transação. Como se isto não tivesse sido combinado com a Arábia desde o início. E foi aí que nossa indústria bélica faliu. Estas encomendas externas dariam suporte para nossas necessidades bélicas internas. Ninguém tenha a menor das dúvidas, se os EUA puderem bolar outra maneira qualquer de destruir nossa renascente iniciativa industrial bélica, eles o farão sem que lhes bata a passarinha.
democracia direta
5 de fevereiro de 2016 9:49 pmPOR QUE SOMENTE EMPRESÁRIOS BRASILEIROS SÃO PRESOS?
POR QUE A ALTA DIRETORIA DAS EMPRESAS MULTINACIONAIS, QUE ASSALTARAM O METRÔ PAULISTA, NÃO ESTÁ NA CADEIA TAMBÉM?
O capital imperialista internacional criou os PARAÍSOS FISCAIS, pra comprar sentenças de juízes e promotores corruptos no mundo inteiro, dentre outras coisas! Por isso eles e seus associados no Brasil podem fazer o que bem entender, que o judiciário dá um jeito! Pois podem receber propinas limpinhas nesses paraísos, sem precisar lavar o dinheiro no Brasil, nem correr o risco de rastreamento pela polícia Federal.
Multinacionais são benéficas ao país, e precisam ser até estimuladas; mas também devem ser fiscalizadas de perto, e não deixar que dominem nossa economia. Essas empresas não são uma unanimidade, mas algumas são extremamente reacionárias, e praticam uma concorrência desleal e inescrupulosa. Fogem, inclusive, ao controle de seus próprios governos, e chegam financiar a derrubada de regimes democráticos por todos os meios, e a imposição de ditaduras ou governos submissos mundo a fora. Essa prática é corriqueira desde a época do império, vejam no vídeo abaixo como a indústria brasileira já foi destruída diversas vezes por eles:
https://www.youtube.com/watch?v=P3WYECiqM0I
E se não aprendermos com os próprios erros…
Por isso o Fernando Henrique Cardoso do PSDB, que também fez mensalão, e comprou voto de deputado, pode ter escapado cadeia. Porque é um associado, e trabalha para quem quer colonizar o Brasil, o poder imperialista internacional. O judiciário simplesmente deixou o tempo passar, e seu processo caducou, com a sociedade perdendo o direito de puni-lo. Observem que a compra de votos não foi feita por ele, para que medidas importantes fossem tomadas no congresso. Naquela época, de cada 100 automóveis produzidos, 70 eram exportados, porque não tínhamos renda para consumir, nem aquilo que nós mesmos produzíamos.
O processo do mensalão na justiça prendeu justamente quem comprou voto de deputado, para realmente transformar o Brasil. Tanto que hoje, com uma produção muito maior, mais de 90% desses automóveis são comprados pelos próprios brasileiros. Enquanto isso, o Fernando Henrique está solto por aí, contando vantagens, e espalhando mentiras do jeito que lhe convém. Ele, que comprou voto de deputado por um motivo totalmente torpe e egoísta, para a aprovação da emenda que garantiu sua reeleição, onde temos até confissão de políticos, dizendo que receberam 200 mil para isso! O contrário do processo do mensalão, onde pessoas foram condenadas sem provas…
Não estamos dizendo que os envolvidos no mensalão ou os empresários corruptos não devam ser punidos; mas estamos expondo A CORRUPÇÃO E A PARCIALIDADE DA JUSTIÇA e da mídia, que precisam ser corrigidas imediatamente, para que todos os criminosos sejam punidos, inclusive seus amiguinhos.
O Brasil sofre de uma doença gravíssima, chamada de COLONIALISMO. Estamos em fase de transição entre país independente e colônia, e por isso vemos uma verdadeira guerra travada no mundo político, econômico, e jurídico. A causa dessa doença é a própria corrupção, e seus principais agentes são os juízes, promotores, e políticos corruptos, ligados ao imperialismo internacional, que fazem o papel de seus agentes no Brasil, e podem fazer o que quiser, sem ter problemas com a justiça. Vejam:
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.654154174720248.1073741839.300330306769305/714294592039539/?type=3&theater
O EXEMPLO DA CARMARGO CORREIA!
Essa empresa é uma MULTINACIONAL brasileira, que exporta seu capital para outros países, remetendo seus lucros para cá em dólares, como fazem as multinacionais estrangeiras em relação aos seus países de origem. Além de gerar mais empregos, e de alta qualificação e remuneração, nossas multinacionais aumentam a capacidade do Brasil importar bens de consumo, através de suas remessas de lucros para cá, que trazem divisas ao país. O que eleva nosso padrão de vida, na medida em que nosso povo pode comprar uma variedade maior de bens e por um custo menor, equivalendo a ampliar seu poder de compra. Por que vocês acham que o padrão de vida americano e europeu é tão elevado?
A Camargo correia deu o exemplo, e criou um programa de delação premiada interna, para auxiliar na operação Lava jato; além de já ter feito acordos com o governo, para arcar com todos os eventuais prejuízos que tenha dado ao Estado, por trambiques de alguns funcionários. E, como é feito na Europa e Estados Unidos, após pagar esses débitos, deve ser liberada para continuar operando e participando de novas licitações. Afinal, os culpados estão presos, e quem não deve, como os trabalhadores da produção, não pode ser penalizado pelo erro de outros. Nossas empresas multinacionais têm uma história, e geram muitos empregos. Elas são constituídas por milhares de acionistas, muitos dos quais nem de longe sabiam dos crimes de alguns diretores da empresa, que não pertence a um único proprietário. Por isso elas precisam ser protegidas, em vez de perseguidas pela justiça, como ocorre hoje; com alguns setores querendo fechá-las. Coisa de gente aliada aos interesses estrangeiros, que quer dominar mais essa área de nossa economia.
https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/214232/Camargo-Corrêa-promove-'delação-premiada'-interna.htm
APELO À DIREÇÃO DA CAMARGO CORREIA E DE TODAS AS EMPRESAS NACIONAIS!
CONFIEM EM NOSSO POVO!
No momento em que nos unirmos, seremos verdadeiramente uma potência mundial. O povão tem os mesmos interesses de nossos empresários nacionais, que desejam vender mais. Até porque, quem comprará mais será o próprio povo, através do aumento de sua renda. A elevação da capacidade de produção da indústria tornou o setor industrial muito mais importante que o comércio, e precisa ser protegido. Só que os ganhos com produtividade não são repassados ao trabalhador brasileiro, como é no exterior, engessando nossa economia, e deixando nossas empresas nacionais debilitadas em relação às estrangeiras. Quem mais perde com a roubalheira são os próprios empresários nacionais, que terão suas vendas reduzidas no Brasil. Mesmo os que mantém domínio sobre alguns mercados no exterior, como a própria Camargo Correia, também perdem, porque terão um povo mal alimentado e instruído para fazer parte de sua equipe; que, como vemos, sofre uma pesadíssima concorrência internacional, chegando a ser espionadas de graça pelo governo americano, para as empresas deles. Não há nada mais valioso que nossos recursos humanos, que precisam ser muito bem cultivados. Precisamos definitivamente acabar com a corrupção no Brasil, para que sobre dinheiro no caixa do governo, e seja possível aumentar o salário mínimo e os salários públicos; além dos investimentos em alta tecnologia. E não existe juiz melhor que o próprio povo, para mediar essas relações sociais. Exijam de seus políticos a
IMEDIATA INSTITUIÇÃO DO RECALL NO BRASIL!
PEC 21/2015 JÁ!
O direito do povo fazer um ABAIXO ASSINADO, e iniciar o processo de cassação dos políticos, para depois decidi-lo no voto, junto com as próximas eleições, praticamente sem custo ao Estado:
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/303097703159232/?type=3&theater
Apesar de dispor apenas sobre a cassação de políticos, a PEC 21/2015 é o primeiro passo para que nossa sociedade passe a exercer um maior controle sobre o judiciário, que hoje detém PODERES MEDIEVAIS! Vejam como a sociedade americana é muito mais exigente com seu judiciário, com o próprio povo elegendo juízes, promotores, e delegados; além de poder cassá-los:
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/649128891889443/?type=3&theater
Vejam como o próprio povo americano convoca PLEBISCITOS com seus ABAIXO ASSINADOS, usando esse direito para fechar todas as brechas deixadas à corrupção, votando centenas deles junto com suas eleições regulares a cada dois anos:
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/502648843204116/?type=3&theater
Saibam mais sobre o LIBERALISMO MEIA BOCA, também chamado de COLONIALISMO:
https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/716192791849719/?type=3&theater
ESSE É O PAÍS DOS EMPRESÁRIOS BANANAS!
Em vez de nossos empresários exigirem dos políticos que tiveram as campanhas por eles financiadas, que aprovem logo a PEC 21/2015 do RECALL, e acabem com a corrupção; para que sobre dinheiro no caixa do governo pra elevar os salários públicos e aumentar as vendas de suas próprias empresas; e também que sobrem fartos recursos nos bancos públicos, para que emprestem dinheiro a juros baixíssimos; não, eles preferiram saquear o tesouro nacional, a “galinha dos ovos de ouro”; e agora, traídos pelo imperialismo internacional, que especulou com nossa economia, e derrubou o preço do real, estão vendo suas empresas se desvalorizarem…
Os americanos e europeus estão apenas esperando a melhor hora pra vir aqui, comprar as empresas desses patetas! Vejam:
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/214452/Dívida-de-50-grandes-empresas-sobe-77.htm
André STK
5 de fevereiro de 2016 11:14 pmSempre achei que democracia
Sempre achei que democracia direta fosse uma redundância.
Depois de lêr teu post ¨clichê¨ ou meia boca,como se diz na minha terra,cheguei a uma conclusão.
Democracia direta é uma redundância.
Severino Januário
5 de fevereiro de 2016 10:15 pmQuem deveria ter consciência
Quem deveria ter consciência plena agora e já, só tarde demais irá entender que esta operação faz parte de um ataque externo ao país visando sua destruição. E está tendo amplo sucesso.
Quintela
6 de fevereiro de 2016 12:16 amEngraçado… alguem da ALSTOM
Engraçado… alguem da ALSTOM foi preso?
O gov. tucano estadual fez acordo de leniencia com a ALSTOM… e não ouvi nem li ninguém do MP se manifestar contra!
Paulo Guedes
6 de fevereiro de 2016 1:18 pmSovina e avara essa Alstom
Corrupção de tucano é incrível. A Alstom resolveu, por si, superfaturar obras e serviços. Amealhou pra si esse lucro projetado. Sovina e avara não o dividiu com ninguém. Parece hstória do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça.
Snaporaz
6 de fevereiro de 2016 12:33 amConcordo com Rebolla. Essa
Concordo com Rebolla. Essa ação,”Lava-Jato & Mensalão”, vai muito além do PT. Percebe-se pelo seu desdobramento metódico.As acusações e os respectivos “crimes”, são verdadeiras platitudes diante do que se praticou aqui,no passado,impunemente e comum em outras terras que não a brasilis. Curiosamente, olhando a Argentina, a fórmula está sendo lá aplicada,porém, já no seu estágio mais avançado;O Aécio portenho, venceu e sem pudor e sem mídia contra, pratica a razia tão desejada pelos frustrados de 2015,daqui.
Kratzenberg
6 de fevereiro de 2016 1:05 amParabéns ao Rebolla, ao AA,
Parabéns ao Rebolla, ao AA, Junior50, e aos demais patriotas…
Gersão
6 de fevereiro de 2016 1:13 amA quem interessa este desmonte do Estado brasileiro?
Resta saber a quem esta Justiça encabeçada pelo Sr. Moro, incluindo o MPF a seu serviço, está servindo. A quais interesses eles servem. Por quê este desmonte do Estado brasileiro? A quem interessa tudo isto? Seria de bom tom que alguma instância superior a esta, investigasse rapidamente o que há por trás disto, antes que a casa caia definitivamente. Não sejamos inocentes. Desde sempre as coisas funcionáram assim. Quando alguma transformação do País estava sendo executada por governos de caráter social e nacionalista mais acentuado, sempre uma força “estranha”, muitas vezes vindo de fora, ou melhor, sempre vindo de fora, vem dar um basta nisso. Antigamente era com o poder das armas, tendo o apoio da nossa elitizinha rastaquera. Agora mudaram de tática, pois o mundo mudou. Não dá mais para ser feito um golpe de estado tipo quartelada, como fizeram em 1964. Agora é um golpe sendo arquitetado com máscara de legítimo através da justiça, usando as leis a seu bel prazer e interpretação. Sempre há gente disposta a se vender ao poder econômico internacional. Alguém precisa dar um basta nisto.
Antônio CDS
6 de fevereiro de 2016 3:04 amRebolla, o cínico.
Enquanto a relação mafiosa mídia/judiciário atingia apenas o PT, este senhor frequentava este blog com comentários dignos de Constatino.
Pelo jeito, deve ser algum milico de pijama. Agora que a fera que ele alimentava fugiu da jaula, vem querer esfregar o nacionalismo na minha cara?
Como já disseram, o nacionalismo é o último refúgio dos canalhas.
Devolvo com um pouco de Maiakóvski:
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
Jorge Rebolla
6 de fevereiro de 2016 1:33 pmEstou no mesmo lugar para onde…
…caminhei após o affair Carlinhos Cachoeira-Waldomiro Diniz.
Não sou militar, sou um “companheiro metalúrgico”.
Comentário meu digno de Constantino é ofensa, a mim. Jamais fui um liberal que considera o dinheiro como o seu deus. Muito menos um sujeitinho com ares de intelectual, ainda mais sem nenhuma razão para isto.
Só consideram o nacionalismo como refúgio para canalhas os entreguistas.
Nos últimos anos tenho criticado muito o PT. O auge foi quando a presidente Dilma cedeu a soberania do país à FIFA. Os meus principais motivos de crítica são relacionados a minha oposição a transformação cultural e moral, que a esquerda e também os liberais, querem impor à sociedade.
Contradições em assuntos específicos não é especialidade minha, é comum a todos. Porém no geral mantenho a mesma linha desde os tempos que votava no PT. Cometi um erro absurdo ao votar no Vampiro da Moóca em 2010, até hoje me penitencio por esta grave falha.
Maria Silva
6 de fevereiro de 2016 3:20 amPelas barbas do Lula …
O autor do texto não é o mesmo que, neste blog, atacava impiedosamente os governos do PT?? O que aconteceu? Dá pra confiar na sinceridade desse senhor? Será que eu tô ficando louca??
andre sousa R S
6 de fevereiro de 2016 11:59 pmMelhor do que ser bitolado
Melhor do que ser bitolado numa via unica, as pessoas podem emitir suas opiniões conforme as circunstancias, pq não
José Carlos Lima...
6 de fevereiro de 2016 11:33 amO desmanche nacional foi planejado por Moro em 2004
No longíquo 2004, quando Moro até então estágiário do PSDB e funcionário do prefeito tucano de Maringá(PR), planejou tudo isso que hoje vemos sendo colocado em prática(https://jornalggn.com.br/noticia/como-a-lava-jato-foi-pensada-como-uma-operacao-de-guerra). Como se vê neste documento, a intenção de Moro, uma espécie de Imperador de Pindroma, era e continua sendo a de transformar o Brasil num imenso Paraguai.
Por isso a Lava Jato é hoje uma espécie de Mãos Limpas piorada e bem piorada, se a sua congênere italiana atingiu todo o espectro político, por aqui poupa os aliados da mídia, também com base no famigerado plano de Moro. Se a Mãos Limpas destroçou a economia italiana e levou ao poder o “honestíssimo” Berlusconi, por aqui o desastre será bem maior, até mesmo porque esta oposição que instrumentaliza as Instituições , além de destruir o PT, entregar tudo à estas empresas corretas como Altsom e cia, assim tornam o pais dependente de corporações cujas matrizes são sediadas em paises estrangeiros.
O plano do Moro/oposição/Mídia é “esvaziar o tesouro” para trazer a desgraça e a miséria e, assim, derrubar o governo.
“E assim vemos demissões em massas nos estaleiros, construtoras, empresas químicas, diminuição da participação de multinacionais brasileiras no exterior e de sua participação em projetos de parceria público-privadas. As ações de algumas delas estão desabando. E as tentativas de acordo de leniência, para as empresas funcionarem colaborando com as investigações, sofrem ataques de procuradores e tribunais de contas.
O passo seguinte seria parar o BNDES, que hoje é maior que o FMI, um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo. Acabar com o investimento em meio a uma interminável investigação eivada de parcialidades como a Lava Jato. Destruindo a economia, elevando o desemprego, forçando ao corte de ações sociais, pensam chegar a 2018, caso não golpeiem antes, com Dilma desmoralizada, deixando ao povo a única salvação: votar na oposição.” (Fernando Branquinho)
Roberto Castilho
6 de fevereiro de 2016 3:02 pmBoa Spin!
kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Paulo Guedes
6 de fevereiro de 2016 1:09 pmDiscordo, Rebolla!
Rebolla, data vênia, discordo. A troika não combate a corrupção. Combate o PT. Aliás, segundo o pensamento geral, a dissolução do PT acabaria com a corrupção e recolocaria o Brasil no caminho do desenvolvimento.
Paulo Guedes
6 de fevereiro de 2016 1:19 pmAUDITORIA DA DÍVIDA PÚBLICA JÁ!!!!!!
Já que Dilma não quer envolver estados e municípios que se faça a AUDITORIA DA DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL. AUDITORIA JÁ!!!!!!
Frederico Firmo
6 de fevereiro de 2016 1:31 pmApenas complementando
Caro rebolla
Apenas para complementar vou adicionar um link de um artigo de Othon Silva que postei aqui mesmo no blog
https://jornalggn.com.br/blog/frederico-firmo/as-inspecoes-nucleares-no-brasil-e-o-mictorio-publico-frances
Neste artigo ele dá um panorama maior sobre o desenvolvimento feito no Brasil e os interesses estrangeiros. E isto mostra que os interesses são muitos. Quero dizer que muita tecnologia e inovação foi feita em empresas como Petrobras , Nuclebras, IRD, Embrapa, FioCruz, Coppe etc…. etc…. etc…. e nas Universidades deste país apesar do nosso esporte favorito ser falar mal de nós mesmos e de todos os governos, Dados mostrariam as diferenças entre os vários governos.. Problemas temos, mas negar o esforço o trabalho e os sucessos é para mim uma tática de dominação. Ou seja o discurso de que nada se faz ou se fez no Brasil é um discurso muito conveniente, principalmente para os teóricos da dependência e para estrangeiros. Se nada tivessemos, não gastariam tanto na NSA. E se o foco fosse a corrupção, os corruptos já estariam presos ou sendo julgados e as empresas e projetos e programas já estariam andando E no momento estamos diante de uma campanha assustadora para efetuar o desmanche que voce descreveu.
Abraço