21 de junho de 2026

A mídia e o Brasil em direções opostas

Em inspiração no post “Caso Padilha: as ameaças a uma grande política pública“, indico a matéria

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A mídia e o Brasil em direções opostas

A campanha contra a Petrobras, que há semanas domina o noticiário, faz parte do mesmo pacote vendido pela mídia brasileira, de associar a coisa pública à corrupção e à ineficiência, e elevar o setor privado ao patamar de alicerce do desenvolvimento nacional. Os que hoje atacam a maior empresa estatal brasileira são os mesmos que resistem a um novo marco legal para as comunicações que garanta a ampla liberdade de expressão.  

São os mesmos cujos aliados estavam no poder em 2002, quando a Petrobras valia R$ 30 bilhões, tinha uma receita de R$ 69,2 e um lucro líquido de R$ 8 bilhões. Tentaram privatizá-la, e já tinham cunhado até um novo nome, Petrobrax. Não contavam, porém, com a resistência da sociedade e dos trabalhadores. A empresa, que se manteve estatal, atingiu em 2012 o valor de mercado de R$ 260 bilhões, uma receita de R$ 281,3 bilhões e um lucro líquido de R$ 21,1 bilhão. Os investimentos atingiram R$ 84,1 bilhões, valor mais de quatro vezes superior aos R$ 19 bilhões de 2002.

Os que hoje atacam a Petrobras são os mesmos que, desde 1995, lideraram uma grande campanha midiática pela privatização das telecomunicações, incluindo lançamento de livros com títulos bombásticos como “Privatização ou Caos”. São os mesmos que se beneficiaram com a privatização em 1998, privatização que fez das telecomunicações brasileiras um setor hoje dominado por grupos privados mexicanos, espanhóis, franceses e até mesmo nacionais. Todos sem qualquer compromisso com o desenvolvimento nacional e o combate às desigualdades sociais.

Os resultados dessa gigantesca campanha estão aí: privatização e caos. A indústria nacional de telecomunicações foi destruída. Desarticulou-se o binômio formação/indústria. Transformou-se o CPqD (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento) numa fundação privada, sem nenhuma capacidade de pesquisa e de desenvolvimento de tecnologia associada a um projeto nacional de telecomunicações. Escancarou-se a terceirização da mão de obra, utilizada em grande escala nas atividades fim das empresas.

Nossa indústria eletroeletrônica representa atualmente cerca de 4% do PIB, enquanto em países desenvolvidos atinge cerca de 12%. A Telebras tem tentado incentivar a produção nacional com compras preferenciais aos produtos desenvolvidos localmente. No entanto, o reflexo no déficit da balança comercial é crescente, já atingindo a casa das dezenas de bilhões de dólares.

E os serviços?

Temos hoje as tarifas mais caras do mundo na telefonia fixa. Uma rede celular com o menor tráfego, qualidade sofrível e uma cobertura que deixa a desejar. Uma banda larga que não é larga segundo parâmetros europeus ou norte-americanos. Um sucateamento da rede pública, com telefones públicos quebrados e sem manutenção.

Está tudo perdido nas telecomunicações nacionais? Não. Várias iniciativas podem minimizar os efeitos nefastos da privatização, alinhando o desenvolvimento nacional com perspectiva social.

Nós, do Instituto Telecom, defendemos que na revisão dos contratos de concessão discutida a partir de junho sejam garantidos: um novo modelo tarifário, condizente com a realidade da maioria da população; o telefone popular (Aice); a definição atual sobre bens reversíveis (se passar um bit na rede é reversível); manutenção e recuperação da rede de orelhões; fomento à indústria nacional de telecomunicações; rediscussão do papel do CPqD. No caso da banda larga deve ser urgente a prestação do serviço também em regime público. Na telefonia celular, melhoria da qualidade, da cobertura, e uma redução mais acentuada dos preços cobrados hoje pelos oligopólios. Em relação aos trabalhadores deve ser urgentemente votada e aprovada a regulamentação dos trabalhadores em teleatendimento/call centers, e proibida a terceirização nas atividades fim.

Petróleo e telecomunicações, em particular a banda larga, o novo ouro negro, são estratégicos para um país garantir a sua soberania e um desenvolvimento com perspectiva social. A grande mídia, que está nas mãos de um grupo de nove famílias, não pode sair vencedora de uma batalha na qual os principais derrotados serão os setores mais excluídos da sociedade.

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38 Comentários
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  1. jofra

    1 de maio de 2014 8:11 pm

    O que nos entristece é

    O que nos entristece é constatar que pessoas com curso superior se deixem manipular por esta MIDIA BANDIDA que temos e acreditam no que o PIG fala e divulga! Isto é o que mais nos entristece! Viva o Brasil, o Lula e a Dilma!!!!

  2. Marcelo Castro

    1 de maio de 2014 8:11 pm

    Brasil perdeu esta guerra

    Este mundo das telecomunicações e da alta tecnologia estão diretamente ligados às condições iniciais do processo. Quando fhc entregou nossas telecomunicações para forças alienigenas a preços irrisórios e sem exigir nenhuma contrapartida para industria nacional, nosso destino foi selado.

    Agora restou apenas garantir interesses mínimos do consumidor como um preço justo e um serviço decente, um repertório mínimo , coisas que até governos PT tem falhado em assegurar.  

  3. anarquista sério

    1 de maio de 2014 8:16 pm

     
    Mais um que não consigo ler

     

    Mais um que não consigo ler acima do primeiro parágrafo.

             Diz assim:

       ”A campanha contra a Petrobras, que há semanas domina o noticiário, ”

       Digo eu: MaS que campanha Mané? O PT quebrou a Petrobas.E não há argumerntos sobre o assunto.

                  Como? Explico: Nomeando petistaS não concursados em contradita dos concussardos.

                  E assim foi com Eletrobás, a transamonica e tudo que se refere o governo federal.Não há projrto,nrm semi projeto.Não há nada, Só resta o vazio.

                 E o que faz Dilma pra resolver? Promete solução? Dá alguma dica pra resolver+? Nada;

                  Ela faz o seguinte: Aumenta 10 porcento do bolsa mensalão.

                       Ou o bolsa familia não é um tremendo mensalão pra arrecadar votos?

                            Pobre( no sentido literal e metafórico) Brasil.

    1. Calma

      2 de maio de 2014 4:36 am

      O petismo não quebrou a


      O petismo não quebrou a petrobrás, apenas retirou a gordura que os especuladores colocaram nessa. E ficando mais magra, fica mais longe dos olhos gordos dos capitalistas, pois estatal nunca foi criada para ter lucro, mas para servir ao país, como agora aconteceu no leilão de energia quando essa irá vender por menos de 40% do valor que gastará para produzir

  4. anarquista sério

    1 de maio de 2014 9:01 pm

    Pera aí. Aqui não se trata de

    Pera aí. Aqui não se trata de mídia.

    Como pode escrever favorável pra uma empresa que era sólida e hoje deve mais que seu patrimònio.

                Como sei? Não vasculho noticiário.E muito menos Passadena.

                 Vejo pelo valor das açoes o quanto ela se desvalorou.

                  O acionista brasileiro ou gringo não se importa quem é o presidente ou as falcatruas que ela fez.

                         Ele só quer lucro,O resto é conversa mole pra boi dormir,

                            Mas faz muito tempo que a Petro é só prejuizo.E com isso todos que investiram nela desde meados de 2012,até amtes mas ninguém sabia) perderam ou quebraram.

                     Há uma tara em todos nós pra que os ricos percamFaz parte do imaginário humano e não há como reverter.                     Mas quando o povo que aplicou na Petro seja diretamente ou com fundos perde, a população broxa.

                       DilmA OPEROU em todas as áreas dela. E mesmo assim ela está em estado de quebra( se fosse particular já estaria quebrada)

                    Se eu não posso confiar em DILMA em uma empresa, como posso votar nedla pra conduzir um país?

       

  5. Rato

    1 de maio de 2014 9:20 pm

    A ironia do destino.

    Que ironia do destino. Talvez, o melhor lugar para se trabalhar com telecomunicações no Brasil seja justamente a Petrobras.

  6. Caetano.

    1 de maio de 2014 9:24 pm

    Nem é necessário a mídia

    Nem é necessário a mídia vender a ideia de que a coisa pública está associada à corrupção e à ineficiência, porque essas são verdades cristalinas, à mostra de todos. O Estado sempre é mais ineficiente, por simples motivos: não há demissão, salvo raríssimas exceções, e a falta de reconhecimento, com rara promoção por mérito, não incentiva o esforço individual do servidor público. A Petrobras e o Banco do Brasil são exceções, ainda porque são de economia mista, e o mercado acaba pressionando pelo lucro e aumento de produtividade. Creio que não é necessário privatizar a Petrobras, que tem um quadro técnico primoroso, ela pode servir ao país se tiver menos ingerência política de incompetentes.

    Já a privatização das telecomunicações foi um alívio para os usuários. Lembro-me de que, para adquirir uma linha fixa, pagava-se antecipadamente e esperava-se por anos (!!!) a instalação. Diariamente os compradores enviavam cartas aos jornais, reclamando, e a resposta, curta e seca, era de que o órgão público tinha instalado tantas mil linhas e que se esforçava para atender a todos. Era como se a responsabilidade fosse de um terceiro, que o comprador fosse queixar-se ao bispo. A prinicipal função do Estado é regular a prestação desses serviços, com procedimentos e metas claras. Concordo que as tarifas são altas, mas pelo menos há telefones. Se o atual governo não tivesse aparelhado completamente as agências reguladoras, a situação seria outra.

    Dá para imaginar a Vale ainda estatal? Seria outra Eletrobrás, outro DNIT, dominado por políticos com interesses escusos.
     

  7. IV AVATAR

    1 de maio de 2014 10:40 pm

    Sem comentários

    “São os mesmos cujos aliados estavam no poder em 2002, quando a Petrobras valia R$ 30 bilhões, tinha uma receita de R$ 69,2 e um lucro líquido de R$ 8 bilhões. Tentaram privatizá-la, e já tinham cunhado até um novo nome, Petrobrax. Não contavam, porém, com a resistência da sociedade e dos trabalhadores. A empresa, que se manteve estatal, atingiu em 2012 o valor de mercado de R$ 260 bilhões, uma receita de R$ 281,3 bilhões e um lucro líquido de R$ 21,1 bilhão. Os investimentos atingiram R$ 84,1 bilhões, valor mais de quatro vezes superior aos R$ 19 bilhões de 2002.”

    Além dos investimentos e programas nas áreas social, educacional, ambiental, etc, a Petrobrás pagou mais de 70 bilhões de reais em impostos em 2013. O Brasil estaria numa situação melhor se FHC não tivesse doado a Vale para seus apaniguados, como se sabe, FHC pagou para que alguém aceitasse ser dono da Vale, e queria fazer o mesmo com a “Petrobrax”, esse ratos não podem voltar a governar esse pais, tá ai o setor do aço que também foi privatizado para pagar impostos e já tá é fazendo negociatas com Silvio Belusconi(sic, Aécio Neves) de olho no cofre. Bando de salafrários.

     

  8. Marcos Veiga

    1 de maio de 2014 10:42 pm

    quanta balela

    O sr Assis fez uma analise patetica. As pessimas condicoes de funcionamento das telecomunicacoes brasileiras sao atribuidas as privatizacoes, Apenas 2 pontos a discutir: (1) antes da privatizacao os servicos de ttelecomunicacao ja eram uma merda, como eh hoje. E uma merda que fedia forte.  Em um segundo ponto, moro nos EUA (gracas a Deus nao moro na Banania, um pais de quinta categoria com uma populacao atrasada e bisonha). E aqui, com tudo privatizado, os servicos funcionam, sao baratos e as opcoes sao fartas. E nao existem comentarios fracos feitos por especialistas em comunicacoes como o Sr. Assis. Estou fora da Banania, gracas a Deus. Um Deus que certamente nao eh brasileiro.

    1. Geraldo Reco

      2 de maio de 2014 4:52 am

      Fique por aí, cucaracha!!

      Fique por aí, cucaracha!!

    2. Júlio De Bem

      2 de maio de 2014 7:02 am

      Legal. Agora volta pra
      Legal. Agora volta pra cozinha que a pia ta cheia de louça.

  9. Fabio N

    1 de maio de 2014 10:58 pm

    Hoje se comemora os 79 anos
    Hoje se comemora os 79 anos de morte de Adolfinho Hitler e vem bem a calhar esse post trazido pelo Assis. As nove famílias mencionadas, capitaneadas por marinhos e civitinhos, certamente apoiariam um sujeito como hitler. Aliás, quando o nazismo começou a gestar suas crias, boa parte da classe empresarial alemã engajou-se de bom grado no regime proposto por adolfinho. Evidentemente que não imaginaram aonde aquela ideologia iria desembocar. Importavam duas circunstâncias: O nazismo caçaria os esquerdistas, tais como, os marxistas, os comunistas, os socialistas, os anarquistas, etc. E, sobretudo, trazia a possibilidade de bons lucros. E, nesse quesito, até injeção na testa as nove famílias aceitariam para satisfazer seus vorazes apetites. Se hoje olharmos para o horizonte político que se abre em função das próximas eleições, e se nos lembrarmos de que a ideologia proposta por FHC pretendeu privatizar até a Petrobras, que foi por ele denominada de Petrobrax, não deixaremos de notar que seu pupilo, o aecinho, sem dúvida alguma traz na bagagem a ordem de privatizar tudo, de tudo terceirizar, contentes que estão com os lucros auferidos pelo trensalão de São Paulo e outras maracutaias passadas. Eles podem se dar a esse luxo, pois as nove famílias jamais noticiarão sobre os seus deslizes, que advêm das rampas azeitadas pelas quais costumam descer para apanhar os lucros de seus crimes. Se, por exemplo, o ex-presidente Lula tivesse, após ter tomado posse, se tornado um barbosa da vida, as nove famílias dariam pulos de alegria e o apoiariam incondicionalmente. O mesmo se diria se a presidenta Dilma também tivesse esse tipo de transformação.

  10. gentilhomme

    1 de maio de 2014 10:59 pm

    que beleza de comentário

    Excelente.

    Não é verdade, como comentou o Marcelo Castro que a esta guerra está perdida para o Brasil. Mas é verdade que é uma área – ao contrário de energia, farmacêutica e defesa – em que o Governo Dilma fez muito pouco (no Lula houveram algumas boas iniciativas, embora sem massa crítica) para reverter a destruição planejada patrocinada pelo tucanato. 

    A guerra está apenas começando, e uma parceria estratégica parruda – com recursos dignos da sétima economia do mundo – com a China, por exemplo, poderia acelerar imensamente o que é nosso princiapla gargalo estrutural em telecom: a falta de um sistema de satélites próprio, com componentes essenciais e software nacionais. 

     

    1. Marcelo Castro

      1 de maio de 2014 11:26 pm

      outras guerras virão

      Caro Gentilhom , outras guerras virão com certeza. Só não sei se este soldado raso estará aqui para as batalhas. Hoje vivemos na guerrilha contra os sabotadores do Brasil. Principalmente a  mídia .

  11. KABÔ

    1 de maio de 2014 11:47 pm

    Fim da linha…
    O PIG transformou o PT em LEPROSÁRIO.Hoje em dia, assumir-se petista é sinônimo de ser LEPROSO. O PT da Dilma com seu Zé Cardoso e Bernardão permitiram que isto acontecesse, pois nunca enfrentaram a mídia golpista.  LULA E DIRCEU CONSTRUÍRAM O PT E DILMA DESTRUIU O PT COM SUA ESTUPIDEZ, ARROGÂNCIA E PREPOTÊNCIA. 

  12. leonidas

    1 de maio de 2014 11:57 pm

    Acho hilario que no tempo em

    Acho hilario que no tempo em que cobras e largatos era dito na midia contra o Sarney e contra o Maluf toda essa ” indignação ” não era vista entre a esquerda

    Hoje no poder e de braços dados com os tais + Renan Calheiros , Collor e Cia a midia é algo a ser rotulado como inimigo a ser ” democratizado ” rs

    hilario tudo isso… 

    1. Marcelo Castro

      2 de maio de 2014 12:13 am

      riso nervoso

      Caro leonidas, o teu riso nervoso me parece um caso psiquiátrico, uma provocação doentia. Sugiro algum blog da veja para você. Por lá tenho certeza de que poderá dar gargalhadas francas e abertas. 

      1. Marcos Veiga

        2 de maio de 2014 12:29 am

        Marcelo,
        Teu comentario eh

        Marcelo,

        Teu comentario eh tipico de um habitante da Banania. Brasil: Ame-o ou deixe-o. Blog:Ame-o ou deixe-o. O artigo do Sr. Assis, digno de  uma mentalidade terceiro-mundista, nao explica como paises que possuem sistemas de telecomunicacoes totalmente privatizados funcionem. Aqui nos EUA tudo funciona, rapido e barato. E com escolha. Aos habitantes tristes deste pais bisonho sul-americano, vai minha simpatia e minhas gargalhadas. PS: Deus nao eh brasileiro nao viu? Ele eh norte-americano!

        1. Marcelo Castro

          2 de maio de 2014 4:08 am

          deslumbrado na disneylandia

          Caro Marcos, até onde sei supremacia em telecomunicações é questão de segurança nacional para os EUA , ou será que a NSA é privada?

          Te recomendo um curso de leitura também pois em nenhum momento reclamei de privatização. A questão é que os interesses brasileiros estão de fora do tabuleiro. Aprenda a ler antes de escrever. 

        2. Calma

          2 de maio de 2014 4:28 am

          Pegue esse seu sistema

          Pegue esse seu sistema americano e coloque para funcionar numa tribo da Amazõnia e espere para ver o que acontece. Tudo é uma questão de cultura e satifeito isso, se é feliz. E sendo feliz é o que importa. A mim fico mais feliz tentando horas uma ligação do que conseguir mesmo ligar, pois só assim eu treino minha capacidade de esculambar alguma coisa.

        3. Eliseu F Santana

          2 de maio de 2014 4:34 am

          Deus não é norte-americano,

          Deus não é norte-americano, uma vez que eles ao longo da história já escolheram o seu Deus ou os seus Deuses. O primeiro deles é o dinheiro, o segundo é a bomba contra seres e países indefesos que não têm como reagir. Já contra a Rússia eles descartam completamente qualquer ação militar. Será por acaso essa posição? Não, é que eles sabem com quem mexer e a quem subjugar. Poderíamos quebrar de vez essa intromissão vergonhosa dos Estados Unidos na vida de povos de outros países. Era só escolhermos uma nova moeda como padrão internacional a ser utilizada nas trocas comerciais. Aí o poderio norte-americano morreria em um ano. Olhem que isso não está longe de acontecer. A China vem aí. Treimei pilantras norte-americanos, inclusive esse imbecil brasileiro baba-ovo de tio Sam. 

          1. leonidas

            2 de maio de 2014 1:29 pm

            E a China é diferente dos EUA

            E a China é diferente dos EUA né esperto?

            Puta merda…rs

        4. alexis

          3 de maio de 2014 11:06 am

          Nos EUA, o empresário e o capital são de lá mesmo

          Rico alemão é alemão. Rico dos EUA é dos EUA, e etc.,, com o seu dinheiro e o seu risco empresarial dentro da sua própria nação. Rico brasileiro não é brasileiro!

          Aqui no Brasil, o “empresário” tupiniquim possui o seu dinheiro em paraíso fiscal, compra casa em Miami, investe com dinheiro dos outros ou do Governo mesmo, e apenas explora os brasileiros.

          Privatização? Esses caras brincam em Miami e deixam suas “empresas de telecomunicações” por conta de operadoras de telemarketing que enchem o saco o dia inteiro, ou colocam armadilhas “caça-bobos” para você comprar produtos e serviços que nunca pediu.

          Apenas 20 mil desses sujeitos possuem mais de 520 bilhões de dólares depositados fora do Brasil.

          Para Brasil dar certo, as grandes empresas deveriam ser mesmo estatais, de propriedade do povo brasileiro, como de fato foram criadas, pois elas foram feitas em casa e privatizadas por FHC a preço de banana (já que falou da fruta).

      2. Zanchetta

        2 de maio de 2014 12:44 am

        É duro ouvir a verdade… aí

        É duro ouvir a verdade… aí se ataca o mensageiro…

    2. giselle 123

      2 de maio de 2014 12:14 am

      Vc conhece pouco da história
      Vc conhece pouco da história do Brasil e da esquerda brasileira, se conhecesse, saberia que esta sempre lutou contra os grandes grupos de mídia. Nunca se aliou a eles.

      1. leonidas

        2 de maio de 2014 1:27 pm

        claro…rs

        claro…rs

    3. Geraldo Reco

      2 de maio de 2014 4:42 am

      Hilário é a tua linha de pensar

      Vc parece ser um bom rapaz.

      Reflita muito, muito mesmo, e, depois: tenta outra vez!

  13. +almeida

    2 de maio de 2014 1:08 am

    la mato y aparece una mayor

     la mato y aparece una mayor, con mucho más infierno en digestión

    Muito interessante e detalhado o artigo ” As Grandes Empresas nos Anos 90: Respostas Estratégicas a um Cenário de Mudanças” (Nelson Siffert Filho / Carla Souza e Silva).

    Podemos observar, pelos estudos e gráficos apresentados, a invasão e domínio do capital estrangeiro nas privatizações feitas a partir do governo FHC. As comparações feitas entre o ínicio dos anos 90 e o final dos mesmos é impressionante. Vale conferir, o endereço é: http://www.bndespar.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhecimento/livro/eco90_11.pdf

     

     

     

  14. Caetano.

    2 de maio de 2014 1:11 am

    Não publicaram meu

    Não publicaram meu comentário.

  15. NALDO

    2 de maio de 2014 1:16 am

    Desculpem, mas só quem não

    Desculpem, mas só quem não viveu aqueles tempos tenebrosos votam nesses caras, só os que estavam na farra do proer ou das privatizações podem ter saudades daquele tempo; o trabalhador, o que vive de salario. naquele tempo sofreu o pão que o diabo amassou, ESSA É A VERDADE!!! Enquanto jornais bradavam o frango a um real e os restaurantes cheios, onde eu morava, na cohab teotonio vilela, a maioria, inclusive minha familia, comprava um pó estranho que se parecia com café por que faltava dinheiro, muitos, e eu conheci e não é de ouvir falar, dormiam na rua durante a semana para economizar o dinheiro da condução, muitos se amontoavam para passar a noite na porta das lojas onde morava para se sentirem mais seguros, EU VI!!!  Eu mesmo andei muito a pé por falta de dinheiro e emprego; qualquer estudante se vivesse naquela epoca não votaria em nenhum desses senhores nem para sindico de um lupanar, a educação não tinha apoio nenhum e a bagunça das medidas provisorias só beneficiava os tubarões do ensino, eu mesmo abandonei o meu curso de direito por dois anos, por falta de emprego e quando empregado o meu salario não dava para pagar a mensalidade; todos são livres para escolher quem quiser, mas querer que esqueçamos tempos negros para o povo é muita arrogancia dessa turma. 

    1. Brasileiro aguerrido

      2 de maio de 2014 9:40 am

      Exatamente
      FHC teve sem

      Exatamente

      FHC teve sem dúvida os piores indicadores sociais e econômicos da história deste país.

       

      Tinha até um fome zero, organizado pelo Betinho, para amenizar a vida dos 40 milhões de pessoas que estavam abaixo da linha da miséria.

      Os 12 milhões de desempregados, com o salário mínimo mais baixo da história deste país.

      Uma política econômica sempre em crise, por mais desculpas que FHC tentasse dar.

      Os piores crescimentos do PIB de toda a história nacional.

      Risco Brasil acima de 2000 pontos, apagão elétrico, investidores fugindo do país.

      Era um povo sem perspectiva, sem rumo, o país a beira de uma guerra civil.

      Metas inflacionárias impossíveis de atingir, juros a 40%, indústria nacional arruinada.

      Aumento de carga tributária se 25% para 36%, devido À fúria arrecadatória tucana.

      Aumento da dívida interna de 60 bilhões para 600 bilhões, mesmo com dezenas de privatizações.

      O FMI sempre presente.

       

      A elite e a velha mídia deste país com seu orgulho criminoso e egoísmo feroz, sempre apoiando a política econômica desastrosa do PSDB.

       

      As futuras gerações custarão a acreditar que um governo tão incompetente um dia caminhou sobre a face da Terra.

       

      Se este país fosse realmente uma nação séria, FHC deveria estar sendo julgado por crimes contra a humanidade, mas infelizmente o STJ só se interessa de julgar os politicos de esquerda.

       

      Este julgamento será reservado para as urnas, para a história  e para a Justiça Divina.

       

  16. JoaoBlaBla

    2 de maio de 2014 1:25 am

    Me responda só uma coisa,

    Me responda só uma coisa, porque o governo do PT ainda dá dinheiro para esta mídia!!??

  17. weller

    2 de maio de 2014 1:40 am

    Opinião

    Excelente opinião sobre a mídia porca que infecta a Nação Brasileira.

  18. hc.coelho

    2 de maio de 2014 2:21 am

    O pig é o inimigo de sempre

    O pig é o inimigo de sempre. a petrobras se fez apesar da luta desses bandidos para que ela não existisse. Vai ser sempre assim. Ë Brasil, são contra. Máfia nazista, isto é que é o pig.

  19. heutre

    2 de maio de 2014 6:26 am

    Soberania adeus

    FHC destruiu nossa soberania. Sem p &d em telecom nos tornamos totalmente dependentes. 

    Outra questão, o nosso empresariado gosta mesmo é de subsidios governamental.

    O Brasil nunca foi um país de verdade, nunca, e sim uma colônia de exploração e depois uma federação mantida pela violência militar desde a república.

  20. rodolfo andrade

    2 de maio de 2014 7:17 am

    Midia podre

    A mesma mídia que destruiu o João Goulart está mais forte do  que antes. Espero que desta vez a história termine com a vitória do povo.

    FHC lesa-pátria.

  21. Brasileiro aguerrido

    2 de maio de 2014 9:44 am

    Video sobre FHC
     
    Aqui um

    Video sobre FHC

     

    Aqui um vídeo que mostra com exatidão o que foi o governo FHC.

    FHC em fórum internacional, com participação especial de Bill Clinton.

     

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ align:center]

  22. alexis

    3 de maio de 2014 10:52 am

    Copo meio cheio ou meio vazio

    Para mim, a mídia brasileira pode ser ilustrada com o seguinte exemplo: entrevista o pequeno produtor rural quando cai de preço a dúzia de ovos, mas, corre a entrevistar donas de casa em supermercado, quando a mesma dúzia de ovos sobe levemente de preço.

     

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