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A prisão do pai do programa nuclear brasileiro

Na operação Eletrobrás, a Lava Jato prendeu o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva. Seu nome apareceu na delação premiada de Danton Avancini, diretor da Camargo Correia, que lhe teria feito três pagamentos.

Ainda há que se esperar o processo final. Hoje em dia tem-se um grupo de procuradores e delegados avalizados por um juiz e, por um conjunto de circunstâncias históricas, donos do poder absoluto de levantar provas, julgar e condenar sem a possibilidade do contraditório, valendo-se de forma indiscriminada da parceria com grupos jornalísticos.

Em outros momentos, o uso indiscriminado de denúncias por jornais produziu grandes enganos e manipulações.

É possível que Othon seja culpado, é possível que não seja, pouco importa: desde hoje está na cadeia o pai do programa nuclear brasileiro.

O Brasil deve a Othon o maior feito de inovação da sua história moderna: o processo de enriquecimento de urânio através de ultra centrífugas. Foi um trabalho portentoso, que sobreviveu às crises do governo Sarney, ao desmonte da era Collor, aos problemas históricos de escassez de recursos, enfrentando boicotes externos, valendo-se de gambiarras eletrônicas para contornar a falta de acesso a componentes básicos, cuja exportação era vetada por países que já dominavam a tecnologia.

Aqui, um perfil de Othon trazido pelo nosso blogueiro Athos:


Quem é Othon Luiz Pinheiro da Silva? 
 

No dia 14 de Setembro desse ano(artigo de 2011), o Dr. Othon Luiz Pinheiro da Silva recebeu o título de Pesquisador Emérito do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) durante a comemoração dos 55 anos do instituto (veja o evento nesse link). Chamado até de "lenda viva" na cerimônia, há quem diga que conhecer a carreira de Othon é conhecer a História da energia nuclear no País. 

E você leitor, sabe quem é "esse cara"?


CURRICULUM VITAE

Nascido em 1939 em Sumidouro (RJ), Othon formou-se pela Escola Naval em 1960, iniciando sua carreira na Marinha no quadro de Oficiais do Corpo da Armada. Formou-se em Engenharia Naval pela Escola Politécnica de São Paulo em 1966, atuando como engenheiro naval do Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) entre 1967 e 1974. Em 1978, Othon obteve sua especialização em engenharia nuclear no Massachussetts Institute of Technology (MIT). 

Foi Diretor de Pesquisas de Reatores do IPEN entre 1982 e 1984 e foi fundador e responsável pelo Programa de Desenvolvimento do Ciclo do Combustível Nuclear e da Propulsão Nuclear para Submarinos entre 1979 e 1994. Exerceu o cargo de Diretor da Coordenadoria de Projetos Especiais da Marinha (COPESP), atual Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), de 1986 a 1994. 

É o autor do projeto de concepção de ultracentrífugas para enriquecimento de urânio e da instalação de propulsão nuclear para submarinos. 

Atingiu, na Marinha do Brasil, o mais alto posto para os Engenheiros Navais: o de Vice-Almirante. 

Desde outubro de 2005, exerce a presidência da Eletronuclear – Eletrobrás Termonuclear, empresa sediada no Rio de Janeiro, responsável pela construção e pelo gerenciamento das usinas nucleares brasileiras. 

Já recebeu diversos prêmios, entre os quais a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico por serviços prestados à ciência e à tecnologia, prêmio este oferecido em 1994 pelo então presidente da República Itamar Franco.


OTHON E O PROGRAMA NUCLEAR DA MARINHA

"Othon começou o projeto de separação isotópica do Urânio com muita criatividade, liderança e engenharia reversa", disse o Dr. Spero Penha Morato, ex-superintendente do Ipen, em seu discurso em homenagem ao Dr. Othon, na cerimônia de entrega do título de pesquisador emérito. 

O projeto, que começou em 1979, produziu os primeiros resultados em laboratório já em 1982: a conversão do yellowcake (U3O8) em hexafluoreto de urânio (UF6), etapa que antecede o enriquecimento isotópico. O passo seguinte foi a produção de 24 toneladas de hexafluoreto de Urânio através do financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Para o enriquecimento isotópico, Othon desenvolvia, paralelamente à conversão e de forma secreta, centrífugas de última geração, com mancais magnéticos que minimizam o atrito. A única forma de entender rapidamente o funcionamento destes mancais naquela época era serrando uma bomba de vácuo com o mesmo tipo de mancais que havia no IPEN. E Othon fez isso, irritando, claro, muitas pessoas no projeto. Mas, foi com lances ousados como este - acrescentou o Dr. Spero Morato - que Othon pôs o seu projeto para frente.

O jornalista Lourival Sant'anna publicou, em 2004, uma reportagem no jornal O Estado de São Paulo revelando alguns fatos interessantes que marcaram o projeto. Reproduzo, abaixo, boa parte dessa matéria.

Em 1974, Othon Luiz Pinheiro da Silva, então um capitão-de-corveta de 35 anos, foi escalado para acompanhar a construção de submarinos brasileiros da classe Tonelero num estaleiro da Inglaterra. O jovem oficial estava indo a contragosto. Um mês antes de sua sombria partida, no entanto, um almirante sugeriu ao então ministro da Marinha, Geraldo Azevedo Henning, que o enviasse para o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA, para uma pós-graduação em engenharia nuclear.

O ministro Henning, que havia feito uma viagem da Bahia para o Rio em um submarino nuclear americano e ficara entusiasmado, acatou a sugestão. Até então, o contato mais estreito de Othon com energia nuclear tinha sido uma visita ao reator do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), em 1967, quando terminava o curso de engenharia naval na Politécnica da USP.

O Brasil já havia comprado em 1972 o reator de Angra 1, da americana Westinghouse, com a promessa de fornecimento de combustível – processado nos EUA – por 30 anos. Mas, em 1974, começou-se a levantar dúvidas sobre as garantias desse fornecimento. No ano seguinte, o general Ernesto Geisel firmava o acordo nuclear com a Alemanha, que incluía não só as centrais, mas também o ciclo de enriquecimento de urânio.

Até a década de 70, o minério era enriquecido por “difusão gasosa”. Um novo método, mais eficiente e econômico, o da ultracentrífuga, vinha sendo desenvolvido, e o primeiro a dominá-lo em escala comercial foi o consórcio Urenco, formado por Inglaterra, Holanda e Alemanha. O Brasil queria essa tecnologia.

Na última hora, no entanto, os alemães informaram que não poderiam incluí-la no pacote, porque a Holanda, por pressão americana, tinha vetado sua venda ao Brasil. Em seu lugar, os alemães ofereceram aos brasileiros o jet nozzle, um método “muito promissor”, segundo eles, de separação do urânio 238 do 235. Enriquecer urânio é aumentar o teor de 235. Na natureza, o urânio 235 representa apenas 0,7% do minério e o 238, os outros 99,3%. “Quem tivesse feito um curso razoável de física no ensino médio já não compraria esse método”, ironiza Othon. O professor Manson Benedict, um papa do MIT em energia nuclear, deu na época uma aula sobre o jet nozzle, concluindo: “Os brasileiros acreditaram e compraram isso”.

Em 1979, quando Othon voltou ao Brasil, a Marinha não sabia o que fazer com ele. Depois de quatro ou cinco dias de hesitações, levaram o recém-promovido capitão-de-fragata até o diretor-geral de Material da Marinha, o almirante Maximiano da Fonseca. “Você, que cursou esse negócio, quais as nossas chances de ter uma produção nuclear aqui no Brasil?”, perguntou-lhe, de chofre, o almirante. Othon pediu três meses para redigir um relatório. O oficial ficou subordinado à Diretoria de Engenharia. Ao se apresentar, ouviu de seu novo chefe: “Evidentemente não pode ficar um oficial por conta só dessas coisas nucleares”. Othon passou a dividir sua carga horária com o cargo de gerente de um projeto de navio de apoio fluvial. Assim começava o programa de pesquisa nuclear brasileiro: com um oficial em meio expediente.

Othon propôs que o Brasil desenvolvesse sua própria tecnologia. Em outubro de 1978, o então contra-almirante Mário César Flores, do Estado-Maior da Marinha, convocou Othon para dar explicações, depois de ouvir especialistas. A caminho de Brasília, Othon se encontrou no aeroporto com o comandante João Maria Didier Barbosa Viana, que também tinha feito engenharia nuclear no MIT. “Segui o seu caminho”, contou-lhe Othon. “Então você deve estar indo a Brasília pelo mesmo motivo que eu”, especulou Didier. “Tem um louco dizendo que é possível desenvolver o ciclo do combustível nuclear no Brasil.”

Othon passou o dia inteiro respondendo às perguntas que um capitão-de-mar-e-guerra pós-graduado em Monterey (Califórnia) formulava, enquanto Flores fingia ler um jornal. O oficial saiu com a sensação de que tinha ido a Brasília à toa. Pouco mais de um mês depois, foi chamado de novo. “Vai ser outra chatice”, pensou. “Este oficial foi escalado para uma das missões mais importantes que um oficial da Marinha já teve no Brasil”, anunciou solenemente o vice-chefe do Estado-Maior da Marinha, Arthur Ricart da Costa, apresentando Othon ao seu chefe, o almirante Carlos Auto de Andrade. “Deus o ilumine.”

Othon veio para São Paulo e começou a “costurar alianças” com instituições como o Ipen, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e o Centro Técnico Aerospacial (CTA), em São José dos Campos, que estava desenvolvendo um método de enriquecimento de urânio com raio laser. Depois de consultar especialistas, Othon constatou que a opção do laser não seria viável nos próximos 20 anos, e se fixou na ultracentrífuga.

O objetivo último da Marinha era desenvolver reatores e todos os demais equipamentos da propulsão para submarinos movidos a energia nuclear. Se um submarino movido a diesel – como os que o Brasil usa – partir da Baía de Guanabara, em sua velocidade máxima, antes de chegar a Cabo Frio terá de se aproximar da superfície para o snorkel tomar ar, para pôr em funcionamento seu motor e assim recarregar as baterias. Navegando próximo à superfície, pode ser captado com facilidade por sensores infravermelhos. Para ficar no máximo dez dias no fundo, um submarino a diesel tem de se manter praticamente parado. O submarino nuclear projetado pela Marinha trocaria de combustível em dez anos. O limite de permanência no fundo seria de 45 dias.

Entretanto, a Marinha concluiu que em primeiro lugar era preciso viabilizar o ciclo do combustível e adquirir capacidade de enriquecer urânio. “Autonomia é muito importante”, diz Othon, que aos 65 anos tem hoje uma empresa de consultoria na área de energia. “Inspirei-me na solução que eu imaginei que os americanos estavam desenvolvendo na época em que eu era aluno do MIT, mas com a qual nunca tive contato”, conta o almirante. “É óbvio que a centrífuga americana é muito mais espetacular que a nossa.” Mas, segundo ele, a brasileira sai muito mais barato e os materiais importados necessários para sua fabricação não entram no rol dos itens nucleares sensíveis, sujeitos a embargos internacionais.

O programa capacitou indústrias brasileiras a fabricar as válvulas, sensores e medidores das centrífugas. Othon recrutou cientistas e técnicos do Brasil todo. “Onde tivesse alguém que pudesse ajudar, a gente ia conversar.” O sigilo era resguardado por um termo de compromisso. “Foram 14 anos da minha vida, cada dia um desafio”, lembra o hoje almirante da reserva, que dirigiu o programa entre 1979 e 94. Inicialmente, o projeto era secreto e ficou abrigado num departamento fictício, criado para isso, chamado de Coordenação para Projetos Especiais (Copesp), dentro da Comissão Naval de São Paulo.

A primeira dificuldade de Othon foi formar equipe. Quando assumiu, em 1979, o general João Baptista Figueiredo baixou portaria proibindo contratações no setor público. Othon recorreu ao Estado de São Paulo – e a uma artimanha. Fez um memorando à Secretaria de Ciência e Tecnologia, solicitando a contratação de 20 engenheiros e 40 técnicos para trabalhar no Ipen, num “projeto de interesse das Forças Armadas”. Se assinasse sozinho, no entanto, ficaria fácil para a secretaria pedir a análise do Estado-Maior da Marinha, onde o memorando provavelmente pararia. Então Othon pediu a um tenente-coronel da FAB que também assinasse. “Assim, não vão saber para que Força perguntar.” Deu certo.

De posse dessa contratação, Othon, na época capitão-de-fragata, atreveu-se a saltar a hierarquia e procurar o então ministro da Marinha, Maximiano da Fonseca: “Almirante, estou numa situação complicada. O Estado de São Paulo colocou 20 cientistas no projeto, liderado pela Marinha, e ela não colocou nenhum”. No fim, conseguiu convencer o ministro a contratar o dobro de cientistas e técnicos. “Fiquei com um exército de 60 engenheiros e 120 técnicos”, exulta Othon. No seu auge, no início dos anos 90, o programa chegaria a ter 680 engenheiros trabalhando internamente e outros 300 do Departamento de Pesquisa de Reatores do Ipen, do qual Othon era chefe.

Mas nem tudo era ciência: habilidade e jeitinho também contaram. Othon lembra que uma centrífuga antiga, importada na década de 50, utilizada para treinar equipes e dissimular o esforço principal do projeto, havia parado porque tinha um eixo flexível que quebrava com freqüência e tinha de ser trazido da Alemanha. “Eu tinha um técnico, Zequinha, muito habilidoso, que fazia um eixinho novo em três dias. Levei para ele o projeto e fizemos o primeiro juntos”, conta Othon. “No Arsenal de Marinha, não precisava importar. Era só ligar para o Zequinha.” 

Em 1987, num gesto de distensão, o então presidente José Sarney decidiu trazer seu colega argentino, Raúl Alfonsín, para a entrada em operação de um conjunto de 48 centrífugas em Aramar. A inauguração estava marcada para 15 de março. Algumas semanas antes, o indiano naturalizado brasileiro Kesavan Nair, doutor em física de reatores mas também astrólogo, procurou Othon, com uma expressão preocupada: “Quinze de março ‘não bom’”, disse, mostrando uma listagem de computador, na qual uma nuvem negra cobria a data.

Othon ligou para o então ministro da Marinha, almirante Henrique Saboia. “Você acredita nisso?”, perguntou o ministro. “Não”, respondeu Othon. “Eu também não, mas, por via das dúvidas, pergunte quando está bom para inaugurar.” A partir de 28 de março, informou o indiano. Saboia foi falar com Sarney. Mais tarde, ligou para Othon: “Não se preocupe. O presidente é mais supersticioso que nós dois juntos.” A cerimônia ficou para 8 de abril.

Othon guarda até hoje uma planilha de todos os custos do projeto, ano a ano. No total, foram gastos US$ 663 milhões. Aí estão incluídos: o desenvolvimento do ciclo de combustível (projeto Ciclone), da propulsão do submarino (projeto Remo), do submarino propriamente dito, e a infra-estrutura.

“Desafio a me mostrarem no mundo todo um desenvolvimento do ciclo do combustível e da propulsão nuclear com esse custo”, diz ele. Quando deixou o programa, havia quase 700 centrífugas na “colônia”, em Aramar, pelas quais o urânio vai passando e enriquecendo-se gradualmente. A centrífuga americana enriquece bem mais do que a brasileira. A diferença está no custo, que Othon ilustra assim: digamos que sejam necessárias 20 centrífugas brasileiras para produzir o que uma americana produz. Acontece que o custo de 20 brasileiras é menor que o de uma americana.

Em 1994, o Vice-Almirante Dr. Othon Pinheiro da Silva, com 55 anos, teve de deixar o projeto ao completar seu tempo de serviço militar ativo. Os detalhes desse projeto ainda são mantidos a sete chaves, sob pena de prisão pelo vazamento de segredos científicos.

O fato é que o desenvolvimento da tecnologia de ultracentrifugação de urânio é um marco de sucesso na história tecnológica do Brasil e o Dr. Othon teve um papel fundamental nisso guiado pelo lema do CTMSP: “Tecnologia Própria é Independência”.

Uma salva de palmas!

 

http://conhecerparadebater.blogspot.com.br/2011/10/quem-e-othon-luiz-pin...

 

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Minos Adão Filho

Brasil dos juizeco sem pátria

Ele deveria tomar um posição, ao sair da prisão ir embora do Brasil e vender os seus conhecimento a outro país, como o Iran lá lhe dariam mais valor.

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Braulio

Vergonha Nacional !

Esse cientista brilhante que consegui elevar o Brasil a um patamar de destaque deveria era ser homenageado e não massacrado na sua velhice!

É uma vergonha se engole um boi e se engasgam com um mosquito! Nem tudo tem preço na hegemonia mundial! Esse cidadão conseguiu tirar água de pedra e esse é o preço que o Brasil ta lhe pagando! Enquanto juizes almofadinhas que querem passar imagem de salvador da pátria fazem seu showzinho midialistico! Eles podem tudo, senhores acima do bem e do mal, podem matar podem se corromperem vender sentenças que o máximo que poderá ocorrer é uma aposentadoria precoce para curtir seus polpudos salários na flor da idade!

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zé soares sobrinho

entusiasmo

"zé, nao apareceu nenhuma empresa para o sistema de refrigeração". vamos participar....

"claro", respondi sem saber do que se tratava, um menor e estagario aos finais de semana ou nas ferias do senai de refrigeração em um nova empresa de engenharia liderada por um engenheiro naval motivado e entusiasmado, seja no ipen|cenen|copesp ou no amx|embraer ou ainda no pré-pré-sal - pargo, vermelho e carapebas.

entusiamos, motivação. que gostoso.

era só um reator de 100 watts. uma lampada.

dificil, mas não impossivel manter o entusiasmo, motivação e resultados num cenario de The Walking Dead Brazil, hoje ou em 1989.

 

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zé soares sobrinho

menos eh mais

Disciplinar, no amago dos tres poderes, locais e federais, os interesses financeiros, mas não restrito a isto, de pessoas fisicas e juridicas, locais e multinacionais, ong´s e nações, sem regulamentar|aprovar os instrumentos|ferramentas para isso....

100 chance...e mais 500 anos batendo cabeça.

Porque ai o Leão continua monitorando o engordamento ilicito das lebres e bota a PF para parar o pais by LJ, de novo, na ausencia da lei que regulamenta o fluxo dos cafés.

Enquanto isso, a Lei do lobby tomando agua de coco em berço esplendido no Legislativo desde 2007, de velho, e não a toa, capa dos tres poderes em ação na Carta Capital, que para piorar, sugere F³H³C³ x L³U³L³A³, de velhos, embora divertidos, mas nada divertido insistir em uma velha e superada, pra não dizer triste e depressiva, polarização de aposentados, assim como já se aposentou o matra que os criou.

https://www.cut.org.br/noticias/mino-carta-as-condicoes-sao-favoraveis-a...

https://www.linkedin.com/post/edit/industria-50-economia-dos-sentimentos...

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E a geopolitica, estúpido!

E a geopolitica, estupido!

http://josecarloslima.blogspot.com.br/2016/04/coisas-da-republica-refundada-pelos.html

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...spin

 

 

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FLÁVIO MARQUES

A PRISÃO É LEGAL

Para os leios que desconhecem o sistema processual penal brasileiro, curriculo não é salvo-conduto para cometer crimes. Pior. Ter um curriculo desse torna o ato mais grave ainda porque esse custodiado demonstra cultura e conhecimento, não podendo dizer a seu favor que desconhece a lei, ou, quem sabe, princípios éticos. Além disso, os requisitos da prisão temporária (que não é preventiva!) estão na lei 7.960/89, onde o seu art. 1º, I, autoria tal prisão quando for imprescindível para as investigações criminais. Por fim, pergunta-se os críticos tiveram ao menos o interesse de ler os fundamentos da decisão do juízo que determina a prisão? Não, para muitos! É preferível ir pelo achimos. Para criticar, dizer que arbitrário e outros brados, tem-se que ler o processo por inteiro... fora disso, como já dito, é puro achismo!

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Geraldo Luiz da Silva Jardim

Absurdo Acontecimento

Uma pessoa assim estaria completamente assistida por todo o aprelho de Estado para jamais chegar a este ponto devido a um simples Juiz...

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Marcos K

Depois dessa, nada nem

Depois dessa, nada nem ninguém me tira da cabeça que o Moro é um grandissíssimo f.... , quinta coluna, traidor, Joaquim Silvério dos Reis, legítimo pau-mandado do PSDB, que como todos sabem é um partido serviçal de interesses estrangeiros.

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Paulo Civil

Não adiantar falar mal do

Não adiantar falar mal do juiz, o STF está confirmando tudo o que ele pede. Tem é que acabar com a roubalheira que o país não aguentar. Tenha paciência, não defenda corruptos.

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LUIZ ANTONIO LOSS

COMO FICARÁ SÃO PAULO.. ASSIM COMO ESTÁ!?!?

Fica aqui nossa IGNORÂNCIA em não perceber... QUANDO MOURO e seus arautos passarão á limpo o seu próprio estado PARANÁ!?!?!? O  RICHINHA rinchador, acaso livrou-se do último escândalo dos TOMA-LA-DA-CA para encher seus cofres em promover sua eleição!!!!???? Achei que tinha JUIZ por lá o suficiente pra acabar com aquela vergonha!!!!!!!!!!!!!!

E SÃO PAULO? FICA ASSIM????????? INTOCÁVEL!?!?!?!? O METRÔ DE LÁ, EXIBI MILHÕES DE INDÍCIOS, E SE QUER CONSEGUEM ARTICULAR UMA - MODESTA CPI!!!

Enganei-me até hoje... em achar que nesse país a justiça é igual para todos!?!?!?!?

 

ENQUANTO ISSSO   "OS GOLPISTAS PIG E ESSE JURÁSICO E PATÍTICO JUIZ" ficam aguardando o nascimento do tataraneto do LULA, para ver com que nome o batizarão; para arrumar uma DELAÇÃOZINHA e condená-lo!!!

O COISA PÚTRIFA E NOJENTA!!!!

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Severino Januário

O Brasil é um país

O Brasil é um país gigantesco, de 200 milhões de habitantes, onde todos os negócios internos em todas as áreas de produção e serviços  estão fortemente interconectados. Existe uma espécie de globalização interna que faz uma padaria no interior do Pará ter negócios fortemente conexos com uma fábrica de caminhões no interior de Minas. E as instituições públicas perpassam toda esta teia gigentesca, mas com agentes responsáveis em cada divisão territorial que lhes cabe responder. Se o Sumo Sacerdote da Justiça do Paraná for puxar para sua alçada todos os negócios imbricados com os negócios de suas dezenas de prisioneiros, deveremos fechar todos os estabelecimentos e repartições de justiça de todos os estados e enviar todos os seus servidores ao Paraná, para servirem à já famosa e bem sucedida seita anticorrupção do juiz Moro. De lá até a polícia certa virá, para rebocar à sagrada presença do Moro, desde os mais distantes rincões do país, os novos prisioneiros que lhe interessarem. Não há mais dúvida de que existe uma estranha espécie de justiça, cheia de idiossincrasias novidadeiras como sejam as rigorosas prisões baseadas apenas em delação de um ou outro bandido, que está se impondo ao país inteiro, a partir do Paraná. O seu sucesso advém de sua associação declarada (não é escondida por nenhuma das partes) com a mídia corporativa nacional.

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Pedro Elias

Para mim, análise totalmente

Para mim, análise totalmente correta e verdadeira. A última sentença diz tudo sobre o porquê do sucesso de mais essa ópera bufa. 

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Islandes

Será que ninguém ainda

Será que ninguém ainda percebeu que esse moro está agindo em nome de potências estrangeiras?? Alô ABIN??? Onde estão vocês???? Não é possível que não descobriram nada ainda?

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Lindomar Bomfim de Carvalho

descobrir ... somente nós não sabemos

olha ... parece-me evidente que altas patentes tanto militares quanto civis esteja 100% a par do que vc está apontando. 

Por algum motivo não abrem o verbo para o povo. Quais razões? Ameaças terríveis? Invasão? Será se existe um ser de outro planeta que domina o mundo no background e nenhum ser humano é capaz de detê-lo? ...

Mas veja, se o presidente do seu país é espionado na cara dura, se qq aparelho eletronico com acesso à internet permite acesso a todo tipo de espionagem, .... não percebe que somos uma colônia? 

Ao mesmo tempo temos uma elite escravocrata, PROVINCIANA, xenofoba, ...

Bom somente estes ... já são inimigos fortemente capazes de nos manter subjulgados ... imagina se adicionar aí uma pontinha de força externa?

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Maria Silva

É o Terror ...

Como a maioria dos presos nessa "operação", o homem foi preso com base em uma delação. Somente uma delação. Sem provas materiais, sem nada que justifique uma prisão. Se isso não é um retorno a Idade Media e aos metodos do Santo Oficio da Inquisição, então o que é? É coisa pior. É arbitrio, estupidez, é o Terror instalado no Estado brasileiro, com a conivencia da midia e dos Tribunais Superiores. Por muito menos que tudo isso, os canalhas do STF pediram a cabeça do Paulo Lacerda. E olha só onde chegamos...

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AlvaroTadeu

A Idade do Terror: * 01.01.2003, +2...?

De acordo, Maria. Nos últimos 12 anos e meio o Brasil vive a Idade do Terror. A Imprensa (PIG) são os jaobinos, o Tartufo é FHC, o Doutor Guillotin, o Moro que não morou que onde mora, nem mato cresce.

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rafael, BHte

leréia

exagero  essa autêntica leréia de por o cara como o pai do programa nuclear brasileiro, coisa q ele nunca foi. De fato ele é o autor do projeto das centrífugas mas o programa nuclear começa lá nos anos 30. Nos anos 60 ele tinha 20, 25 anos. Quando Geisel se hospedou naquele castelo alemão para assinar os acordos com a Alemanha o vice-almirante era aind aum oficial ralé. Esse papo da imprensa de q alguém recém saído da Escola Naval influenciou brigadeiros, almirantes e principalmente generais a empreender um programa nuclear é bastante difícil de acreditar

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Almeid

Começo a pensar a quem está

Começo a pensar a quem está servindo esta lava jato. Leiam esta matéria do dia 22/07 - seis dias antes da prisão do engenheiro naval:

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1698914-escritorio-entra-com-...

Um escritório de advocacia de Nova York, The Rosen Law Firm, entrou nesta quarta-feira, 22, com uma ação coletiva contra a Eletrobras, acusando a empresa brasileira de divulgar comunicados "falsos e enganosos" e não revelar um esquema de corrupção. Dois executivos da companhia aparecem como réus, o presidente, José da Costa Carvalho Neto, e o diretor Financeiro, Armando Casado de Araujo, de acordo com o processo.
A ação coletiva preparada pelo escritório menciona que o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, teria aceitado propinas de construtoras contratadas para a construção da usina Angra 3. As denúncias foram feitas em uma delação premiada pelo então presidente da Camargo Correa, Dalton Avancini.
Além disso, o texto destaca que a Eletrobras adiou a entrega na Securities and Exchange Commission (SEC), que regula o mercado de capitais dos Estados Unidos, do formulário conhecido como "20-F", que reúne as informações financeiras da companhia de 2014. A justificativa foram as denúncias de Avancini sobre a Eletronuclear, de acordo com o documento. Os American Depositary Receipts (ADRs), que são recibos de ações da companhia negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) caíram 8% com o adiamento. O objetivo da ação, afirma o texto, é recuperar estas perdas para os investidores.
O processo aberto pelo escritório ainda não tem a adesão de investidores. Na semana passada, o Rosen Law chegou a publicar um anúncio convocando acionistas da Eletrobras para aderir à ação coletiva que então planejava abrir. Ainda na Operação Lava Jato, o escritório chegou a entrar em dezembro com uma ação coletiva contra a Petrobras, porém, ficou de fora da ação consolidada, que acabou nas mãos do escritório Pomerantz, que representa o investidor líder, o fundo de pensão do Reino Unido.
Podem aderir à ação coletiva investidores que compraram ADRs da Eletrobras entre fevereiro de 2014 e abril de 2015. Os interessados em ser investidor líder da causa, aquele que representa todos os demais, têm até o dia 21 de setembro para se manifestar.
Ainda sobre a Eletrobras, o processo aberto hoje ressalta que a empresa teria violado, ao não divulgar o esquema de corrupção para o mercado, além das regras do mercado de capitais dos EUA, práticas internacionais de governança corporativa e de contabilidade.

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Almeid

Sobre valores que recebeu

Sobre valores que recebeu nestes ultimos 5 anos e que o MPF acusa serem propina, baseado em acusação sem provas, feitas pelo Avancini da CC:

Podem ser valores LICITOS que recebeu a título de -

A Aratec Engenharia é responsável pela concepção e patenteamento dos Hidro-Turbo-Geradores Integrados da Tecnologia TSA e TLP sendo estas patentes registradas internacionalmente, com registros confirmados nos Estados Unidos e Japão.

--

Desenvolveu e registrou patente dos Hidro-turbo-geradores integrados da Tecnologia TLP. Esta tecnologia de hidro-turbo-geradores teve o direito de fabricação e comercialização transferidas pra a Hydrel Hidro-eletricidade Ltda, onde a Aratec possui participação societária.

Hidro-Turbo-Geradores Integrados da Tecnologia TSA

Turbo-geradores desenvolvidos sob o conceito de simples montagem e padronização de componentes visando fabricação em curto prazo, possuindo como diferencial o aproveitamento de baixas quedas, permitindo também a montagem em série para atender centrais de média e alta queda.

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Ele É, mas quem NÃO É...

Vergonhosa "TRADUÇÃO" de alguns comentários desavergonhados:

 

- Ele é LADRÃO mas ROUBOU SÓ UMA MERRECA (André Araujo, QUE DESGRAÇA)

- Ele é LADRÃO mas É HOMEM DE BEM (kkkkk.....kkkkk....cof....cof...cof....kkkkk....)

- Ele é LADÃO mas TEM CURRICULO

- Ele é LADRÃO mas É MEU AMIGO

- Ele é LADRÃO mas É MILITAR

- Ele é LADRÃO mas SABE DEMAIS

- Ele é LADRÃO mas a CULPA É DOS YANKKES

- Ele é LADRÃO mas É NOSSO

- Ele é LADRÃO mas QUEM NÃO É

- Ele é LADRÃO mas TEM GENTE QUE ROUBOU MAIS

- Ele é LADRÃO mas é TUDO UM COMPLÔ DA DIREITA

- Ele é LADRÃO mas NÃO IMPORTA

- Ele é LADRÃO mas A CULPA É DO CUNHA

- Ele é LADRÃO mas A CULPA É DA PF QUE VAI INVESTIGAR

- Ele é LADRÃO mas A CULPA É DO AÉCIO

- Ele é LADRÃO mas A CULPA É DO MP QUE INVESTIGA

 

Depois a "ESQUERDA" fica choramingando por estar na LATA DO LIXO...Continuem assim, POR FAVOR...

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Estupidez, má-fé e baderna

Ao se ler seu comentário, percebe-se, mais uma vez, que estupidez e má-fé são características das quais deriva todo o pensamento da direita, da qual você é lídimo, como se diz, representante. Percebe-se-se, também, no seu comentário, o viés baderneiro que caracteriza a direita. Aliás, a direita é facção perpetradora de TODOS os golpes de Estado no Brasil.

A questão é a seguinte, meu caro: o almirante foi preso, e nem réu é ainda! Os fundamentos da prisão cautelar do almirante inexistem! O almirante afastou-se da presidência da Eletronuclear. Foi preso em flagrante desrespeito às leis, mas, para a extrema-direita (segmento da direita que aplaude o Estado policial nazista que tenta implantar no país) tudo bem. Para estes beócios, pois serão presos no futuro sob este mesmo desrespeito às leis, o negócio é prender.  A prisão, provavelmente, será ratificada por corporativos tribunais superiores cujos membros andaram afirmando por aí que este é o século do protagonismo judiciário! É, como se vê, na realidade, o século da infirmação da cidadania. A estupidez e o viés baderneiro de vocês da extrema-direita são óbvios

No Brasil, nessa Lava Jato, como aconteceu na AP 470, agem como se age em Estados policiais e em republiquetas. Estamos ao lado da Alemanha nazista, Paraguai e Honduras. Essa é a companhia que radicais de direita como você adoram.

Ao tergiversar como faz em seu comentário, você escamoteia a verdadeira questão, e que é o desrespeito absoluto aos direitos fundamentais de uma pessoa relevantíssima da área de tecnologia nacional, tecnologia de área sensível, fundamental para a segurança nacional. O Brasil precisa muito mais do almirante do que de Moro, um sujeito que tem feito mal ao Brasil.

O segmento da direita que você representa e no qual se inclui é estúpido, age com má-fé e é baderneiro.

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HOMO MANDIOCUS

Meu caro HOMO MANDIOCUS o unico conselho que posso te dar é: VAI ESTUDAR MEU FILHO...

 

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Que retórica!

Uma coisa tenho de dizer a seu respeito: que retórica!

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FH

Cuidado

Nao infle o ego de crianca mimada.

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Mas faltou...

Mas faltou:

 

Ele é LADRÃO mas a culpa é da Resultado de imagem para mandioca

 

 

Ele é LADRÃO mas a culpa é da Resultado de imagem para brahma

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J2C

Amigo, não envergonhe a banda

Amigo, não envergonhe a banda que usa como avatar...

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oneide

Democracia é o império da

Democracia é o império da lei.

O petista fica apreensivo não com a corrupção em si , mas pelas perdas politicas que cada prisão provoca.

Não é o interesse nacional que o preocupa, mas as perdas na fatura politica.

A cada prisão, o partido perde apoio popular, o estigma de partido corrupto já o assombra.

 

 

 

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Leonardo R

Realmente Oneide, a

Realmente Oneide, a democracia é o império da lei.

Mas,

Num país onde há respeito às leis, ninguém é preso sem provas.

O interesse nacional não é entregar nossa riqueza e nossos recursos a grupos estrangeiros como defende o   partido que se declarou o maior partido de oposição AO Brasil.( Agora estão tentando remendar esta declaração);

Num país em que a justiça age com justiça e não como partido político, todos deveriam ser  investigados, não só os pretos os pobre e os petistas.

Estigma de corrupto?  É possível que emplaque após a repetição ininterrupta do conceito pela mídia mais cretina do planeta.

É possível que a tucanalha consiga emplacar seu golpe e impichar um governo eleito legítimamente.

Se você apoia o golpe e acha que " não tem culpa porque votou no Aécio", tenho pena de você, pois terá que arcar com a gigantesca culpa de ter ajudado a destruir nossa pátria simplesmente por ter entregue na mão dos carrascos o porrete que sempre te espancou.

Sugiro que se mude para Miami. Antes, consiga um Green Card para não se tornar um imigrante ilegal e acabar lavando latrinas dos bacanas.

 

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Cristóvão C Marinho

Fora Collor, o PT em peso

Fora Collor, o PT em peso gritava. E não era golpe.
Fora FHC, o PT em peso gritava. E não era golpe.
Fora Dilma, o Brasil em peso hoje grita. E o PT diz que é golpe.
Deu para entender ?
Eu também não entendi nada.

Em tempo: Não sou PSDB

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Isso !!!!!!!!!!!!!!!!!!

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É não, meu caro. O que

É não, meu caroO que diferencia os petistas(pelo menos aqueles a quem me identifico) é:

1) Coragem de arrostar uma súcia de vestais hipócritas que invertem narrativas e personagens; imputam a seus adversários políticos o que na verdade caberia bem para eles. 

2) Democracia não é o império da Lei coisa nenhuma. Nenhuma ditadura, seja de esquerda, seja de direita, governou sem leis. Ao contrário, abundam, abundaram leis, para defender os regimes, os ditadores e as benesses dos que os apoiam, apoiaram. Democracia é o império do Estado de Direito no qual e pelo qual cidadãos e cidadãs sabem que não serão molestados, indiciados, denunciados, condenados ou presos sem quem tenha as prerrogativa do devido processo legal, preservados a integridade física/ moral e a inocência presumida. 

3) Acho que aqui(até onde sei) não tem nenhum preposto do PT. Ou tem? Da minha parte adianto: nunca fui filiado ao PT nem a partido nenhum. A maioria talvez esteja na mesma situação. 

4) Vocês é que são assombrados diuturnamente pela possibilidade da volta do Lula. 

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Falando em SÚCIA e Vestais HIPÓCRITAS...

"Os últimos gestos públicos do Lula são deletérios. Eu espero que ele caia em si. Se ele imaginar que fazendo sabotagens clandestinas ou exercitando a sua influência em membros do STF ou do TCU para coagir a Dilma, para ser mais dócil à sua tutela, ele comete um erro mortal, pois se ela não escapar ele vai junto para a lata do lixo da história..."

       Ciro Gomes, em entrevista ao ex-jornalista em atividade PHA (Arghhhhhhhhhhhhh...)

...rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr.... A cara do PHA é I-M-P-A-G-Á-V-E-L...rsrsrsr...Quem não viu vá lá no curral, digo, blog, do ex-jornalista...

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Maria Silva

Ciro é candidato para 2018.

É provavel que Lula também  seja. Se o Ciro pensa que com essas declarações vai arrebanhar o eleitorado do Lula, tá sonhando. E vc também coxinha I-M-P-A-G-A-V-E-L ....

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O link?

Você poderia fazer o favor de informar o link da entrevista de Ciro a PHA que você menciona? Antecipadamente, agradeço.

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Taí meu caro.

http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2015/07/22/ciro-2-se-for-nece...

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Na mosca!

Na mosca!

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Errado!!!!!

Não, COMEU MOSCA....rsrsrsrsrsrsrs....

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com mais essa confirmação...

passei a desconfiar que qualquer entrevista para a Gpig pode ser usado contra o país

coisas de traidores da pior espécie

triste é saber que sempre foram e com a ajuda da nossa justiça

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Carlos Prado Filho

Parabéns pela prisão do

Parabéns pela prisão do Almirante. O Brasil precisa  acabar com essa coisa de ¨não me toque¨ porque tem um cargo importante. Todos não passam de funcionários públicos e não fazem mais que sua obrigação. Na Suécia os políticos vão trabalhar de transporte público e sem mordomias. Vamos acabar com essa corrupção incrustada em nossa sociedade com exemplos como esse. Se Deus quiser. 

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Cleusa

Viva o grande nacionalista Almirante Othon Bastos!

Carlos, você é tanço de doer!! O problema não é o nacionalista e grande brasileiro Almirante Othon Bastos, mas o traíra do Moro, esse sim deveria ser investigado. Daí se chegaria a quem ele está servindo nas terras do tio sam. Isso é questão de Segurança Nacional,o almirante desenvolveu uma pesquisa que deve continuar fechada a sete chaves. Esses delegados anti-nacionalistas querem entregar o ouro para os EUA. Não é a simples prisão de alguém que cometeu um delito, já que se trata de uma delação forçada no Guantânamo do Juizeco Moro e seus delegados aecistas. Quem garante que sejam verdadeiras??! O submarino nuclear brasileiro que está em construção é o 5º do mundo. Os EUA desejam que continuemos seu quintal eternamente e além disso escravos deles.

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Erica

Eu aplaudiria em pé se todos

Eu aplaudiria em pé se todos fossem presos, inclusive delatados envolvidos do PSDB, que são vários,inclusive dois peixões grandes, Aécio e o serra tarja preta, todos soltos com seus coleguinhas... Justiça seletiva não é justiça. 

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veranis

Pensei o mesmo agora. Se os

Pensei o mesmo agora. Se os tucanos são mantidos alvos e límpidos quando todos sabem que são pior que pano de chão imundo, então isso não é justiça, é simplesmente entreguismo do país ao tio sam.

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Estado policial

Como anda a nossa sociedade! Você se regozija com a prisão do almirante porque ele é um almirante! Ora, meu caro, preste bem atenção: o almirante está sendo preso sem que tenha sido formalmente condenado. Provavelmente, nem réu é, como aconteceu com o Odebrecht, que foi preso antes de se tornar réu!

Se o almirante, com uma história de realizações importantes para o país, teve seus direitos desrespeitados flagrantemente, à luz do dia, o que se pode esperar que aconteça com você? Se algum desafeto seu implicar com sua cara, ou se você tiver alguma diferença pessoal com um juiz, policial, ou alguém do judiciário/polícia, o que acontecerá com você? Ou comigo?

Estamos em pleno Estado policial, algo semelhante ao que ocorria na Alemanha nazista. Se há bônus em prender almirante, como você parece achar (eu não acho), há ônus mais do que proporcional em, desrespeitando direitos fundamentais dos cidadãos para realizar prisões espetaculares, se fazer o país ingressar em Estado policial "a la" Alemanha nazista, Paraguai e Honduras.

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Quando o doleiro Youssef

Quando o doleiro Youssef delatou na operação lava jato desvios de dinheiro em Furnas envolvendo diversos políticos do PSDB, foi interpelado pelo juiz dizendo que a ação se referia a desvios na Petrobras, portanto, Furnas estava fora da questão.

Surge agora a questão da Eletronuclear com a prisão do  Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, mais uma grande obra de desenvolvimento tecnológico brasileiro a cargo da Odebrecht sendo paralisada. Comenta-se que as próximas etapas da lava jato serão as hidroelétricas onde Belo Monte será a bola da vez. Pergunta-se: Por que o juiz não adotou o mesmo critério para a Eletronuclear que adotou em Furnas???

Qual o país que resiste a tantos ataques desvairados em sua economia como o que vem ocorrendo com o Brasil nas ações da lava jato? O país está sendo destruído e levado para o buraco negro da recessão, comprometendo o futuro das novas gerações, tudo isto com a complascência dos tribunais superiores.

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webster franklin

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Altran Gomes da Silvaaa

Talvez, seja o

Talvez, seja o contrário

Talvez, essa seja reformular as bases em que se dá a relação entre as empreiteiras e o Estado brasileiro. Em que obras como a Abreu e Lima e Belo Monte, com um custo se nenhuma base lógica racional, sejam realizadas.

Esse é uma das razões do nosso atraso econômico. VIvemos numa plutocracia, em que tudo em envolve o setor público tem que pagar um ônus adicional para políticos, funcionários e empresas corruptos

Como dependemos do Estado para nos desenolvimentos, rever as bases dessa relação é condição indespensável. Só lamento que seja alcançada através de excessos de voluntarimos

 

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Sérgio Rodrigues

REVOLUÇAO!.....

tsssssssssssssssssssssssssss...........................................

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O Pior da Globo e outros!

Deram manchetes: "Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente da Eletronuclear foi preso”. Como se espalhando a caça as bruxas por outras empresas federais!

Alegria era geral do PIG ate que descobriram que era um vice-almirante da marinha, mudaram o tom, retiraram devagarzinho as manchetes e reportagem ate silenciarem.

Qua!qua!qua!

O JB cedo consultou o STM e postou o material com o procedimento na prisão de um militar e seu desenvolvimento! Há veremos quanto tempo ficará Othon preso!

A noite somente tinha nas redes associadas ao PIG matérias nos longínquo Brasil, do PIG mesmo o tiro no pé dos covardes.

 Um procurador associou a prisao de hoje o cerco aos politicos do PMDB em Brasilia. Serah?

Manchete internacional diversas. 

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lcl botelho

Correção ao meu

Correção ao meu comentário

Prof Marcus Franco das discussões do blog  e não Moreira Franco (Político Fluminense)

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Adyneusa

O almirante Othon denunciaEA

O almirante Othon denuncia EUA enche de espiões o Brasil. Será ess a razão da prisão do almirante??

http://www.parana-online.com.br/m/editoria/pais/news/79261/

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http://politica.estadao.com.b

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,judiciario-e-mpf-pagam-mor...

Alegam que o Almirante receber R$ 4,4 milhões em um periodo de 5 anos, merreca.  Quando juizes e promotores fizeram concurso não havia auxilio-moradia, ganharam depois mesmo para quem tem casa propria, se for um casal do judiciario ou MP ganham em dobro, é legal mas será legitimo? A moral só vale para quem não é concursado?

Para o Tesouro custa muito e sai do bolso do empresariado por meio de impostos.

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