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A sentença que libertou Pizzolato condena a Justiça brasileira

A sentença que libertou Henrique Pizzolato na Itália condenou no mesmo movimento todo o processo pelo qual os réus do chamado “mensalão” foram condenados no Brasil pelo Supremo Tribunal Federal. Não convence a justificativa supostamente alegada pelo tribunal italiano de que as penitenciárias no Brasil apresentam condições de vida subumanas. Também não convence a cobertura que o ministro Marco Aurélio deu a essa justificativa, alegando, também ele, as péssimas condições prisionais brasileiras. Não somos idiotas. A verdadeira  justificativa para a libertação de Pizzolato é que não havia provas para condená-lo no Brasil.

Um protocolo convencional entre os órgãos de Justiça italiano e brasileiro diz que não se pode julgar, na Itália, o que foi julgado no Brasil, em termos substantivos. Mas existe, também, entre a Justiça italiana e a brasileira uma controvérsia pendente sobre o caso rumoroso de Cesare Battisti, condenado à revelia por assassinato na Itália na fase da guerrilha urbana, mas cuja extradição o Brasil recusou por atender a suas alegações de inocência e lhe dando o status de refugiado político. Tudo isso poderia jogar a favor de Pizzolato, na Itália, como efeito de uma espécie de retaliação. Entretanto, a Justiça italiana deu ao réu a oportunidade de defender-se, e ele provavelmente falou muito mais do que criticar o sistema prisional brasileiro.

De fato, quando foi libertado, Pizzolato não se referiu a condições carcerárias brasileiras. Ao contrário, perante várias câmaras de televisão, disse simplesmente que é inocente das acusações que lhe foram feitas no Brasil. Milhares de páginas haviam sido enviadas à Justiça brasileira pelo Banco do Brasil para justificar as operações que conduziu, provando cabalmente sua inocência. Não há dinheiro do Banco do Brasil no esquema do chamado “mensalão”. Sua elevação à condição de réu atendeu essencialmente ao propósito do procurador da República de construir uma cadeia de relações na imaginária narrativa do que teria sido o crime. Joaquim Barbosa deu cobertura raivosa a essa narrativa, e a maioria dos demais juízos, intimidados pela fúria do relator do caso, o seguiu.

Talvez, pela autoridade moral que o Supremo representa para grande parte da população seja difícil admitir que a condenação de tantos inocentes, em julgamento televisivo, possa ter ocorrido sem reação da mídia e do público. Acontece que a mídia brasileira comporta-se como meio de acusação, sem qualquer sentido de imparcialidade. Com episódicas exceções, como foi o caso da “Folha” em relação às acusações contra Dirceu (ver http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/09/1345627-dirceu-foi-condenado-sem-provas-diz-ives-gandra.shtml ), ela toma o partido do acusador pois isso provoca maior sensação. O público, obviamente, acaba sendo tangido pela mídia como gado em razão das condições nebulosas que ela cria ignorando o secular princípio jurídico do in dubio pro reo. Do ponto de vista jurídico, recuamos a um estado anterior ao século XVIII, quando o marquês de Beccaria pontificou que não há pena sem crime, nem crime sem cominação legal.

A condenação de Dirceu, mais ainda do que a de Pizzolato, foi um estupro jurídico, como atesta a entrevista acima de um jurista insuspeito de simpatia com o PT, Yves Gandra. Se levado a um tribunal italiano, o caso Dirceu teria idêntico desfecho ao de Pizzolato: para salvar a cara da Justiça brasileira, ele diria que libertaria Dirceu por causa das péssimas condições carcerárias no Brasil. Como isso é uma meia verdade, livra a cara de uma sentença mais inconveniente, que entrasse no mérito da condenação brasileira. Entretanto, alguém argumentou muito bem que as condições da Papuda são razoáveis. Dirceu e Genoíno passaram por lá sem apresentar grandes reclamações.

Pizzolato é o testemunho vivo de que o STF tornou-se uma corte exclusivamente política, capaz de condenar pessoas sem prova apenas para benefício de uma corrente partidária. Isso em ocorrido à maioria dos sistemas judiciais na história, porém nunca fora de um ambiente revolucionário. O STF tentou extorquir o mandato político do PT pela via pacífica dos pronunciamentos judiciais, com evidente parcialidade, os quais se repetiram agora, nas vésperas das eleições, mediante o conluio de um juiz federal do Paraná com a revista “Veja”. (A propósito, querem tirar o juiz do processo; é um erro. Trata-se de um jogo da “Veja” para distrair a opinião pública da questão central, que é a validade dos depoimentos “premiados”.)

No célebre caso Dreyfus, um grande escritor, Zola, representou a consciência moral da França ao escrever “J´accuse”, um livro demolidor contra o sistema judicial francês que condenou um oficial do Exército sem prova por suposta traição. Também nesse caso a opinião pública do país havia sido envenenada no limite contra o acusado inocente, ademais judeu. Aqui, exceto por um pequeno grupo de jornalistas e juristas – Luis Nassif, Paulo Henrique Amorim, Jânio de  Freitas, Fábio Comparato, e eu próprio (não me lembro de todos) -, a esmagadora maioria da mídia tomou o partido dos Torquemadas, na maior demonstração de uma imprensa doente que ignora suas raízes imparciais e toma o partido do mais forte.

Felizmente para testemunho da história, Pizzolato tem dupla nacionalidade e ganhou a estrada antes que o poluído sistema judiciário brasileiro o apanhasse. Não fosse sua inteligente esperteza, presumindo o que lhe teria acontecido no Brasil em termos de destruição de sua reputação e de parte de sua vida, não teríamos a singular oportunidade de ver a Justiça italiana, berço romano da nossa, passar uma descompostura pública no STF. Há dois mil anos, um inocente foi levado à presença de Pilatos, o procurador romano na Galiléia. “Ecce homo”, lhe disseram. “Eu não vejo culpa nesse homem”, reagiu Pilatos. O inocente não teve sorte porque Pilatos, em lugar de decidir pela imediata soltura, mandou que fosse cumprida sentença sabidamente injusta. Os tribunais romanos, desde então, melhoraram muito.

 

*Economista, doutor pela Coppe-URJR, professor de Economia Internacional na UEPB. 

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Comentários

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A verdade esta vindo a tona. O Joaquim Barbosa fugiu por isso:

"Sivelli ha quindi ricapitolato gli argomenti portati dalla difesa contro l’estradizione. In primo luogo, il fatto che in Brasile “non doveva avere il processo davanti al supremo tribunale” ma un processo “ordinario così come lo hanno avuto altri imputati che non avevano la pubblica funzione”. Poi “la violazione del doppio grado di giudizio” e “il fatto che non è stata consentita l’acquisizione di prove dell’indagine parallela”. Infine, probabilmente elemento decisivo, secondo i difensori “il problema delle carceri, anche perché dall’altra parte non sono state in grado di confutare le nostre documentazioni”. Il riferimento è alla mancanza di garanzia del rispetto dei diritti umani nelle carceri brasiliane, sostenuto dalla difesa."

 

 

http://www.ilfattoquotidiano.it/2014/10/29/henrique-pizzolato-allestradi...

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Plinio Marcos Moreira da Rocha

INTERPOL esclarecimentos situação de Henrique Pizzolato

Prezados,

 

Apresento o documento “INTERPOL esclarecimentos situação de Henrique Pizzolato”, https://pt.scribd.com/doc/251387073/INTERPOL-Esclarecimentos-Situacao-de-Henrique-Pizzolato , onde estamos questionando a INTERPOL pelo reconhecimento do Mandato de Prisão emitido pelo Estado da República Federativa do Brasil contra o Sr. Henrique Pizzolato, apesar de nossos esforços feitos em 01/02/2014, dos quais, nenhuma resposta nos foi encaminhada.

Ressaltamos que o questionamento, ora efetuado, esta calcado na avaliação do mérito da solicitação feita pelo Brasil à Itália de extradição do Sr. Henrique Pizzolato, uma vez que, ao embasar a rejeição da extradição, a Côrte de Apelação de Bologna, de forma reflexiva, condenou a República Federativa do Brasil, através de seu Poder Judiciário, em especial o Supremo Tribunal Federal, por não respeitar princípios básicos do Direito Brasileiro e do Direito Internacional.

Algo que nos permite acreditar que a essência da existência da INTERPOL impede, que ainda hoje, o Sr. Henrique Pizzolato possa ser reconhecido, e tratado, como Criminosos Foragido Internacionalmente.

Atenciosamente,

Plinio Marcos

 

Pizzolato,Mensalão,STF,Bologna,condenação,reflexiva

 

THE INTERNATIONAL CRIMINAL POLICE ORGANIZATION - INTERPOL”
Presidência e Secretaria-Geral
200, quai Charles de Gaulle
69006 Lyon
França

Fax: +33 (0) 4 72 44 71 63

E-mail: http://www.interpol.int/Contact-INTERPOL

 

Esclarecimentos quanto a situação de Henrique Pizzolato

 

Excelentíssimos,

 

Presidente da INTERPOL, Srª Mireille Ballestrazzi

Secretário-Geral da INTERPOL, Srº Jürgen Stock

 

 

Será que a INTERPOL foi criada com o objetivo de atuar na captura de “perseguidos políticos” ? Onde assintosamente Ritos Processuais são alterados, e manipulados, em função de interesses “político-partidário”.

Afinal, quem esta com a Razão: A Constituição da República Federativa do Brasil ? O Supremo Tribunal Federal da República Federativa do Brasil ? A Côrte de Apelação de Bologna ? A INTERPOL que não reconhece a premente, e necessária, sua avaliação, quanto a Legalidade, a Legitimidade do mandato de prisão, pela condenação do Sr. Henrique Pizzolato ?

Deve Henrique Pizzolato ainda ser reconhecido como Criminoso Foragido Internacionalmente ?

Atenciosamente,

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha

Colando” (copiando) gráu de Doutor, com Doutorado em Direito de Merda(inexistente), em Estabelecimento de “Merda(inexistente), reconhecido pelo Ministério de Educação de Estado de “Merda(que tudo assiste, em duplo sentido), de um Estado Democrático de Direito de “Merda(que tudo permite), conforme o documento “Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade,

http://pt.scribd.com/doc/145276286/Sugestoes-de-Acao-no-RESGATE-da-Credibilidade .

Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente

Um cinquentão com índole de um jovem revolucionário apaixonado por tudo o que se envolve, e por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores

 

A Despreocupação Responsável em mudar Conceitos e Valores

De regerende Verantwoordelijk in snel evoluerende concepten en Waarden

The lack Responsible Change in Values and Concepts

Le responsable régnant en changeant Concepts et valeurs

Il regnante responsabile nel cambiare Concetti e Valori

 

Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II


 

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Ô, chiliques. Direção Naconal q se pronuncie publicamente.

Nos países mais civilizados,de menores índices de impunidade e de corrupções,há pressões,negociações,influências variadas sobre os parlamentos para a governabilidade.Imagine sob uma amplíssima coligação.Caixa 2 é praticado por todos.Sabe o que mais é praticado por todos?Não vou dizer,nham-nham-não...Acreditar de que só houve Caixa 2...Claro q o alvo e safadezas do julgamento era,foi e será contra o maior agrupamento q alardeava de baixo pra cima (ou inocenteme- nte, nascido tb sob influência religiosa).Não mais creio q tenha sido apenas Caixa 2.E não foi só pela fundamental e necessária "pressão" contra o Parlamento. Há aproveitadores em qq grupo.O resto é plim-plim às avessas. Pios.

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Mulholland

Agora a Justiça Italiana vai

Agora a Justiça Italiana vai auditar todas as decisões da Justiça Brasileira. A Corte de Apelações de Bologna é a nova instância. O que eu vi de texto falando que a sentença italiana disse isso ou aquilo... A sentença, que é bom, ninguém viu. Só ouviu o que disse o advogado.

 

Batisti também ficou no Brasil porque o Ministro da Justiça alegou falta de provas. A decisão de conceder asilo agora também vai validar a decisão que condenou o asilado. Igual as eleições inocentam políticos condenandos por corrupção.

 

Vocês estão delirando. Itália usou de reciprocidade. Batisti ficou no Brasil por motivos ideológicos, mas tinha que ter uma formalidade, então fala-se de ausência de provas. Itália quis mandar uma banana para o Brasil. Todo mundo sabia que ele não seria extraditado por causa do caso do Batisti. Até o próprio Henrique.

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Plinio Marcos Moreira da Rocha

Quem “Apenou” Sem Competência Pode, e Deve, Ser Considerado ?

Prezados,

              Apresento o documento “Quem “Apenou” Sem Competência Pode, e Deve, Ser Considerado”, https://pt.scribd.com/doc/250898079/Quem-Apenou-Sem-Competencia-Pod... , onde estamos contestando a opinião de joaquim barbosa quanto a preocupação de Dilam Rousseff em obter do Procurador-Geral da República informações sobre possíveis investigações do Ministério Público dos indicados a Ministros de Estado.

              Abraços,

              Plinio Marcos

 

                           Quem “apenou” sem Competência pode, e deve, ser considerado ?

          O ex-ministro joaquim barbosa coloca como “degradação” , em meu entendimento, a presumível, e Legítima preocupação, da Chefe do Poder Executivo da República Federativa do Brasil, de zelar, e preservar, a Instituição Democrática de Ministro de Estado da República Federativa do Brasil, ao consultar o Chefe do Poder Ministério Público da República Federativa do Brasil, sobre o possível envolvimento em investigações, “em andamento”, sob sua responsabilidade, de “indicados” ao Cargo, de tal forma, a garantir, e a evitar, que sejam “investidos” indivíduos que possam, de alguma forma, comprometer tais Instituições, como o divulgado na notícia “Joaquim Barbosa sobre Dilma: Que degradação!”,

http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/12/22/joaquim-barbosa-sobre-dilma-que-degradacao/ .

          Joaquim Benedito Barbosa Gomes É Doutor e Mestre em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas), onde cumpriu extenso programa de doutoramento de 1988 a 1992, o qual resultou na obtenção de três diplomas de pós-graduação. Cumpriu também o programa de Mestrado em Direito e Estado da Universidade de Brasília (1980-82), que lhe valeu o diploma de Especialista em Direito e Estado por essa Universidade.

           É Professor licenciado da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde ensinou as disciplinas de Direito Constitucional e Direito Administrativo. Foi Visiting Scholar (1999-2000) no Human Rights Institute da Columbia University School of Law, New York, e na University of California Los Angeles School of Law (2002-2003.

           É assíduo conferencista, tanto no Brasil quanto no exterior. Foi bolsista do CNPq (1988-92), da Ford Foundation (1999-2000) e da Fundação Fullbright (2002-2003).

           É autor das obras "La Cour Suprême dans le Système Politique Brésilien", publicada na França em 1994 pela Librairie Générale de Droit et de Jurisprudence (LGDJ), na coleção "Bibliothèque Constitutionnelle et de Science Politique"; "Ação Afirmativa & Princípio Constitucional da Igualdade. O Direito como Instrumento de Transformação Social. A Experiência dos EUA", publicado pela Editora Renovar, Rio de Janeiro, 2001; e de inúmeros artigos de doutrina.
http://www.stf.jus.br/portal/ministro/verMinistro.asp?periodo=stf&id=39

           Será que um indivíduo, com o currículo acima, pode, e deve, ter uma sua “consulta” considerada, quando foi Relator de um Processo de Crime Comum (Ação Penal), por Tribunal Constitucionalmente INCOMPETENTE (Supremo Tribunal Federal) para “condenar”, e “apenar”, por exemplo, Banqueiro, Publicitário, e Funcionário do Banco do Brasil, como se fossem Autoridades Institucionais com direito a FORO PRIVILEGIADO ?

          Quando consta da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, no CAPÍTULO IV - DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA, Seção I - DO MINISTÉRIO PÚBLICO, Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm

          Em função do colocado até aqui, um dilema fica no ar:

          Será que a possibilidade da Chefe do Poder Executivo da República Federativa do Brasil ter a informação de que um seu possível “indicado” a Ministro de Estado da República Federativa do Brasil esta, ou não, sendo objeto de “investigação” em qualquer dos processos “em andamento” sob responsabilidade do Poder Ministério Público da República Federativa do Brasil, pode, ou deve, tipificar Consulta Jurisdicional ?

          Será que a possibilidade da Chefe do Poder Executivo da República Federativa do Brasil ter a informação de que um seu possível “indicado” a Ministro de Estado da República Federativa do Brasil esta, ou não, sendo objeto de “investigação” em qualquer dos processos “em andamento” sob responsabilidade do Poder Ministério Público da República Federativa do Brasil, pode, ou deve, tipificar um ato de Defesa do Regime Democrático, pelo Zelo, pela Preservação da Instituição Democrática de Ministro de Estado da República Federativa do Brasil ?

          Em meu, empírico, intuitivo, nacionalista, sentimento, reconheço que a consulta em questão NÃO É uma consulta jurisdicional, e SIM É uma consulta orintativa, ou aconselhativa, de um Chefe de Poder para outro Chefe de Poder, com o objetivo MAIOR de ZELAR, e PRESERVAR, o Regime Democrático Brasileiro de qualquer possível conduta que venha a comprometer, no caso, a importante Instituição Democrática do Ministro de Estado.

          Aproveito a oportunidade para registrar meu lamento, pela recusa do Estado Italiano de permitir a extradição de Henrique Pizzolato, estar calcada nas condições degradantes dos presídios brasileiros, uma vez que, em meu entendimento, deveria estar calcada na INCOMPETÊNCIA do Supremo Tribunal Federal de julgar, por crime COMUM, Banqueiro, Publicitário e Funcionário do Banco do Brasil, conforme o colocado no documento * Henrique Pizzolato possível “revanche” do Judiciário Italiano *, http://pt.scribd.com/doc/185655567/Henrique-Pizzolato-possivel-%E2%... , onde estamos sugerindo ao Consul Geral da Itália no Rio de Janeiro, que em função da “fuga” do Cidadão Brasileiro, e Cidadão Italiano, Sr. Henrique Pizzolato, o Judiciário Italiano, a Luz da Constituição Brasileira, cominada a da Constituição Italiana, avalie o Habeas Corpus 115.179 Minas Gerais, uma vez que, o mesmo esta calcado na premissa de que o Julgamento da AP 407 é INCONSTITUCIONAL, é uma arbitrariedade de um Tribunal de Excessão, por ter como fundamentação o “FORO PRIVILEGIADO” em contexto Constitucional de que “TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI”, entre outras considerações. Algo que, em princípio, ANULA a condenação de TODOS aqueles que não tem direito ao FORO PRIVILEGIADO, eliminando qualquer possibilidade de Henrique Pizzolato ser reconhecido internacionalmente como Criminoso Brasileiro Foragido.

          Reitero meu Respeito, Minha Consideração, Minha Admiração, pela Presidente da República Federativa do Brasil, Srª Dilma Vana Rousseff, principalmente, pelo seu esforço em não ser “contaminada” pelo que aí esta, uma vez que, sendo Presidente Eleita por um BLOCO PARLAMENTAR formalmente organizado em COLIGAÇÃO PARTIDÁRIA, teve em seu Ministério Membros “indicados” pelos seus Partidos Membros, onde referenciais de postura Ética, e Profissional, puderam ser superficiais, pelas poucas informações, muitas vezes, disponíveis.      
          Logo, embora para alguns, que não Eu, sua preocupação seja “degradante”, para outros como Eu, sua preocupação é LEGÍTIMA, e COMPATÍVEL, com as Atribuições, e Responsabilidades, do Cargo do qual esta INVESTIDA, principalmente, quando, hoje, sofres ataques diretos, de “indicações” de Partidos Membros da Coligação Partidária que permitiu seu primeiro mandato.

          Portanto, reconheço que nas vésperas de iniciar o seu segundo Mandato de Presidente da República Federativa do Brasil, seja natural, uma preocupação primeira com as necessárias informações disponíveis ao Ministério Público, quanto a qualidade dos “indicados” pelos Partidos Membros da Atual Coligação Partidária, principalmente, quando vivemos um Presidencialismo Relativo, uma vez que, a Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, embora seja de Sistema Político Presidencialista tem “ALMA” de Sistema Político Parlamentarista, onde parte dos Poderes Históricos Presidencialistas foram transferidos para o Parlamento, do qual, necessariamente, deverás ser “parceira”, tendo em vista, que sem seu apoio nenhum Presidente Brasileiro terá “governabilidade”.

         Atenciosamente,

         Plinio Marcos Moreira da Rocha

Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – Brasil

CEP 22010-010

Tel. +55 21 25427710

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Marco Antonio Silva

A íntegra da defesa de Pizzolato

A Corte Italiana aceitou as alegções de Pizzolato

http://www.ocafezinho.com/2014/10/31/a-integra-da-defesa-de-pizzolato/

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Marco Antonio Silva

Mulholland, sqn: O motivo não foi Battisti não

Só que não...Pois se a Italia quisesse se vingar do Lula era só ter extraditado o Pizzolato na véspera da eleição, no entanto optou por um julgamento técnico. A direita é que está com esse chororô sobre Battisti..nada a ver...a Corte Italiana alegou vários motivos tais como: O STF negou ao Pizzolato o sagrado direito ao duplo grau de jurisdição...o réu eh italiano...a lei italiana o protege por causa da idade...so pra citar alguns motivos, mais do q justos

http://www.ocafezinho.com/2014/10/31/a-integra-da-defesa-de-pizzolato/

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Bundas brilhantes

Complexo vira-lata à parte, mas é por coisas como este julgamento farsesco que, como disse um senador italiano, o Brasil é mais conhecido por suas bailarinas do que por seus juristas. Depois dessa presepada do STF, como negar que somos um pais de bundas brilhantes e juristas insignificantes, uma pena que uma das maiores economias do planeta tenha um Judiciário deste nível, com esta imagem perante o mundo civilizado. Bem merecidos os puxões de orelha dados por juristas de peso. Que vergonha, senhores ministros, continuem sendo marionetes dessa  imprensa cujo partido que defende acabou de ser derrotado nas urnas pelo povo brasileiro apesar de todos os esforços para elegê-lo, para isso instalaram inclusive este tribunal de exceção, mas não deu né. 

 
 

 

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helcio dias de sa

Bundas brilhantes

Ministro Joaquim Barbosa o nosso Simao Bacamarte e sua casa verde." O Brasil  real é bom e revela os melhores instintos,mas o país oficial é caricato e burlesco(Machado de Assis,que nao conheceu Jbarbosa mas conhecia todas as psicopalogias midiaticas)

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Canotilho, critica Joaquim Barbosa e julgamento do "mensalão"

Para quem não sabe, Canotilho é guru do STF

É melho procurar saber quem aprova esse julgamento farsesco, bom dia!


http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/11/guru-dos-ministros-stf-critica-joaquim-barbosa-e-julgamento-mensalao.html

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Imprensa tupiniquim constrange Klaus Roxin

Para tentar impor suas falsas verdades sobre o "mensalão", imprensa tupiniquim constrange o jurista Klaus Roxin, autor da teoria do domínio do fato(com provas)

http://www.conjur.com.br/2012-nov-19/mensalao-esclarecimento-claus-roxin-publico-brasileiro

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Lula em entrevista à RTP: O mensalão não existiu

E não existiu mesmo. Não se trata de se questionar se os envolvidos são ou não de confiança e sim o fato de que o julgamento foi político, afirmou Lula em entrevista à RTP.

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Azuir Ferreira Tavares Filho

JULGAMENTO DO MENSALÃO

 

 

 

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Franklin Martins: O mensalão não existiu

 

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relaxa, meu bem, relaxa

Jorge Mautner

https://www.youtube.com/watch?v=FM_VuvGSvyk

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

Locomotiva

https://www.youtube.com/watch?v=Cic87SXKxbY

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

Tempo Rei

https://www.youtube.com/watch?v=CTJdrLuNVzQ

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

Globo pagava BV a Valeriodantas

http://www.juniorpentecoste.com.br/2013/11/documento-globo-pagava-bv-valeriodantas.html

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Por ter sido o alvo o PT . O bê-a-bá da luta política

Quero ver manifestação da Direção Nacional vir a público levantar uma palhinha pela figura,quero ver.Uma e outra personalidade em declarações ao seleto público estão no vale-tudo da luta política.Ou,p/mais ilustres q sejam,não são imunes a tolices,a crenças,a fé.Poderia(e posso,mas não o faço)citar sindicalista e militante lá de cima q defende em público,em rede social e assemelhados,a figura,mas em privado quer distâcia,prefere ver o diabo na cruz.Se houve abusos, arbitrariedades,como leigo sem ter lido os autos,achei,p/ex., aquela da Teoria do Domínio do Fato uma aberração,seu autor, um alemão,se não me engano,não corrobora o uso que se fez pelo STF,segundo entrevista na FSP,citada quando é conveniente,satanizada idem.

 

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

O BV pega a Globo - I

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/sem-entender-o-bv-nao-se-entende-o-mensalao/

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O mensalão não existiu

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Fala Dallari

O julgamento do mensalão foi sem dúvida um tribunal de exceção levado a cabo pela máfia midiático-jurídica,  essa Cosa Nostra que não tem feito outra coisa senão solapar as conquistas do povo brasileiro

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E por falar em Gilmar Dantas....

No que deu a investigação sobre o sumiço de milhões de reais do TJ-BA no qual  estão envolvidos o ministro e seu IDP

 

http://tijolaco.com.br/blog/?p=14064

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Eu tinha parado quando o

Eu tinha parado quando o ignorante transformou o J'accuse em livro, mas agora vi que ele escreveu também que Pilatos teria ouvido, e não proferido, o famoso "Eis o homem".

Resumindo, o sujeito é um ignorante completo.

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Hahahahaha, piada mesmo

Vamos rir do absurdo hahahaha:

"No célebre caso Dreyfus, um grande escritor, Zola, representou a consciência moral da França ao escrever “J´accuse”, um livro demolidor contra o sistema judicial francês que condenou um oficial do Exército sem prova por suposta traição."

Quem conhece o caso Dreyfus sabe que o que Zola escreveu foi um célebre artigo de jornal rsrs. O cara disse que foi um "livro demolidor" rsrsrs. Piada pronta.

É o naipe dos defensores de Pizzolato na Internet brasileira rsrsrs

 

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

imagem de Daytona
Daytona

Dallari, Canotilho,

Dallari, Canotilho, Comparato, LFG, Pedro Serrano, até mesmo Ives Gandra...é o naipe dos críticos do Mentirão.

Argolo, Lobão, Constantino, Jabor, Reinaldo Azevedo, Joaquim Barbosa...é o naipe dos apoiadores.

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Mentira, nenhum deles defende a corrupção do mensalão

Alguns dos citados discordam de alguns entendimentos dos ministros que julgaram o processo. É bem diferente de dizer que o mensalão não existiu ou que é uma coisa válida. Nenhum deles nega que milhões de reais foram pagos a líderes da base aliada. A discussão é outra. Por exemplo, os poucos defensores dizem que não existiriam provas de que Dirceu, Genoino etc, sabiam disso ou concordaram com isso, em corromper parlamentares para angariar apoio para o governo. Ou seja, são alegações sobre a autoria e não sobre a materialidade do crime, que é incontroversa, já que os pagamentos foram comprovados, o que é mais do que suficiente para caracterizar a corrupção.

Os pouquíssimos que negam a corrupção, falando alopradamente em caixa 2 de campanha, são vinculados ao PT e opinam de forma parcial, como o comentarista que vive fazendo spam neste blog, IV Avatar. Não merecem crédito. Estão fazendo política e não opinam de acordo com direito, a exemplo de Dallari e Serrano. Desconheço que Comparato tenha falado algo defendendo a distribuição de milhões de reais a líderes da base aliada. Ele não é maluco e sabe que isso é corrupção.

O resto é que não defendeu mesmo a corrupção do mensalão. Canotilho está acima desses esquemas de corrupção. Só quer saber de direito constitucional, coisa que vc não sabe o que é porque é um ignorante estúpido defensor de ladrão, com a desvantagem de não ganhar nada com isso, como os filiados ou vinculados ao PT. Essa parte fica por conta do teu perfil de fake otário, baba-ovo de quem ganha com a defesa da corrupção do mensalão, o que não é o teu caso, já que vc é um loser para ganhar alguma coisa em qualquer situação.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

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jota

Mentem

Sim, mentem, por que não lhes interessa mais sustentar o discurso certo. Querem que seus novos santos sejam canonizados. O Ives Gandra dificilmente faria parte dessa patota. Outra coisa, não acusem o mensageiro...

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Daytona

A crítica do Canotilho

A crítica do Canotilho reside, principalmente, na ausência do duplo grau de jurisdição, valor universalmente reconhecido como fundamental, e ignorado por advogadozinhos como Argolo, o concurseiro fracassado.

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Olha só a entonação de voz do mala sem alça

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...spin

 

 

Acho que a galera não entende ou não quer entender

Acho q a galera não entende ou não quer entender o significado de qdo me referi, noutros dias,como extremamente inteligente,apaixonante,encantador,cativante,humilde(A humildade como forma de dominação assim tb. me referi a Marina, citando um aforismo de autor X no 1. turno).Mas o amor é cego.Nâo tenho saco - nem devo - entrar em detalhes.Que continuem assim histéricos "não houve mensalão,não houve,nao houve".De início,citei Mino Carta e o calhamaço e pesquisas em q certamente Tarso Genro Ministro da Justiça se baseara pra indicar asilo a Battisti.Em sinal contrário,acho q amanhã e p/muitos dias,meses,voltarão posts-títulos assemelhados e comentários de boa fé negando "influências" e "pressões" diversas sobre os Parlamentos no mundo todo.

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

quem o conheceu no início

sente q Andréa realmente é convicta e continua apaixonada.Como cativados foram simpatizantes e companheiros(exceções resistiram a tentativas de ampliar suas bases e seu livre trânsito).Seminário de São Leopoldo-RS. Toledo-PR.Banco do Brasil-NPD-setor vital Porto Alegre e... um... "mal entendido", prenúncio do mal entendido contra Gushiken - nada de novo,uma intuição aqui,uma antena ali,uma ocorrência lá,um "mal entendido" q se repetia.No controverso argumento de "é pra não fazer o jogo da direita",e pra não desancar mitos,fala-se outra coisa longe da massa de simpatizantes e de filiados.É triste e dói.

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

Pizzolato é inocente

Incrível como o pig se repete assim sem tirar nem por: Todos os veículos de comunicação omitem os reais motivos da negação da extradição a Pizzolato: Os erros da AP 470, além de outros como o réu possuir cidadania italiana,  a idade....

E tem gente que só lê  o pig e se acha bem informado.Pig foge da esposa de Pizzolato como o diabo foge da cruz...pq será... "E, ironia das ironias, após a mídia gastar sabe-se lá quanto, pagando correspondentes da Itália para acompanhar o caso Pizzolato, e fazendo de tudo para obter entrevistas ou imagens de Andrea Haas, mulher de Pizzolato, quando alguém consegue enfim uma entrevista com o próprio, ela é escamoteada. Não recebe nenhum destaque, nem no próprio Estadão."

http://www.ocafezinho.com/2014/10/30/midia-esconde-entrevista-com-pizzolato/

andrea.jpg

 

 

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...spin

 

 

O desespero é geral

"O desespero é geral pois   se Pizzolato conseguir concretizar o que  é de fato o motivo de ele estar na Itália, ser julgado novamente, e assim , poder apresentar as provas de sua inocência,que aqui lhe foi negado... A casa de muito pistolão, golpista togado,e empresas como a Globo principalmente, vai cair!" 

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...spin

 

 

Repostando sem o termo que ensejou a denúncia do comentário

"Não somos idiotas. A verdadeira  justificativa para a libertação de Pizzolato é que não havia provas para condená-lo no Brasil."

Há controvérsias sobre não serem idiotas (aposto minhas fichas que é ou caso de idiotia ou desonestidade, das duas, uma). Sobre as provas, nenhuma controvérsia. Há provas para condenar Pizzolato dez vezes seguidas.

E esse texto é um lixo pelego e demagógico. E é mentiroso. Nassif nunca disse que Pizzolato era inocente.

A picaretagem desse artigo começa logo em querer comparar o processo aberto na Itália com o processo da AP 470. São processos completamente diferentes. Um é uma ação penal. O outro é um processo de extradição, onde se discutem questões específicas, não discutidas na ação penal que tramitou no STF, o processo do mensalão.

O autor do post não é sério. A decisão da Corte de Bolonha, que deve julgar um caso de extradição a cada morte de um bispo, como se diz, nem foi ainda publicada e esse sujeito fala como se conhecesse a decisão. Vai ser picareta assim lá longe, rapaz.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Sobre a idiotice pode até

Sobre a idiotice pode até haver discordância, mas sobre a ingnorância não há, pois a mesma está escancarada duplamente no texto, quando transforma uma peça  famosa como o J'accuse em livro e quando inverte o ainda mais famoso "Eis o homem".  Este em latim, para demonstrar sapiência perante seus leitores, ávidos por enrolations.

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Verdade

J'accuse virou um "livro demolidor" hahahahaha

O cara não sabe nem enunciar corretamente o princípio da reserva legal em direito penal e quer opinar sobre o caso de Pizzolato rsrs.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Distorcendo um princípio comezinho do direito penal

"Do ponto de vista jurídico, recuamos a um estado anterior ao século XVIII, quando o marquês de Beccaria pontificou que não há pena sem crime, nem crime sem cominação legal."

Hehehehe, essa construção é nova para mim. Conheço o princípio, presente na famosa obra de Beccaria, "Dos Delitos e Das Penas", que diz que não há crime sem lei anterior que o defina nem pena sem prévia cominação legal. É a pena que é cominada e não o crime. O crime é tipificado e positivado em lei. Chama-se mais apropriadamente de princípio da reserva legal em direito penal, consagrado no art. 1º do Código Penal brasileiro.

"Não há pena sem crime", cada uma. Claro que não há pena sem crime. A questão é que não há crime sem uma lei dizendo que conduta exatamente é considerada crime e qual a pena aplicada.

O cara confundiu tudo. Dizer que não há pena sem crime é uma obviedade sem tamanho. Beccaria nunca disse isso. A intenção maior sempre foi colocar a importância da lei em evidência quando se trate de crimes.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

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Valter Moreira Figueiredo

mensalão

Por falar em mensalão ,mensalão do PSDB via reeleição quanto custou para o País 3 quebrada, Vale, Telefonia, Hidroelétricas, estradas,Ferrovias, CSN, desemprego em massa Pais na decima quinta economia,risco País 3.900 mil pontos ,Dólar a RS4.reais, [e por ai vai ] e o PIG caladinho caladinho.

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espero ser a última vez pq não aguento mais

com sinal contrário,parece obssessão de Mino Carta em contrariar o Min. da Justiça e o Presidente ao conceder asilo a Cesare Battisti.Li o livro de Lungarzo,pouco divulgado,claro.Mas,com sinal contrário,vejo as bases das bases das bases simpatizantes ou filiados ao PT(podia ser outro das esquerdas)numa obssessão de satanizar todo,absolutamente todos os juízes e o STF - Afinal,como foi o voto de Lewandowsky?a Direção Nacional do PT,q me conste,não quer ver nem pintado o Pizzolato,q jamais voltará ao Brasil,não encontra mais terreno.Se eu colasse a imagem de um cartão-postal aqui poderia ser montagem,etc. Foi "mal entendido"(não vou repetir detalhe)cometido muitos anos antes do "mal entendido" contra Gushiken.

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

para quem quer sair da ingenuidade

para quem quer sair da ingenuidade

leiam esta coleção , " a corrupção no mundo ", Judivan J. Vieira

notem bem : é a coleção composta de cinco volumes , tá ? (do Blog de Roberto Martins, Recife)

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

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Rogério Ferraz

Mensalão não existiu, nem do

Mensalão não existiu, nem do PT nem em Minas, mas caixa 2 em ambos os casos. Torço para Pizzolatto ser julgado na Itália, com requisição dos autos do Brasil. E o Mentirão será desnudado.

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Perto de Delúbio, um homem, Pizzolato é um desonrado

Delúbio Soares sim, merece respeito. Poderia ter entregado tudo, todos os companheiros de partido. Mas não fez nada disso. Aguentou sozinho todas as acusações e achaques que alguém poderia suportar. Reconheceu os seus erros, ainda que saibamos que os erros estão longe de ser aquele espetáculo canastrão encenado por Lewandowski quando o condenou, entre caras e bocas fingidas, como se fosse o líder do mensalão ("Delúbio sim, tinha ampla liberdade e desenvoltura", vociferou Lewandowski, numa encenação tipica de canastrão que pensava enganar os mais experimentados com aquele discurso enganador e sem hombridade, o momento mais baixo da AP 470). E hoje cumpre pena, com dignidade, de cabeça erguida. É um homem honrado, que foi injustamente alçado à posição de bode expiatório do mensalão pelo ator canastrão Lewandowski.

Pizzolato é uma desonra completa.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

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Daytona

CanastrãoPor Jareds

CanastrãoPor  (SP) em 15-11-2008

Todo aquele(a) que executa uma determinada função sem ter o menor conhecimento, técnica ou aptidão; mas graças a sua cara de pau e/ou atitude, acaba desempenhando bem esse papel.

 

Isso é causa de impedimento para um magistrado. Encaminhei cópia de seu comentário para o email do ministro citado, que é também presidente do CNJ, para que tome as medidas que julgar cabíveis. Informei também o número de sua inscrição 85XX.

 

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Fake alcaguete hehehe

Isso é um zé mané por natureza. Deve ter sido sodomizado na infância pelos "frequentadores da casa".

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Senhor Alessandre de Argolo,

Gostaria de pedir que, de agora em diante, suas manifestações sobre os temas postados neste espaço democrático fossem feitas de maneira respeitosa.

Caso haja discordância entre a explanção do colaborador e o seu posicionamento, seja elegante rebatendo com justificativas/argumentos os quais acredita.

(...) "Vai ser picareta assim na casa do cxxxxx, rapaz."

Me sinto constrangida por encontrar, aqui, o mesmo "palavriado rasteiro e de baixo calão" que existem em publicações outras que sequer merecem ser citadas.

Parece, até, que o ódio destilado na "midiona" o contaminou.

Razão pela qual o estou denunciando.

 

 

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes" (Khalil Gibran – 1883-1931).

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