22 de junho de 2026

Ajuste de Levy: cortes não compensam alta de juros e dívida sobe

 
Jornal GGN – A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 4,79% em março e atingiu a soma de R$ 2,441 trilhões, segundo o Tesouro Nacional. Os ajustes fiscais do ministro Joaquim Levy, da Fazenda, ainda não surtiram efeito e os cenários mantem-se negativos: o impacto dos juros no estoque da dívida foi de R$ 41,39 bilhões no mês passado.
 
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 4,66%, fechando em R$ 2,316 trilhões e a Dívida Pública Federal externa (DPFe) aumentou 7,27%, gerando R$ 124,72 bilhões no último mês.
 
Já a parcela de títulos prefixados na dívida pública estão dentro das metas do Plano Anual de Financiamento (PAF). De 39,71% em fevereiro aumentou para 41,08% em março. Os papéis remunerados pela Selic diminuíram de 20,01% para 19,13% no mesmo período e os títulos remunerados pela inflação também caíram: de 35,25% para 34,62%. Nos papéis cambiais, houve um aumento de 5,02% para 5,18%.
 
Com informações do Estado de S. Paulo
 

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. oneide

    27 de abril de 2015 7:15 pm

    “A Dívida Pública Federal

    “A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 4,79% em março e atingiu a soma de R$ 2,441 trilhões, segundo o Tesouro Nacional.”

    O Brasil é o unico país que mede a divida publica não somando a divida publica em posse do BC.

    É a contabilidade criativa. http://www.tesouro.fazenda.gov.br/relatorio-mensal-da-divida

    A Dívida Pública Federal (DPF) em março de 2015 =3,566 trilhões r$.

    A Dívida Pública Federal (DPF) em março de 2014 =3,059 trilhões r$.

    Divida publica federal aumentou 16% em um ano.

     

     

     

     

  2. Allan Patrick

    27 de abril de 2015 7:26 pm

    Pecado original dos valores nominais

    Analisar dívida pública com base em valores nominais é uma não notícia, feita para confundir, não para informar.

  3. Nira

    27 de abril de 2015 8:18 pm

    Nada preocupante. Afinal, o

    Nada preocupante. Afinal, o ministro aí disse que dever é bom.

    E caramba, fonte o Estadode São Paulo ? O blog bem que podia trazer informações direto do ministério, já que sempre se diz qua a mídia deturpa.

    1. oneide

      27 de abril de 2015 9:03 pm

       http://www.tesouro.fazenda.g

       http://www.tesouro.fazenda.gov.br/relatorio-mensal-da-divida 

      Março 3,566 trilhões

      fev     3,414 trilhões

       

  4. Jair Oliveira

    27 de abril de 2015 9:47 pm

    Operação ZELOTES os sonegadores são credores do TN

    Os sonegadores da operação ZELOTES são credores do Tesouro Nacional?

    É preciso fazer uma auditoria em todas decisões do CARF nos últimos 30 anos.

    E os sonegadores que tiverem títulos do tesouro nacional, devem trocá-los imediatamente pelas multas e pelos valores sonegados da fazenda pública.

    É uma fonte de receita que o Brasil não esta em condições de deixar passar, principalmente se os sonegadores

    contribuiram para o aumento de nossa dívida pública, trocando dinheiro de sonegação por títulos e juros do tesouro nacional. Isso não tem cabimento.

  5. Doney

    27 de abril de 2015 9:50 pm

    Triste sina

    Ao invés de taxar o capital, o patrimônio e a herança, não. A conta cai sobre a renda (com baixíssima progressividade) e sobre o consumo (aí então o escândalo é completo, na verdade há regressividade na taxação).

    Então, ao invés de cobrar impostos dos ricos e bancar o estado com essa taxação, não, cobra-se dos pobres e da classe média – para que estes subvencionem os ricos. Uma lástima.

    De qualquer modo, não há o que reclamar. Este governo alcunhado “progressista” (pausa pra rir) do PT e da Dilma nomeou Levy e manteve Tombini exatamente pra isso: um aumenta os impostos enquanto o outro aumenta a taxa de juros. Estes impostos aumentados (com foco nos pobres e classe média, frise-se) são exatamente para bancar essa elevação de juros (e ainda nem banca tudo, como vemos a dívida ainda aumenta nominal e proporcionalmente).

    Durma-se com um barulho desses.

     

     

  6. Cassiano Emilio Silva

    27 de abril de 2015 9:56 pm

    Juros

    Investir em economia real para que se a economia de papel dá rendimentos de 12% ao ano líquidos?

Recomendados para você

Recomendados