Por junior50
Intervenções russas, ou….. Ocidente assustou.
Pela primeira vez na História, incluindo os períodos imperiais, soviéticos e atuais, unidades militares russas deslocaram-se, de “bandeira aberta”, além de suas fronteiras imediatas, conduzindo ações diretas, na Síria.
Ao contrário dos Estados Unidos e das ulteriores potencias européias, que sempre, desde os tempos coloniais, procuraram “projetar poder”, bem além de suas fronteiras, a Rússia nunca o fez diretamente, nem mesmo em suas doutrinas navais – incluindo as imperiais antes de 1917 – tiveram este escopo, ou se fundamentaram em equipamentos para tal projeção. É fato corrente a pergunta, meio bocó : ” Os soviéticos, como atualmente a Rússia, não possui Porta-Aviões pesados, como os americanos” – Claro que não, nunca foram necessários.
Na época imperial, todas as intervenções russas limitaram-se a seus espaços geo-políticos, limítrofes a suas fronteiras, os espaços de russificação (Europa, Ásia e Baltico ), ou suas possessões, tanto na China, e principalmente na Coreia (Port Arthur), que também eram extensões territorias da Rússia Asiática (a Rússia é imensa, se estende, desde o século XIX , da Polônia até Vladivostok ).
Já na época soviética, deslocamentos de forças militares russas, ocorreram em poucas ocasiões, a saber:
– Guerra da Coreia, entre 1951 – 1953 – E só, acabou, esta foi a ultima ocasião que militares russos operaram diretamente, em combate aberto além de suas fronteiras.
Posteriormente a Coreia, os soviéticos, inseridos no contexto da “guerra fria”, enviaram a seus parceiros e/ou clientes, assessores militares, como ocorreu no Vietnã, Cuba, Guerra dos 6 dias, Guerra do Yom Kippur/Ramadã..etc., os quais somente operaram em treinamento de pessoal, e principalmente em sistemas de defesa aérea e comando & controle, com pouquíssimo pessoal envolvido (Posso até detalhar várias operações soviéticas futuramente, incluindo a que acabou com a guerra do Yom Kippur, mas não vem ao caso).
Portanto o deslocamento para a Síria, de unidades em “bandeira aberta “, solicitado diretamente pelo governo sírio ao governo russo, com base jurídica relativa a um prévio acordo de assistência militar , assustou o Ocidente.
Fábio de Oliveira Ribeiro
13 de outubro de 2015 12:46 pmEste susto só se justifica se
Este susto só se justifica se o analista acreditar que os EUA venceu a Guerra Fria.
A Guerra Fria acabou, mas a Rússia – apesar de ter passado por uma década de dificuldades econômicas – nunca deixou de existir como potência militar.
De fato os russos sempre se sentiram seguros em razão do poder de dissuasão de seu arsenal nuclear. Além disto, mesmo durante os anos de crise continuaram a projetar e a produzir armamentos altamente sofisticados.
A surpresa da imprensa é totalmente injustificada. Coisa de ideólogo ocidental, entendem?
Ulisses s
13 de outubro de 2015 1:03 pmCaro Jubnior
Esqueceu a intervenção russa no Afeganistão? Alem disso tropas russas sempre atuaram na Africa, mas aí como outros países, disfarçadamente como em Angola contra a Unita e Africa do Sul.
Almeida
13 de outubro de 2015 4:42 pmSe não me engano…
… posso não ser um craque em Geografia, mas o Afeganistão não se localizava, em relação à antiga União Soviética, “além de suas fronteiras imediatas”, como menciona o Junior no seu texto. Quanto a atuação na África, Vietnã, etc, se você não tiver um déficit de leitura, deixou de ler ou leu muito rapidamente, vai reparar que o texto é muito claro, em especificar as limitações do envolvimento do pessoal militar soviético nessas ações, nenhum deles disparou uma arma nesses conflitos.
Um abraço.
Flavio Martinho
13 de outubro de 2015 1:04 pmChamaram-na para a guerra.
Chamaram-na para a guerra. Insistentemente. Resistiu. Agora aguentem e saiam correndo.
Ernesto GMV
13 de outubro de 2015 1:05 pmAfeganistão
Os Russos lutaram abertamente no Afeganistão, com aviões, helicópteros, blindados, infantaria, etc… E foram derrotados.
Bruno Cabral
13 de outubro de 2015 3:40 pmE?
E daí? Os americanos perderam flagorosamente não só no mesmo afeganistão como também no vietnã
Ou você acredita mesmo que mataram Bin Laden e jogaram o corpo no mar? Acredita no estado da lei também (E Guantanamo?)? E isto aqui?
https://jornalggn.com.br/blog/iv-avatar-do-rio-ooooooooo/acoes-de-derrubada-de-governos-patrocinadas-pela-cia
Os russos tem tecnologia que nem os americanos conhecem: https://jornalggn.com.br/noticia/o-encontro-de-um-caca-russo-com-um-navio-americano-no-mar-negro
aliancaliberal
13 de outubro de 2015 1:10 pmO abobado socialista
O abobado socialista ocidental vê com alegria qualquer ação da Russia, não sabe ele que aposta no cavalo errado.
Esta vendendo a corda que será enforcado.
Roberto Monteiro
13 de outubro de 2015 1:29 pmAbobado por abobado,
fico com o socialista ocidental. Esse pelo menos não tem medo do bicho-papão.
Ivan de Union
13 de outubro de 2015 1:31 pmAte voce nos dizer pelo menos
Ate voce nos dizer pelo menos 3 dos abobados socialistas do blog, seu peixe ta podre e voce o esta vendendo no lugar errado.
Paulo Santos
13 de outubro de 2015 1:42 pmTroca-se “socialista” por
Troca-se “socialista” por “capitalista” e o sentido é o mesmo.
Paulo Santos
13 de outubro de 2015 1:47 pmEsqueci: há que trocar
Esqueci: há que trocar “Rússia” por “EUA”, também.
Jorge Leite Pinto
13 de outubro de 2015 1:48 pm“abobado”???
tens espelho em
“abobado”???
tens espelho em casa???
Antônio CDS
13 de outubro de 2015 1:51 pmO abobado colonizado
O abobado colonizado, irmão mais idiota do Eremildo, assim como os ingênios das primaveras arábes, acha que o cavalo certo é o americano. Como se a Rússia estivesse enforcando todo mundo por aí. Pelo que me lembro, quem tentou, nos últimos 200 anos bater nas portas de Moscou foram os europeus, que deram com os burros n’água, foram humilhantemente enxotados, expulsos com o rabinho entre as pernas, fragorosamente postos para correr, enfim, se ferraram. Moscou só mostrou as garras, quando provocada. Inclusive transformando países fronteiriços aos agressores em quintal. Parece que Alemanha, França, Itália e Inglaterra tem memória fraca. E outros que não passam de bucha de canhão, como Polônia e Ucrânia também. Devem se assustar mesmo. Não aprendem.
jose adailton v ribeiro
13 de outubro de 2015 4:09 pmrussos
Na segunda guerra sem a ajuda material dos malditos ocidentais os eslavos seriam vencidos. E daí? Daí, nada.
Anarquista Lúcida
13 de outubro de 2015 9:08 pmÉ o contrário Sem a URSS os alemaes ganhariam a Segunda Guerra
Stalingrado! O tempo responde…
E nao estou louvando a Rússia, nem a URSS. Apenas mencionando um fato.
chico da dilma
13 de outubro de 2015 2:17 pmOOOOONNeideeeee….
OOOOONNeideeeee….
gvalenca
13 de outubro de 2015 5:29 pmCadê a anta
Só faltou a figura da antinha com os dois pares de tênis!!!
ruyacquaviva
13 de outubro de 2015 4:05 pmmultiplicando por -1 muda o sinal, não muda o valor
O abobado reacionário ocidental vê com alegria qualquer ação dos EUA, não sabe ele que aposta no cavalo errado.
Esta vendendo a corda que será enforcado.
Almeida
13 de outubro de 2015 4:28 pmInclua entre os “socialistas”…
… o Rebolla aí acima.
Ataíde Coutinho
13 de outubro de 2015 1:12 pmtapa na cara do Obama essa
tapa na cara do Obama essa intervençao nas imagens disponibilizadas pelos russos ,se ve claramente as iniciais U. S. nos equipamentos do estado islamico deixados para tras, acho que o susto que o autor faz refenencia é a surpreendente tecnologia dos equipamentos militares sovieticos que enganam misseis , bloqueiam comunicaçao e transmissoes eletronicas encurralando os mercenarios .
Edsonmarcon
13 de outubro de 2015 1:26 pmO que mais assusta
O que mais assusta o ocidente é que as operações da Rússia na Síria estão funcionando, ao contrário da estratégia dos EUA, que já dura anos e não funcionou.
“Não funcionou” é bondade, foram trágicas, as armas ocidentais foram todas para o EI, que são muito piores de o Assad.
Sta Catarina
13 de outubro de 2015 1:28 pmPoderio Bélico
A Rússia nunca deixou de ser uma potência bélica. O susto agora é com a nova tecnologia que os russos mostram em defesa de sua região. Outros países muçulmanos foram dizimados pelo ocidente, deixando-os nas mãos de terroristas e abandonados à própria sorte. A Rússia quer evitar que a mesma história aconteça com a Síria, evitando a deposição de seu presidente e a entrega da população ao Estado Islâmico, parceiro do ocidente e da Arábia Saudita.
O ocidente simplesmente não aceita ter um concorrente medindo forças com ele. Com o Putin não se brinca.
Ulisses s
13 de outubro de 2015 1:52 pmCaro Junior
Gostaria muito se nos desse detalhes da guerra do Ramadan / Yon Kippur. Como Israel ficou no bico do Urubu quase até o final desta guerra, acredito que o Ocidente ou pelo menos o Brasil não teve interesses em divulgar muito este conflito. Como era novo para ter acompanhado esta guerra, ela sempre me fascinou, Lembro de fotos e filmagens na tv sobre caças Phantom com camuflagem Vietnam operados por israelenses. Era o desespero de israel ao ver seu caças abatidos pelos novissimos Sam 6 russos. A guerra acabou em impasses entre Israel e Egito e Síria. Desesperadamente pelos EUA e Israel. Por que?
junior50
14 de outubro de 2015 12:09 amMig-25 R e quetais
O texto seria muito longo, e esta guerra faz muito tempo, alem de ter varias versões, como uma que escutei de militares egipcios ( Força Aerea ), na decada de 80, na qual eles juravam ter vencido esta guerra ´acreditavam mesmo, tanto que Hosni Mubarak tornou-se “Presidente” do Egito, e era considerado um dos heróis da FAE da guerra de ’73 ( foi comandante de um esquadrão de bombardeiros TU-16 ).
As “pontes aereas” : Tanto os Estados Unidos como a União Soviética montaram linhas logisticas de emergência, para Tel Aviv / Ramat David , como para Damasco e Cairo/Oeste. O “atrito inicial”, para ambos os lados, foi elevadissimo, tanto que em um certo momento, as baterias de misseis SA 2 – 3 – 6 , encontraram-se sem estoques, e do lado israelense, chegou a faltar aeronaves inteiras.
Paises que atuaram diretamente em operações militares, alem dos obvios: Iraque, Marrocos, Libia, Paquistão, Tunisia, Tchecoslovaquia, Alemanha Oriental, Coréia do Norte ( estes 3 ultimos somente em operações aereas defensivas, sobre o Egito ).
Ação direta soviética/ Mig 25R : O “batismo de fogo” desta aeronave de RECON, foi no dia 26/03/71, quando o 63rd ORAP ( Regimento Independente de Reconhecimento ), deslocado para Cairo/Oeste, utilizando-se marcações egipcias, sobrevoaram Israel, pelos registros russos, liberados após 1992, esta unidade realizou 6 missões de recon/intel, incluindo uma em 06/11/71 que foi interceptada por um F-4E israelense, com disparo de misseis, e o Mig 25R “acelerou” e foi-se embora, o 63rd ORAP deixou o Egito em 16/07/72, mas voltaria…….
Retornou no dia 22/10/73, por solicitação egipcia, direta de Sadat , que nesta fase final da guerra, já negociando um “cessar – fogo “, necessitava de um RECON preciso, vindo de uma “3a parte confiavel”, referente a situação do 3o Exército Egipcio, cercado na Região de Suez, e os Mig-25R russos realizaram as missões, comprovando a parte da cupula egipcia que não desejava o cessar – fogo, a periclitante situação na area.
O 63rd ORAP , reforçado por unidades de Il-38 e TU-142 da Marinha soviética ( Frota do Mar Negro ), continuaram baseadas em um setor “estritamente russo ” de Cairo/Oeste, até 13/09/75, operando tanto com insignias próprias, como com insignias egipcias, com a incumbencia de tanto monitorar as linhas de cessar-fogo, como principalmente vigiar constantemente as ações da 6a Frota da USN no Mediterraneo.
Alexandre borges
13 de outubro de 2015 2:09 pmMe parece o “canto do cisne”.
Me parece o “canto do cisne”. Não é surpresa pra ninguém que a Rússia é uma economia falida, dependente de suas vendas de gás e petróleo depois do sucateamento de sua indústria. A estratégia de Reagan para derrubar a União Soviética foi obrigá-la a entrar numa corrida armamentista sem condições. Acho engraçado Putin ter entrado nessa sem que fosse obrigado. Resta agora às potências ocidentais esperar que o fruto caia de podre. Para consternação dos militantes saudosistas da guerra fria. E, infelizmente, com custos em vidas na Síria.
Jorge Rebolla
13 de outubro de 2015 3:39 pmPutin foi obrigado…
…tanto na Ucrânia quanto na Síria.
Após o golpe contra o Yanukovitchy o script estava pronto, a expulsão da Rússia das suas bases na Criméia e a cessão das instalações para a OTAN ou diretamente para os EUA. Yats & the rats consideravam isto como certo, coisa que não se concretizou. Muito menos agora ocorrerá com o oligarca Porkoshenko.
Na Síria além da base naval de Tartus, a única da Rússia fora dos países da antiga URSS, existe o projeto dos países do golfo para a construção de um gasoduto para escoar a produção para a Europa, o caminho viável é através do território sírio. Para quem tem o mínimo de conhecimento é possível determinar as implicações destas variáveis.
O critério de economia falida utilizado por você é um tanto elástico. O quê determina a falência? O déficit orçamentário? O endividamento público? Apesar da queda brutal da cotação do petróleo e da recessão o deficit russo deve atingir 3% do PIB em 2015 e a dívida pública é inferior a 20%. As reservas internacionais são suficientes para suportar o balanço de pagamentos a médio prazo, sem a necessidade de medidas heterodoxas. A taxa nominal de juros é inferior ao índice de inflação…
A dependência russa do setor primário da economia reduziu-se muito na era Putin. A participação no PIB caiu de 44% para 18%, no período de 2000 / 2014. A produção industrial no mesmo período cresceu quase 70%, considerando que ele não é destinada aos países que atualmente sancionam o país, atingindo 37% da produção total nacional. Para mim não parece que está quebrada…
O custo de vidas na síria? Quando começou a guerra civil? Foi há 2 semanas atrás? Quem arma os terroristas que sustentam 4 anos de ataques genocidas?
Gosto de ler comentários de quem se informa apenas pela grande imprensa, faz-me bem sentir vergonha alheia…
Mariano S Silva
13 de outubro de 2015 10:42 pmPois é imagine-se uma
Pois é imagine-se uma “economia falida” que detém a vanguarda em muitas tecnologias como: motores a jato, aviões supersônicos, radares AESA, jammers que recentemente cegaram o sistema Aégis e outras tantas coisas…A Rússia possui alguns dos maiores matemáticos do planeta.
É isso mesmo Rebolla o Império estava tentando confinar a esquadra russa nos mares geledos do Ártico, onde poderiam ser facilmente aniquilados, mas se esqueceram de combinar com os russos…
Jorge Rebolla
13 de outubro de 2015 2:33 pmAproveitando o espaço para responder ao junior50
A esquerda brasileira, como a latino-americana, vê no Putin um adversário dos americanos.
Putin não é comunista, apesar dos neocons americanos dizerem o contrário. No Brasil a mesma ladainha da besta vermelha russa é um dos dogmas do Olavo de Carvalho e dos seus discípulos.
Até o momento a atuação do Putin está muito mais para Dostoiévsky que Tolstói. Quanto mais Lênin. O saudosismo da URSS é pela perda da glória de superpotência mundial, não pelo fim do aparelho partidário do PCURSS ou da sua ideologia pasteurizada.
Ele é para os ditos ocidentais o vilão que têm necessidade de odiar, portanto para as esquerdas dos países periféricos é o homem a apoiar. Nos países centrais a esquerda social-democrata também é adversária. A esquerda radical européia considera a Rússia e não Putin, mas com as mesmas considerações das nossas. Buscam aproximação, sem baixar o cordão sanitário para as suas políticas internas tradicionalistas.
A impressão que tenho é que a nova Rússia, erigida após o fim do ciclo de humilhações provocadas pela derrocada soviética, não distingue mais o período soviético do imperial. Tudo é um continuum de afirmação da identidade nacional. Nele cabem todos os regimes e personalidades consideradas heróicas, desde a origem dos Rus de Kiev até o presente. Um milênio ininterrupto de consolidação da alma russa. Tendo como principal fio condutor a Igreja Ortodoxa.
Respondendo: a esquerda brasileira enxerga o confronto Rússia X EUA com os olhos da guerra fria pós segunda guerra, embora Putin tenha muito pouco a ver com os antigos secretários gerais do PC. Difere em muitos pontos. O principal não considerar a necessidade de criar um novo homem, prefere os antigos. Embora oficialmente cristão ortodoxo é tolerante com as minorias religiosas, ao contrário dos nacionalistas extremistas reunidos numa enorme gama de organizações de extrema direita, muitas contado com o apoio de setores do clero.
A leitura da direita nacionalista européia é para mim a mais correta, o posicionamento político do Putin, nacionalismo e promoção dos valores tradicionais, é muito mais próxima do Front Nacional francês que do PT brasileiro. Considerando que em relação ao primeiro o governo russo atual não é um adepto da segregação étnica ou religiosa.
Uma diferença gritante entre o governo russo e a nossa esquerda, qual seria a reação do PT, do PC do B ou do PSOL ao vídeo abaixo se fosse protagonizado pelo homólogo brasileiro do Shoigu:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=8bYde-W8I4I%5D
Para encerrar um clip de um cantor russo bem próximo do Putin, Oleg Gazmanov, e o nacionalismo acima de tudo, bem diferente da doutrina dos partidos filiados ao Foro de São Paulo:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=r29k_T_o9To%5D
franciscopereira neto
13 de outubro de 2015 5:21 pmPode Rebollar
Rebolla, pode rebolar quanto você quiser porque eu sou mais pró Russia do que a Norte América.
E não tem essa de ser o não comunista.
Sou mais simpático ao povo russo do que ao povo norte americano.
O povo russo é criativo. Tem uma cultura exuberante. Grandes cientistas. Grandes escritores – você citou dois.
Se não fosse os Russos, talvez os aliados não teriam ganho a II Guerra Mundial, po conta da grande Batalha de Stalingrado que foi o ponto de virada da guerra graças ao heroísmo do povo Russo. Por isso minha admiração
Talvez pelos grandes malefícios causados pelos seu governos ao nosso país, seduzindo uma massa da elite brasileira com a famigerada “American Way Life” que só serviu a essa gente, renegando o resto da população brasileira a miséria. econômica, cultural e poltíca.
Já estou esperando. Sei que vem o revide.
Jorge Rebolla
13 de outubro de 2015 6:25 pmEntão… lá vai…
O meu comentário é a resposta ao junior50 para questionamentos que ele me fez numa postagem de ontem:
“E Rebolla, gostaria que vc. me explica-se, se vc. entende como certa parte da “esquerda” brasileira, enxerga em Volodya Putin , um dos seus , e na Europa ele é apoiado pela extrema – direita, tipo Marine Le Pen e os gregos do “Aurora Dourada ” . Será que nossos “esquerdistas” ainda estão nos anos 60/70 ?”
Agora a tua conclusão sobre o meu comentário demonstra que falta faz a interpretação de texto…
franciscopereira neto
13 de outubro de 2015 9:50 pmRealmente.
Todos que
Realmente.
Todos que pontuaram cinco estrelas também deve ter problemas de interpretação de textos.
Você é um dos comentaristas mais ambíguos deste espaço. Nunca se sabe o que você realmente quer dizer.
Você tem picos paroxisticos. Vai do Céu ao Inferno. Do mar a terra. Do Belzebú a Deus.
Então prefiro não entendê-lo mesmo.
A probabilidade de eu acertar é de 50%.
E acabei acertando, como havia previsto.
Jorge Rebolla
14 de outubro de 2015 12:16 amO mundo é cinza
Não raciocino de modo binário, quando externo as minhas opiniões tento ser o mais fiel possível ao meu pensamento. Considero também que qualquer coisa que o balize não contenha erros fáticos, tento, mas errar é humano. Quando recebo uma informação sempre procuro encontrar o viés oposto. Se não me satisfazem, seja por ver falhas ou até mesmo por idiossincrasia, vou atrás de complementações. Quando erro admito. Sobre esse assunto, o do post, já fiz o mea culpa.
As minhas opiniões sobre o sistema financeiro, ambientalismo, o imperialismo, as disputas entre os blocos de poder internacionais, qual a posição que o Brasil deve assumir no mundo, conquistas sociais, direitos humanos, cultura em sentido amplo, nacionalismo, enfim tudo que seja inerente ao meu posicionamento político como indivíduo e cidadão considero coerente. Embora para muitos não seja.
Prefiro me enganar por conta própria a ser guiado por algum líder. Pelo menos assim tenho a possibilidade de me corrigir.
Tom
13 de outubro de 2015 6:53 pmA saída da crise da esquerda brasileira?
Um partido conservador nos costumes e progressista na economia e na poltica teria tudo para ser bem sucedido no Brasil, onde a maioria da população é conservadora mas tem uma postura progressista em questões econômicas e políticas.
Será que não temos nenhuma liderança de olho nessa receita do Putin?
Jorge Rebolla
13 de outubro de 2015 10:50 pmNão, não temos. Se um dos caciques aderir é oportunismo.
Lideres políticos com certa expressão nacional que poderiam seguir este caminho não o fizeram, tinham medo da opinião dominante dos deformadores de opinião. Na minha opinião duas personalidades há uns dez anos tiveram a oportunidade, porém perderam a chance. Ambas mulheres: Heloísa Helena e Marina Silva. A primeira virou suco, a segunda se rendeu de vez ao globalismo. Transformou-se no pet dos interesses americanos e monarcas europeus. Do outro lado apenas tristes figuras. No Brasil basicamente existem dois partidos, um deles com vários grupos e subdivisões internas. É a turma majoritária no PT, PSDB, PSB, PDT, PPS e PC do B, porém basicamente núcleos afins dos democratas americanos. O outro é movido ao mais puro fisiologismo, rameiras que se vendem conforme a oferta. Qualquer coisa tem o seu preço, são daqueles que vendem a mãe e pior, entregam.
Tom
14 de outubro de 2015 1:07 amSei que não temos, perguntei por perguntar
Mas a questão permanece: Seria ou não uma alternativa para nossa esquerda (a real, não a “cultural”)?
junior50
13 de outubro de 2015 11:26 pm” Olhos da guerra fria “
Concordo com quase tudo em seu texto, agora pelo menos entendi alguma coisa, pois “olhos da guerra fria” já deveriam ter sido operados, no minimo de catarata.
Será que tanto a esquerda brasileira como a direita, ainda estão na década de 70/80, parados no tempo ?
Jorge Rebolla
14 de outubro de 2015 12:38 amUma parte da direita…
…continua com as quatro patas firmes no solo há pelo menos sessenta anos, as vezes mudam os seus ideólogos, mas o zurro é o mesmo. Coisa que também ocorre com setores da esquerda, mas a maioria destes mudaram um pouco a postura. Mas se apenas uma parte da direita está firme no gramado enquanto se alimenta, dividindo o espaço com alguns esquerdistas, e a maioria da esquerda mudou em grande parte o seu posicionamento que fim levou o resto da direita? Simples, despiram o manto filosófico que diziam ter e aderiram definitivamente ao deus mercado como fim em si mesmo. São os nossos liberais, pessoas que até mesmo aceitariam como normal a servidão por dívida ou a venda dos órgãos para quitar débitos, desde que vitimando os outros e não eles.
A esquerda majoritária no Brasil do passado tinha um projeto nacional de soberania e desenvolvimento, hoje ela se tornou um patchwork de idéias. Ao mesmo tempo que vemos o governo nos últimos treze anos tomando medidas, as vezes equivocadas, para proteger a economia nacional, assistimos também a adesão dele a projetos internacionais que são deletérios ao país. A tentativa de assumir a linha de frente, ao lado de um Obama, nos projetos do falso ambientalismo da ONU é lesa-pátria. Toda a ladainha em torno do AGA foi criada para congelar o status quo econômico do planeta. O mesmo ao se curvar a toda e qualquer organização internacional que coloca como objetivo a implementação de bandeiras politicamente corretas. Um exemplo é a disputa que pode inviabilizar a base de Alcântara, em nome da posse ancestral da terra pelos quilombolas. Pombas, o que não falta são terras para os assentar.
No sentido estrito da política tanto a esquerda quanto a direita brasileira continuam dividindo o mundo como se ainda existisse o muro de Berlim. Para isto não existe uma explicação lógica. Afinal o Obama é um incentivador da nova moral e cultura totalmente encampada pelos vermelhos e rosas dos mais diversos tons que existem por aqui, ao contrário do Putin. É uma contradição.
P.S. O último político brasileiro com certa relevância a acreditar num projeto para o futuro do Brasil é o Aldo Rebelo. É o único que consegue discernir de modo prático o que é ou não importante para a afirmação nacional. Embora discorde dele numa infinitude de posições.
franciscopereira neto
14 de outubro de 2015 4:07 amPois é Rebolla
Você fez uma bela análise.
Concordo com quase tudo.
Só que no fim chuta o balde.
Espero que você nos diga as infinutudes de divergências do Aldo Rebelo.
Tom
13 de outubro de 2015 2:50 pmO Ocidente deveria se assustar com seus líderes não com a Rússia
Caro Junior, tenho muita admiração pelas suas análises, mas nesse caso caberia uma reflexão sobre essa tese da “ameaça russa” .
Não creio que a Russia tenha intenção nem capacidade economica para projetar poder em proporção suficiente para assustar o Ocidente.
A maior ameaça ao Ocidente vem de suas próprias lideranças, como se percebe pela catástrofe humanitaria promovida pelas suas ações militares no Oriente Médio, que começa a rebater com intensidade no coração do Ocidente, detonando uma crise migratória que ninguem sabe onde vai parar nem como administrar.
Sem falar na ameaça aos valores ocidentais mais cultuados, como a liberdade de expressão e as liberdades individuais que se dobram cada vez mais à ideologia da segurança nacional justificadas por essas supostas ameaças externas.
Jorge Rebolla
13 de outubro de 2015 3:59 pmA ameaça russa é o bicho-papão contra o qual…
…os europeus devem erguer seus espantalhos da aliança atlântica. Aceitando em troca ainda mais interferências dos americanos em seus assuntos internos. Assumindo cada vez mais o papel de mero protetorado yankee.
A Rússia é forte se atacada, mas não tem condições de levar adiante uma invasão da Europa. Putin não é louco de iniciar uma guerra com a OTAN, nada ganharia com isto. Todas as preocupações que vemos dos comandantes da OTAN ou dos comissários da UE são formadas basicamente por quatro interesses:
A) Manter o papel da Rússia como a vilã que pretende destruir a Europa, não dá nem mais para falar de “civilização ocidental” pois está já foi destruída por eles mesmos, contra quem todos devem abdicar da independência nacional e se apertarem sob o guarda-chuvas protetor do Tio Sam;
B) Com a noção pública mais consciente que a união monetária européia, e também a própria União Européia, existem para o benefício e garantia de poucos, em detrimento dos demais, é preciso um fantasma externo que force a continuidade da promiscuidade continental;
C) Justificar o absurdo orçamento militar americano, que sangra o próprio país, em benefício exclusivo do velho complexo industrial-militar, já denunciando pelo presidente Eisenhower há mais de 50 anos;
D) Servir como base para respaldar as intervenções nos países periféricos pela aliança, caso contrário a sua perda de influência pode abrir as portas para a besta da estepes cercar os bons, belos e justos…
Mariano S Silva
13 de outubro de 2015 10:32 pmNão entendi o comentário do
Não entendi o comentário do Junior 50 como preocupação dele com a “ameaça russa” entendi sim como algo que o Império não esperava que acontecesse, ou melhor que a propaganda do Império fingisse não esperar. Não sou militar, mas há anos menciono o fato de a Rússia não ter (tem um agora e parece estar construindo outros) porta-aviões e, portanto, não se posicionar como força armada interventora fora de suas fronteiras. A China parece ter planos bem mais ousados neste ponto, pois possui um porta-aviões e está construindo outro (e tem planos para mais dois). Um ponto a meu ver condiz com a extensão e diversidade territorial de uma grande nação e suas necessidades de manter suprimentos através de linhas extensas de navegação. Parece que a Rússia não padece dessa necessidade, mas a China com certeza tem esse problema. Entretanto, com a construção do Canal da Nicarágua pela China, cuja defesa será feita pela Rússia, a necessidade de porta-aviões pela Rússia vai se tornando premente.
Um porta-aviões sozinho é realmente um alvo fácil para mísseis, mas com uma força tarefa (tipo Aégis) em sua volta, ainda é uma arma formidável.
Jair Oliveira
13 de outubro de 2015 2:54 pmA Rússia esperou um momento estratégico, e ele veio.
O momento estratégico para entrar de vez na guerra da Síria, foi a imagem do garotinho morto na praia,
na tentativa desperada dos pais entrarem na europa.
Esse foi o ponto chave, mesmo com milhares de imigrantes morrendo na desesperada tentativa.
A Russia acertou em cheio, a opinião pública internacional vai ficar do lado dela.
E descobrirá a arma de guerra, da contra informação dos americanos.
Já esta ficando muito manjado essa contra informação.
Os americanos estão colocando os pés pelas mãos.
Jose mestre Carpina
13 de outubro de 2015 5:01 pmDeus e o diabo…
A elite americana, joga poquer com Deus e o diabo ao mesmo tempo…
Jose Borges
13 de outubro de 2015 3:41 pmPorta Aviões
Muito se comenta sobre a capacidade de projeção dos americanos ligado a quantidade de porta-aviões. Realmente é muito eficaz para ações contra países com baixa capacidade tecnologica. Mas contra países que focam a defesa por misseis de varias classes, porta aviões não passa de lata flutuante.
gvalenca
13 de outubro de 2015 5:23 pmAlvo flutuante
Exato. A única serventia é como base flutuante ancorada em algum país subserviente. No mais um excelente alvo flutuante.
Igor Tkaczenko
13 de outubro de 2015 3:45 pmRússia x EUA = Sérgio Moro x Promotoria Suíça.
Rússia x EUA = Sérgio Moro x Promotoria Suíça.
A intervenção militar da Rússia na Síria colocou em xeque a moral dos EUA, em intervenções militares na mesma área.
Enquanto as ações Russas resultaram em perdas significativas do Estado Islâmico, enfraquecendo-o, os EUA com as suas jamais conseguiram produzir resultados verdadeiramente significativos, aliás, enquanto apenas EUA lidavam com o problema Sírio, o Estado Islâmico só avançava, e isto é muito curioso, pois Obama criticou os bombardeios Russos dizendo que foram inócuos.
Agora cabe a pergunta, visto que a curiosidade é real: será que poderia haver algum interesse na administração do Estado Islâmico? Afinal, se este grupo terrorista estiver sobre um controle mínimo externo, de outras forças ou países, isso poderia ser interessante a alguém?
Aí estão perguntas que as inteligências devem fazer e buscarem as respostas, os EUA devem saber bem quais seriam esses interesses, pois viu durante muito tempo o Estado Islâmico e seu desenvolvimento, os EUA estavam sob controle disso.
Mas não é o terrorismo que devemos combater? Por que reclamar da intervenção Russa sobre o Estado Islâmico?
Enquanto esta hipocrisia descarada dos EUA sustentada por um aparato midiático poderoso, com representação em muitos países, também no Brasil, claro, enfim, for sustentada, o resultado disso virá como muitos refugiados, incluindo o inesquecível menino da praia, Aylan Kurdi.
A Rússia colocou os EUA numa posição vergonhosa, isso faz um paralelo com Sérgio Moro e a promotoria Suíça.
Sérgio Moro não foi capaz de investigar e descobrir as contas do Eduardo Cunha, como os EUA não foram capazes de abalar o Estado Islâmico. Uma pergunta: Por que não prende a mulher do achacador da República, que desavergonhadamente gastou milhões do dinheiro público em cartões, ou será que ela é ingênua para pensar que o “simples” salário de um deputado sustentaria estes gastos? A verdade que a sociedade está farta dessa falta de vergonha na cara, queremos ver ações de verdade sobre TODOS envolvidos no esquema da Petrobras, e em outros esquemas, claro.
Por muito menos o juiz Sérgio Moro, que foi premiado pelas organizações Globo, prendeu a cunhada de João Vaccari e outros.
Se o Sérgio Moro tem alguma intenção de moralizar sua imagem mediante essa situação embaraçosa, vergonhosa mesmo, esta é a oportunidade, pois tem um monte de gente na fila, da oposição e de mais partidos “esperando”. Livra-se dessa vergonha de não ter encontrado as contas do Cunha com dinheiro do esquema da Petrobras (Como deixou isso passar assim? Bem debaixo do nariz?), e se afasta do paralelo com os EUA, que agiam com outros interesses que não o verdadeiro combate ao Estado Islâmico, no caso do Moro, não fazer política, e sim justiça.
Ou o Sérgio Moro se mobiliza, visto que prefiro acreditar que estamos falando de pessoas (Cunha, esposa, tesoureiros de outros partidos) protegidas pelo PSDB, não só o PSDB político do Congresso, como o de “juízes” proselitistas, o que reduz muito a ação do Moro, admite-se, embora tenha sido ávido em ir para cima do PT, aparentemente mais frágil, pois não tem o espetáculo midiático a favor, ou então vou pensar de Moro que ele é, na verdade, mais um desses “juízes” proselitistas.
Quem faz proselitismo no judiciário não tem moral e não pode ser juiz.
É um vergonhoso e vil caráter ético e democrático, fere com clareza a lei orgânica. Só no Brasil isso, na cara de muitos outros ministros e juízes, desavergonhados.
Cuspa-se fora essa cultura, por amor à uma nação.
Jose mestre Carpina
13 de outubro de 2015 4:44 pmPrevaricação????
Será que alguém conseguiria levantar nos autos dos inqueritos, informações dos delatores informando dos mau-feitos do Cunha diretamente ao juiz MOro???
Se conseguir, qualquer Zé Mané jurídico aí conseguiria abrir um processo de prevaricação contra o magistrado de 1a. instâncianotoriamente ligado aos tucanos…
O De Sacntis rodou por coisa menos importante !!
Simbora tirar o traseiro das poltronas e começar a caça ao tucano escondido !!
Igor Tkaczenko
13 de outubro de 2015 6:04 pmPrevaricação.
Pois é, resta saber se por força de políticos e outros juízes, ou por proselitismo. Das duas uma coisa é certa: Como ele não sabia das contas e a grana desviada da Petrobras de EC? Prevaricou impossibilitado politicamente? Ou prevaricou policamente motivado? Porque para cima do PT, ele foi.
Fernando Antonio Moreira Marques
13 de outubro de 2015 4:20 pmA Rússia tem todas as
A Rússia tem todas as condições de restabelecer a “paz” na Síria, mesmo que sob o tacão do Assad, o que não é novidade na região. Sempre foi assim: na Arábia Saudita, no Iraque, no Egito, na Líbia…
Quando a ignorante e mal intencionada política externa americana, interessada em promover sua indústria de armas, desestabiliza um destes ditadores reina o caos.
Jose mestre Carpina
13 de outubro de 2015 5:12 pmcachorro morto…
O pessoal que frequenta a Disney anualmente, está assustado porque chutaram um “cachorro-morto” e ele os mordeu !!
Deve ser algm figurante do vídeo Thriller do Michael Jackson !!
jasantos
13 de outubro de 2015 7:27 pmOpera mundi- russia
O site Opera Mundi tem um arquivo sobre o assunto transcrito do The Nation, para quem se interessar.
Minha opinião sobre este assunto: isto vai virar uma confusão dos diabos, salve-se quem puder. Estamos brincando com o fogo.
Frederico69
13 de outubro de 2015 9:06 pmputz, os americanos vinham investindo pesado no EI!
agora os russo chegam lá, e reduzem a pó (sai pra lá aécio).
com certeza os sobreviventes já devem estar correndo pra turquia!
Vagalume do Brejo
14 de outubro de 2015 11:03 pmPode ser uma sociedade! Um
Pode ser uma sociedade! Um morde o outro assopra.
cezarperin
13 de outubro de 2015 9:36 pmRussia
Só não sabem os que não lêem.. Puttin resolveu acabar com o chove e não molha..Botou o EI a corer e a quem se meter no caminho…A Síria tem um Governbo e pronto….O s Russos jogam xadrez e convidfaram os chineses para treinar
Querem saber mais.Leiam SPUTINIK
Ramalho12
13 de outubro de 2015 11:25 pmRússia começa a falar (e agir)
A interminável farra americana no Oriente Médio irritou Misha. Além dos bombardeios na Síria, o governo russo começa a mobilizar a população russa. E agora, ianques?
[video:https://www.youtube.com/watch?v=VTo5htjAssA&feature=youtu.be%5D
franciscopereira neto
14 de outubro de 2015 3:46 amVideo magnífico.
Parabéns
Video magnífico.
Parabéns Ramalho.
rdmaestri
14 de outubro de 2015 5:57 amA Intervenção Russa NÃO assusta o ocidente.
Durante estes poucos dias em que começou a intervenção Russa na Síria, tive o cuidado de olhar vários sites e até blogs em Inglês e Francês e o mais surpreendente e que talvez assustem os GOVERNANTES do ocidente é que o apoio a intervenção Russa é muito grande na Europa e inclusive nos USA.
Vi por exemplo um site católico nos USA em que só faltam enviar santinhos para o Putin, as pessoas querem que o ISIS se exploda depois de todas as barbaridades que fizeram, mesmo em jornais que apoiam incondicionalmente qualquer besteira que a Casa Branca e o Pentágono diz, os comentaristas são implacáveis na defesa da Rússia.
Logo o título está errado, ou deveria ser como o que escrevi acima ou deveria ter no lugar do “assusta o” as seguintes palavras: “assustam os líderes do”, aí estaria correto.
Sebastiao Rossetto Manica
14 de outubro de 2015 10:07 amVamos ver se os russos, desta
Vamos ver se os russos, desta vez, não abandonem seus “clientes” como fizeram com a Iugoslávia; Líbia etc.