
O único ponto previsível dessa campanha foi a imprevisibilidade.
As ondas se deram entre quatro públicos distintos:
Movimento 1 – a mídia e a construção da corrupção.
Foi o primeiro divisor de água da campanha, transformando o antipetismo na maior força da oposição. Esse sentimento cresceu exponencialmente com a cobertura intensiva do julgamento do mensalão, com o episódio Paulo Roberto Costa e com Pasadeña – que Dilma jogou, de graça, no caldeirão das suspeitas. A grande vitória da mídia foi ter pregado no PT a máscara da corrupção.
Movimento 2 – a busca do sonho.
No início da campanha, Dilma Rousseff representava o establishment. Eduardo Campos e Aécio Neves não representavam nada – por absoluto desconhecimento junto ao eleitor.
A tragédia de Eduardo Campos empurrou os inconformados para Marina Silva, que acabou soçobrando, não por falta de tempo, mas por excesso. Só quando acabou o sonho Marina, aparentemente parte dos inconformados passou a olhar e a descobrir Aécio.
Movimento 3 – o início da politização.
A campanha permitiu, pela primeira vez, que Dilma exercitasse (ao menos no discurso) um início de politização – de explicar um projeto de governo, em vez de enumerar obras -, assim como Aécio Neves.
Nos últimos debates, Aécio descontraiu e recuperou a imagem do “moço de família” que não havia conseguido no início. Por outro lado, deixará de ser novidade. Haverá quase um mês para que sejam expostas suas vísceras e as diferenças programáticas com Dilma.
Na outra ponta, a visibilidade do horário gratuito reduziu a rejeição a Dilma. Sua arma estará no discurso político, na explicitação das diferenças programáticas.
Nos últimos tempos, a própria Dilma melhorou o discurso, tornando-o mais redondo e substituindo a evocação de projetos pontuais por uma visão mais politizada e abrangente do modelo político que representa.
Aécio cavalgou a última onda dos inconformados. Continuará com os indignados e provavelmente ganhará o apoio de parte do eleitorado de Marina. As mágoas de campanha dificultarão a passagem dos eleitores de Marina para Dilma.
Por outro lado a explicitação dos princípios político-econômicos de Aécio levará os inconformados pensarem duas vezes antes de pular para seu barco. E, apesar de Aécio não ter a face macilenta e tenebrosa de José Serra, a perspectiva de se jogar fora um projeto de país em que acreditam deverá mobilizar as forças que hoje em dia apoiam Dilma sem entusiasmo.
Aguardem baixarias dos grupos de mídia e nas redes sociais, menos na campanha propriamente dita. Se Aécio resolver apelar pelas denúncias, ambos os candidatos serão soterrados por um caminhão de denúncias recíprocas.
A partir de agora, o embate será eminentemente programático.
Dilma conseguirá crescer se expuser de forma clara o que o país poderá perder com o abandono das bandeiras social-desenvolvimentistas por um candidato neoliberal.
De seu lado, Aécio explorará o que o país terá a ganhar com a condução mais competente da macroeconomia. Essa ofensiva em cima do ponto mais vulnerável do governo Dilma a obrigará a atitudes firmes para mostrar que efetivamente o segundo governo será composto por ideias novas.
Antes de demonstrar que a política econômica irá mudar, Dilma terá que convender os recalcitrantes que ELA mudou.
Assim como ninguém esclarecido acreditará que Aécio ganhará sensibilidade social com a campanha, poucos estão acreditando que a pedagogia da campanha mudará o temperamento e o estilo de Dilma.
Ambos terão enormes desafios para reduzir o ceticismo. Terão que explicitar projetos e programas – e serem confrontados com sua história.
Assim como nas democracias maduras da Europa, há dois modelos em jogo. Um trabalhista ou socialdemocrata, representado por Dilma; outro neoliberal, representado por Aécio.
Ambos estão calçados em diferenças programáticas significativas.
O socialdemocrata – ou desenvolvimentista apud Dilma -, pressupõe prioridade para a construção do estado do bem estar social e para as políticas econômicas proativas. É mais sensível aos pleitos das minorias (está-se falando do governo como um todo, não especificamente da postura pessoal de Dilma) e para o combate à miséria. Menos sensível para a melhoria do ambiente econômico e para reformas institucionais, embora ambos os objetivos nao sejam conflitantes entre si. Aceita a iniciativa privada mas sem abrir mão do protagonismo da presidência. O erro é muito mais na forma autoritária, que no conteúdo. Muitas vezes é descuidado com a gestão macroeconômica.
O neoliberal concede toda prioridade à melhoria do ambiente econômico. É insensível em relação às políticas sociais – com exceção dos períodos eleitorais - e aos reclamos da sociedade como um todo e a formas de coordenação da economia, como as políticas industriais. E mais sensibilidade para a gestão macroeconômica e para a responsabilidade fiscal.
Essas diferenças explodem em dois ambientes preferenciais.
Orçamento
O desenvolvimento de Dilma utilizou o orçamento arbitrariamente, mas tendo como foco o social e o desenvolvimentismo. Avançou muito no combate à miséria mas contaminou o ambiente econômico com sua imprevisibilidade. A melhoria depende apenas da vontade pessoal, não de dogmas ideológicos.
O neoliberalismo de FHC – que está na matriz de Aécio – entrega todo o ouro ao mercado. O ajuste fiscal proposto visa ganhar espaço para o Banco Central praticar políticas de juros sem restrição fiscal. E julga que, abrindo tudo ao mercado e à economia internacional, o progresso virá por si só. Está firmemente amarrado aos princípios ideológicos do neoliberalismo.
Emprego
Dilma preservou o emprego ainda que à custa de sacrificar o ambiente econômico (não por relação direta com o emprego, mas pela pouca eficácia da área econômica). O ajuste de Aécio-Armínio, por mais que negue, é fundamentalmente recessivo e, sem ter que prestar contas aos eleitores, tratará o pleno emprego como ameaça à estabilidade de preços.
O que queremos ser quando crescer
O terceiro campo é dentro da ideia “o que queremos ser quando crescer”.
O último capítulo do meu livro “Os Cabeças de Planilha” foi uma longa entrevista com FHC. Ele não tinha a menor ideia sobre mecanismos de desenvolvimento, papel das pequenas e micro empresas, da inovação, das políticas sociais, da diplomacia, criação de redes econômicas, arranjos produtivos etc. Sua única proposta era turbinar os grandes grupos financeiros, julgando que eles trariam a reboque a modernização do país.
Dilma sabe como crescer. Sua vulnerabilidade está no seu método centralizador de governar.
Dois episódios poderão influir com maior ou menor intensidade na campanha:
Há um acordo de delação premiada. E a informação de que o sigilo dos relatos é protegido por lei. Mas como a lei – ora, a lei -, os vazamentos continuarão sendo praticados, com direito a cada revista colocar o que quiser no texto – e atribuir a fontes anônimas.
Nos próximos dias a Sabesp terá que encarar, finalmente, a crise de água. Dependendo da abrangência do rodízio, poderá colocar em xeque as promessas de campanha do PSDB.
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Comentários
Fatos Novos
qui, 09/10/2014 - 22:14
Nassif, tudo bem? Estou escrevendo no seu blog, e em outros que costumo acessar, uma mesma mensagem, a fim de tentar levá-la ao comando de campanha da Dilma. Vi hoje (9/10) o programa eleitoral do PT e gostei muito, mas acho que apenas fazer o comparativo "PT X PSDB" não será suficiente desta vez. São necessários FATOS NOVOS neste segundo turno, a fim de criar um NOTICIÁRIO POSITIVO e escapar da pancadaria da mídia no tocante à Petrobras. Por exemplo:
1) Anunciar propostas novas específicas para São Paulo (algo de segurança pública, por exemplo);
2) Anunciar a incorporação de algumas propostas da Marina Silva (entre as ideias aceitáveis, claro), a fim de apontar um caminho para o eleitorado dela que não o aécio (especialmente propostas que o aécio não aceite e/ou que sejam historicamente antagônicas ao ideário do PSDB);
3) Anunciar o novo comando do Ministério da Fazenda, a fim de mostrar qual a linha econômica do segundo mandato;
4) Anunciar outros novos nomes do futuro Ministério; e
5) Outras novidades CONCRETAS que mostrem melhor o lema "governo novo, ideias novas".
Grande abraço, Fábio Faiad.
Queremos mudanças!
qui, 09/10/2014 - 13:40
Quer mudar o país? ok, vamos mudar, mas vamos mudar
para melhor, pois o que vamos mostrar pra você neste link
são fatos reais, sem truques ou montagens.
Se informe bem antes de votar.
http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/10/32-capas-o-brasil-dos-anos-90-e-o-governo-fhc/
Aquelas camisetas vermelhas
qui, 09/10/2014 - 12:09
Aquelas camisetas vermelhas do PT..ainda são produzidas?
Quem tiver que use e segure a onda pois vai ser por ai, já há
hostilidade demais para ficar "parado".Dilma pode "quebrar
Aécio facilmente só sendo Dilma!
Obs.Faz anos que não percebo tanto conservadorismo explícito
quase moda, quando acuados gritam e soltam perdigotos em
seu rosto.
PARECE QUE PERITOS DO INSS ESTÃO TIRANDO PROVEITO POLÍTICO
qui, 09/10/2014 - 10:18
Caro Nassif, disse que não mais faria comentários em blogs, porém tomei ciencia de um acontecimento onten que me deixou intrigado. Parece que o MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA tem que checar, inclusive com a POLÍCIA FEDERAL a veracidade. Encontrei um homem ontem em minha cidade com o braço no lugar porém sem muita diferença de um manietado, pois a mão balança livre sem nenhuma possibilidade no momento nervoso, inclusive queixava de muitas dores. Segundo ele me relatou que sofreu um acidente a poucos dias e ficou daquele jeito, Porém o hospital que o atendeu disse não da atestado para o INSS, porém segundo ele o(a) Perito que lhe atendeu disse que ele trabalha de Guarda então pode trabalhar daquele que se encontrava, porém a mão não fuciona nem para abrir uma porta. Segundo ele os peritos estão voltando todo mundo para o trabalho sem condições, e que todos estão nevorsos e reclamando do GOVERNO FEDERAL pelo atendimento desumano que os PERITOS estão oferecendo, isso parece coisa política para depreciar o GOVERNO FEDERAL e jogar os segurados na contramão política. É bom checar a veracidade. Não vou falar a minha ciadade pois aqui está uma perseguição total de quem é de pessamento progressista de esquerda. Estão espalhando o ódio contra nós de forma generalizada.
Comentei aqui a algum tempo
qui, 09/10/2014 - 12:14
Comentei aqui a algum tempo que médicos ligados ao SUSe AMA's estavam
fazendo campanha ant-Dilma nos ambulatórios.Fazem na "cara-dura" e ficam
enlouquecidos quando contrariados.Exercem poder sobre a população, o mais
"médicos" jamais será engolido.
Sem o mercado cativo do
qui, 09/10/2014 - 06:44
Sem o mercado cativo do "resto do Brasil" São Paulo não seria hoje mais desenvolvido que o Paraguai. O Brasil se sacrificou praticamente sem qualquer assistência governamental, podemos ver isso nos relatórios da Coluna Prestes e outras fontes históricas, enquanto São Paulo acumulava riqueza durante a ditadura paulista da República Velha, que durou nada menos do que trinta anos. Para ficar independente, mesmo empenhando toda a sua suposta riqueza, São Paulo não teria como pagar a indenização que deveria ao "resto do Brasil".
Análise perfeitíssima,
qui, 09/10/2014 - 10:25
Análise perfeitíssima, Severino! Parabéns!
Discordo inteiramente,
qui, 09/10/2014 - 06:01
Discordo inteiramente, infelizmente e realísticamente. Nada de debate político de idéias. Este segundo turno será o da maior baixaria que jamais se viu neste país comandada pela imprensa que mostrará seus truques mais baixos e imundos.
E a estratégia da Dilma deverá ser a estratégia da felicidade popular e de mostrar adesões de pessoas simbólicas, pessoas-símbolos bem conhecidos e que signifiquem muito para todo o povo que os conhece 1) - inteligência, 2) - talento e 3) - honestidade a toda prova, além de 4) - empresários vitoriosos, o que esmaga a oposição dentro de seu território econômico. Fiquei muito feliz com a adesão de Aldir Blanc. Vamos desconstruir a adesão partidária oportunista e traiçoeira, que para o povo pouco significa e vamos partir para a vibração e para o sentimento.
Na minha humilde opinião, não
ter, 07/10/2014 - 21:56
Na minha humilde opinião, não há mais espaço para tratar como se a imprensa fosse ISENTA.
Tem que de alguma forma mostrar o que a mídia faz por debaixo dos panos.
Tem gente que acredita que o Brasil corre riscos com a Venezuela!
Se houver crise com outro país, este páis terá ARMAS ATÔMICAS!
Tem que acabar com aidéia da imprensa ISENTA, apartidária cujo único interesse é INFORMAR!
Não é acabar com canais de televisão e suas novelas ou concessões, mas acabar com o PODER DE OPINIÃO subliminar que dirige as escolhas.
"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)
"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M
Vamos pra campanha
ter, 07/10/2014 - 18:50
Pessoal, agora é campanha aberta 24 horas por dia, até o dia 26/10.
Debatamos com todos os coxinhas de forma civilizada e aberta.
Vamos pra campanha
ter, 07/10/2014 - 18:50
Pessoal, agora é campanha aberta 24 horas por dia, até o dia 26/10.
Debatamos com todos os coxinhas de forma civilizada e aberta.
Colhendo o que plantou!
ter, 07/10/2014 - 17:33
Bancada reduzida de 88 para 70 deputados (perda de 20,45%), apenas 2 senadores eleitos (7,41% de um total de 27), 3 governadores eleitos em primeiro turno (Minas Gerais, Bahia e Piauí) e outros 4 no segundo turno (Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Ceará e Acre). Nesta pequena inrodução já dá para perceber as dificuldades do PT para vencer as eleições no 2º turno.
Com base nos resultados do 1º turno (Dilma - 41,59%, Aécio - 33,55%, Marina - 21,32% e os demais candidatos - 3,54%). Para alcançar a maioria dos votos Dilma precisa de 8,41 pp e Aécio 16,45 pp, ou seja, Dilma precisa de 1/3 dos votos de Marina e dos outros candidatos e Aécio de 2/3, o que leva a uma condição de empate técnico se a distribuição dos votos for de 66% para Aécio e 33% para Dilma.
É claro que segundo turno é uma outra eleição, porem há vários fatos novos que podem e devem desequilibrar esta conta em favor de Aécio:
1. Mesmo tempo de TV para propaganda política;
2. Melhor desempenho nos debates;
3. Curva com tendência de crescimento;
4. Menor índice de rejeição;
5. Militância motivada com o resultado surpreendente do 1º turno;
6. Migração dos votos evangélicos;
7. Novos episódios da delação premiada na Petrobrás;
8. Economia em parafuso;
9. Envolvimento maior dos empresários;
10. Sentimento claro de mudança;
11. Migração de políticos oportunistas de última hora, especialmente do PMDB.
Além disso Marina deve ter participação ativa na campanha a partir da negociação em andamento com o PSDB que prevê o fim da reeleição, escolas em período integral para o ensino fundamental e sustentabilidade, entre outros pontos.
Na verdade o PT está colhendo o que plantou, afinal foram 12 anos de governo e cadê as reformas prometidas? Cadê o Plano Nacional para a Educação? Porquê se juntar aos piores políticos do Congresso Nacional? Porquê abrigar tantos incompetentes e desonestos em 40 ministérios? Porque esta convivência pacífica com a corrupção? Porquê manter Guido Mantega tantos anos no Ministério da Fazenda?
Acho que o PT vai ter que inventar muitas mentiras para reverter esta situação, pois a coisa tá feia.
Aécio ressurgiu como forte candidato nos dias finais do 1º turno
ter, 07/10/2014 - 14:39
A debandada foi dos anti-petistas que tinham aderido à candidatura de Marina e o ápice disso foi logo após o debate da Rede Globo, em que Aécio teve um bom desempenho. Um eventual melhor desempenho em termos de oratória e segurança no discurso pode angariar ainda mais votos no 2º turno. Dilma terá que se preparar melhor para os debates, tanto os realizados pelas redes de televisão quanto o que acontecer no horário eleitoral gratuito por meio das críticas recíprocas.
O problema da reeleição de Dilma é agora conseguir os votos dos eleitores de classe média que votaram em Marina, a candidata que foi a mais atacada pela campanha do PT no 1º turno.
Aécio, neste sentido, teve uma estratégia mais inteligente, pois evitou os ataques a Marina, de olho no 2º turno.
A questão é se o apoio de Marina à candidatura de Aécio conseguirá transferir votos para ele na medida que ele precisa.
O debate entre PT e PSDB será o mesmo de sempre: privatização, neoliberalismo, corrupção, descumprimento de promessas por parte do Governo Dilma, baixo crescimento econômico observado no Governo Dilma etc.
A eleição será muito disputada e não existem favoritos. Para mim, qualquer um dos dois pode ser eleito, vale dizer, as chances são praticamente iguais, sendo praticamente desinfluente a votação obtida no 1º turno. A eleição no 2º turno é totalmente diferente. Totalmente.
"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.
Não Argolo ele não ressurgiu
ter, 07/10/2014 - 17:57
Não Argolo ele não ressurgiu sempre esteve onde esta apenas colocam ele como perdedor.
Frade, fraude ou fralda?
ter, 07/10/2014 - 14:21
Podem dizer que é desculpa de perdedor. Na verdade, não perdi, terminei o primeiro turno em primeiro lugar. E isso não é pouco, essa vitória no primeiro turno pode asfaltar a vitória no segundo. Não será fácil. Para nenhum dos dois. Mesmo com toda a campanha da imprensa, Aécio precisa de 16% dos 21% da Marina. Essa façanha nunca houve em eleição nenhuma. Eu chuto que os votos de Marina podem ser 2/3 para Aécio e 1/3 para Dilma. Se houver migração para brancos e nulos, a proporção se manterá, então, será neutra. Então, 34% mais 14% serão 48%. Para Dilma, 40% mais 7%, serão 47%. Os votos de Luciana Genro, 1,4%, são importantíssimos. São votos politizados, esses com certeza, irão 100% para Dilma, pois conversei com vários de seus eleitores. A esquerda jamais votará num projeto fascista como o de Aécio Neves Cunha, espancador de mulheres e herdeiro das oligarquias de Minas Gerais.
Como cada voto será uma batalha épica, preparem as emoções. Mas não se esqueçam de que o tal tsunami chamado Alckmin acabou 2006 amargando menos votos no segundo turno do que no primeiro. Além disso, sinto um forte cheiro de fraude eleitoral no ar. Vi as cédulas da eleição norte-americana que elegeu Bush Jr. Foram feitas para serem fraudadas, pois milhões de eleitores de Al Gore votaram num candidato independente por engano, a cédula era pra lá de confusa. A negativa do Congresso Nacional de aceitar eleições eletrônicas com voto impresso, que seria lançado à urna e ficaria documentado como backup, me deixa com a pulga atrás da orelha.
Algum dDOS, Nassif?
ter, 07/10/2014 - 13:42
Nassif, está tudo bem com seu site? Toda vez que entro, minha conexão lógica cai e preciso redefinir a conexão Ethernet através do Win PRO 8.1. Para entrar, levo vários segundos, incompreensível para a largura da banda que uso, além disso, mais estável, pois de fibra ótica.
Só quero que Aécio explique 3
ter, 07/10/2014 - 11:13
Só quero que Aécio explique 3 coisinhas, mas beeem explicadinho mesmo. 1) quais seriam as tais "medidas impopulares"; 2) quais as consequências destas no curto, médio e longo prazos; 3) QUEM vai pagar o pato
Há algo importante que
ter, 07/10/2014 - 10:16
Há algo importante que precisa ser dito. O eleitorado do PSB não é da Marina Silva. O único voto que ela pode vender é o dela, mas isto já é propriedade do Banco Itaú. A união entre o Itaú e Aécio é natural, muito embora não possamos dizer se quem atenderá pela porta dos fundos será Neca ou Aécio. Ha, ha, ha...
Para Marina aumentar as chances em 2018 o PSDB precisa perder
ter, 07/10/2014 - 07:09
Uma nova derrota do PSDB reforçaria a tese de Marina Silva é única com reais chances de derrotar PT, o que aumentaria consideravelmente a condição de Marina Silva como líder das oposição em 2018.
Já que em caso de vitória do PSDB nestas eleições, o PT assumiria a liderança das oposições com Lula em 2018.
O grande problema de Marina Silva em adotar a neutralidade é que seus principais apoiadores políticos e financeiros vão apoiar o PSDB, já que querem derrotar o mais rápido possível e não esperar por 2018 ou 2026.
Já o PSB que terá grandes dificuldades sem a liderança de Eduardo Campos, restará voltar apoiar o PT ou ir para o campo das oposições, onde a decisão de Marina Silva joga um papel importante, já que um apoio formal de Marina a Aécio Campo aumentaria a chances do PSDB nestas eleições, o que poderá levar o PSB também apoiar o PSDB nestas eleições.
Outro grande desafio de Aécio Neves é impedir o fogo amigo, já que uma vitória do PSDB nestas eleições afastaria as chances de Serra ou Alckmin de disputar a presidência em 2018.
2014---distribuição de renda
Marcelo Freixo: “Vou votar na Dilma no segundo turno”
ter, 07/10/2014 - 01:00
http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/10/marcelo-freixo-vou-votar-na-dilma-segundo-turno/
"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde
Estou pensando seriamente em
ter, 07/10/2014 - 00:57
Estou pensando seriamente em aderir (ao) e reforçar o movimento – que se dissemina pelas redes sociais entre os paulistas “mais esclarecidos” – pela independência de São Paulo, pela separação do estado do “resto” do Brasil. Mas discrepo – como diria o doutor Ruy Mesquita (ou poderia dizer)...rs – dos motivos e razões para a secessão. Enquanto os paulistas “progressistas” das redes sociais pugnam – resolvi escrever difícil hoje, como os editoriais do Estadão de antanho...rs – pela independência sob a justificativa de que o “resto” do Brasil – aqui na pior acepção da palavra que eles usam – “astravanca o pogreço” da “locomotiva do Brasil”, que “não duca, mas duca”...rs, eu apoio a independência exatamente pelos motivos contrários.
Na minha modesta e insignificante opinião – e põe insignificante nisso – São Paulo não é a locomotiva que conduz o Brasil, mas o peso morto – não confundir com o volume morto da Cantareira...rs – que segura e impede o desenvolvimento político e social do país. Enquanto o estado dos Bandeirantes, de Adhemar de Barros, de Maluf, de Celsso Russomano, do pastor Feliciano, dos Civita, dos Mesquita e dos Frias fizer parte da República Federativa do Brasil, não avançaremos, não haverá um país justo socialmente, nem politicamente democrático e muito menos economicamente mais igualitário.
São Paulo é um estado parasita e sanguessuga. É um sorvedouro, um buraco negro. Suga para cá grande parte do que há de melhor no país, os melhores talentos – inclusive este que vos escreve...rs -, as empresas, o capital, os trabalhadores (que vêm fazer o que os paulistas não querem fazer), etc. Quer dizer, se nutre do que há de melhor no Brasil. E o que dá em troca? Ódio, prepotência, arrogância, discriminação e, sobretudo – põe “sobretudo” e “principalmente” nisso – preconceito. Preconceito contra nordestinos, contra pobres, contra negros. Basta ver os paulistas “progressistas” nas redes sociais...
Claro, há exceções e muitas – incluídas aí as de todos os meus amigos paulistas. Mas um estado que tem como heróis um bando de assassinos de índios não poderia ser muito diferente. É um estado que detesta tudo que tenha o mais leve aroma de povo. Por isso, odeia Getúlio Vargas, o maior estadista que este país já teve. Assim como odeia Brizola, um dos melhores líderes que o Brasil já viu. Não gosta de Lula, um dos governantes mais populares de nossa história. Não gosta de Dilma, não gosta de Haddad... Gosta de Alckmin, cuja má administração dispensa comentários (sem falar no envolvimento na corrupção do metrô e outras tantas). Gosta do Serra, que pede cabeças de jornalistas aos nossos patrões – e este é menor de seus defeitos. Bom, veja a lista dos parlamentares mais votados em São Paulo nessas eleições e tire suas conclusões.
São Paula se orgulha ainda de uma “revolução” que de revolução não teve nada, pois foi um movimento para manter os privilégios de sua oligarquia. E ainda comete o ridículo de comemorar com feriado uma derrota desse movimento elitista, como se fosse coisa de todo o povo paulista...rs
Ah, antes que algum paulista desvairado me pergunte por que continuo aqui, sendo sustentado por São Paulo, respondo: tô aqui porque São Paulo precisa de mim e de meu trabalho, tanto que me contrata e me paga...rs. Antes que digam também que São Paulo dá trabalho e oportunidades para todo mundo vos digo que São Paulo é que precisa mais de todo mundo que vem de fora do que essas pessoas precisam de São Paulo. É como aquela história de que as empresas – e os empresários – dão emprego. Dão uma ova. As empresas contratam pessoas que geram, produzem para elas mais valor do que recebem. É óbvio que se os empregados custassem mais às empresas do que elas lucram com eles, elas quebrariam. É a tal da mais-valia...rs
Agora, se São Paulo se tornasse independente, como espero, eu ficaria no Brasil. Minas Gerais seria uma boa alternativa...rs
Aécio não tem conteúdo e tentará vencer pela COMUNICAÇÃO
ter, 07/10/2014 - 00:05
Nassif, hoje, conversando com amigos da área de comunicação, estes disseram, com unanimidade: AÉCIO NÃO TEM CONTEÚDO, MAS USOU BEM TODAS AS FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO.
É preciso atentar sobre isso. É preciso ficar esperto. Esta estratégia marqueteira está dando certo, Sob o prisma das ferramentas de comunicação, Aécio, um candidato vazio em termos de propostas, mandou bem.
Os eleitores deveriam ser instruidos a buscarem entender o CONTEÚDO, mas muitas pessoas, muitas mesmas, não aprofundam, vão na onda de um papinho simpático. Dilma precisa trabalhar conteúdo? Sim, mas também FORMA. Avisem os marqueteiros dela, por gentileza.
By the way, o que deu certo com Aécio que o tirou do eixo? A acusação de Luciana Genro do Aécioporto. Não sei se Dilma entrará nessa, é preciso avaliar, mas deveria. Pelo menos, no horário de TV. O que não falta é material.
Pessoalmente, pergunto: como é que um candidato que teria gasto R$ 14 milhões com um aeroporto para beneficiar sua família, com dinheiro público, ainda está concorrendo a presidente?
Didi passa aperto com Cicinho chegando junto!
seg, 06/10/2014 - 22:34
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Efeito Manada
seg, 06/10/2014 - 21:48
Aqui em Alagoas, onde Dilma venceu com folga, pude observar o seguinte efeito. Nas rodas de bate-papo na parte da tarde antes de encerrar a votação, o bombardeio da Rádio CBN, TV Globo News e Band News que noticiaram durante todo o dia as pesquisas divulgadas na 6a. e no sábado, A todo momento entrava no ar um "analista" para falar da presença de Aécio no 2º turno, esses mesmos analistas que hoje 2ª feira falam que Aécio estará a frente de Dilma nas próximas pesquisas, provocaram a mudança de voto de muitas pessoas que de manhã tinham adesivos de Marina em seus veículos.
Da mesma forma que no fim da votação muitos eleitores mudaram seus votos de Marina para Aécio aqui em Alagoas, creio que em diversos estados esse fenômeno também tenha ocorrido.
Precisamos prestar muita atenção nas pesquisas, pois houveram erros grotescos que precisam ser investigados pela justiça eleitoral para evitar que novamente se induza novo efeeito manada em favor deste ou aquele candidato.
Com a palavra o Ministério Público Eleitoral e o TSE.
As pesquisas estão
qui, 09/10/2014 - 10:50
As pesquisas estão desmoralizadas, não dê atenção pra isso não...
Salário mínimo
seg, 06/10/2014 - 21:46
Como gosto de dar palpites, aqui vai mais um:
Promessa crível de aumento do salário mínimo. O candidato que mostrar por A + B que os pobres, sim, o Aécio só ganha com os votos dos pobres, vão ter aumento real nos seus rendimentos leva a faixa.
Agora, aumento de salário mínimo com economia indo mal é impossível sem quebrar o país.
A Dilma e o Lula levam vantagem de já terem aumentado o salário mímino real nos seus governos, o PSDB nunca conseguiu tal façanha.
No meu palpite, acho que hoje, nenhum dos dois candidatos consegue elevar o salário mínimo sem arruinar a política fiscal, porém, a esperança de melhoras na economia brasileira, podem levar a um sentimento mais positivo no futuro. Neste ponto, a Dilma com sua política de diminuir o serviço da dívida, diametralmente oposta a do Aécio -choque de gestão (traduzindo SELIC a 80%, 45% eles já sabem que não funciona) aumentando a sangria do povo e da nação, tem menos chance ainda.
Dilma só não leva, se for muito ruim de comunicação e o Aécio um Chacrinha redivivo.
Follow the money, follow the power.
QUANTA DESILUSÃO
seg, 06/10/2014 - 21:46
LI ATENTAMENTE O QUE TODO MUNDO ESCREVEU. ESPREMI...ESPREMI E NÃO APUREI NADA DE BOM PARA O BRASIL.
E quem disse que é esta a
ter, 07/10/2014 - 16:09
E quem disse que é esta a intenção, melhorar o país.
O plano é achar desculpas retóricas para inchar o estado e garantir renda, melhor boquinha.
Reducionismo que deseduca
seg, 06/10/2014 - 21:22
Nem nos Estados Unidos existe esse neoliberalismo que deixa tudo ao mercado e cada um se exploda.... isso é só mistificação grosseira.....
Já estatismo com intervenção motivados por motivos sociais estamos vendo na Venezuela e na Argentina.
ótimo post./ será uma
seg, 06/10/2014 - 20:52
ótimo post./
será uma campanha
no mínimo emocionante.
Os modelos em jogo Nassif,
seg, 06/10/2014 - 20:36
Os modelos em jogo
Nassif, sobre os dois modelos em jogo, não acredito ser por aí o caminho das pedras. Não entendo que exista esta separação teória entre "desenvolvimentismo autoritário e fiscalmente irresponsável" x "neoliberalismo fiscalmente prudente e socialmente insensível".
Aliás, nada mais falso do que dizer que o neoliberalismo é mais prudente em termos fiscais. No Brasil mesmo, recentemente, o "neoliberalismo" de FHC quebrou o país enquanto que com o "desenvolvimentismo" de Lula as contas públicas nunca foram tão sadias.
No fundo, o que há é apenas uma diferença de momentos em que uma política econômica mais liberal e prudente em termos fiscais é mais interessante e momentos em que uma política mais intervencionista e fiscalmente irresponsável é necessária.
Ocorre que isto não é claro para a maioria das pessoas (sequer isto é claro para alguns economistas).
Desde a década de 1930, com o surgimento da teoria keynesiana e da adoção de políticas econômicas keynesianas avant la lettre, seja nos EUA com Roosevelt ou no Brasil com Vargas, sabe-se que em momentos de crise é necessário maior intervenção estatal na economia, mesmo a custa de um desequilíbrio fiscal de curto prazo, para que a economia volta a funcionar em moto-contínuo.
Retomado o ritmo de cruzeiro da economia, o estado deve se recolher da intervenção estatal e fazer o dever de casa nas contas públicas, para poder chegar a um segundo momento de crise em plenas condições de abrir mão novamente de políticas fiscais expansivas.
E é exatamente isto que está ocorrendo no momento: o Brasil de Lula cresceu significativamente, ao mesmo tempo resolveu a parte fiscal e chegou à crise de 2008 com plenas condições de enfrentá-la fiscalmente.
A princípio nem foi necessário tanto esforço fiscal pelo governo brasileiro. Agora a economia brasileira piorou muito recentemente.
Não compro esta tese de que as medidas do governo retiraram a confiança dos empresários na economia.
O que houve, na verdade, foi justamente o contrário: a falta de confiança dos empresários em realizar os investimentos, nas condições de economia global muito fraca, foi que levou o governo a tomar as medidas necessárias de desoneração fiscal da produção (que foi até imprudente por parte do governo), e da adoção de um intervencionismo estatal maior na economia.
O cenário econômico mundial deve começar a melhorar em breve - já vem melhorando nos EUA, onde a política monetária foi mais agressiva e o governo norte-americano também abriu mão de um pacote fiscal, tímido, mais que existiu. Na europa a situação ainda é ruim, mas parece que finalmente caiu a ficha do BCE.
O mais importante no momento é que não ganhe o modelo "neoliberal fiscalmente prudente e socialmente insensível". Marina Silva já caiu fora, agora o desafio é Dilma vencer Aécio, último representante deste modelo que, no momento, claramente não é bom para o Brasil - desde Hebert Hoover nos EUA, presidente republicano antecessor de Roosevelt, o mundo inteiro sabe que tentar equilibrar o orçamento público em tempos de crise não é boa política: o que ocorre é uma expiral deflacionária e recessiva que só prolonga o ajuste e traz um sofrimento econômico terrível à economia como um todo, especialmente aos mais pobres.
PET - Programa de Erradicação dos Trolls. Não alimente os trolls no blog!
Um segundo turno normal
seg, 06/10/2014 - 20:35
A eleição vinha dentro da normalidade até a morte de Eduardo Campos, que provocou a entrada de Marina Silva na disputa eleitoral, e alterou as expectativas dos eleitores e dos candidatos.
Agora terminado o primeiro turno, provavelmente teremos uma eleição normal com os candidatos e eleitores se movendo na busca de definições.
Primeiro sem dúvida se aguardará o posicionamento de Marina Silva e do PSB, depois para a disputa propriamente dita.
2014---distribuição de renda
GUIA PARA DEBATES
seg, 06/10/2014 - 20:28
Mensalão? Estratégia tucana para comprar a reeleição do FHC e para obtenção de caixa 2 em campanhas mineiras. (para crianças = mês grande, de 31 dias. Janeiro é um mensalão).
Mensaleros do PT? Companheiro do PT que a justiça determinou prender. Esperamos que as razões e o julgamento feito, em momentos de forte impacto público, possam ainda ser revistas com serenidade e que a história possa mostrar algum dia todos os fatos, desde a origem – justamente tucana - deste esquema de captação de dinheiro de campanha, não contabilizado, a partir de grandes empresas doadoras.
Petrobras? A maior e melhor empresa do Brasil. A garantis do nosso futuro, particularmente na educação e na saúde do povo. Continuará sendo brasileira com o PT, embora os tucanos tenham querido privatizar.
Youssef? Doleiro paranaense que leva dinheiro de corruptos para paraísos fiscais, atuando desde mais de 20 anos no “mercado”.
Paulo Costa? Funcionário corrupto da Petrobrás, ocupando altos cargos desde o governo tucano. Mandado a demitir por Dilma, há quase 2 anos e meio.
Delação premiada? Ação desesperada de corrupto pego pela justiça.
Corruptos do PT? / Justamente este é o Governo que não compactua com a corrupção e corta na própria carne, se preciso for. Antes os corruptos eram barridos por debaixo do tapete.
Corrupção? É uma prática histórica no Brasil e que este Governo combate energicamente.
Acabar com a corrupção? Se eleito for o candidato tucano aí nunca mais ninguém ficará sabendo de corrupção alguma neste país. Serão apenas negócios entre gente finíssima. Você quer isso mesmo ou quer que Dilma continue combatendo?
PIB? È a medida quantificada do crescimento econômico do Brasil. Esse valor, dividido pelo número de habitantes, gera a renda média per capita, a qual é teórica, pois tem gente que na prática recebe maior renda que outras. Neste Governo, interessa aumentar o PIB, obviamente, mas priorizando a renda da maior parte da população, ou seja, os mais pobres, e não apenas de poucos privilegiados. Queremos que a economia cresça sim, e o Governo está fazendo a sua parte, mas evitando qualquer risco na renda da população perante a grave crise mundial que atravessamos nestes últimos anos.
Inflação? Sob controle, como sempre foi nesses últimos 12 anos com o PT, e seguirá sendo nos próximos quatro anos. Dilma tem demonstração prática disso.
Eleições resumo até este momento.
seg, 06/10/2014 - 20:27
Primeiro turno: Dilma vencendo, Aécio vira pó, Marina vencendo, Marina vira pó, Dilma vencendo, Aécio renasce. Segundo turno: Aécio vencendo essa é a minha aposta! Essa será a última batalha, Dilma terá que virar essa última vez e vence.
Franklin.
me sonho de consumo no segundo turno
seg, 06/10/2014 - 19:56
quero ver os dois juntinhos pra ter muitos selfs ..hehehehe
Apenas uma pequena contribuição
seg, 06/10/2014 - 19:37
Caro Nassif,
sua análise pareceu-me bem razoável. Portanto, não pretendo aqui elaborar mais uma análise para juntar-se às dezenas de outras possíveis análises dos caros colegas debatedores.
Vou por um outro caminho visando contribuir com a sua ideia a começar pelo conteúdo do título:
A disputa será política no segundo turno.
Admitindo-se que essa precisa é verdadeira ou verossímel, penso que sua excelência deveria treinar mais a oratória.
Isso porque, o candidato Aécio Neves, quer o critiquemos ou não por várias outras razões, expressa-se melhor que a presidenta.
O Aécio expõe melhor sua ideia. Sim, às vezes, fala mais do que deveria. Mas, no geral, articula melhor as palavras.
A Dilma de vez em quando "trava". Parece perder a linha de raciocínio. Com isso perde tempo e passa um certa insegurança para o ouvinte.
Portanto, se o debate vai ser político que a oratória de sua excelência seja aprimorada. Precisa deixar fluir mais as palavras no combate de ideiais para , inclusive, enfatizar eventuais vacilos do candidato da oposição.
Saudações
Concordo que Dilma tem mais dificuldade com a comunicação
ter, 07/10/2014 - 00:40
A equipe da presidenta precisa deixar ela mais solta, mais espontânea e até se divertindo com o debate. Aécio não diz nada, mas o pouco que diz, diz bem. É vazio. Explorar esse nada pode ser um bom e divertido desafio.
FHC, é assim que se faz pesquisa:
seg, 06/10/2014 - 18:28
MARILENA SE DIZ ESTARRECIDA E PROPÕE ESTUDO DE CASO SOBRE REELEIÇÃO DE ALCKMIN
Filósofa pede que acadêmicos se reúnam para tentar encontrar explicações para quarto mandato do governador em meio a racionamento, denúncias de corrupção e problemas de gestão
São Paulo – A filósofa Marilena Chauí propõe que acadêmicos somem esforços para tentar entender os motivos que levaram o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a conquistar um novo mandato nas eleições realizadas ontem (5). Em entrevista à Rádio Brasil Atual, a professora da USP afirmou ter proposto ao presidente da Fundação Perseu Abramo, o economista Marcio Pochmann, que estude ao longo dos próximos quatro anos os processos que explicam que o PSDB possa chegar a mais de duas décadas de comando do Palácio dos Bandeirantes.
http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/marilena-se-diz-estarrec...
"Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar os oprimidos e amar os opressores." - Malcom X
"Com o tempo, uma imprensa cínica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma." - Pulitzer
O espírito da revolução de 32
seg, 06/10/2014 - 21:30
O espírito da revolução de 32 é o que o mantem lá. Paulista é bairrista.
Prezados boa tarde.Todas as
seg, 06/10/2014 - 19:14
Prezados boa tarde.
Todas as eleições faço meus levantamentos com base na votação recebida por cada candidato, levando em consideração a região em que está inserido e de onde vem o seu voto. Considero que esta eleição, com exceção de São Paulo, Pernambuco e o Acre, está muito parecida com a eleição de 2010.
Pra começar os eleitores de classe média para cima que estavam inclinados a votar em Marina, principalmente em São Paulo, desembarcaram de sua canoa na última hora. Analisando, estado a estado, a votação recebida por Marina, percebe-se claramente que os eleitores que com ela continuaram pertencem às classes mais baixas. Sua candidatura virou pó em estados mais ricos (RS, SC, PR, DF, RJ, GO, MT, MS). Nesses estados, votos recebidos por Marina realmente tendem a migrar em maior número para Aécio. Agora, nos estados do Nordeste e Norte, onde Marina obteve uma boa votação, a tendência é que migrem em maior número para Dilma. Esse comportamento foi o predominante em 2010, eleição com características parecidas com a eleição desse ano.
O percentual total de votos recebidos por Aécio é apenas 0,9% maior que em 2010 (33,55% agora contra 32,61% em 2010). Marina idem (21,32% agora contra 19,33% em 2010), apenas 2% a mais. O que foi maior esse ano foi a votação dos nanicos, 3,88% no total, com destaque para Luciano Genro e Eduardo Jorge. Não creio que esses votos, principalmente os de Luciana Genro, migrem com facilidade para Aécio.
Calculo que Dilma deva vencer em 16 estados no segundo turno, contra 11 do tucano. Pelas minhas contas, o resultado final ficaria em 54% para Dilma e 46% para Aécio. Será uma dureza realmente, e essa divisão do país entre pobres e ricos atiçará ainda mais o ódio de classe em estados do SUL/SUDESTE. Outra coisa: a chave da vitória está nos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Mantendo os desempenhos do primeiro turno no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de conquistar os votos da maioria dos pernambucanos, Dilma vencerá a eleição.
Deus te ouça.
seg, 06/10/2014 - 21:33
Deus te ouça.
política
seg, 06/10/2014 - 19:07
Marcos parabéns pela tua analise! Eu também fiz uma analise parecida com a tua e cheguei a conclusões parecidadas, essa eleição está muito parecida com a de 2010. No meu estado que é o RS onde Dilma ganhou e Marina teve só 11,50 dos votos eu acredito que a maioria dos eleitores migrem para Dilma e não para o Aécio, os que tinham que votar nele já votaram no primeiro turno. Acho também que Marina não tem liderança para transferir votos. O inimigo principal de Dilma vai ser a imprensa que no Brasil se comporta como um partido de oposição e só mostra um lado da moeda, mas acho também que o tempo que eles tem para derrubar Dilma é relativamento apertado e as redes sociais se tornaram muito mais importante na formação de opinião do que a decadente Globo!
PT derrete com Lula e Dilma
seg, 06/10/2014 - 21:09
Paulo, não aposte em uma candidata falida politicamente, os maus feitos desse partido com concordância de Lula/Dilma, caiu no colo do povo, que em sua grande maioria não é míope e, dará o troco nas urnas dia 26.10.14. Outra coisa, tem que trabalhar muito para ter a mesma votação do primeiro turno, se isso acontecer não desanime, democracia é assim mesmo, e 2018 tem mais, cabeça erguida meu amigo.
Mais um papagaio da Veja. Tao investindo no Blog...
ter, 07/10/2014 - 01:15
A quantidade de nao cadastrados novos está demais, e quase todos trollando.
"As mágoas de campanha
seg, 06/10/2014 - 18:04
"As mágoas de campanha dificultarão a passagem dos eleitores de Marina para Dilma." Acho que entre os eleitores e até mesmo no PSB - afinal Rede e PSB não se misturam - não há tantas mágoas assim. Muitos, muitos mesmo votaram na Marina na esperança de que ela fosse uma esperança de mudança. Como ela não existe mais - no modelo Marina - muitos votarão na Dilma. Afinal, querem mudar mas não para o PSDB porque muitos ainda lembram dos tempos bicudos do FHC.
Maijésus! Discutir política
seg, 06/10/2014 - 18:01
Maijésus! Discutir política com o psdb? Como? Onde? Segundo eles, prá quê? Eles não são políticos, eles são os produtos da corrupta mídia. É o mesmo que o "pacotaço" da osmarina. Só blablabla. Vamos ver a maior sujeira nesse segundo turno. Já começou nas urnas esfarrapadas que o tse enviou para váriias seções eleitorais.
Ganhar ou perder, mas "Ganhando"
seg, 06/10/2014 - 17:48
É tudo ou nada.
Dilma deve mostrar sim a sua cor vermelha e o PT deve sair com orgulho nas ruas.
Vamos à luta. Vamos falar da corrupção tucana também. Vamos discutir com a juventude sobre as novas propostas
Prefiro perder, mas ganhando, ganhando a dignidade de ser o que somos.
Não vamos colocar malfeitos embaixo do tapete, mas também não iremos renegar das nossas bandiras e lutas. Se a população não quer, paciência.
Vamos lutar com a verdade e a sinceridade, em contraste com a cara cínica do nosso oponente.
Como gosto de sofrer, tenho
seg, 06/10/2014 - 17:44
Como gosto de sofrer, tenho visitado e comentado em algumas páginas e rede sociais da turma da direita reacionária.
Caraca !
Os caras estão numa alegria porque o seu candidato passou ao 2°, segundo eles, com uma virada surpreendente.
E a possibilidade de exterminarem os pretralhas da face da terra é grande.
Só espero que dia 26 eles tenham uma grande tristeza e entrem numa profunda depressão coletiva.
Nem ligo !
Que se lasquem prá lá !
Consagre os seus sonhos e projetos ao Senhor, e eles serão bem sucedidos, creia.
gAS
As diferenças entre os dois
seg, 06/10/2014 - 17:40
As diferenças entre os dois estilos de governar é:
Eleitores do PT olham apenas o presente. Tem comida pra hoje? Então "tá bão"
Eleitores inconformados olham para o amanhã, para a vida que seus descendentes terão e não veem no PT um partido que possa melhorar nossa situação. Estamos sem futuro se o PT continuar (temos apenas o presente que amanhã será passado).
Por partes...
seg, 06/10/2014 - 18:51
Primeiro, quero ver você pensar no amanhã quando não tem nem o que comer.
Segundo, o futuro que nos espera com o PSDB é o mesmo da Europa hoje: 25% de desemprego.
"Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar os oprimidos e amar os opressores." - Malcom X
"Com o tempo, uma imprensa cínica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma." - Pulitzer
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