Geraldo revelou que o ‘Trem do Pantanal’ não é uma canção ecológica. ‘Tem muita gente que admira a música como uma elegia ao Pantanal. Mas Trem do Pantanal não é nada disso. É uma canção de um proscrito, que está fugindo de uma ditadura. Não tem ninguém olhando para as estrelas’, explica.
Roca em 2004 no Festival de Bonito em uma de suas raras aparições ao vivo
Geraldo Roca é autor de Trem do Pantanal. A música composta em 1975 em parceria com Paulo Simões foi eleita a mais representativa do Mato Grosso do Sul, virou praticamente o hino não-oficial do Estado e há mais de uma década é o hit do repertório do violeiro Almir Sater. Mas Roca é muito mais do que simplesmente o autor desta canção que fala do famoso trem que partia de Bauru, em São Paulo, passava por Campo Grande, chegava até Corumbá, na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia, e rumava para o ponto final Santa Cruz de La Sierra. O compositor é dono de uma das obras mais inspiradas da música feita na região Centro-Oeste. A quem diga que seja do país. ‘Se fosse escolher um compositor para dar de presente ao povo brasileiro, este compositor seria Geraldo Roca’, revela Renato Teixeira, grande apreciador da música produzida em MS e com quem Roca gravou, tocando viola de 10 cordas, o LP Garapa ainda na década de 80.
“Acho que foi a Dona Helena Meireles quem conheci de violeiro, aqui no Pantanal” – Almir Sater
“Acho que alma pantaneira deve ser o espírito pantaneiro. Povo de Paz. Muita Paz. Povo muito gentil. Lugar onde não existe fome. Quando não existe fome, todo mundo se torna generoso. Não tem miséria. As pessoas recebem bem os viajantes. Não tem estresse. Tem muito pouca gente. Quando chega gente na sua casa é um acontecimento. Voltam aqueles valores de séculos atrás… assim… passar um viajante – que você nunca conheceu – você receber na sua casa; você alimentar e dar abrigo” – Almir Sater
“O violeiro realiza o trânsito entre o sagrado e o profano: toca na festas de folia, nas igrejas, faz o pacto com o capeta e, nem por isso, é banido do lugar” – Ivan Vilela
“Se oceis num gostá di nóis, num tem portância, nóis é fã di nóis dimais da conta”
Cassiano (à direita) da dupla Zé Mulato e Cassiano
. 2 bananas-da-terra picadas em cubos . 1 linguiça calabresa em cubos . 2 colheres (sopa) de banha de porco ou óleo . 4 dentes de alho picados . 1 cebola média bem picada . 500 g de carne de sol dessalgada . 2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido . Suco de 1 laranja . 4 xícaras (chá) de água quente . Sal, pimenta, cheiro-verde picado a gosto . 100 g de uvas-passas . 100 g de castanha de caju
Preparação
Frite, em frigideiras separadas, as bananas e a calabresa. Reserve. Em outra panela, aqueça a banha e frite o alho e a cebola. Junte a carne e frite mais um pouco. Ponha o arroz e refogue por cinco minutos. Adicione o suco e mexa. Ponha a água quente e deixe levantar fervura. Tempere com sal e pimenta. Abaixe o fogo e cozinhe até quase secar. Junte, então, a banana e a calabresa reservadas, as passas e a castanha. Deixe secar um pouco e sirva polvilhado com o cheiro-verde.
Se o arroz ficar um pouco mais úmido o sabor se torna ainda melhor.
Jóias mt preciosas escondidas no Pantanal. Esse nosso Brasil é uma verdadeira riqueza, tão mal conduzida por tanto tempo. OBRIGADO por me mostrar mais músicas e o autor Geraldo . Agora, conhecendo a história da música vou gostar cada vez mais dela.
lenita
1 de agosto de 2014 2:51 pmEta música bonita, sô ! Ainda
Eta música bonita, sô ! Ainda mais na bela voz do Almir.
JNS quem é o autor desta música? Sempre imaginei ser do Almir e Renato Teixeira, pois é a “cara” dos dois.
jns
1 de agosto de 2014 3:32 pmCigana Bonita
Geraldo Roca e Paulo Simões são os andarilhos ‘sobre todos os trilhos da Terra’
[video:http://youtu.be/2hFpNdZJ1Kk%5D
Geraldo revelou que o ‘Trem do Pantanal’ não é uma canção ecológica. ‘Tem muita gente que admira a música como uma elegia ao Pantanal. Mas Trem do Pantanal não é nada disso. É uma canção de um proscrito, que está fugindo de uma ditadura. Não tem ninguém olhando para as estrelas’, explica.
Roca em 2004 no Festival de Bonito em uma de suas raras aparições ao vivo
Geraldo Roca é autor de Trem do Pantanal. A música composta em 1975 em parceria com Paulo Simões foi eleita a mais representativa do Mato Grosso do Sul, virou praticamente o hino não-oficial do Estado e há mais de uma década é o hit do repertório do violeiro Almir Sater. Mas Roca é muito mais do que simplesmente o autor desta canção que fala do famoso trem que partia de Bauru, em São Paulo, passava por Campo Grande, chegava até Corumbá, na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia, e rumava para o ponto final Santa Cruz de La Sierra. O compositor é dono de uma das obras mais inspiradas da música feita na região Centro-Oeste. A quem diga que seja do país. ‘Se fosse escolher um compositor para dar de presente ao povo brasileiro, este compositor seria Geraldo Roca’, revela Renato Teixeira, grande apreciador da música produzida em MS e com quem Roca gravou, tocando viola de 10 cordas, o LP Garapa ainda na década de 80.
[video:http://youtu.be/ac6-qKmCPYE%5D
jns
1 de agosto de 2014 3:35 pmPrá Lenita Pantaneira
[video:http://youtu.be/i6VxyLby2e0%5D
jns
1 de agosto de 2014 4:01 pmNo Pantanal Palestino
A maravilhosa Rona Kenan se queimou na movediça areia israelense.
[video:http://youtu.be/GKS8OUrlAIY%5D
jns
1 de agosto de 2014 5:21 pmsem miséria
VIOLA E VIOLEIROS
[video:http://youtu.be/4QNuLLfEeqE%5D
“A maioria das nossa músicas foram feitas com chuva”
[video:http://youtu.be/s5XUIl63fZc%5D
“Acho que foi a Dona Helena Meireles quem conheci de violeiro, aqui no Pantanal” – Almir Sater
“Acho que alma pantaneira deve ser o espírito pantaneiro. Povo de Paz. Muita Paz. Povo muito gentil. Lugar onde não existe fome. Quando não existe fome, todo mundo se torna generoso. Não tem miséria. As pessoas recebem bem os viajantes. Não tem estresse. Tem muito pouca gente. Quando chega gente na sua casa é um acontecimento. Voltam aqueles valores de séculos atrás… assim… passar um viajante – que você nunca conheceu – você receber na sua casa; você alimentar e dar abrigo” – Almir Sater
“O violeiro realiza o trânsito entre o sagrado e o profano: toca na festas de folia, nas igrejas, faz o pacto com o capeta e, nem por isso, é banido do lugar” – Ivan Vilela
“Se oceis num gostá di nóis, num tem portância, nóis é fã di nóis dimais da conta”
Cassiano (à direita) da dupla Zé Mulato e Cassiano
jns
1 de agosto de 2014 5:49 pmHêêê… Brasilzão!
Arroz de Carreteiro Pantaneiro
Ingredientes
. 2 bananas-da-terra picadas em cubos
. 1 linguiça calabresa em cubos
. 2 colheres (sopa) de banha de porco ou óleo
. 4 dentes de alho picados
. 1 cebola média bem picada
. 500 g de carne de sol dessalgada
. 2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido
. Suco de 1 laranja
. 4 xícaras (chá) de água quente
. Sal, pimenta, cheiro-verde picado a gosto
. 100 g de uvas-passas
. 100 g de castanha de caju
Preparação
Frite, em frigideiras separadas, as bananas e a calabresa. Reserve. Em outra panela, aqueça a banha e frite o alho e a cebola. Junte a carne e frite mais um pouco. Ponha o arroz e refogue por cinco minutos. Adicione o suco e mexa. Ponha a água quente e deixe levantar fervura. Tempere com sal e pimenta. Abaixe o fogo e cozinhe até quase secar. Junte, então, a banana e a calabresa reservadas, as passas e a castanha. Deixe secar um pouco e sirva polvilhado com o cheiro-verde.
Se o arroz ficar um pouco mais úmido o sabor se torna ainda melhor.
Receita: http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-arroz-carreteiro-pantaneiro-652585.shtml
lenita
1 de agosto de 2014 8:50 pmJóias mt preciosas escondidas
Jóias mt preciosas escondidas no Pantanal. Esse nosso Brasil é uma verdadeira riqueza, tão mal conduzida por tanto tempo. OBRIGADO por me mostrar mais músicas e o autor Geraldo . Agora, conhecendo a história da música vou gostar cada vez mais dela.
lucianohortencio
1 de agosto de 2014 11:49 pmPara o meu comandante!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=AgOFzmcl7qk%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Qh95JdssDOo%5D