
Por Roberto Tardelli
//Colunista Just
Suponha que o filho(a) traga da escola um recado da professora, desgostosa, triste e consternada porque foi chamada de puta, biscate, arrombada, filha da puta em razão de uma nota ou de uma opinião ou de qualquer coisa que envolvesse a ambas, a criança e a professora. Os pais se estarreceriam e se perguntariam como aquele petiz tão fofucho(a), tão gracioso(a) e com um sorriso tão lindo pudesse ter na sua boca palavras tão feias. Suponha-se que, indagada dos motivos das ofensas, ele(a) se defendesse, dizendo que a escola está suja, as paredes pichadas, o banheiro está um horror, a sala de aula não vê uma vassoura faz tempo, a professora tem mau hálito e, ainda por cima, um pouco suja, porque as coisas não iam muito bem para os lados da Secretaria.
Estou certo que nenhum pai minimamente sensato, nenhuma mãe minimamente sensata, minimamente, repita-se, diria para o filho(a) que, bem, diante daqueles fatos, ele(a) estaria certa em ofender pessoal e gravemente a professora. Ninguém diria a essa criança que o xingamento faz parte da rotina escolar, que é parte do processo pedagógico e que a tia se cuidasse com o que dissesse. Ninguém diria que seria salutar para o desenvolvimento escolar daquela criança que ela xingasse a professora, tudo sendo apenas um reflexo do estado calamitoso da educação. Ninguém diria que a criança estaria lutando por seus direitos de aluno(a).
Todos explicaríamos ao nosso(a) indignado infante que existe uma diferença que deve ser respeitada entre o público e o privado e que a crítica pública da esfera privada é algo sórdido, que não deveria ocorrer. O pai, nas fabulações futebolísticas, diria ao filho(a) que tudo bem chamar o goleiro de frangueiro, mas ninguém teria o direito de chamá-lo de canalha, arrombado (que palavra horrível!!), porque o goleiro pode ser frangueiro, mas na vida pessoal ninguém teria o direito de ofendê-lo gratuitamente, muito menos se poderia fazê-lo quando ele não pudesse se defender, até pelo anonimato da multidão em fúria.
Os mais pressurosos e entristecidos procurariam um terapeuta infantil que os ajudasse a entender aquele fenômeno de ódio pessoal pela professora, que ele(a) sequer sabe como vive em sua casa, com seus filhos e parentes, o que faz nas horas de lazer, se gosta de palavras cruzadas ou se joga videogame com o netinho, se ouve música ou se cozinha um macarrão para a mãe que vem visitá-la. O terapeuta muito provavelmente sugeriria que alguém próximo demais à criança – que a amasse sobre todas as coisas, que seria capaz de doar sua vida pela dela – estivesse desenvolvendo atitudes semelhantes em relação a outras pessoas. É provável, diria o terapeuta, que houvesse uma imitação acrítica, sem maiores preocupações, desde que os adultos refletissem e dessem, eles mais do ninguém, à criança o comportamento que dela cobrassem.
Se fosse mais direto, diria aos pais que a criança apenas fez o que eles fazem, com o mesmo ódio que transmitem; diria que muito ao contrário de ensinar-lhe cidadania, só lhe transmitem ressentimento e o ressentimento deles é estranho porque afeta, por exemplo, a cozinheira da casa. Sente que toca a empregada, aquela uma que a vê chorar de medo muito mais do que os pais e a acolhe e a abraça enternecidamente; ficará difícil para ela entender que essa gente não quer trabalhar. Restará a ela a imitação comportamental. Xingar a professora da escola particular cuja prestação está nas alturas, que lá trabalha porque porque eu estou pagando aquilo tudo, acaba se tornando quase um exercício regular de um direito que lhe foi outorgado pelos adultos, que se referem a outras pessoas como puta, vadia, biscate, arrombada, filha da puta… Se cada qual vive em seu quadrado, o quadrado infantil também tem seus vilões, gratuitos ou não.
Imagine que seu filho(a) recuse ao amiguinho uma fatia de seu bolo de aniversário, sob o argumento de que o bolo é pequeno e que reparti-lo seria impossível, porque haveria parentes, preferenciais, também famintos e que chegaram antes na festa. E que complementasse dizendo ao amiguinho que ele de fato ele não teria mesmo direito à repartição do bolo, já não trabalhara na cozinha, não ajudara a bater a massa, não comprara ingredientes, não dera um centavo por aquele bolo, que custou uma grana dos pais. Ninguém bateria palmas, dizendo que teria em casa um neoliberal talentoso e nato e ensinariam uma lição de solidariedade e fraternidade, dizendo ao nosso guri(a) que ele seu amiguinho são iguais e estão no mesmo barco. Antes de dormir, os pais se perguntariam a quem da família teria puxado, acusando-se mutuamente.
Nós, adultos, aos domingos, ou sábados, levamos nossos rebentos às nossas igrejas, para decorar nossos credos e – no caso de nós, cristãos, majoritariamente católicos – propor ao Pai uma troca, uma barganha: Ele nos perdoa pelas nossas ofensas e nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Perfeito, um acordo excelente em que todos saem ganhando. Na saída, nos vêem recusar a moeda ao morador de rua/guardador de carro. Rapidinho, saímos do zero. Na cadeirinha, seguro e confortável, vê o vidro subir quando o menino negro se aproxima e sente o carro sair em velocidade. Eles te pegam de surpresa!
No seu condomínio, não existem crianças negras. No seu condomínio, os seguranças não deixam que ninguém de fora entre. Os negros estão de fora. Negros, não, pretos. Viu o pai chamar um demacaco, porque perdeu um gol feito. Seu pai não mente. Nunca mentiu. Jamais mentirá. Macaco!
Lendo a cartinha da professora, mortos de vergonha pela atitude do filho(a), os pais pensam e – claro – culpam a internet, os jogos virtuais, a televisão e esse governo daquela filha da puta, biscate, que deixou o país à beira do caos.
Arrombada!
Uma surra na criança para ela aprender a respeitar os mais velhos. Vai dormir sem jantar. Uma semana sem seu tablet, trazido de Miami, onde as coisas funcionam.
Onde reina a paz.
Roberto Tardelli é Procurador de Justiça aposentado (1984/2014), onde atuou em casos como de Suzane Von Richthofen. Atualmente é advogado da banca Tardelli, Giacon e Conway Advogados, Conselheiro Editorial do Portal Justificando.com e Presidente de Honra do Movimento de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.
altamiro souza
10 de março de 2015 3:57 amexcelente alerta para esse
excelente alerta para esse tipo de atitude
maluca dessa gente alienada.
é exatamente isso que vemos cotidianamente, principalmente nas escolas,
as atitudes mais bizzarras.
os alienados alienam tudo, fetichizam tudo, até a maldade e o ódio….
Gilson AS
10 de março de 2015 4:00 amInfelizmente o PIG envenenou
Infelizmente o PIG envenenou uma geração de brasileiros, pricipalmente os que estão com menos de trinta anos.
Se o jovem nasceu em berço de ouro, a raiva é potencializada.
São doze anos de noticias negativa diariamente.
Não há imagem de partido que aguente.
Em parte a culpa é do próprio partido que não soube ou não teve coragem de bater de frente com a mídia.
Mas antes tarde do que nunca, quem sabe agora.
O governo está há três meses sem repassar verba de publicidade para Globo.
O motivo alegado pelo governo, foi que a globo não quis dá um desconto nas verbas de publicidade para 2015.
As outras emissoras deram um desconto considerável ao governo.
Na boa, o governo não tem que anunciar nada na globo.
peregrino
10 de março de 2015 4:45 amtocou no ponto que considero como uma das causas principais…
filhos mal educados de pais religiosos, hipocrisia religiosa de berço
muitos desses filhos são as confissões dos pais, penitenciadas ou não
se antes tanto fez como agora tanto faz, não tem jeito, perdidos para sempre,
pois se completam com todo e qualquer incentivo da mídia
peregrino
10 de março de 2015 4:53 amnão por acaso…
que até hoje os Franciscanos surpreendem……………………para não dizer que são mal vistos
…………………………………………………………meu Deus…………………..e pensar que isso acontece há séculos
peregrino
10 de março de 2015 5:07 amjá exausto por estas visões…………………in loco
como entender três mentes sem um só coração?
Marcos Bernardo
10 de março de 2015 11:38 amtocou no ponto que considero como uma das causas principais…
Todos perdidos numa noite suja….
mcn
10 de março de 2015 10:07 amQuem ofende se desqualifica como crítico
Nenhum político de oposição defendeu Dilma das ofensas recebidas no Dia da Mulher.
Só o fato de usarem panelas já seria ofensivo à condição feminina.
De Marta a Luciana Genro, parece que todos que são contra Dilma se deram às mãos na barbárie.
Chris
10 de março de 2015 11:03 amPerdeu-se a noção de civilidade
Antigamente usava-se o termo pejorativo “favelado” para aquela pessoa que ignorava a virtude da boa educação e, quando era contrariado, se achava no direito de jorrar pela boca palavras num mesmo padrão do que era expelido pelos seus outros orifícios….
Ahh, eu me lembro de como era libertador falar um palavrão na década de 60, quando as regras rígidas de comportamento funcionavam como uma camisa de força. Como a transgressão foi glamurizada no cinema, como os valores foram colocados no mesmo saco do autoritarismo e aí surgiu a educação “moderna” dos “sem limite” pois é proibido proibir.
A decadência da programação televisiva veio a reboque, um infindável show de sacanagem ininterrupta a cada novelinha da Globo e eu me pergunto: onde foi parar o ballet , projeto aquarius, cultura enfim. Qualquer coisa que eleve o ser humano a um nível acima de uma máquina irreflexiva de consumir, centrada no próprio umbigo e, por conseguinte, incapaz de ponderar sobre o valor de ser civilizado e gentil.
maria rodrigues
10 de março de 2015 11:11 amPor essas e outras não vejo
Por essas e outras não vejo como nós, mulheres, somos merecedores de parabéns no Dia Internacional da Mulher. O que fazem contra Dilma, em especial no Dia da Mulher, é a expressão maior de um machismo arraigado na nossa sociedade, machismo também muito verificado e estudado nas próprias mulheres. Todo esse palavreado como insulto a uma mulher, àquela que está no comando do nosso país, é prova inconteste de ausência de amor, de caridade moral, de profundo desrespeito pela pessoa humana, e também de ausência de civilidade. Aproveitam-se de um momento sagrado de democracia, conquistada a duras penas por pessoas como Dilma, para apresentarem ao mundo a face brutal de parte da nossa sociedade incapaz de enxergar seus próprios atos.
Roberto Monteiro
10 de março de 2015 11:28 amTenho uma grande dúvida:
Será que essa gente diferenciada lê um texto como este da postagem? E se o lê, aceita esta incômoda verdade? Com a palavra, os xingadores de plantão, de ambos os lados: progressistas e direitistas.
Edi Passos
10 de março de 2015 11:37 amBelo texto,
mas acho que infelizmente o professor Tardelli está “semeando no deserto”. A lobotomia que a mídia aplicou nas nossas chamadas “classes médias” é irreversível.
Babar sangue e repetir chavões ignóbeis cunhados e disseminados nas “redes socias” por bandidos pagos tornou-se fator de aproximação e de autoafirmação para a maioria dos nossos consumidores de grifes e de smartphones. São os zumbis da mídia.
Moro longe do Leblon
10 de março de 2015 12:23 pmCaraca, chorei lendo isso.Sem
Caraca, chorei lendo isso.
Sem comentarios.
Juliano Santos
10 de março de 2015 12:53 pmUm soco no estômago da elite
Um soco no estômago da elite boçal e hipócrita. Essa atitude energûmena desses coxinhas descerebrados acabam que engradece a própria Dilma. Não há justificativa para se dirigir a uma senhora de 60 anos, mãe e avó, dessa forma. Nem à presidenta, nem a uma faxineira.
Esse episódio, me fêz lembrar que apesar de toda a inabilidade e até certa arrogância da presidenta, a sua estatura moral é incomensuralvemente maior que desses vermes.
Alguém com sua história de luta pelo país, dando a própria vida, sofrendo na mão de sádicos, dando a volta por cima, e ainda na luta, sempre bem-intencionada, embora cometendo erros. Dilma é grande e esses vermes são, bom, vermes
Dorival
10 de março de 2015 1:13 pmEsse ódio gratuito já se
Esse ódio gratuito já se instalou nas escolas frequentadas pela elite. Outro dia meu netinho de 4 anos me perguntou: ” A Dilma rouba”? Perguntei a ele quem dissera isso e ele respondeu: ” meus amiguinhos da escola”. O neofascismo está se impreguinando a alma e mente das crianças. Até de crianças, como meu netinho, que recebe em casa uma educação totalmente voltada para valores de solidariedade, tolerância e respeito são alvos desse bombardeio de ódio.
BRAGA-BH
10 de março de 2015 1:16 pmMaravilhoso texto!! De uma
Maravilhoso texto!! De uma didática impressionante. Lembro-me daquele pai que levou o filho ao estádio e, diante de uma falha grosseira do juiz chamou-o de todos os impropérios produzidos pelo mais baixo calão de nossa língua pátria.
Ao reprrender o filho que havia utilizado apenas um deles para ofendwer o amiguinho o mesmo disse na lata: “Mas lá no campo você disse isso, isso e aquilo”. No campo pode e no meio comum não?
Maria Mirtilene R. Lennie
10 de março de 2015 2:22 pmFoi lamentável todos os
Foi lamentável todos os episódios, desde a abertura da Copa, que esses patifes da Elite Paulista e Carioca (sim, lembram do episódio da Arena do Corintinhans? Quem xingou a Presidenta? Não foi a pobreza. Lembram o quanto caro foi o ingresso? Lembram como aqueles torcedores tinham cara de ricos?) Pois bem, agora, nós sabemos onde eles moram: Morumbi, Higienópolis, Brooklin, Moema, Ipanema, Leblon….
Maria de Lourdes dos Santos
10 de março de 2015 2:35 pmA PRESIDENTE É AUTORIDADE MAIOR DO PODER NA CASA EXECUTIVA
Quem se comporta com falta de civilidade nem deve fazer parte de comentários por aqueles que pensam diferente. Se assim fizermos estaremos dando publicidade a atos e palavras baixas.
MarFig
10 de março de 2015 2:27 pmEu não gosto de carnaval,
Eu não gosto de carnaval, nunca gostei. Sempre fico em BH no carnaval porque era uma cidade que ficava vazia nessa época. De dois anos pra cá os belohorizontinos começaram a ficar em BH, pois parece que agora tem carnaval em BH.
Enfim, fui convidado por um amigo para ir num desses blocos, mas pra ficar só de fora olhando. Não sou moralista nem nada, mas o que eu vi foi um bando de jovens, enchendo a cara, fumando maconha (e talvez outras drogas) cantando músicas de baixíssimo nível, brigas, sujeira, falta de educação além de cenas que seriam mais adequadas a um quarto de motel.
Não gostei, nunca mais vou e estou de cabelo em pé (o resto que sobrou) sabendo que minhas filhas vão nesses lugares.
Esse troço das panelas e palavrões foi fichinha perto do que meus olhos viram.
Maria Luisa
10 de março de 2015 3:05 pmRumo equivocado
A educaçõa brasileira, em algum momento (tem sido assim desde a escravidão), falhou. Pegamos o rumo equivocado. Eh claro que ha uma falha terrivel em nossa educação familiar e a instrução, através da escola, também se ressente. Pegue um francês e o coloque no seio de uma familia classe média brasileira. Ele fica estarrecido. Acho que o mesmo se daria com ingleses e americanos. Somos mimados demais! Somos impulsivos, egolotras e persuadidos que aconteça o que acontecer, papai e mamãe nos tirara de qualquer encrenca e o que mundo nos pertence. Sem moralismo, enquanto pais e filhos acharem que o dinheiro resolve tudo, teremos os sinhozinhos-atuais-coxinhas e sinhazinhas-patricinhas com a certeza de que podem tudo.
serralheiro 70
10 de março de 2015 3:10 pmÓdio ao governo
Mais um alerta de Roberto Tardeli contra o ódio social que se instala entre nós. O mundo já assistiu episódios semelhantes no passado e sempre com consequeências desastrosas. O nasismo instilou ódio aos judeus, que resultou no holocausto com milhões de mortos, sofrimento e perda de cidadania de judeus , ciganos e outros povos apenas por diferença de origem. Isto ainda é causa de dor e constrngimento para toda Europa até agora e que terá consequência prolongada.Entre nós a escravidão é uma nódoa indelével. O que estamos assistindo tem autoria na imprensa e em políticos frustrados nas últimas eleições. A consequência será para todos.
Antonio Canceliero
10 de março de 2015 3:12 pmsete a um pra alemanha
No início, as incertezas passaram a crescer com as prisões – ainda muuuuuuito questionáveis – dos envolvidos no denominado mensalão, com julgamento conduzido nada mais nada menos do que pelo primeiro juiz negro do STF, empolgado pela visibilidade que lhe garantiu a imprensa que nos “informa” sobre assuntos que “nos interessam” tanto.
Nosso complexo de vira latas (autoestima muito baixa) continuou a ser re – acionado em sua completude, através da campanha “Não vai ter Copa!”, já ativando a nossa incompetência para realizar grandes compromissos.
Depois, vinda a Copa, iniciada a Copa, veio a derrota do “melhor futebol do mundo” por sete a um na goleada que tomamos dos alemães.
A tal derrota, vergonhosa, acachapante, confirmou o tal “Não vai ter Copa!”. Confirmou que, para o nosso narcisismo, não tivemos Copa.
Torcedores da “melhor seleção do mundo”, enviamos nossos rabinhos no meio das pernas e nos calamos, envergonhados.
E então vem a eleição, no contexto já bastante ativado de auto estima enlamaçada, com tantas e tantas acusações contra “deveras confirmada pela guerra midiática” que revelou toda a corrupção do partido eleito para o poder executivo do país..
E então, os derrotados na eleição resolvem que… aquela eleição, a reeleição da presidente não valeu!
Aquela derrota não pode ter valido!
Vamos aumentar a desesperança, a incerteza, a insegurança, a desconfiança e vamos reverter o jogo.
E aqui estamos, todos de olho no abismo que nossas cabeças passaram a ver à frente, sentados como passageiros de um ônibus decadente, lotado, trafegando numa estradinha construída na beirada da montanha, estradinha muito estreita, cheia de curvas, buracos e milhões de risco, tendo ao volante uma mulher sobre a qual fomos obrigados a sentir que, a qualquer momento perderá o controle sobre o veículo.
Ou seja… bombardeio midiático cotidiano, durante anos, pode acabar por nos levar… a consultar um psiquiatra.
Que louco, não?
Flávia Santana
11 de março de 2015 3:27 pmAplaudi de pé seu comentário
Só tenho uma coisa para te falar, VOCÊ RESUMIU EXATAMENTE o que eu sempre pensei!!
Parabéns pelas sábias palavras.
Abraço
Vixe
10 de março de 2015 3:17 pmO ódio da elite sul/sudeste,
O ódio da elite sul/sudeste, disseminado com a ajuda da mídia bandida, acabará por transformar o Brasil e a América Latina, numa nova Ucrânia.
Estamos a um passo do confronto armado.
Só não sei se essa “elite” vai aguentar o tranco…
Aqui em baixo, as coisas são diferentes…
Aloísio L.
11 de março de 2015 12:58 amDiscordo
Constróem mitos, personalizam o poder, apelando o tempo todo para a condição feminina da chefe do Executivo…e esperam só elogios? Francamente, discordo.
Marildo T. Garrido
11 de março de 2015 3:53 pmGostei da parte que fala, da
Gostei da parte que fala, da diferença do publico e privado; Se nossos governantes e politicos, respeitassem tais
diferenças, talvez não estivessemos passando por momentos tão tristes da nossa história.
Ceres
12 de março de 2015 3:51 pmconstruimos a nação por igual
Agora é culpa da elite? mentira pq todos somos mal educados sejamos pobres ou ricos. pq professores de escolas publicas tem medo de dar aula? não é só pelo salario baixo mas tbm pela conduta dos alunos, que alem de chamar os seus orientadores de tudo que é nome tbm jogam cadeiras e espancam professoares. E nas escolas particulares os alunos tbm faltam com respeito com os funcionarios das escolas achando que só porque pagam a instituição comprar as pessoas ali presentes. Esta tudo errado mas não vamos culpar a elite do país, e sim culpar a falta de informação coreta nos meios de comunicação. Estudei em colegio particular sou educada e procuro me informar de assuntos de forma correta ou o mais correto possivel. Meu marido ja nao, estudo numa instituição publica, e tbm é um cidadão correto, não fala palavrao não sai atirando em ninguem. eu me considero vinda da elite e meu marido vindo do “povão”. Então me digão pq a culpa é da elite. Meus pais graças a muito estudo e dedicação chegaram a elite. Então não venham colocar os problemas do pais em uma classe social e sim coloquem a mão na consciencia pq todos nós contruimos a nação por igual, com as mesmas obrigações e responsabilidade.