23 de junho de 2026

Os que querem acreditar em Dilma

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Se a presidente Dilma Rousseff apresentasse uma estratégia minimamente viável de enfrentamento do impeachment, brotariam apoios de todas as partes.

No entanto, até agora os movimentos de Dilma foram assim.

Terminadas as eleições, ignorou o risco do terceiro turno e entregou a Câmara de porteira fechada para Eduardo Cunha.

Quando a situação política chegava no ponto de ebulição, Dilma aproximou-se do vice-presidente Michel Temer. Em pouco tempo percebeu-se uma mudança de cenário. A desagregação do PMDB havia sido fruto do enfraquecimento de Temer em favor  do espaço ocupado por Eduardo Cunha. Com Temer revigorado, haveria condições da cúpula – Temer, Renan, Sarney – impor-se novamente, reconstruir a base política e Dilma poder governar.

Mas significaria repartir poder com Temer. Assim, Dilma tratou de desidratá-lo valendo-se de um sistema que, em administração é chamado de “engenharia reversa” – isto é, a partir da análise do produto final, aprender como se faz para fabricá-lo. Assessores de Dilma observaram por algum tempo os movimentos do vice e julgaram que a “engenharia reversa” também funcionaria na política.

O mundo desabou novamente sobre Dilma porque a política é butique, não produção em escala.

Houve nova movimentação urgente de políticos, liderados por Lula e tendo em Temer o ponto de apoio para mover o PMDB, visando recompor os cacos. Desta vez, parecia que finalmente o governo tomara um rumo.

Mas Dilma pensa assim: eu copiei Temer mas cometi tal erro. Se não cometer mais tal erro, a cópia será tão boa quanto o original. Não levou em conta as infinitas probabilidades da construção política, atropelou as táticas sugeridas e anunciou as suas.

1- Em vez de fortalecer as velhas lideranças do PMDB, foi sozinha negociar com a base. Anunciou-se a vitória, um by-pass em Eduardo Cunha, negociando diretamente com os Piccianis, considerados os verdadeiros líderes da tropa de Cunha.

2- Montou uma operação de guerra de última hora contra o relator das “pedaladas”, Ministro Augusto Nardes, do TCU (Tribunal de Contas da União).

Analisando de fora, pensava-se:

– Se apostou tudo em Picciani é porque não há dúvidas acerca de sua liderança no grupo de apoio a Eduardo Cunha.

– Se jogou tudo contra Nardes, é porque já havia estudado profundamente as reações dos seus colegas, ministros do TCU – e do Ministro Luiz Fux, do STF, que analisou o pedido de suspeição de Nardes.

Se alguém do grupo percebeu antecipadamente o desastre, certamente não teve coragem de expressar suas dúvidas

No dia seguinte ao pacto com os Picciani, o moribundo Cunha estalouos dedos e a frente de deputados se dissolveu.

No dia do julgamento das “pedaladas”, se constatou que a ação do governo provocou a solidariedade geral do TCU ao Ministro atacado. A cara de vítima de Nardes, no dia do julgamento, seria hilária (para quem conhece sua história) não fosse trágica para a democracia. Resultado prático: condenação do governo por unanimidade.

Agora, no desespero, o preço pago ao baixo clero do PMDB fará com que em algumas instituições federais, como no DNIT e na Funasa, por prudência a Polícia Federal e o Ministério Público Federal iniciem as investigações no próprio dia da posse dos novos titulares. Tudo pelo mandato.

E o que se pretende com o mandato? Do lado do Ministro Joaquim Levy, o grupo de juristas convocados para propor reformas pretende eliminar até o elástico conceito de empresa nacional previsto na Constituição Federal e proibir qualquer empresa em recuperação judicial (isto é, 90% das empreiteiras nacionais) de participar dos futuros leilões de concessão. Tudo pelo mandato.

Dilma ainda não se deu conta de que o apoio que lhe resta é daqueles que, mesmo sendo críticos em relação ao seu governo, julgam que ela ainda representa um conjunto de valores e políticas tidos como social-desenvolvimentistas.

No dia em que Dilma passar a representar apenas a pessoa física de Dilma Rousseff, não haverá mais por que lutar pelo seu mandato.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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108 Comentários
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  1. paulo vi

    11 de outubro de 2015 6:21 pm

    Falou!

    Falou!

  2. Sérgio Rodrigues

    11 de outubro de 2015 6:21 pm

    Muito perigoso

    No afã de acertar no governo, Dilma erra na política na medida em que optou por ações que redundaram na perda de apoio da maioria do povo. Isto é fatal para qualquer governante.

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:55 am

      Quando as caretas dos

      Quando as caretas dos golpistas se apresentarem, quero ver se o tal povo vai dar apoio a eles…Se quer destruir um país, acredite que não haverá reação a um golpe. Isso aqui vai virar um inferno e com meu apoio!

  3. gabi_lisboa

    11 de outubro de 2015 6:51 pm

    Nassif, acertou em cheio

    No final, o que temos parece a sombra da guerrilheira honrada que pintaram: uma pessoa fraca, indecisa, extremamente teimosa, que se cerca dos piores aliados possíveis, e, pior, que abandona qualquer resquício de ideal para se sustentar no poder. Todos que tem interesse real pelo Brasil deveriam se unir para empurrar a Dilma de voltar para o projeto de Brasil que o PT já defendeu um dia, antes de se encantar com o poder: um país mais justo. Ficar ao lado da Dilma de maneira acrítica agora é fortalecer a politica rastaquera que a maioria abomina.

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:52 am

      Em um país civilizado e

      Em um país civilizado e democrático, caso exista maioria, e ela é determinada pelo voto, periodicamente ela pode mudar o governo.

      Nos últimos 13 anos a maioria dos votos elegeu presidentes do PT. Isso é democrático.

      Mas em um país democrático e civilizado a manifestação da tal maioria é determinada pela Lei Maior, ou seja a CF/88.

      E ela ocorre de quatro em quatro anos. Qualquer conjectura acerca desta regra de convivência democrática que estabelece que mandatos presidenciais duram 4 anos é coisa de gente rastaquera e primitiva.

       

  4. Mokiti

    11 de outubro de 2015 6:54 pm

    Arrogância,trapalhadas,falta

    Arrogância,trapalhadas,falta de senso da realidade e covardia,essa mulher explodiu tudo que foi construido pelo PT,ela já desistiu de governar,ela poderia pelo menos ter gratidão pelo Lula e realmente virar um poste do Lula,ai sim brotaria apoios,mas acho difícil essa mulher vai afundar tudo que foi construido.

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:44 am

      Essa mulher….Essa

      Essa mulher….Essa mulher…

      Não adianta falar do Lula com este discurso machista meu caro.

      Isso é igual ao discurso da extrema direita que não reconhece direitos iguais entre homens e mulheres.

      Para com isso, por favor!

       

    2. Carlos Dias

      12 de outubro de 2015 1:20 am

      Bom, ela ganhou duas eleições

      Por que você que é sábio, inteligente, valente, uliminado, audacioso e humilde rsrs não se candidata pras próximas eleições?

  5. Fernando J.

    11 de outubro de 2015 7:02 pm

    O patético comportamento do líder Sibá Machado

    Por ordem estrita do Palácio do Planalto – o grupo palaciano que assessora a presidenta incluindo a própria -, o líder do PT na Cãmara vem com uma incrível declaração de que Cunha merece o benefício da dúvida. De trincar a peroba, de pular o corguinho de costas. Tudo para não fustigar o Cunha, preservá-lo, afinal”…é o presidente de um dos poderes da República”. Isso poucos dias antes do PSDB e toda a oposição abandonar a canoa do Cunha. Qual o efeito disso na militância? Devastador. Nessa hora, o “Palácio” não titubeou em jogar o Partido na fogueira. Em compensação, fez cara de paisagem quando os membros do partido foram imolados nos Tribunais.

    1. Ivan de Union

      11 de outubro de 2015 7:41 pm

      “o líder do PT na Cãmara vem

      “o líder do PT na Cãmara vem com uma incrível declaração de que Cunha merece o benefício da dúvida”:

      Voce nos lembra de uma possibilidade horripilante!!!

      Existe caso documentado dele ter falado em prol de Jose Dirceu?

      1. Osvaldo Ferreira

        12 de outubro de 2015 12:36 am

        Você provavelmente gravou a

        Você provavelmente gravou a declaração dele proveniente da Folha, da Globo, do Estadão e da Veja né? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      2. Osvaldo Ferreira

        12 de outubro de 2015 12:37 am

        Coloque o áudio , por favor!

        Coloque o áudio desta fala, por favor.

    2. -Charlie-

      11 de outubro de 2015 11:51 pm

      “Qual o efeito disso na

      “Qual o efeito disso na militância? Devastador”

      Surpreende que ainda haja uma militância a essa altura…

      Só sendo muito alucinado mesmo pra defender esse governo…

    3. Fr@ncisco

      12 de outubro de 2015 12:17 am

      Como criticar Mercadante, se…

      Quarta-feira, 30 deputados de seis partidos deram entrada ao pedido de cassação do mandato de Eduardo Cunha e entre esses, 17 do PT.

      Hoje a Folha fez uma matéria dúbia para livrar o peso Cunha do colo da oposição e de quebra enfiou uma foto do Sibá com essa declaração citada e, curiosamente, diferente das fotos e declarações dos líderes da oposição, sem data. Lendo a matéria fica-se sabendo que procuraram Siba e Guimarães, lideres do PT no congresso, para opinarem na matéria e esses nada declararam. 

      Se não quiser sair por aí propagando fato fora do contexto, que está para lá de intrincado, e colaborando com o que deseja a midia de oposição, seria bom conferir antes e ter certeza que não servirá de alto falante pró inimigo. 

    4. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 1:10 am

      Onde está isso? na Folha? na

      Onde está isso? na Folha? na Veja? no Estadão? Só idiotas acham que o o Cunha pode liderar algo minimamente aceitável. O Cunha acabou. Só o Moro não sabe disso, aliás, sumiu das manchetes dos jornais. De onde tirou esta análise tresloucada?

  6. Ed Lopes Jr.

    11 de outubro de 2015 7:16 pm

    Haverá salvação para o governo Dilma?
    Nascif,

    Em um de seus ultimos artigos foi dito que Dilma estaria salva pela atuação de Lula nos bastidores da articulação politica, na distribuição dos ministerios.

    Dilma continua sem conseguir obter as aprovações no congresso.

    Como explicar isso?

    Haverá alguem competente para interpretar a situação e gerenciar os stakeholders corretamente?

    1. luisnassif

      11 de outubro de 2015 7:24 pm

      As explicações só podem ser

      As explicações só podem ser encontradas no campo da psicologia. Quando sentiu que o caminho estava aplainado, Dilma atropelou os acordos e tomou de novo as rédeas para obrigar o cavalo a recuar e atropela-la.

      1. Joel Neto

        11 de outubro de 2015 10:13 pm

        Nassif: 10 em economia. Zero em política

        Já tinha lido mutas baboseiras do meu Cândido sobre o momento político atual e como a presidente se comporta. Mas, essa de hoje, ele vai ter trabalho para superar.

        Mas, vamos ao cerne da questão, o que Dilma está fazendo?

        E o que os grandes ladrões do país estão querendo?

        O que é?

        Dilma está lutando (como sempre fez) para o Brasil ser um país democrático, republicano e menos desigual

        Os que vivem ameaçando-a com impeachment querem continuar roubando e permanecerem impunes.

        Esta é a verdade, nua e crua, curta e grossa.

        Ela está absolutamente correta. É uma Estadista. Mais que zeitgeist, ela está além. deste tempo. Dilma é o sinal dos tempos que vem.

        Enquanto isso, a oposição procura outro Cunha para eleger presidente da Câmara.

        Se Michel Temer fosse deputado federal, com certeza seria eleito com uma maioria nunca dantes vista. E se Luis Nassif também votaria nele.

        1. Wagner

          11 de outubro de 2015 10:52 pm

          Falou tudo que eu queria mas

          Falou tudo que eu queria mas não sabia expressar! Você me representa!

        2. chico da dilma

          11 de outubro de 2015 10:59 pm

          Bravo bravíssimo nota mil!

          Saravá!

        3. Marly

          12 de outubro de 2015 11:53 am

          Bravo, Brig !!!

          Brilhante!

      2. Osvaldo Ferreira

        11 de outubro de 2015 11:25 pm

        Desculpe Nassif, mas

        Desculpe Nassif, mas continuamos em nome da economia a desconhecer os méritos da Presidenta. Eduardo Cunha é um defunto insepulto. É o tema mais comentado nas Redes Sociais em semanas. Não tem mais condições de apitar sobre nada. Só o segura a Rede Globo e os corruptos jornalistas da grande mídia (jornalões e revistas) cuja prática diuturna é destruir as instituições e a democracia. Temer até há tempos atrás era o operador no Porto de Santos do PMDB e hoje é tido como estadista…ora, ora…plinkt plakt zoom, rsrsrsrs

      3. Osvaldo Ferreira

        12 de outubro de 2015 12:34 am

        Psicologia? Com um Congresso

        Psicologia? Com um Congresso e mídia nesta estado de coisas? Me desculpe Nassif, com todo o respeito…

    2. Ivan de Union

      11 de outubro de 2015 8:05 pm

      Eu explico. Ja vimos isso desde o principio.

      “Dilma continua sem conseguir obter as aprovações no congresso.

      Como explicar isso?”:

      Concessoes sem contrapartidas.  Essa eh a explicacao.  Dilma ja o demonstrava desde o principio quando comecou a despedir ministros sem razao por causa de “denuncias” mediaticas que TODOS nos sabiamos serem falsas.

      Dilma e a militancia eh igual o governo dos EUA e eu:  zero beneficio, zero credito, zero respeito ate…  ate respeito faltou.  Ano apos ano apos ano apos an…

      O congresso nao agiu diferente com ela.  NINGUEM pra quem ela fez qualquer concessao retornou o favor.

    3. Pedro Rinck

      11 de outubro de 2015 8:26 pm

       
      Nasceu um menino em Poços

       

      Nasceu um menino em Poços de Caldas e recebeu o nome de Luís Nassif.

  7. Lucienne

    11 de outubro de 2015 7:17 pm

    Estranho… Por que as

    Estranho… Por que as leituras tão óbvias de posições supostamente equivocadas de Dilma só são feitas “a posteriori”?

    1. Ivan de Union

      11 de outubro de 2015 7:39 pm

      Nao, frequentemente as do

      Nao, frequentemente as do Nassif tambem sao feitas antes e as analises estao documentadas aqui no blog.

  8. Jose Mayo

    11 de outubro de 2015 7:46 pm

    Dois apontamentos:

    – “Casa rica qualquer um governa!”

    – “Bonecos de palha não pensam!”

    Tal como nas fábulas, em que o autor define vozes e frases a animais, às vezes o jornalista, na sua ansia de encontrar coerências a apontar em um governo randômico, atribui vozes e falas, e mesmo pensamentos, a um monte de carne com roupa que sequer é capaz de articular uma frase…

    Ora! Que vá dobrar “não-metas” e  “armazenar ventos” na sua casinha e na companhia dos seus! 

    Já deu!

  9. jc.pompeu

    11 de outubro de 2015 7:48 pm

    Seu Nassif está coroado de

    Seu Nassif está coroado de razão, ornado de sabedoria, loureado de verdade… 

    somente faço uma síntese sintética da análise nassifista do estilo Dilma…de se dar mal! para apostilado do Provão ENEM:

    Dilma pra seu governo não tinha um plano, simplesmente entrava em ação.

    meses atrás, aqui no GGN-NASSIF, Shakespeare e Joyce vieram dar uma força para Dilma no governo enfrentar moralmente com estilo a grave crise e aos seus oportunistas detratores políticos…

    Stephen Dedalus ao falar sobre a mulher de Shakespeare, Ann Hathaway, disse: 

    “If others have their will, Ann hath a way”.

    …em homenagem ao estilo Dilma vai uma paródia do jogo de palavras ao estilo literário da língua inglesa: 

    “Se os outros têm sua vontade, a presidenta tem sua veneta”.

    Variações opus dei para piano e bandolim a quatro mãos:

    “Se os outros têm sua vontade, a presidenta tem sua verdade”.

    “Se os outros têm sua política, a presidenta tem sua veneta”.

    em Ulisses de James Joyce, na tradução de Bernardina da Silveira Pinheiro

    infelizmente, hoje, pela presente análise crítica de Seu Nassif, a coisa está de ruim pra pior:

    Dilma não tem mais a menor condição político-administrativa de impor sua vontade nem sua política nem sua verdade enem sua veneta!

     

  10. drews

    11 de outubro de 2015 7:53 pm

    Quero muito defender, mas…

    Quero muito defender, mas está difícil. Fico vendo a sucessão de comemorações pelo “arrefecimento do Impeachment” que sucumbem ao reaquecimento do mesmo na semana seguinte. nas redes sociais vejo os militantes limitados a tentar desqualificar os opositores, requentando notícias antigas… meu pessimismo, como já expressei aqui muitas vezes, está me varrendo para baixo do tapete. sinceramente, não sei mais como defender. e o pior de tudo é a quem o poder será entregue caso o golpe se concretize. Aécio, ou o PMDB são sombras negras no nosso horizonte. Mas como apoiar?

    temos uma justiça que condena sem provas, despudoradamente. Temos uma imprensa que já logrou um mecanismo de lavagem cerebral praticamente invencível. O governo sequer consegue um plano de comunicação que funcione minimamente, não se comunica sequer com a militância e nos deixa assim: sem saber o que fazer.

    O que o governo precisa entender é que o Brasil e os Brasileiros pagarão por esses erros. Não estão se enterrando, estão NOS enterrando.

  11. Daniel Klein

    11 de outubro de 2015 8:09 pm

    Estocadora de vento

    Procurar qualquer ato de lucidez em Dilma é desafiar a própria razão. Sua última ideia genial foi propor a criação de uma tecnologia para estocar o vento. Não há governante mais inepto em todo o mundo. 

    1. Fr@ncisco

      12 de outubro de 2015 12:26 am

      Vá se Informar…

      Vá se informar e depois volta para revisar o vosso estoque vazio.

    2. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:32 am

      Baseado em suas considerações

      Baseado em suas considerações sobre governantes que me parecem rasas me acho no dever de refrescar sua cabecinha.

      Muitos nos anos 20/30 na Alemanha pensavam a mesma coisa que você: “Não há governante mais inepto em todo o mundo”

      E escolheram um salvador da pátria.

      Já sabemos no que deu isso né?

       

       

  12. anarquista sério

    11 de outubro de 2015 8:24 pm

    isso é uma confissão de culpa

    isso é uma confissão de culpa de Dilma.

       Seria,mas ela não assinou.

      Ou seja,continua inoperante.

       E mais 39 meses de oniperância ?

        Ninguém resiste.

        Até as torres do Egito desabam.E o Muro da China vira trinco.

    Sem contar que Dilma não pensa mais no país.Só no cargo.

           E falando nisso, aonde está Lula ?

          Dizem que só aparece nas vitórias e desaparece nas derrotas.

           Ah …vá…

               Lula é ” estadista”

                  Vc já escreveu isso,Nassa.

                   Esqueceu de acrescentar:

                   Só nas vitórias.

                 Nada que um ”ps” não resolva.

                 Corrija,Nassa.( e mesmo quando vc escreveu,Lula já desaparecia nas derrotas)

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:27 am

      Sempre que vc escreve alguma

      Sempre que vc escreve alguma coisa sinto uma vontade imensa de vomitar.

      1. Flics

        12 de outubro de 2015 1:17 am

        Teu comentário é quase um

        Teu comentário é quase um pleonasmo… os comentários do anarca já são o próprio produto do ato de vomitar.

  13. Elaine2103

    11 de outubro de 2015 8:28 pm

    Governo Dilma

    Dilma não é Deus, ela não pode prever o futuro e nem a reação das pessoas frente às circunstâncias políticas.

    Na reforma ministerial, até onde sei, ela primeiro conversou com Temer, Renan e pasmem, com Cunha, todos eles preferiram não se manifestar. Então ela foi aconselhada pelos caciques do PMDB-RJ a conversar com o Picciani.

    Nem Dilma, nem Temer, nem Renan pode controlar o poder de Cunha sobre os deputados, isto é fato incontestável.

    Dilma não terá sossego enquanto Cunha estiver à frente da presidência da Câmara, portanto, acho que Dilma conseguiu acertar com a PGR (se é que ela de fato, pode ter alguma influência nisso) para que o gato de Cunha subisse no telhado.

    Quanto ao TCU, foi uma decisão acertada, embora um pouco tarde, mas acertada. O relator Nardes, segundo, a AGU,

    violou a lei dos magistrados, no sentido de antecipar seu voto, isso também é fato incontestável.

    Portanto, meu caro, à luz dos fatos, continuo e continuarei a defender Dilma, apesar de todos os seus erros.

  14. Carlos Henrique Pereira

    11 de outubro de 2015 8:45 pm

    Verdades…

    Perfeito!!!

  15. Renato Lazzari

    11 de outubro de 2015 8:46 pm

    Dilma não “entregou a Câmara

    Dilma não “entregou a Câmara de porteira fechada para Eduardo Cunha.”, Dilma apenas não comprou e não pagou pela parte venal do Congresso.

    De resto, caro Nassif, talvez você esteja lendo muito o Estadão e que-tais pois em nenhum outro lugar a “situação política chegava no ponto de ebulição”, apenas no chamado PIG “o mundo desabou”. E até onde sei, mas pode ser que eu esteja enganado, em nenhum momento o governo atacou Nardes (o que justificaria a solidariedade de seu pares). O TCU sempre foi corporativista. Dizer que Nardes não podia tomar partido nem declinar voto fora dos autos só “ataca” a quem comete esses erros.

    Não se trata, assim, de querer acreditar em Dilma, com essa simplicidade toda, mas de apoiar a manutenção da Democracia e, sem ingenuidade, saber que a alternativa à Dilma seria muito pior.
     

    1. edna baker

      11 de outubro de 2015 10:21 pm

      Nassif senta 5 minutos na

      Nassif senta 5 minutos na cadeira da Dilma e depois me conta. Cada dia que passa mais admiração tenho por essa mulher valorosa que está enfrentando, para mim, de maneira extraordinária um bando de safados os quais não preciso nem citar. Torço fervorosamente por ela.

  16. j.marcelo

    11 de outubro de 2015 8:51 pm

    DILMA PARECE AQUELA

    DILMA PARECE AQUELA ADOLESCENTE AO QUAL

    PENSA QUE SEUS AMIGOS DA ESCOLA É QUE SÃO BONS E

    NÃO LHE ENCHEM O SACO, IGUAL A SUA “FAMÍLIA”

    SÓ QUE NA HORA DO VAMOS VER QUEM ESTÁ AO SEU LADO?QUEEM?

    QUERIA SABER EM QUE PLANETA DILMA VIVE???

  17. Fr@ncisco

    11 de outubro de 2015 9:21 pm

    Toque de Acordar

    Além do excelente e nessa hora fundamental artigo de LN, merecem em especial, serem aplaudidas de pé, duas frases do mesmo, a inicial, verdadeira equação para desfazer o golpe paraguaio, “Se a presidente Dilma Rousseff apresentasse uma estratégia minimamente viável de enfrentamento do impeachment, brotariam apoios de todas as partes.” e a final, equação certa à derrota, “No dia em que Dilma passar a representar apenas a pessoa física de Dilma Rousseff, não haverá mais por que lutar pelo seu mandato.”

    O que esperam os que restam de responsáveis e capazes no PT e no governo, para enfiarem, mesmo que a fórceps, cabeça adentro da presidenta, esse óbvio mais que ululante, sem falar da necessidade de remoção da estupidez de manter-se Zé Cardozo no governo?

  18. nilo

    11 de outubro de 2015 9:31 pm

     
    Nota: negritos e colchetes

     

    Nota: negritos e colchetes […] meus

    http://cartamaior.com.br/?/Editorial/O-golpe-e-o-poder-das-ideias/34698

    O GOLPE E O PODER DAS IDEIAS

    Saul Leblon

    O país vive horas cruciais. O assalto conservador ao poder joga uma cartada de vida ou morte contra o relógio político nos próximos dias.

    À medida que apodrece a reputação de seus centuriões, e os savorolas da ética entram em combustão explosiva  –caso dos homens-tocha Cunha, Agripino, Nardes, Aéreo Neves etc, resta-lhes apostar tudo no estreito espaço de tempo entre a desmoralização absoluta e a capacidade residual de articular o golpe.

    Arqueado sob R$ 31 milhões em depósitos suíços, segundo a Folha, Cunha negociou com a hesitação golpista: em troca do pescoço, articulou uma operação casada com o PSDB.

    Tucanos salvam a aparência pedindo seu afastamento –‘para que possa exercer seu direito constitucional à ampla defesa’. Em troca, o personagem que não tem mais nada a perder acelera a operação do impeachment, como última estaca de sobrevivência antes do abismo.

    A sofreguidão avança de faca na boca.

    Um colunista de Veja é  transferido para O Globo; estreia numa hora em que o golpismo se enlameia;  a ‘república de Curitiba’ vaza para ele denúncia exclusiva do delator Fernando Baiano… contra filho de Lula.

    Já serviu para deslocar a manchete de Cunha para o segundo plano na primeira página do isento veículo carioca. 

    Vai por aí a coisa.

    Seja qual for o seu desfecho, a encruzilhada em que o golpismo trata a democracia como um estorvo exige respostas contundentes.

    Passa da hora de o campo progressista superar sectarismos e prioridades corporativas para enxergar a floresta além da clareira particular do seu conforto.

    O que se desenha são as provas cruciais da nação brasileira no século XXI.

    É imperioso manter o país a salvo de forças incontroláveis que atrelaram seu destino a uma disjuntiva em que, para vencerem, a sociedade terá que perder o rumo, o futuro e a esperança.

    Se pensar pequeno, o Brasil corre o risco de ser sequestrado pelo moedor sem termo.

    A sorte de sua gente, o destino do seu desenvolvimento enfrentam uma sobreposição de crises cujo desfecho terá repercussões profundas e duradouras.

    Um ciclo de expansão se esgotou, um outro pede para nascer.

    Pendências novas e antigas se misturam em meio a um cenário mundial adverso.

    [cenário mundial adverso]

    A velocidade imprevista da transição chinesa torna a neblina ainda mais densa.

    É como se a viga-mestra que escorava uma época tombasse.

    O motor asiático investia, em média, 45% do PIB; importava outros 10% em matérias-primas para saciar sua fornalha.

    O velocímetro dessa máquina baixou abruptamente, de 11%, para perto de 6% ao ano.

    A freada tempestiva sugere que poderá recuar ainda mais.

    O tranco espremeu as cotações das commodities, rebatendo na hesitante recuperação europeia e, por tabela, enfraquecendo a norte-americana. 

    Fragilidades antecedentes, semeadas em décadas de desregulação neoliberal das finanças  e do mundo do trabalho, condensaram-se nesse ambiente pantanoso. 

    Falta demanda porque falta salário, que inexiste porque o emprego é precário, e os sindicatos foram desossados porque o guarda-chuva partidário e ideológico dos assalariados rendeu-se ao veredito neoliberal de miss Thatcher — ‘there is no alternative’.

    Vive-se a mais longa, incerta e frágil convalescença de uma crise capitalista desde 1929. E não é por acaso.

    Tudo o que foi subtraído do Estado e do trabalho nesse período mostra agora a sua falta.

    Sobram paradoxos.

    O da superprodução de capital fictício, em metástase reprodutiva, o mais evidente deles.

    Seu contraponto histórico é a anemia do investimento e do emprego.

    Ficções de livre comércio rondam esse cenário.

    Livre comércio em condições de contração sistêmica?

    Esse é um jogo de soma zero em que apenas transfere demanda de um ponto a outro: o emprego gerado numa economia é a vaga subtraída na outra.

    Igual circularidade se observa no deslocamento dos passivos do setor privado para o Estado, após um longo ciclo de farra financeira.

    O setor privado ‘ajustou-se’, diz o colunismo abestalhado de toxina neoliberal.

    Sim, o ônus foi transferido aos governos. O caso mais ilustrativo é o do sistema financeiro norte-americano, que recompôs sua lucratividade repassando créditos podres ao Fed.

    A relação dívida pública/PIB nas economias mais ricas saltou de 78% para 105% desde 2008. Inglaterra, EUA, França, entre outros,  acumulam déficits fiscais de deixar o do Brasil no chinelo. 

    Em contrapartida, a participação dos salários no PIB global é declinante:  10% inferior à média dos anos 80.

    Esse torniquete estreitou sobremaneira a margem de manobra de políticas associadas a projetos de desenvolvimento com repartição de renda, como as implementadas na América Latina.

    [Brasil]

    O Brasil é o caso mais exposto porque justamente foi quem chegou mais longe nesse processo. 

    Como atesta o Banco Mundial, a pobreza extrema no Brasil caiu 64% entre 2001 e 2013, passando de 13,6% para 4,9% da população. Nada igual ocorreu na AL.

    Atingido pela queda nos preços e no volume dos embarques de minérios e grãos, o país sofre também com a retração nos embarques de manufaturados, antes vendidos a parceiros latino-americanos, em idêntico apuro.

    É nessa moldura que a direita brasileira opera o golpe nas próximas horas.

    Chegou até aqui, entre outras razões, porque conseguiu impor o seu diagnóstico e sua pauta como referência dominante do debate sobre a crise vivida aqui e no resto do sistema capitalista. 

    Não é propriamente uma surpresa que as ideias dominantes de uma época sejam as ideias das classes dominantes. 

    Desde 1846, quando Marx e Engels assentaram seu vigamento filosófico nas páginas de ‘A ideologia alemã’, o peso material das ideias ganhou o devido destaque na luta de classes.

    Mas o poder impositivo da agenda conservadora hoje no Brasil está sendo exercido de forma asfixiante.

    Nessa esfera tudo se passa como se o golpe já fosse um fato consumado;  a sua etapa ideológica já tivesse sido concluída.

    Pesquisas que aferem a eficácia do martelete midiático no imaginário social sancionam essa sensação.

    As sondagens tem gerado reações de desalento e prostração no ambiente progressista.

    Que a Presidenta Dilma tenha apenas cerca de 9% de aprovação depois de eleita há menos de um ano com 54 milhões de votos é um sinal eloquente do divisor em curso.

    Para um conservadorismo derrotado quatro vezes consecutivas na disputa à Presidência da República, a hegemonia massacrante na luta ideológica equivale a um recadastramento histórico.

    Ainda que fracasse –ou recue—no intento golpista nos próximos dias, um sucesso tão esférico nesse plano deixa-o, permanentemente, a meio caminho andado do bote final.

    Esse é o problema de fundo cuja superação convoca o desassombro e a convergência progressista. 

    Se hesitar, o cadafalso repelido hoje repetir-se-á amanhã e depois, até o desfecho cobiçado pelas elites.

    À medida que a política econômica adotada no segundo mandato da Presidenta Dilma sanciona o diagnóstico e legitima, ainda que de forma mitigada, a terapêutica, ela reforça essa recorrência.

    É como se apontasse uma arma contra o próprio peito.

    O julgamento das ditas pedaladas no TCU, na semana passada,  evidenciou essa dificuldade de se defender do algoz, sem romper o círculo de giz que ele traçou no chão.

    Por que o governo não foi explicar, em rede nacional, o que a dita ‘pedalada’ representava de fato?

    Ou seja, que a Caixa quitou o Bolsa Família em dia, sendo ressarcida em seguida pelo Ministério do Desenvolvimento Social. 

    Esse, o copo d’água a partir do qual o golpismo sustentou a tempestade durante dias e noites seguidos, até os 19 minutos da apoteose do senhor Augusto Nardes –ele próprio uma tocha em combustão na fogueira ética que representa.

    Por que o governo não escancarou o golpismo intrínseco à ‘escandalização’ de uma operação contábil corriqueira? E na qual o governo é superavitário:  entre 2012/14, o saldo do Bolsa Família na CEF rendeu juros de R$ 89,5 mi e gastos de R$ 13,6 mi pelos dias deficitários.

    Ou seja, deixou um saldo líquido de R$ 76 milhões na ‘conta-corrente’ do programa que, em 757 dias úteis, até o final de 2014, só ficou negativo em 72 dias.

    Em debate promovido pelo Instituto Lula, na mesma semana em que o TCU se inscrevia na Liga dos Golpistas e o governo retrucava de forma burocrática, aceitando as regras do ardil, o vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, fazia uma advertência oportuna.

     [me faz lembrar a Argentina de Cristina]

    ‘Governo é metade realizações, metade ideia. Por muito que fizer, um governo que não trava a luta das ideias, sempre figurará aos olhos da sociedade com quem fez muito pouco’. 

    O governo da Presidenta Dilma não é, infelizmente, uma nota dissonante nesse padrão.

    [do que se queixava a presidente da UNE: falta de debates, de idéias]

    Na verdade, a negligência com a luta das ideias foi a tônica nos últimos 12 anos de avanços notáveis no plano social que, todavia, não se traduziram em engajamento político correspondente de seus beneficiários.

    O economista Márcio Pochmann que pioneiramente enxergou essa assimetria voltou a lembra-la na semana passada, em debate em Porto Alegre, promovido pelo Fórum 21.

    ‘Cerca de 22 milhões de trabalhadores ascenderam socialmente, desde 2003,’ lembrou o economista que dirige a Fundação Perseu Abramo,  ‘mas não houve mudança na taxa de sindicalização no país: de cada dez destes trabalhadores, só dois se filiaram a algum sindicato. O mesmo aconteceu com os estudantes beneficiados pelos programas do governo federal e com os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida’,  espeta Pochmann.

    Os dois grandes instrumentos de dominação conservadora em qualquer tempo é a estrutura repressiva do Estado e a ideologia.

    Marilena Chauí, que abrilhanta aulas públicas na contracorrente da rendição ideológica dos últimos anos, ensina que ‘a ideologia é o processo pelo qual as ideias da classe dominante se tornam ideias de todas as classes sociais (…) esse fenômeno’, prossegue Marilena,  ‘de manutenção (adoção) das ideias dominantes mesmo quando se está lutando contra a classe dominante é o aspecto fundamental daquilo que Gramsci denomina de hegemonia, ou o poder espiritual da classe dominante’.

    Por isso ele dizia –sublinha a professora– que, se num determinado momento, os trabalhadores de um país precisam lutar usando a bandeira do nacionalismo, a primeira coisa a fazer é redefinir toda a ideia de nação (…) e elaborar uma ideia do nacional que seja idêntica à de popular. 

    ‘Precisam, portanto, contrapor, à ideia dominante de nação, uma outra, popular, que negue a primeira’, sintetiza Chauí.

    Se quiser resistir à resiliência golpista, a Presidenta Dilma  – com apoio das forças progressistas–  terá que falar à Nação. Agora e com frequência crescente. E se desfazer em alguma medida, do redil de ideias e conceitos que faz seu governo agir – à beira do abismo– como protagonista passivo, e mesmo ativo, de um enredo que não é o seu. E que o impele ao buraco do qual precisa se afastar.

    A ver

     

     

     

  19. nilo

    11 de outubro de 2015 9:33 pm

    Corretíssima a análise do

    Corretíssima a análise do Nassif:

    “Dilma ainda não se deu conta de que o apoio que lhe resta é daqueles que, mesmo sendo críticos em relação ao seu governo, julgam que ela ainda representa um conjunto de valores e políticas tidos como social-desenvolvimentistas.

    No dia em que Dilma passar a representar apenas a pessoa física de Dilma Rousseff, não haverá mais por que lutar pelo seu mandato”.

  20. Alexandre Weber - Santos -SP

    11 de outubro de 2015 10:24 pm

    Bala na agulha

    Como não estou no governo e não gozo das informações privilegiadas que a Dilma têm sou obrigado a fazer advinhações educadas.

    Mas nesta aqui acho que não tem erro.

    A Dilma têm muita bala para gastar ainda.

    O Cunha, Nader e toda a galera que os apoia não dão nem para o começo.

    Na minha opinião é até covardia, bater em criança.

    Se fosse para cair já teria caído, não cai e nem balança mais.

    A grana do bolsa família que não ia sair e a oposição fez aquele escarcéu na Mídia apareceu do nada e todo o castelo de cartas em que acreditavam desmoronou.

    Ai apelaram para o Aécio, mas não deu nem para o cheiro.

    O resto é resto mesmo, até um pouco de sadismo curtindo o desespero alheio.

     

    1. vera lucia venturini

      11 de outubro de 2015 11:21 pm

      ´Será? Eu acho que a coisa tá

      ´Será? Eu acho que a coisa tá preta. Se falhar na Câmara, o Toffoli (que tem o rabo preso com o Gilmar por causa do irmão. É vergonhoso mais um juiz da suprema corte brasileira determina o destina da nação em defesa de interesses familiares) entrega pro Gilmar no TSE.

      Lembrando que a Globo já escondeu o Cunha hoje em cima da denúncia sobre o filho do Lula. 

       

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        12 de outubro de 2015 3:58 am

        Gilmar é voto vencido, não tem quem o acompanhe

        No STF  é que não vão arranjar nada mesmo.

  21. Allex

    11 de outubro de 2015 10:28 pm

    Que pessoa confusa  essa

    Que pessoa confusa  essa Dilma! É de dar nó na cabeça dos melhores psicanalistas. Mas não nos esqueçamos de que, politicamente, ela foi inventada pelo Lula. Será que ele e seus conselheiros mais chegados se equivocaram tanto assim? Ou será que ela está sofrendo pressões terríveis da extrema direita, quiça graves ameaças? Talvez e possivelmente as duas alternativas. 

  22. edna baker

    11 de outubro de 2015 10:34 pm

    Não passarão.

    Não passarão.

  23. Doney

    11 de outubro de 2015 10:34 pm

    Já não há mais motivo algum

    Já não há mais motivo algum para lutar pelo seu mandato.

    O que resta é a defesa da democracia em si.

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:23 am

      Claro, quando o Aócio, o

      Claro, quando o Aócio, o Agripino e o Caiado tomarem o poder você verá o que é a “democracia em si” com tanques e canhões para decepar a sua cabeça.

       

      kkkkkkkkkkkkk

  24. Jorge Vieira

    11 de outubro de 2015 10:37 pm

    “Terminadas as eleições,

    “Terminadas as eleições, ignorou o risco de terceiro turno e entregou a Câmara de porteira fechada para Eduardo Cunha”

    Como assim ? as eleições terminaram em 26 de outubro de 2014. A nova Câmara só foi instalada em fevereiro de 2015.

    O PT havia eleito a maior bancada na Câmara. Tinha direito a eleger o Presidente. Ninguém sabia que Eduardo Cunha havia feito uma numerosa bancada, em diversos partidos, com dinheiro largamente captado (inclusive de corrupção) de empresas com interesses conservadores os mais diversos. Eduardo Cunha tornou-se o lider dessa numerosa bancada pois foi escolhido para distribuir os recursos e, com isto, amarrar os acordos e os deputados em torno do projeto conservador.

    É claro que o PT errou ao não buscar uma composição e tentar diminuir os custos de uma derrota.

    Mas responsabilizar a Dilma por isto ? E a bancada do PT ? Não me consta que ela obedece cegamente as determinações de Dilma.

    Com PT ou sem PT, Eduardo Cunha teria agido exatamente como agiu até agora e as denúncias contra ele não teriam sido abortadas e as ameaças de impeachment não deixariam de existir.

    1. MARCOSBH

      12 de outubro de 2015 2:10 am

      Mas responsabilizar a Dilma por isto ?

      Claro que é um dos fatores. Deixou este canalha fazer campanha , e ela com o cargo de presidenta , facilmente cooptava umas desenas de canalhas para votar no Chinaglia , não fez porque não sabe ser pragmatica. Já perdí minhas esperanças com ela. Vai seu ruim de politica lá p…………

  25. Osvaldo Ferreira

    11 de outubro de 2015 10:39 pm

    Boa análise Nassif. Mas

    Boa análise Nassif. Mas novamente é Dilma que erra segundo a sua análise.

    Do ponto e vista econômico erra mesmo.

    Mas do ponto de vista político está a escancarar o que é o Parlamento e o que são as oposições a ela.

    Sabemos exatamente o que são pedaladas fiscais tratadas como corrupção pela mídia e mais, conseguiu que focássemos no que é o TCU.

    Crises são absolutamente didáticas!

  26. vera lucia venturini

    11 de outubro de 2015 10:46 pm

    Então tá, todos os erros são

    Então tá, todos os erros são da presidente. O Nardes tinha que ser poupado (como defende o Temer) e a solidariedade de juizes corruptos do TCU são justificáveis pelo que mesmo? Raiva? Ora, raiva tenho eu ao ver esses juizes do TCU safados serem solidários com um colega corrupto. Deve ser porque 4 deles são tão corruptos quanto o proprio Nardes, embora contem com a complacencia do Judiciário brasileiro que desde sempre só condena e prende Dirceus e Genoinos.  

    Se os opositores fossem menos canalhas, inclusive o vice Temer, que deu uma entrevista para o Josias e a Folha fazendo pose de “egipcia”,  Dilma teria como agir. Alguém aí me explica como se negocia com psicopatas sociais como esses juizes, políticos e jornalistas que se atribuiram o direito de desrespeitar o país e suas institutições em nome da rapinagem, seja do poder ou dos cofres públicos .

    A presidente  tem defeitos, mas respeita as instituições. Seus opositores são golpistas, corruptos e traidores das instituições. Essa é a diferença e sou Dilma desde sempre por isso.

    Justificar o golpe porque a presidente não tem habilidade para se rebaixar ao nível desses execráveis canalhas que estão fazendo o país se transformar numa república das bananas é se rebaixar ao nível deles.

     

     

    1. Jorge Vieira

      12 de outubro de 2015 12:46 am

      Vera:
      Estou com você e não

      Vera:

      Estou com você e não abro.

      O Nassif que vá olhar se a gente está lá na esquina.

      Ou, então, vá tomar banho.

      Ou, então, vá pastar. (não, essa é meio agressiva, o Nassif não merece)

      1. ana s.

        12 de outubro de 2015 3:56 am

        Ah, Jorge, ele tá merecendo sim!

        E faz tempo.

        Bravo, Vera! Como comentarista, vc me representa.

        Querida presidenta, eu acredito em vc. E execro, neste momento, quem faz o jogo dos golpistas te detonando SEM PARAR. Já encheu!

    2. MARCOSBH

      14 de outubro de 2015 2:20 am

      Alguém aí me explica como se negocia com psicopatas sociais como

      Vera eu sei, parte para o confronto. Quem tem a PF e a RF na mão , é só vasculhar a vida destes criminosos.

      Mas  a sonsa não reage com nada !

  27. chico da dilma

    11 de outubro de 2015 10:49 pm

    Toda essa guerra pelo impeachment da presidenta Dilma ocorre som

    ente por puro preconceito,machismo e até misoginia contra a presidenta.Nunca na historia do Brasil houve uma época de tantas adversidades climaticas tão prolongadas.Aqui no nordeste já vamos para cinco anos de seca seguidos,a crise mundial desde 2008 não deu trégua e a presidenta vem administrando o país com maestria.Duvido que se o chefe do governo fosse homem sofresse tamanha pressão e se comportasse como um verdadeiro estadista,como é o caso da nossa presidenta Dilma.Força Dilma,o Brasil e o povo brasileiro,te amamos.

  28. Jorge Vieira

    11 de outubro de 2015 10:49 pm

    “Mas significaria repartir

    “Mas significaria repartir poder com Temer” “Engenharia.reversa”

    Essa é patética: foi a pior do arrazoado de fantasias.

    Achar que o Temer não tem interesse na Presidência da República é ridículo. No dia seguinte à diplomação da chapa pelo tribunal eleitoral, o vice começa a rezar para que o Presidente morra, tenha um enfarto, seja destituído pelo Congresso, etc

    Dividir o Poder com o vice é abdicar de governar. O Temer sabe disto. Só o Nassif não sabe.

    Engenharia reversa é meusovo.

  29. Osvaldo Ferreira

    11 de outubro de 2015 11:10 pm

    Para mim e para muitos

    Para mim e para muitos outros, digamos aos milhares, cada vez mais claro que se a Presidenta da República cometeu muitos erros político-administrativos, nenhum deles se deu em decorrência de acreditar que está acima da lei e mais, acima da CF/88. 

    Também cada vez mais claro para mim que as ratazanas do Estado em fila indiana se organizam para derrubá-la e assumir o butim, como sempre fizeram e nos últimos anos não fazem mais.

    “A fonte secou/

    quero dizer que entre nós/

    Tudo acabou”

     

    diz o samba…

     

  30. Jorge Vieira

    11 de outubro de 2015 11:13 pm

    “Em vez de fortalecer as

    “Em vez de fortalecer as velhas lideranças do PMDB, foi sozinha negociar com a base”

    Sarney está aposentado politicamente. As velhas lideranças do PMDB estão todas no Senado. Na Cãmara ninguém é liderado por Senador. Aliás, no PMDB todo mundo é cacique com trinta anos de praia.

    O poder do PMDB na Cãmara está dividido em três partes: 1/3 que se opõe ao PT em qualquer situação, 1/3 com Eduardo Cunha e 1/3 com Picciani. O poder de Eduardo vem da composição com Picciani e com muitos deputados de outros partidos conservadores que foram parcialmente financiados por ele.

    O que a Dilma pôde fazer foi trazer o Picciani para o Governo, com o aval do Governador Pezão, e com a perspectiva de apoiar a Presidência da Câmara para o Picciani, caso o Cunha renuncie.

    Enquanto o Cunha estiver na Presidência da Câmara não há nada que o Governo possa fazer para obter maioria

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 1:14 am

      Concordo em gênero, número e

      Concordo em gênero, número e grau!

    2. Ana Torres

      12 de outubro de 2015 9:17 am

      Paradoxal

      Você tem toda a razão. Enquanto EC estiver na liderança, o governo não governa. Por isso é imprescindível que ele saia. E o mais rápido possível.  E por mais paradoxal que possa ser, o PT é o único partido que ainda o apóia, ou seja, não pediu seu afastamento ! O Pt tem que enfrentá-lo, se pronunciar a favor do seu afastamento. É inacreditável a que ponto se chegou.
       

    3. Ana Torres

      12 de outubro de 2015 12:27 pm

      Paradoxal

      Você tem toda a razão. Enquanto EC estiver na liderança, o governo não governa. Por isso é imprescindível que ele saia. E o mais rápido possível.  E por mais paradoxal que possa ser, o PT é o único partido que ainda o apóia, ou seja, não pediu seu afastamento ! O Pt tem que enfrentá-lo, se pronunciar a favor do seu afastamento. É inacreditável a que ponto se chegou.
       

  31. W.Gusmão

    11 de outubro de 2015 11:39 pm

    Dilma é o sinal dos tempos que vem ..

    Achei de uma síntese espetacular essa frase.

    Deixa eu citar algumas características dos nossos “ex-presidentes”. Os que eu lembro, embora, tenha vivenciado maior número, devido à minha idade:

    João Figueiredo cunhou a célebre frase: “prefiro o cheiro dos cavalos ao do povo”. Parecia que estava num calvário sem fim. A história lhe rendeu a glória da eleição para presidente.

    José Sarney: Faz parte de um clã que demonstrou despreocupação com o desenvolvimento do país, haja vista, as heranças deixadas para o país e para o seu estado natal. Poderia até incluir o Amapá, devido à sua opção por ser um senador amapaense, estado que carece de uma atuação forte para reverter os índices absurdos de desigualdade lá existente.

    Collor de Melo: Pareceu um tresloucado que deixou como uma de suas marcas, “voar” de motocicleta em Brasília, utilizando-se da prerrogativa de ser presidente e ter uma faixa exclusiva para ele.

    Itamar Franco: Mulherengo, que se deixou fotografar com uma mulher sem calcinha no carnaval carioca. Deveria ser visto como o “Pai do Real”, mas, lhe tiraram a paternidade.

    FHC: “Todo aposentado é vagabundo”. Muito embora ele pudesse estar fazendo uma autocrítica por ser aposentado por tanto tempo. 

    Lula: Cachaceiro! Estou usando termos usados inclusive por políticos, embora, não tenha visto nenhum “showzinho” dele a “La Yeltsin”.

    Dilma: Teimosa, dura na queda, exigente, “gosta de gritar”, não fala coisa com coisa.

    Sinceramente, entre todos, o comportamento dos 2 últimos  é disparado o melhor. Pois, no que me interessa, mostraram atenção e preocupação com os menos favorecidos.

    O caráter que a presidenta nos passa é de uma pessoa ciosa de suas obrigações como mandatária maior. Tem poder para reagir de forma mais contundente. Tem uma estrutura de estado e de governo à sua disposição. Poderia ter colocado o dedo em riste nos debates e apontá-lo para o desrespeitoso opositor que a chamou de “leviana”.  Ou até tomar outras “ações” como umas belas palmadas, afinal em alguns lugares do Brasil essa conotação é de uma pessoa de nível moral baixo. Não fez isso e, embora, à época eu tenha odiado essa “permissividade”, foi mais uma demonstração de honradez, principalmente, por já ser a nossa presidenta. Honra o seu cargo como poucos.

    Ela poderia ter interferido de forma muito mais dura desde o início com o “mensalão”, “lava a jato”, TSE, TCU, mas, não fez por que tem um papel importante: fortalecer a democracia no Brasil. Pode dar errado? Pode! Se ela tivesse interferido, independentemente do resultado JÁ TERIA DADO ERRADO.

    Não gosto de ver o que está acontecendo. Gente condenada sem provas, gente presa para “pressionar”, servente presa porcausa de um bombom, ainda que importado, prefeita deixada livre, mesmo com provas contra ela.

    Não gosto de ver o que está acontecendo. Não sei qual vai ser o resultado. Acho que vão dar com os burros n’água. Certeza, quem pode ter nesses desmandos brasileiros? Gosto, e muito, do comportamento de nossa presidente. Não votei nela por estar fora de sede e tive que justificaro voto, mas, votaria nela, e de novo, e de novo. A história já está em parte escrita. Quem ousou tripudiar da democracia pode, até, se “dar bem”, agradar a 91% de entrevistados, o que não é o caso, mas, já perderam o que a história tinha colocado em suas mãos. Vão cumprir a missão de Judas, é o que lhes resta. Não conseguirão perdurar em seus intentos, pois, eles e seus apoiadores não querem o melhor para o Brasil. Tinham tudo em mãos para “irem para a galera”, preferiram o egoísmo de planos menores, a mediocridade. Paciência. Era só se comportarem como estadistas e mostrarem, segundo suas óticas, que a despeito de discordarem do governo ajudaram a governabilidade. Corriam o risco de perderem de novo, caso de sucesso do governo, mas, teriam escrito uma história de dignidade, que muitos iriam reconhecer.

    Não! Nada disso, escolheram o caminho mais largo.

    Vamos aguardar. Terça-feira tem mais factóide(s), mas, levando se em consideração as fontes, a água vai começar a escassear. O tempo urge, traidores, façam logo o jogo sujo mais uma vez, a história os aguarda lá na frente.

  32. Jorge Vieira

    11 de outubro de 2015 11:42 pm

    “Montou uma operação de

    “Montou uma operação de guerra de última hora contra o relator das “pedaladas”, Ministro Augusto Nardes do TCU (Tribunal de Contas da União)”

    Todo mundo reclamava que o Governo apanhava calado. Quando o Governo resolve enfrentar a farsa do TCU, chovem críticas de todos os lados, da oposição e da situação progressista.

    Ora, é óbvio que o Governo só montou a tal operação porque a batalha já estava perdida. A maioria dos Ministros do TCU já estava articulada com as manobras golpistas. Aqueles Ministros não são juízes, são políticos e políticos alinhados com a oposição.

    A operação serviu para desmistificar o TCU. Todo mundo ficou sabendo que aquele tribunal não serve para nada, Trabalha de acordo com os interesses dos políticos conservadores. Quem julga é o Congresso Nacional. Se o Congresso tiver maioria suficiente para rejeitar as contas da Presidência, vai se lixar para um parecer desfavorável ou não.

    E se quiser utilizar a rejeição das contas para impedir a Dilma, vai fazer, se tiver maioria, pois o processo é político.

    A única salvação da Dilma caso o Congresso vote o seu impeachment ou caso o TSE casse o seu mandato é o STF, isto se ocorrer alguma inconstitucionalidade em ambos os processos.

    1. João Alexandre

      12 de outubro de 2015 3:09 am

      Concordo plenamente.

      Concordo plenamente. O pedido de suspeição, na pior das hipóteses, serviu para expor a hipocrisia e desfaçatez do relator e o simulacro de julgamento ridiculamente realizado pelo tribunal, visto que já se sabia que o pedido de suspeição e as contas seriam rejeitados.Garantir a exposição dessa farsa em troca da rejeição por unanimidade, ao invés da derrota por suposta maioria, valeu a pena. E o jogo, tanto no aspecto jurídico, como político, ainda não acabou.

  33. Jossimar

    11 de outubro de 2015 11:47 pm

    “No dia em que Dilma passar a

    “No dia em que Dilma passar a representar apenas a pessoa física de Dilma Rousseff, não haverá mais por que lutar pelo seu mandato.”

    Parece que o dia está cada vez mais perto.

    Pode ser uma boa burocrata, mas é uma péssima política.

    1. Osvaldo Ferreira

      12 de outubro de 2015 12:18 am

      Viu Nassif, o leitor

      Viu Nassif, o leitor contaminado não conseguiu entender o que você escreveu…

       

  34. Osvaldo Ferreira

    12 de outubro de 2015 12:12 am

    Aliás, nem se trata de

    Aliás, nem se trata de acreditar em Dilma. Não é questão psicológica e nem pessoal.

    O que temos é um país moderno onde uma ruptura institucional nos levaria à idade da pedra em termos de reputação política, confiabilidade e respeito internacional. Retrocederiamos 50 anos!

    É preciso que se diga em claras letras e palavras que uma ruptura institucional seria a coisa mais terrível que nos poderia acontecer, inclusive com reação que tornaria este país ingovernável.

    Muitos acham que não haveria reação a ponto de tornar o país ingovernável. Penso que isso é um engano fatal em qualquer análise.

    Repito, nos levaria à idade da pedra e equivaleria à comunidade internacional achar que isso aqui é uma imensa Honduras, nem me reporto ao Paraguai.

    Nossa responsabilidade é a de rechaçar qualquer aventura antidemocrática com todo o vigor porque 2015 não é 1964 e porque temos claramente hoje um quadro em que narcotraficantes consorciados a políticos de oposição de grosso calibre e aves de rapina históricas que se locupletavam do erário público não são chamados à responder por seus crimes e há milhões de pessoas que sabem disso, principalmente os jovens.

    Cada vez mais penso que Dilma está em uma encruzilhada histórica e nosso país também. Disso pode resultar uma sociedade civilizada ou a barbárie. Mas cada vez mais precisamos pensar em nossas opções diante disso e o jornalismo não há de escapar disso também.

    PS.: não considero jornalismo Folha, nem UOL, nem O Globo, nem EStadão, nem Veja, nem Istoè, nem Época nem Globo News…

     

     

     

     

  35. walkerpoa

    12 de outubro de 2015 12:24 am

    Qual estratégia

    Ok, mas o que você sugere como “estratégia minimamente viável de enfrentamento do impeachment” ?

  36. Cunha

    12 de outubro de 2015 12:42 am

    Estamos aos 20 minutos do

    Estamos aos 20 minutos do jogo e o time adversário é pesado.

    Queda no preço das matérias primas,

    retração da economia mundial,

    movimentos golpistas,

    delações seletivas na investigação da Petrobras,

    traições no maior partido da base com o presidente da Câmara liderando oposição,

    mídia hegemônica explorando ao máximo os vazamentos e abafando os que comprometem a oposição,

    tribunais técnicos julgando politicamente,

    tribunais eleitorais querendo substituir STF

    Ministério Público engavetando denúncias contra o seu pior adversário,

    sabotagem da base quanto aos vetos a despesas descabidas,

    achaques contínuos, chantagens, jogo pesado.

    Debaixo dessa intempérie, para não dizer tsunami, ela consegue manter os programas sociais.

    Trabalha muito e fala pouco.  

    Como no Não Vai Ter Copa. Que resultou na Copa das Copas.

    Dilma é resultado.

    O jogo ainda está aos 20 do primeiro tempo.

     

     

  37. A. R. Carvalho

    12 de outubro de 2015 12:43 am

    Quando os demais membros de

    Quando os demais membros de um órgão colegiado decidem por solidariedade a um colega que foi arguido de suspeição, as instituições estão em pleno processo de degradação. Não arguir a suspeição com receio da solidartiedade dos demais membros do órgão é o fim da picada.

  38. luiz mattos

    12 de outubro de 2015 1:24 am

    Com que tranquilidade falam

    Com que tranquilidade falam em golpe,os canalhas não terão paz se derem um golpe haverá reação e forte contra qualquer golpistas.Não somos moleques e nem covardes para aceitarmos como coelhos uma nova deposição de um governo progressista.Pensem muito bem ou sua tranquilidade deixa-ra de existir.

  39. Vânia

    12 de outubro de 2015 2:37 am

    Querer…

    Eu queria. 

    1. Miguel A. E. Corgosinho

      12 de outubro de 2015 3:05 am

      MAIS NÃO VAI LEVAR POR MERO ACASO.

      MAIS NÃO VAI LEVAR POR MERO ACASO.

  40. Miguel A. E. Corgosinho

    12 de outubro de 2015 3:09 am

    Complicado isto: considerando que o método do

    Complicado isto: considerando que o método do desenvolvimento não é legislativo seus componentes estão metidos no meio do judiciário.

    O que aconteceria se pudermos mudar o tal evento do crescimento econômico, da justiça para uma forma notavelmente de sua evolução idealista?

    Se o governo tornar acessível à produção capitalista estabelecer seu reino no Brasil, de inferir a situação atual e, consequentemente, expropriar os Bancos supra históricos do crescimento econômico, como o Banco do Brasil, CEF, BNDES; e também as empresas estatais, como a Petrobras – chave-mestra do pré-sal para o país – a fatalidade deste impeachment poderia ser um processo convertido em problemas teóricos da economia. 

    Do ponto de vista do capitalismo, o país precisaria ainda transformar os investimentos em uma medida de juros, e sua expansão social em trabalhadores assalariados. O que passar disto é comunismo.

    Que coisa né, a economia parece mesmo brincadeira de especuladores, mas, originariamente como o golpismo, tende a forçar as nações a serem totalmente dos capitalistas.

  41. Ricardo I

    12 de outubro de 2015 4:00 am

    Dilma representa justiça social

     

    Apesar da mídia dizer o contrário, quem está hoje ( e não é e hoje…) naufragando, sem rumo, sem argumentos, sem propostas, sem ideias e sem moral nenhuma é a oposição representada pelo PSDB e pela própria mídia (TV, jornais, etc) , cuja credibilidade e audiência tem diminuído cada vez mais. Dilma e o governo também passam por dificuldades, mais políticas do que econômicas, mas essas dificuldades são muito mais devidas ao jogo sujo e rasteiro dos opositores do que à alguma inabilidade política pessoal de Dilma, pois se assim fosse, as grandes dificuldades que houve já no primeiro mandato teriam deixado expostas e escancaradas essas deficiências e ela não teria sido reeleita. Não que ela não tenha dificuldades de fazer negociações políticas, mas o fato é que mesmo alguém que fosse excelente negociador, tendo de enfrentar uma oposição raivosa, de baixo nível, de alto poder econômico e com a grande mídia na mão, fazendo toda essa campanha política e golpista que vemos diariamente nos telejornais e demais veículos, não conseguiria provavelmente fazer muito mais do que o governo tem feito. 

    Com os atuais problemas políticos e econômicos, devidos à continuidade da crise internacional e à sabotagem constante das forças de oposição através do oligopólio da mídia, o governo teve de ceder em algumas coisas, teve de modificar ou rever algumas medidas que vinha tomando para enfrentá-los. Mas não houve mudança de rumo no essencial, isto é, na prioridade social do governo. Mesmo tendo o rumo do desenvolvimento com justiça social, está mais difícil hoje ao governo avançar, mas as políticas de distribuição de renda continuam, o salário mínimo, por decisão de Dilma, vai continuar tendo aumento real, os programa sociais continuam melhorando a vida dos mais pobres, os programas nas áreas de saúde, educação, as obras de infraestrutura, tudo continua sendo feito, embora não se leia ou se assista sobre isso na mídia.

    Dilma representa muito neste país: o muito que já foi feito e o muito que ainda fará , a revolução nos indicativos sociais que houve nos últimos 12 anos, a mudança gigantesca de perspectiva de vida de milhões de brasileiros, milhões de crianças e adultos que antes viviam na miséria e hoje estudam e/ou trabalham, o enorme avanço que houve nas pequenas e médias cidades em todo o país, o grande desenvolvimento que houve no nordeste, o avanço da agricultura familiar, entre tantas outras grandes evoluções por que passa o Brasil atualmente, apesar da crise atual.

    Além do mais, é importante ressaltar, embora o próprio comportamento da oposição, antes e depois da campanha, já faça isso saltar aos olhos, a diferença monumental, abismal, galáctica, que há entre o governo Dilma e o que teria sido um governo Aécio Neves é por si só razão suficiente para que todos os brasileiros de bem a apoiem, pois os que a querem enfraquecer, se pudessem, se tivessem vencido a eleição, agiriam como verdadeiros exterminadores do futuro do país, entregando o pré-sal às multinacionais estrangeiras, privatizando o que conseguissem entregar, retrocedendo as políticas sociais, enfraquecendo as instituições de fiscalização e investigação do país,como já fizeram no passado, aumentando consequentemente a corrupção e a impunidade e rumando o Brasil, sem nenhum remorso, para o subdesenvolvimento. 

  42. Miguel A. E. Corgosinho

    12 de outubro de 2015 5:09 am

     
     
    Foto de Joaquim Neiva. 

     

    1. aliancaliberal

      12 de outubro de 2015 1:21 pm

      Se ele fosse do PT você

      Se ele fosse do PT você estaria apoiando e falando que não tem provas contra ele que tydo é uma invenção da grande midia etc.

      1. Otavio Azevedo

        12 de outubro de 2015 1:30 pm

        … e apesar de tudo isso ele
        … e apesar de tudo isso ele estaria preso.

      2. SILVERIO DA SILVA RAMOS

        13 de outubro de 2015 3:47 am

        Se ele fosse do PT você

        Resposta. Tendo em Verdade todas as acusações ?

        Quais os Politicos que estão Presos e quais os Partidos destes.

        Está ai sua resposta… não se impediou as ações ou se blindou ninguem, não se tem engavetadores G da Repl.

        Não se faria o que vc acredita ser verdade… Porem o PIG existe vc vendo ou não.

         

        Nassif perdoe a parte…..

         

  43. Fernando J.

    12 de outubro de 2015 5:52 am

    Qual a razão e o sucesso do Mino Carta há mais de 50 anos?

    Resposta óbvia: Cercar-se dos melhores, só os melhores textos do jornalismo, ele nunca fez por menos. O sucesso é consequência das escolhas. Por exemplo, o texto sublime do veterano Nirlando Beirão, e o não menos sublime incrível Matheus Pichonelli, de apenas 32 anos, texto redondo, condição primária para integrar o time do Mino Carta, de quem sou devoto desde 1976. O mesmo deveria – deveria – valer para governar, o resultado seria idêntico ao obtido pelo Mino Cartaem sua longa e histórica trajetória.Cercar-se de idiotas nunca deu certo em nenhum ramo de atividade, em nenhum momento da História.  

  44. José Fraga

    12 de outubro de 2015 11:51 am

    Nassi, o governo Dilma

    Nassi, o governo Dilma Roussef é uma desgraça completa! Acabou! Se ela tivesse um pouquinho de dignidade e de amor ao país, renunciaria ao mandato!

    1. zé lima

      12 de outubro de 2015 4:00 pm

      Não meça a Presidente…

      Não meça a Presidente pela sua régua curta, sujeito! Dilma Vana Rousseff não de tem o perfil de que nau(Fraga), senhor náufrago de ideias.

  45. Fernando Antonio Moreira Marques

    12 de outubro de 2015 12:00 pm

    Golpistas? Tucanos de rabo sujo…

    Muitos dos que votaram na Dilma, mesmo que não totalmente satisfeitos, sabem que fora dela não há horizonte no cenário da República. Basta ver que apesar da mídia partidarista dar cobertura, TODOS, não é figura de retórica, todos os maiores ativistas do golpe estão mais sujos que pau de galinheiro.

    Resumindo: Gilmar Mendes – Este jagunço já se meteu em tudo que é maracutaia.

    Tofolli – Deve favor ao Gilmar que aliviou seu irmão.

    Eduardo Cunha – Mais sujo que pau de galinheiro.

    Augusto Nardes – Filhote da Ditadura. Deve mais à justiça que o Tião Medonho.

    Aécio Neves – O Rei das falcatruas. E por aí vai… Não escapa um…

    Só trouxa confia na lenga-lenga da mídia. Entre eles e a Dilma não paira dúvida! Apesar do silêncio dos Milhões que votaram na Dilma, na hora H eles aparecerão.

  46. Roberto Monteiro

    12 de outubro de 2015 1:11 pm

    O maior problema da Dilma

    é que ela gosta de administrar e gosta muito pouco de governar. Tocar projetos, construir, inaugurar obras é bom. Governar é chato, exige constante luta política, acertos e consertos. Dfinitivamente, Dilma não é um ser “político” em sua essência; para o bem e para o mal. Já o aecim, é um ser político em sua pior definição.

  47. aliancaliberal

    12 de outubro de 2015 1:18 pm

    Não seria tudo fruto do fim

    Não seria tudo fruto do fim dos pixulecos.

    Criou um sistema de compra de apoio baseado em pixulecos, quando secou a fonte, perdeu a base.

    Será que dá pra continuar com o mesmo esquema depois da lava jato?

    Nem o PT seria tão desonesto assim, mesmo porque seria um furo, todo ladrão tem medo da reação do povo.

     

    1. Miguel A. E. Corgosinho

      12 de outubro de 2015 2:33 pm

      Aliança você precisa

      Aliança você precisa desenvolver melhor suas afirmações políticas.

      O governo de Dilma não é o PT, assim como a corrupção da Lava Jato não corresponde a atuação entre si da PF e os investigados do PT.

      A Dilma age em conexão ao seu poder de governar com aliados.

  48. hilson mergulhão breckenfeld filho

    12 de outubro de 2015 1:31 pm

    politica

    A presidenta não entende de politica – é técnica – não é o caso de defender a pessoa, mas o significado de golpear o Estado de direiro por discipulos de carlos lacerda – o corvo -. 

  49. Athos

    12 de outubro de 2015 2:01 pm

    Nassif, pode dizer. ..
    Nassif, pode dizer. ..

  50. Wong

    12 de outubro de 2015 2:12 pm

    No dia que Dilma “for uma PF apenas”, o País vai ter Saudades…

    Críticas a Dilma:

    1. Honesta, e sem “Jogo de Cintura” Política (Política no “Péssimo” sentido).

    2. Trabalhadora, e Centralizadora, em meio a tantos Assessores, Ministros, Aliados e Analistas Políticos que vivem em “Cima do Muro” (veja a Crítica do Klabin, hoje na Folha).

    3. Sinceramente dedicada ao País e, ao seu Povo mais humilde.

    4. Gastona. Sim, gastou com as Transferências Sociais (que a Oposição quer acabar) e Desonerações (ou Subsídios) que são HISTÓRICAMENTE reclamados (Cadeia Produtiva de Autopeças, SIMPLES/SUPER SIMPLES, etc.).

    5. “Entregou a Presidência da Câmara a Cunha”.

    Sim, por não compactuar, na época, com o toma-lá-dá-cá do PR, PDT, PSD (os mesmos que estão derrubando “Políticos Experientes” como os Piccianis…

    6. “Humilhou-se” entregando a Coordenação Política a Pessoas Confiáveis como o Temer (que o Delfim diz nunca ter visto um Vice que falasse e se movimentasse tanto – Sempre e Sutilmente contra a Dilma, claro).

    7. Deixar a PF Investigar a Lava Jato.

    E, poderia não deixar?

    Só erra por não exigir ao Min. da Justiça que se investigue o “Outro Lado”.

    8. Previu que a Reforma Ministerial não traria Benefícios.

    Mas, foi pressionada por todos para fazer a tal Reforma.

    Antes, foi Elogiada por arregaçar as mangas e negociar diretamente com os Piccianis (que todos achavam forte).

    Agora, todos dizem que ela errou…

    E, o erro nunca será dos Conselheiros Políticos, Lulas, Kennedys, Temers, Nassifs, etc…

    Resumo:

    Parece (como sempre) que só não erra quem fica no muro e não faz.

    Dilma faz.

    E, faz por ser uma PF (Pessoa Jurídica) de Caráter.

    Ou, o Nassif gostaria que ela Renunciasse e deixasse para a Oposição destruir o que ainda resta das Conquistas Sociais?

    No final de 2018, o Brasil vai sentir falta desta estranha Pessoa Física que, um dia, ocupou a Presidência…

    1. claudia araujo

      12 de outubro de 2015 8:36 pm

      Estou com essa pessoa física

      Estou com essa pessoa física até o final.

  51. azzisem

    12 de outubro de 2015 4:09 pm

    Quando o Nassif vai perceber

    Quando o Nassif vai perceber que uma das poucas decisões políticas corretas desse governo, foi a de não se alinhar com a candidatura do cunha a presidência da câmara. 

    1. Andre Araujo

      12 de outubro de 2015 8:29 pm

      E se então o projeto fosse de

      E se então o projeto fosse de não ter Cunha na Presidencia da Camara, o metodo jamais seria a candidatura inviavel de Chinaglia e sim um aliança com um candidato viavel anti-Cunha., isso era possivel e jamais foi trabalhado.

      1. azzisem

        12 de outubro de 2015 9:51 pm

        O Congresso atual o custo de

        O Congresso atual o custo de um anti-Cunha seria igual ou maior que um Cunha. Talvez o tempo tenha sido o melhor adversário. Se o governo tivesse apoiado o Cunha os dois já teriam caído.

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          13 de outubro de 2015 1:26 am

          Concordo, não dá para adiar para sempre o acerto de contas

          Uma hora a refrega têm de acontecer, melhor que seja em um tempo de paz como agora, com tranquilidade para acomodar as arestas mais agudas.

          Vivemos, como o Giordano Bruno teorizou em seu “De vinculis en genere” num espaço político de consenso e não de confronto:

          “Países democráticos desenvolvidos normalmente encomendam detalhadas e sofisticadas pesquisas de mercado sobre tudo: para interpretar os gostos e as tendências dos seus cidadãos e acima de tudo, para descobrir seus desejos escondidos e seus prazeres secretos. A publicidade é cheia de mensagens eróticas, algumas evidentes, outras subliminares. É um governo pela manipulação dos consumidores e pela indução de estilos de vida. Basicamente, a mudança da lógica Machiavélica para a conexão erótica do Bruno consiste numa recalibração da imagem do homem e de como ele funciona na sociedade.

          Da força bruta do Machiavel com um potencial infinito para o vício e a virtude para o Bruno e suas capacidades  para desejos e infinitudes. O mecanismo que leva a isto é o Eros, em todas as suas variações e ele se apega à mente racional e imaginária. É a imaginação que conquista o trono político, não a força. E assim os políticos se tranformam nos artífices dos sonhos e aspirações dos homens, dos clubes, das associações e grupos sociais.

          Seu objetivo é criar, identificar, canalisar e guiar os desejos que nascem da natureza erótica do homem. Somando-se a reflexão, este sistema também têm um elemento “operacional”. É aqui que o Filóloso/Político assume o papel do Artista/Mágico. Um líder moderno assume o comando, mas não nos rígidos caminhos Machiavélicos nem na variação Gramciana do party-prince. Para Bruno, ganhar e manter o poder é uma operação “mágica” (no verdadeiro sentido da palavra) porquanto os fins continuam os mesmos (ter o controle da situação) o que muda são os meios (persuação).

          Assim como um amante enreda em uma teia mágica o sujeito/objeto do seu amor com gestos, palavras, serviços e presentes, deste modo o “mágico social” lança uma teia de suas visões fantásticas do mundo para capturar suas “presas” por meio do seu consentimento. Na visão republicana Machiavélica, o cidadão é, no máximo, um sujeito complacente, já no Bruno o cidadão é um amante que deve ser conquistado e enlaçado. Bruno chama esta corrente de operações de “vincolare” e aos seus processos é dado o nome genérico de laços, que é “vincula”.

          Política não é a ciência Maquiavélica de poder e comandar mas a arte de entender como manipular a mente dos indivíduos e do povo. Bruno trata o problema do ponto de vista do manipulador. Ele é, por excelência, o teórico dos políticos modernos.

          Séculos depois, será Sigmund Freud ( em seu famoso trabalho sobre a psicologia das massas  e a análise do ego, 1921) que irá estudar o mesmo fenômeno psicológico e as relações com o poder sobre o ponto de vista individual ( e não dos políticos) das massas e do indivíduo.

          Enquanto o príncipe do Machiavel é o antecessor do político/aventureiro, o mágico do Bruno é o protótipo dos sistemas de mídias de massas impessoais, auto-censuráveis, manipuladoras globais e reservatórios de inteligência que fascinam e controlam as massas das democracias ocidentais. A capacidade do mágico para controlar os cidadãos é na proporção direta do conhecimento deles e sua habilidade de atender ao que eles mais desejam. E isto se aplica tanto para grupo de cidadãos tomados como um todo como para cada cidadão individual.”

          Quando o grupo da oposição quer tirar na força o governo ele entra em um território anacrônico, incapaz de equacionar um governo que atenda o Brasil, assim transmitem a sensação de desgoverno e caos que irá suceder a um golpe.

          Duvido que queiram isto para o Brasil, mais fácil liquidar esta meia duzia que ficou no contrá-pé.

           

           

  52. darcy antonio moura

    12 de outubro de 2015 7:31 pm

    dilma

    eu acredito na dilma,foi no seu governo .que começou o maior combate a corrupção no nosso país.

  53. SILOÉ-RJ

    12 de outubro de 2015 8:14 pm

    QUAL É NASSIF RÉQUIEM ANTECIPADO???

    QUAL É NASSIF???

    REQUIEM ANTECIPADO???

    JUSTO NESSE MOMENTO!!!

    TÁ QUERENDO O QUÊ COM ISSO???

    Apesar de todos os erros e defeitos, DILMA no momento, mesmo sem ser política, é a  melhor opção  para o país.

    E graças a DEUS ela não é POLITICA!!!

    No meio dessa CAMBADA de CORRUPTOS  vc queria o quê???

    Todos nós sabemos que eles querem é salvar a própria pele e que: se ela quiser  sair fora do IMPEACHMENT dentro desse JOGO SUJO, é só colocar prá votação junto com a PAUTA BOMBA,  o seu VETO as FAMIGERADAS  DOAÇÕES EMPRESARIAIS. O alvo MAIOR de todas as CHANTAGENS. 

    Por tudo de bom que ela fez nesse país, nada se compara ao fechamento dessa torneira.

    Daí todo o mundo POLÍTICO, EMPRESARIAL e MIDIÁTICO, que se abasteciam uns nas tetas dos outros, entrarem em DESESPERO COLAPSAL.

    Não nos esqueçamos que o objetivo de DILMA não é só governar o país e fazer JUSTIÇA SOCIAL. Seu principal objetivo É PASSAR O PAIS À LIMPO. 

    Que foi ela que sancionou a lei de DELAÇAO PREMIADA.

    Que demitiu PAULO ROBERTO e SERVERÓ.

    Que faz críticas a condução da LAVA -JATO, MORO.

    Que intensificou o combate a CORRUPÇÃO, com várias operações policiais país à fora, mesmo que de forma lentas e ou  injustas, o importante é que elas estejam caminhando.

    Foi à  partir daí, que VIMOS ESSE COMBATE  PROSPERAR.

    Num PAÍS com a CORRUPÇÃO ENDÊMICA VC queria que os CONTAMINADOS  reagissem como???

    UTOPIA???

    Pode até ser, mas não pra quem vislumbra o ESTOCAMENTO DE AR, como alternativa para melhorar  a CAPACIDADE DE ENERGIA LIMPA e por consequência o MEIO AMBIENTE MUNDIAL.

    Não para quem reduziu consideravelmente o nosso desmatamento mesmo ampliando a nossa evolução AGROPECUÁRIA

    Não para quem é exempro da redução de gases poluentes na ATMOSFERA..

    Não para quem reduziu sensivelmente o DÉFICIT HABITACIONAL.

    Não para quem deu continuidade ao projeto de reduzir  DRASTICAMENTE a FOME e a MISÉRIA no PAÍS.

    Por isso entre muitos outros motivos, apesar do BALBE DE ÁGUA FRIA e de todo o PESSIMISMO que também IMPERA  hoje, aqui:

    NÃO ENTREGO OS PONTOS, NÃO ABRO MÃO DAS MINHAS BANDEIRAS, NÃO ABANDONO UMA GUERREIRA FERIDA NA BEIRA DA ESTRADA.

    E SÓ PULO DO BARCO JUNTO COM ELA.

     

    1. katiusca

      13 de outubro de 2015 1:47 am

      Qual é Nassif?

      Impressiona a facilidade como todos se unem para criticar um governo  por todos os lados.Mas aqui esperava menos.

      Acho que Dilma é a vulnerabilidade encontrada para a catarse dos machistas e dos corruptos.

      Quando vejo tudo isto que está acontecendo com o governo e o país, este ódio manifesto que dar medo, propagado pelas midias , grandes jornais, rede globo e uma revistinha sacana que estimula a intolerancia e defende claramente meliantes politicos, fica claro que não se trata de desgoverno , não se trata de incompetencia, não se trata de demagogia , não se trata de mentiras, mas de ÓDIO E PRECONCEITO.O ÓDIO é de classe social porque as críticas da oposição partem do bolsa familia , das cotas , dos projetos de casas populares , das universidade para todos,e da votação do nordeste na reeleição, onde a pobreza foi acolhida politicamente para sair da sua miséria secular.O governo é até “comunista”por defender os pobres.O PRECONCEITO de gênero grita nas páginas da internet , porque Dilma é mulher acham que ela tem que ser pisoteada pelo viés sexista, xingamentos misóginos que estes machos arrogantes ,devem dispensar as suas mulheres e as que lhe cruzam o caminho, principalmente se houver divergencias. Ah! e as mulheres que também desmoralizam a presidente? sim ,elas fazem parte deste mundo machista , lidam com estes homens e com estes conceitos na nossa sociedade , é o machismo invisivel que não consegue atinar o salto de uma mulher empoderada do poder politico, lugar marcado para os machos.A corrupção é o fator mais simplorio e emocional para o apelo politico quando se quer destruir um governo e promover golpes.E Dilma franqueou o seu combate como nunca fora feito antes “não vai ficar pedra sobre pedra”. E aí veio a tona a essencia do nosso fazer politico desde sempre, as tramoias reveladas.Como o interesse destas operações é na sua essencia politico , sequencia do mesalão, só o PT é punido mesmo que todos os partidos estejam envolvidos.A nossa sociedade é culturalmente corrupta e o nosso congresso é o exemplo mais claro disto. Alí estão os escolhidos pela sociedade, por ignorancia ou por identidade ideologica . Ali trafegam impunes os corruptos que chantageiam e achacam o governo em troca de cargos, quando o pais enfrenta como nunca,o combate a corrupção. Dilma é a mulher que transcende a toda esta lama podre onde trafega a oposição que quer o golpe.Derrubá-la é mostrar a nós mesmos que ainda não conseguimos defender com madureza politica a nossa democracia, que uma mulher digna chegue ao poder dando sequencia a um projeto de inclusão social. Dilma é a vulnerabilidade encontrada pela oposição envolvida e citada nas operações de combate a corrupção, para manter a cultura do golpe, da desigualdade de gênero e de insatisfação politica das classes abastadas ,que visceralmente ,odeiam a pobreza. Dilma é a RESISTENCIA do feminino no âmbito do universo machista dos politicos. Derrotá-la significa que nós pouco lutamos para defender o que nos cabe por direito na história. Este é o meu recado. 

  54. claudia araujo

    12 de outubro de 2015 8:39 pm

    O maior problema da Dilma é

    O maior problema da Dilma é que ela é HONESTA.

  55. chico da dilma

    12 de outubro de 2015 9:13 pm

    Olhem o atraso que a Dilma está causando ao Brasil!

    Dilma celebra 1ª geração de crianças ‘livres da fome’

    Roberto Stuckert Filho/PR: pPresidenta Dilma Rousseff durante Comemora��o do Dia Ol�mpico. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR/p

    Em mensagem publicada no Facebook, presidente deseja feliz Dia das crianças aos “brasileirinhos e brasileirinhas” e comemora o fato de o Brasil estar “reduzindo como nunca a desnutrição e a mortalidade infantil”; “As crianças continuarão sendo nossa grande prioridade, porque tudo que fazemos por elas tem o poder de melhorar o futuro da Nação”, escreveu Dilma Rousseff

  56. Vladimir

    12 de outubro de 2015 11:06 pm

    Não tem essa  de os que

    Não tem essa  de os que querem acreditar na presidenta Dilma. Quem definiu isso foi a eleição com mandato de 4 anos. Este é o período a ser avalidado. Nào dá para ficar torcendo contra o país. A eleita foi  a presidenta Dilma. Beira o ridículo estas análises que fazem sobre a presidenta Dilma como se ela não tivesse uma história política de mais de 40 anos de militância.

    Toda  a adjetivação que vem sendo feita a presidenta,até pelo blogueiro,são preconceituosas,desrespeitosas e baseiam-se em fontes não confiáveis e que tem interesses escusos.

    Podem ter certeza de uma coisa: A presidenta não brincou quando disse que não ficariam impunes aqueles que fizeram falcatruas.

    Este é o grande medo da direita e da mídia porca deste país. eles sabem que estão sendo investigados.Sabem que a única alternativa para não irem para a cadeia será a derrubada da presidenta. Nào passarão. Irão para a cadeia.

  57. hsv

    13 de outubro de 2015 12:02 am

     
    Nassif,
    Parece que a Dilma

     

    Nassif,

    Parece que a Dilma é muito amadora e assessorada por gente mais amadora ainda. Se ela acha que as pessoas estão interessadas na honestidade da sau pessoa física, aí que ela não passa do próximo inverno.

    Fico imaginando se o mundo de 1945 dependesse das estratégias da Dilma, pra se livrar do nazistas. Seriamos fuzilados, completamente. 

    Como pode um governo apanhar mais de um ano sem esboçar qualquer reação e criar um grupo estratégico. É muita confiança

     

    1. Severino Januário

      13 de outubro de 2015 8:46 am

      Concordo com o gabinete

      Concordo com o gabinete estratágico, que ela deveria ter formado desde a primeira hora de governo. Não com pessoas do tipo de Mercadante, mas com pessoas do tipo do Franklin Martins e mais alguns cobras da publicidade. O golpismo é sufocante, corre para fechar qualquer torneira que se abra, mas tem muitos pontos fracos que com inteligência de ponta seriam detonados. Concordo que a economia também precisa dar um stop na sanha liberal e voltar a agir dentro de uma perspectiva brasileira e não financeiro-global. Mas não concordo integralmente com o Nassif, creio que ela não tem cometido erros primários nas incursões políticas, os revezes se devem à retaliação imediata dos golpistas. Estes, continuam sendo quatro principais: Cunha, Gilmar, Paulinho da Força e Merval Pereira, o último representando a “imprensa” desesperada por um golpe sem qualquer sustentação, que está sendo desenhado totalmente no terreno midiático. Contra Merval e Gilmar pouco ou nada se pode fazer, mas o Paulinho e o Cunha, pela enormidade de seus cruimes, já deveriam estar atrás das grades.

  58. Miguel A. E. Corgosinho

    13 de outubro de 2015 2:43 am

    Como assim uma das poucas

    Como assim uma das poucas decisões corretas deste governo?

    O governo no seu trabalho governa se o congresso decidir as leis, pelo fato da transferência externa de suas atividades.

    É o caso do congresso não estar sobre pressão externa, votar contra o ajuste fiscal, enquanto a presidente está no trabalho de auto imolação evidentemente por alguma vantagem numérica da oposição. 

    O congresso pode produzir necessidades, unilateralmente, para si ou para sua prole no mercado financeiro.

    O governo veta; o congresso quebra o veto se quiser. Isso é governo parlamentarista disfarçado!

    Ora, há uma lei fundamental e essencial ao governo para a relação com o congresso: o governo é o que governa com as medidas por ele adiantadas e aprovadas. Portanto, as proposições que não se confirmam na sua relação econômica com o orçamento, enviado para aprovação, não podem continuar a ser de responsabilidade fiscal para arruinar o mandato da presidente.

    Se não houver consenso entre esta lei que protege o governo de transferência externa, por exemplo, uma emenda parlamentar, o congresso não pode ajustar o governo de ponta-cabeça. 

  59. arturo74

    13 de outubro de 2015 3:35 am

    o fim

    sinto lhe dizer isso mas revendo os últimos dias do collor em vídeos no youtube, imaginei a dilma fazendo o mesmo discurso oco e inútil que foi o do primeiro. Conclui que com base ou sem base, ela já era, d pra mim, ela não passa do fim do ano. 

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