
Jornal GGN – Divulgada hoje, a transcrição do depoimento coercitivo prestado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 4 de março, contém um trecho em que o delegado da Polícia Federal questiona o ex-presidente sobre os pedalinhos no sítio em Atibaia (SP), que a força-tarefa suspeita que pertença a Lula. Na transcrição, o ex-presidente diz que fica “chateado de ver um delegado de Polícia Federal se preocupar com pedalinho”.
Durante o depoimento, o advogado de Lula faz uma intervenção questionando a linha de investigação sobre a propriedade do sítio. “O fato de frequentar, de ter pedalinho, de ter barco? Nós somos profissionais do Direito, isso não transfere propriedade, isso a imprensa pode explorar, mas nós, operadores do direito, não podemos explorar isso”, diz a defesa, que também perguntou ao delegado “qual seria o crime que o senhor estaria investigando por ter um barco e um pedalinho?”. Leia mais abaixo:
Do Estadão
“É o pedalinho”, retrucou o ex-presidente.
Os dois pedalinhos do lago do sítio, que custaram R$ 5.600, foram encomendados e pagos pelo subtenente do Exército Edson Antonio Moura Pinto, que trabalha na Assessoria Especial da Presidência destacado para atender o ex-presidente.
A nota fiscal foi emitida pela Ipe Fibra de Vidro Ltda, localizada em São Lourenço, Minas Gerais. O documento indica local para entrega dos pedalinhos Estrada Clube da Montanha, Atibaia, endereço do sítio Santa Bárbara, que o Ministério Público suspeita pertencer a Lula – o que é negado por sua defesa.
Durante o depoimento, o delegado da PF questionou: “O senhor tem conhecimento se a dona Marisa ou algum familiar seu comprou algum bem como, volto a dar o exemplo, o barco, e mandou entregar no sítio?”
“Não sei”, respondeu Lula.
“Recentemente foi noticiado que tinha pedalinhos com inscrições”, afirmou o delegado.
“Ela comprou, certamente que ela comprou”, disse Lula.
“E o barco…”, afirmou o delegado.
O ex-presidente respondeu. “Certamente que a dona Marisa adoraria ver os netos dela e outras crianças que fossem lá possivelmente passear naquilo”.
O sítio está em nome de Fernando Bittar – filho do ex-prefeito de Campinas Jaco Bittar (PT) – e do empresário Jonas Suassuna, sócio de um dos filhos de Lula. A família do ex-presidente usa frequentemente o sítio, que foi totalmente reformado em 2011, após sua compra.
Durante o depoimento, a defesa de Lula fez uma intervenção. “Se a linha de investigação é que o sítio é do presidente e não dos reais proprietários, isso é prova documental, ou seja, o senhor tem aí a escritura, o senhor tem o cheque que comprou o sítio. O fato de frequentar, de ter pedalinho, de ter barco? Nós somos profissionais do Direito, isso não transfere propriedade, isso a imprensa pode explorar, mas nós, operadores do direito, não podemos explorar isso.”
O delegado da Polícia Federal afirmou que aquela era uma ‘oportunidade’ para que Lula esclarecesse a questão.
A defesa do ex-presidente questionou o delegado. “Qual seria o crime que o senhor estaria investigando por ter um barco e um pedalinho?”
“O mesmo que eu falei desde o início, que apura o registro da propriedade do sítio, e aqui o ex-presidente está esclarecendo…”, respondeu o delegado.
“Eu fico, acho que não é legal, eu fico constrangido de você me perguntar de pedalinho e de me perguntar de um barco de 3 mil reais, sinceramente eu fico…”, disse Lula.
“Há uma questão muito importante nessa resposta agora, delegado”, afirmou a defesa do petista.
“Eu acho que depõe contra, não sei, depõe contra mim. Fica bem pra Veja, mas desde então…”, disse Lula.
O delegado prosseguiu. “Eu só estou lhe dando oportunidade de esclarecer o que tem sido publicado e o que realmente é verdade.”
A defesa alegou. “Delegado, uma questão só, uma questão, é que na ordem das perguntas há uma mistura temporal, por exemplo, ele falou só soube em janeiro, aí o senhor pergunta do pedalinho e tal, como se aquilo fosse à época, antes de ele sair da presidência. Então isso poderá, amanhã, numa tradução, imaginar o seguinte: ele, presidente, sabia que havia pedalinho como se fosse dentro da época que ele não tinha conhecimento. Então só vamos tentar esclarecer, deixar nas perguntas pra ficar explicado isso também, correto?”
“Sim. Todo momento que pode haver esse tipo de dúvida ou confusão temporal, os senhores têm toda a liberdade de pedir pra que seja esclarecido”, disse o delegado.
“Vou só deixar esclarecido então que a questão do pedalinho e do barco é bem posterior, é coisa de 1, 2 anos atrás, não se misturando com os fatos que eram de 2010, final de 2010, 2011″, retrucou a defesa.
“E a imprensa foi atrás da nota do pedalinho”, disse Lula.
“Sim, sim. Mas esse é o momento para a gente esclarecer. E os senhores têm toda a liberdade de pedir pra que seja esclarecido”, registrou o delegado.
“Eu fico chateado de ver um delegado de Polícia Federal se preocupar com pedalinho (ininteligível)”, afirmou Lula.
“Eu só tenho uma preocupação aqui, é lhe dar oportunidade para o senhor responder isso”, disse o delegado da PF que interrogou o petista.
“É o pedalinho”, retrucou o ex-presidente.
Em trecho seguinte, a defesa afirma. “É o que eu acho, doutor, me desculpe, a questão da propriedade, quer dizer, então existe uma escritura do sítio onde constam duas pessoas, “Ah, quem pagou?”, na escritura consta o cheque que pagou, então se tem esse caminho, quer dizer, a menos que haja algum tipo de vício nessas declarações, o fato de ter um pedalinho, de ter um barco, de ter o que for lá dentro, não pode tornar o expresidente proprietário. Então, eu acho que, assim, o que eu pediria é que nós pelo menos levássemos em consideração que há esses documentos, que são públicos, têm fé pública, certo? Então fazer perguntas em torno de aspectos que não podem contribuir…”
“Doutor, as perguntas que estão sendo feitas é para esclarecer justamente documentos que ainda não foram esclarecidos e isso só ajuda ao seu cliente a esclarecer. Isso chama ampla defesa. Então se eu estou com uma dúvida e eu estou conduzindo uma investigação, eu sou obrigado a perguntar, o seu cliente não é obrigado a responder”, prosseguiu o delegado.
“Eu sei disso, eu só estou colocando esta questão pra lembrar ao senhor de que há esses documentos que têm fé pública…”, disse a defesa.
“Agora, se eu não responder mais é porque eu me sinto envergonhado de falar no pedalinho”, afirmou Lula.
PauloBR
14 de março de 2016 6:56 pmAlguém me explica?
Alguém me explica o que quis dizer o Delegado da PF nesse momento do depoimento transcrito? O que seria a coisa que “Curitiba” precisava ter e para a qual não poderia contar com ele (delegado)?
Delegado da Polícia Federal: Eu só preciso que vocês nos deixem informados do que está acontecendo aí da porta de fora porque nós estamos totalmente perdidos. E outra coisa, Curitiba, eventualmente, precisa ter alguma coisa que … não vai poder contar comigo, nem com vocês.
Ivan de Union
14 de março de 2016 6:57 pmE eu me sinto envergonhado de
E eu me sinto envergonhado de ler esse item…
Edu
14 de março de 2016 7:01 pmNo dia da condução coercitiva
No dia da condução coercitiva de Lula, o apresentadort Datena disse que Lula tem que provar que o sitio e o apartamento não são dele…
ORA!!! Quem tem que provar que é dele é quem acusa!!!
Se alguém disser que o Datena é o dono do Triplex do Guarujá, é ele quem tem que provar que não é?
O onus da prova cabe a quem acusa!!!!!!!!
Eu não tenho como provar que o Maracanã não é meu! Quem disser que é, TEM QUE PROVAR!!!
Gilmar Costa
14 de março de 2016 7:03 pmBizarra utilização da PF numa
Bizarra utilização da PF numa ridícula pantomima conduzida por interesses entreguistas. que merda fazia o zéduardo nestes anos todos a frente do ministério da justiça, fritava bolinhos??? quão subalternos estão estes pulhas e a quem?
Ninguém
14 de março de 2016 7:04 pmGostaria de saber quem vai pagar pelos prejuízos ao erário…
público, pela malversação de recursos na mobilização de funcionários públicos para um “processo” pautado pela perseguição política e sem o menor embasamento na realidade.
Li a íntegra e dá vergonha alheia ver o nível das perguntas. Eis uma selação de trechos (a maioria só respostas):
Declarante:
– Ela fica na LILS e vai ser utilizada quando todas as empresas que vocês estão destruindo nesse país não puderem contribuir mais financeiramente, o dinheiro vai ser utilizado para manter o instituto.
Declarante:
– Um cidadão que é membro do Ministério Público, que fica a serviço da Globo, do Jornal Globo, da Revista Veja, fazendo insinuações e eu tenho que responder? Ele que diga, ele que prove, no dia que ele provar que o apartamento é meu alguém vai me dar o apartamento, ou o Ministério Público vai me comprar o apartamento ou a Globo me compra o apartamento, ou a Veja me compra o apartamento, ou sei lá quem vai me comprar o apartamento, o que não é possível é que a gente trabalhe tanto para criar uma instituição forte nesse país e dentro dessas instituições pessoas que não merecem estar nessa instituição estejam a serviço de degradar a imagem de pessoas, não sou eu que tenho que provar que o apartamento é meu, ele é que vai ter que provar que é meu, ele vai ter, eu espero que ele tenha dinheiro para depois pagar e me dar o apartamento, eu já estou de saco cheio disso, essa é a verdade, estão gravando aqui para ficar registrado. Eu estou de saco cheio de ficar respondendo bobagens.
Declarante:
– Eu, eu decidi, eu decidi. Nós pegamos um valor do Bill Clinton e falamos o seguinte “Nós fizemos mais do que ele, então nós merecemos pelo menos igual”, e aí passamos a viajar, eu viajei muito em 2011, até porque eu queria sair do Brasil para não ficar atrapalhando a presidente que tinha tomado posse, não sei se você sabem que um ex-presidente deixa o cargo ficando no mesmo espaço, depois de 2011, em outubro eu peguei um câncer, aí fiquei paralisado quase em 2012, em 2013 fiz palestras, em 2014 eu parei em março de fazer palestras por causa das eleições, em 2015 eu quase não fiz palestras porque eu queria que primeiro a presidenta apresentasse os grandes programas de futuro para o Brasil, porque quando você vai fazer palestras você tem que vender o teu país, você tem que mostrar o que vai acontecer nesse país, você tem que atrair investidores, você tem que mostrar que você é melhor do que o México, você tem que mostrar que você é melhor do que o Canadá, você tem que mostrar que você é melhor que a China, então quando eu viajava, até 2013, o Brasil estava construindo as três maiores hidrelétricas do mundo, o Brasil estava construindo 6 mil quilômetros de ferrovia, 10 mil quilômetros de rodovia, 20 mil quilômetros de linha de transmissão, tinha os estádios todos da copa do mundo, tinha as olimpíadas, então o Brasil tinha um portfólio de coisas que eu, se fosse a Dilma, eu viajava todo mês para fora para vender as coisas do Brasil, porque ela não viaja? O Peru viaja, a China viaja, a Rússia viaja, o México viaja, a Nova Zelândia, todo mundo viaja vendendo o seu país, mostrando o que é, e eu fazia isso com muito orgulho, fazia com muito orgulho; eu, se tivesse disposição, em 2011 eu teria feito acho que uma palestra por dia, ou até duas por dia se eu quisesse, eu tive proposta de fazer palestra de 500 mil dólares na Coreia e eu não fui.
Delegado da Polícia Federal:
– Do norte ou do sul?
[É sério, o delegado teve a pachorra de perguntar se era do Norte ou do Sul!]
Declarante:
– No Ministério Público tem gente extraordinária, mas tem gente que não vale o que come, e muitas vezes essas pessoas extrapolam. Você sabe o que eu tenho medo, é que as pessoas não se preocupem em enxovalhar o nome das pessoas, depois que você, porque hoje as pessoas são condenadas pelas manchetes dos jornais, primeira você detecta o criminoso, aí você vai procurar o crime que ele cometeu, é assim que está a coisa aqui.
Declarante:
– Eu acho que eu estou participando do caso mais complicado da história jurídica do Brasil, porque tenho um apartamento que não é meu, eu não paguei, estou querendo receber o dinheiro que eu paguei, um procurador disse que é meu, a revista Veja diz que é meu, a Folha diz que é meu, a Polícia Federal inventa a história do triplex que foi uma sacanagem homérica, inventa história de triplex, inventa a história de uma off-shore do Panamá que veio pra cá, que tinha vendido o prédio, toda uma história pra tentar me ligar à Lava Jato, toda uma história pra me ligar à Lava Jato, porque foi essa a história do triplex. Ou seja, aí passado alguns dias descobrem que a empresa off-shore, não era dona do triplex, que dizem que é meu, mas era dono do triplex da Globo, era dono do helicóptero da Globo. Aí desaparece o noticiário da empresa de off-shore. A empresária panamenha é solta rapidamente, nem chegou a esquentar o banco da cadeia já foi solta porque não era dona do Solaris que dizem que é do Lula, ela é dona do Solaris que dizem que é do Roberto Marinho, lá em Parati. E desapareceu do noticiário. E eu fico aqui que nem um babaca respondendo coisas de um procurador, sabe, que não deve estar de boa fé, quando pega a revista Veja a pedido de um Deputado do PSDB do Acre e faz uma denúncia. Então eu não posso me conformar. Como cidadão brasileiro, eu não posso me conformar com esse gesto de leviandade.
Delegado da Polícia Federal:
– O senhor Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, tem alguma relação com o triplex do Guarujá, em São Paulo?
Declarante:
– Eu acho que ele era presidente da empresa que ganhou o direito de fazer a obra.
[Quá! Quá! Quá! A OAS, por meio de um TAC com o Bancoop ganhou o direito de concluir o prédio no Guarujá. O delegado já sabia disso (pois isso tinha acabado de ser mencionado numa outra pergunta). Aí, pega e faz essa pergunta? É brincadeira?]
Declarante:
– Eu tinha conhecimento que o Vaccari era um companheiro extraordinário, foi um grande dirigente sindical e foi um grande dirigente do PT. Eu não acredito que o Vaccari tenha acertado percentual com empresa pra receber, não acredito, não acredito. Acontece que no Brasil nós estamos vivendo um período, desde o Mensalão, que as pessoas não tem que ser culpada, ele não será condenado pelo julgamento apenas, ele será condenado pelas manchetes dos jornais. As manchetes dos jornais amedrontam a Polícia Federal, amedrontam o Ministério Público, amedrontam a Suprema Corte, amedrontam todo mundo, todo mundo. Você vê gente dar declaração que votou contra tal coisa porque passou uma faixa na porta da casa dele dizendo isso. Você entra com um processo defendendo um cidadão, que ainda não foi julgado, portanto ainda não é criminoso, a rede social amedronta a pessoa, ligando, passando coisa pra família. É esse país que a gente está vivendo. Então, o que eu acho que nós estamos vivendo, nós estamos vivendo uma situação em que as pessoas são condenadas antes de serem julgadas. No caso do Mensalão porque não tinha prova, veja, começou com a maior denúncia de corrupção da história da humanidade, terminou com 175… com alguns milhões da Visanet, que não era empresa pública e que o dinheiro foi pago por meio de comunicação. Mas como tinham adotado a teoria da lei do domínio do fato, que foi utilizada para punir (incompreensível) na Alemanha, era preciso condenar. Então o José Dirceu e outros companheiros estavam condenados mesmo que fossem liberados, estavam condenados. Não poderiam entrar num restaurante, não poderiam sair na rua, não poderiam ir pra lugar nenhum. É o que estão tentando fazer comigo agora, só que o que estão tentando fazer comigo vai fazer com que eu mude de posição, eu que estou velhinho, estava querendo descansar, vou ser candidato à Presidência em 2018 porque acho que muita gente que fez desaforo pra mim, vai aguentar desaforo daqui pra frente. Vão ter que ter coragem de me tornar inelegível. Porque, é o seguinte, eu tenho uma história de vida, eu tenho uma história de vida, a minha mulher com 11 anos de idade já trabalhava de empregada doméstica e minha mulher prestar um depoimento sobre uma porra de um apartamento que não é nosso?! Manda a mulher do procurador vir prestar depoimento, a mãe dele. Por quê que vai minha mulher? Por que as pessoas não levam em conta a família que está lá, a molecada frequenta escola. Então, eu quero te dizer o seguinte: eu ando muito puto da vida, muito, muito zangado porque a falta de respeito e a cretinice comigo extrapolou. E olha que eu tenho me comportado, tenho tentado manter a linha, vou cumprir tudo que eu acho que tem que ser cumprido, porque nesse país ninguém cuidou mais de fazer lei pra cobrir a corrupção do que nós, ninguém, ninguém. Ninguém. Eu lembro que quando houve a denúncia das Ilhas Cayman, o diretor da polícia foi afastado, imediatamente. No nosso caso, no nosso caso, duvido que um delegado tenha sido afastado pra investigar, e tem que ser assim, por isso é que eu defendo instituição séria. Agora, eu acho que era importante que todo mundo assistisse um pouco “Doze Anos de Escravidão”, pra ver como é que se constrói uma mentira e se condena um inocente.
LULA 2018!
josimar
14 de março de 2016 7:19 pmO caso Lula sob a ótica de um auditor da receita federal
“PAU QUE BATE EM CHICO BATE EM FRANCISCO COM MAIS FORÇA”
Julião
14 de março de 2016 7:21 pmA PF preocupar-se com os pedalinhos e o bote …
.. é mais do que uma questão jurídica, como o douto advogado de Lula questiona.
A alegação de que um ex-presidente da República do Brasil, não possa ter dois pedalinhos e um barco, em um sítio de amigo, para diversão familiar e de amigos, deva ser punido com um ato criminoso, sujeito a prisão (talvez perpétua), é de uma burrice ( ou canalhice) impar.
Até para ser mal intencionado, é preciso ser mais inteligente nas acusações (mesmo que devam ser falsas), para não cair no ridículo.
Luciano Prado
14 de março de 2016 8:35 pmNem o OMO deixa tão claro
Moro e o MP empenharam-se pela CONDUÇÃO COERCITIVA para esse propósito?
É isso mesmo?
Djijo
14 de março de 2016 8:49 pmÉ o Chapolin Colorado?
Nem o Chapolin seria mais bizarro. Ferrar o Brasil com dezenas de bilhões de dólares de uma operação política para pegar um expresidente por que é proprietário de 2 pedalinho e um caíco de lata.
Samuel Rodrigues
14 de março de 2016 9:09 pmE pensar que eu pago por tudo
E pensar que eu pago por tudo isso!
veras
14 de março de 2016 9:25 pmdepoimento
Eu li inteiro. O delegado garantiu que a gravação e transcrição ficariam em sigilo.
O que aconteceu? Quem distribuiu a transcrição pra a imprensa? Com qual objetivo?
Schell
14 de março de 2016 9:25 pmGostaria de saber se o
Gostaria de saber se o responsável pelo cartório de registro de imóveis responsável pelo referido imóvel, e todos os seus funcionários (da época), foram também presos eou estão com mandados de prisão por realizar; afinal, se a documentação em poder da defesa, registro público de imóvel, com fé pública, não foi considerado pelo delegado (aliás, pra ser delegado tem de ter curso de direito, não?), então, o que ele queria, mesmo, esclarecer? Se é a propriedade do imóvel, os documentos apresentados são bastante para a comprovação; agora, se é para pegar pedalinhos e barco de lata, então, compartilho o constrangimento do Lula. País de merda é isso.
Antonio C.
14 de março de 2016 10:21 pmMá-fé ou estupidez?
Escolha difícil essa.
Cesar Saldanha
14 de março de 2016 10:24 pmQual a ligação,
aonde o delegado queria chegar, ficar insistindo com dois pedalinhos e um baco de lata, é brincadeira. Deveriam serem presos esses falsos homens da lei. Como dizia Chico Buarque “Chame ladrão, chame ladrão, chame ladrão”, são as inversões de valores, canalhas.
Frederico69
14 de março de 2016 10:30 pmdinheiro público sendo jogado no ralo!
deviam parar de pagar esses delegados, para aprenderem a usar corretamente o recurso público!
Bernardelli
14 de março de 2016 10:50 pmEm que…
Esses delegados foram encontrados em qual lata de lixo? Quem colocou essas mulas para investigar a lava jato, foi o Moro ou Janot?
Jorge Fernandes
14 de março de 2016 11:32 pmLula fala:
“Fui convidado para ser conselheiro de varias empresas e recusei.
Fui convidado para palestrar na Coreia e recusei.”
Delegado: “Coreia do Sul ou do Norte?”
PQP…. que delegados de merda.
altamiro souza
14 de março de 2016 11:56 pmenvergonhado, triste e
envergonhado, triste e chateado tb, como o lujla…
assustador – se eu mostro os documentos do sítio com o nome do proprietário – sei lá quem – por
que os caras insistem tanto em perguntar mais sobre um caso resolvido?
fernando oliveira
15 de março de 2016 12:39 amEsculhambação judiciária
Quando Dilma começou seu segundo mandato, eu sempre escrevia no CONVERSA AFIADA: O Brasil só precisava de uma reforma: A do poder judiciário. Acabar com juiz vitalício, limitar ação do ministério público. retirar a polícia federal do min. da justiça, etc.
Taí no que deu. O poder judiciário é um monstro que, depois de destruir o Estado, destruirá a si mesmo.
O sentimento de união da Nação está se esfacelando. Os meios de comunicação que atuam em cadeia nacional, cada vez mais incitando a cizânia. Pura política de terra arrasada.
Às vezes penso que o que acontece aqui, é o mesmo script aplicado no Egito, na Turquia e na Ucrânia. Só não foi aplicado na Síria porque os Russos chegaram primeiro e aí, é melhor pensar duas vezes. Aí, o buraco é mais embaixo…
Alguém tem dúvida de que se a gente tivesse um judiciário decente, a estrela de moro não brilharia?
E que essa curriola que se denomina congresso nacional se enquadraria?
Só pra finalizar: É melhor ter um governo ruim(Dilma) do que não ter nenhum. E é isso o que muitos desejam: Anarquia pura e simples.
Manubhz
15 de março de 2016 1:08 amDeixa eu ver se eu entendi,
Deixa eu ver se eu entendi, gastaram o meu dinheiro, para usar um jatinho até são paulo, gastaram com diárias da PF, aquele carnaval todo para fazer um depoimento embasado nisso, só pode se piada, não acredito.
Gabriel Moreno
15 de março de 2016 1:33 amEssas fotos áereas dos
Essas fotos áereas dos pedalinhos já entraram para a história. Só subir um helicóptero para fotografar o infame brinquedo já dá mais gasto do que ele. A direita está totalmente desesperada, só porque o Lula tossiu que ia ser candidato à presidência.