Jornal GGN – Há um ano, o cineasta Eduardo Coutinho, considerado o maior documentarista brasileiro de todos os tempos, foi morto a facadas pelo próprio filho, durante um surto de esquizofrenia. A morte trágica findou a carreira de um documentarista cuja principal marca era arrancar os melhores depoimentos das pessoas mais simples, frente a câmera ligada. Nascido em São Paulo e radicado no Rio, Coutinho morreu aos 80 anos e deixou clássicos como Cabra marcado para morrer (1984), Edifício Master (2002) e Jogo de Cena (2007). Reproduzimos abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=JE3T_R-eQhM height:394]
https://www.youtube.com/watch?v=BgmfO4CasYw height:394
[video:https://www.youtube.com/watch?v=RUasyqVhOuw height:394
altamiro souza
3 de fevereiro de 2015 12:22 amobras-primas.
gosto mais das
obras-primas.
gosto mais das duas primeiras.
Urariano Mota
3 de fevereiro de 2015 2:23 amCabra marcado é insuperável
Para mim, é o melhor filme político do Brasil.
joel lima
3 de fevereiro de 2015 9:09 amEduardo Coutinho é daqueles
Eduardo Coutinho é daqueles nomes que faz a gente ter orgulho de nascer no Brasil. Sim, aqui temos Eduardo Cunha – mas no futuro será lembrado como mais um dos parasitas do nosso sistema político podre ; mas também temos Eduardo Coutinho, que será lembrado pela imensa obra cinematográfica que deixou. Cabra Marcado, Jogo de Cena e Edifício Master são obras primas.
Jair Fonseca
3 de fevereiro de 2015 1:29 pmEduardo Coutinho, um dos
Eduardo Coutinho, um dos grandes documentaristas do mundo, fez três filmes de ficção, no começo de carreira, entre eles, O homem que comprou o mundo, de 1968. Também foi roteirista de um dos filmes de maior sucesso no Brasil: Dona Flor e seus dois maridos, de Bruno Barreto, baseado em Jorge Amado.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Qku9yOe8n3w%5D