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Debates Brasilianas no Bar do Alemão: balanço de um país em crise

Especialistas avançam discussão sobre as raízes da crise econômica, descrédito dos partidos e enfraquecimento da democracia 
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A reportagem da Folha sobre o Brasilianas na TV Brasil

Hoje o repórter Julio Wiziak, da Folha, repete o mantra de taxar meu programa na TV Brasil de governista (http://goo.gl/3b9PKw).

Sua fonte é um suposto diretor da EBC, a quem ele deu o direito de atacar colegas sem precisar se identificar. Nada se sabe da fonte em off, se é diretor indicado pela atual administração, se é um diretor antigo lutando pela sobrevivência, ou se o julgamento foi do próprio Julio, valendo-se de uma fonte em off para validá-lo.

No artigo sou apresentado como um jornalista que, na EBC, falava só a favor do governo, ao lado de outros colegas como Sidney Rezende.

Sidney montou uma bela programação na rádio Nacional, que não durou duas semanas. Era um jornalismo objetivo, dinâmico, sem um pingo de oficialismo, assim como os demais programas da emissora.

Da parte do Brasilianas - do qual fui titular - há na Internet mais de 200  programas compondo provavelmente o mais completo mapa contemporâneo do país. Consultando, Julio poderia conferir matérias sobre indústria naval, sobre as passeatas de 2013, sobre a geopolítica internacional, sobre a nova cultura digital, sobre a falência dos partidos políticos, sobre os erros do governo Dilma, sobre os acertos das políticas sociais. Enfim, uma pauta ampla que dificilmente teria condições de divulgar através de uma rede comercial.

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Fernando Haddad é o entrevistado do Brasilianas.org

Prefeito aborda os desafios de governar em uma sociedade cada vez mais plural 
 
 
Brasilianas.org - Nesta segunda (23) o apresentador do Brasilianas, Luis Nassif, recebe o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para discutir erros e acertos do modelo desenvolvimentista aplicado pelos governos do PT na presidência, os desafios da administração pública em uma sociedade cada vez mais plural e com novos valores e, ainda, a ideia o Estado de Bem-Estar aplicado às realidades sociais e econômicas do Brasil.
 
Participe enviando perguntas para o entrevistado de hoje. Clique aqui*. E acompanhe a exibição hoje, a partir das 11h da noite, na TV Brasil. 
 
Saiba como sintonizar a TV Brasil aqui.
*Como o programa é gravado horas antes, as perguntas serão selecionadas até às 14h30. 
 
Sobre o Entrevistado
Fernando Haddad, hoje prefeito da cidade de São Paulo, é também professor do curso de pós-graduação em Ciência Política na Universidade de São Paulo (USP), onde ministra aulas quinzenais sobre "Economia e Política da Cidade". Foi ministro da Educação nos governos de Lula e Dilma entre julho de 2005 e janeiro de 2012. Trabalhou como subsecretário de Finanças e Desenvolvimento econômico de 2001 a 2003, na prefeitura de São Paulo, durante a gestão de Marta Suplicy. Ele integrou também o Ministério do Planejamento durante a gestão Guido Mantega (2003-2004) sendo responsável pela elaboração do projeto de lei que originou as Parcerias Público-Privadas (PPPs). Haddad é advogado de formação (admitido em 1985 no exame da OAB), mestre em economia e doutor em filosofia, todos os graus obtidos na Universidade de São Paulo. A sua tese de doutorado (chamada Marx a Habermas - O Materialismo Histórico e seu paradigma adequado, sob a orientação de Paulo Arantes) foi defendida em 1996. 
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Data Popular: brasileiro médio não entende narrativa do golpe

Classes C e D se veem fora da disputa política; para elas impeachment é briga da elite
Classes C e D se veem fora da disputa política; para elas impeachment é briga da elite - Créditos da Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Enquanto aumenta o número de matérias no exterior com denúncias sobre o golpe em curso no Brasil, parcela significativa do brasileiro médio não compreende a crise política e, menos ainda, a narrativa do golpe. 
 
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Data Popular, para  ¾ da população – sobretudo das camadas C e D – o atual embate é fruto de uma briga de poderes das elites.
 
Em entrevista ao programa Brasilianas.org, o presidente do instituto, Renato Meirelles, destacou que “a narrativa do golpe é algo que fala muito bem para os formadores de opinião e tem um certo apelo na intelectualidade, mas fala muito pouco pra dona Maria e pro seu João”. 
 
Portanto, as manifestações que tomam as ruas nos dois lados da disputa política – a favor ou contra o impeachment – apesar de serem significativas não correspondem a visão da população geral sobre o momento político. Ainda, segundo pesquisa do Data Popular realizada no início do ano, para 71% dos brasileiros os políticos opositores ao governo Dilma agem por interesses próprios. 
 
“Quando a população foi perguntada se os políticos envolvidos na discussão do impeachment querem a saída de Dilma para melhorar a vida das pessoas ou para tomar o lugar da presidente, a resposta para ¾ dos entrevistados foi para tomar o lugar de Dilma”, acrescentou.  
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Brasilianas discute hoje propostas da CPI dos crimes cibernéticos

Especialistas alertam que documento fere regras do Marco Civil da Internet 
 
 
O Brasilianas.org desta segunda (02), a partir das 23h, na TV Brasil discute as propostas da Comissão Parlamentar de Inquérito dos Crimes Cibernéticos, da Câmara dos Deputados. Após nove meses de trabalho, a CPI, presidida pela deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), editou um relatório assinado pelos deputados Espiridião Amin (PP-SC), Sandro Alex (PSD-PR), Rafael Motta (PSB-RN), Daniel Coelho (PSDB-PE) e Rodrigo Martins (PSB-PI), que prevê a mudança de seis projetos de lei, prevê o bloqueio de aplicativos e sites, em casos de conduta ilegal, prisão de quem invadir perfis de redes sociais, entre outras medidas.
 
Apesar de ter como objetivo atacar de frente os crimes cometidos por meio do ambiente digital, especialistas alertam que o texto fere leis do Marco Civil da Internet. Na próxima terça-feira (03) o relatório final da CPI deverá ser votado no plenário da Câmara dos Deputados.  
 
Para avaliar o pacote e os possíveis riscos que poderá trazer à liberdade dos usuários no Brasil, o apresentador Luis Nassif recebe a coordenadora executiva do Intervozes, Ana Claudia Mielke, o professor do Departamento de Sociologia da UNIFESP, Henrique Parra, e a pesquisadora gestora do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio, Marília Maciel
 
Para a pesquisadora Marília Maciel o relatório final da CPI não contempla as contribuições feitas pelos diversos setores da sociedade nos debates realizados.
 
“Fica claro que houve uma oitiva muito mais atenta das preocupações do setor policial e do setor de investigação de crimes, que são preocupações extremamente legítimas, mas que devem ser ponderadas com os setores que falaram no sentido de investigar os crimes de maneira a proteger também os direitos individuais, principalmente a privacidade e a liberdade de expressão, que são especialmente tocados de maneira negativa pelo relatório”, diz.
 
Além das regras propostas pela CPI, o programa também irá abordar o papel da tecnologia da informação nos conflitos políticos atuais, a liberdade no ambiente web e o respeito aos preceitos constitucionais e dos direitos humanos. 
 
Sobre os convidados
 
- Ana Claudia Mielke, coordenadora Executiva do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
- Henrique Parra, sociólogo professor do Departamento de Ciências Sociais da UNIFESP e pesquisador da Rede Latino-Americana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade (LAVITS).
- Marilia Maciel, pesquisadora gestora do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV DIREITO RIO. Atua na linha de pesquisa “Governança da Internet e Direitos Humanos”. 
 
*Como esta edição já foi gravada, não serão mais recebidas perguntas dos internautas.
Saiba como sintonizar a TV Brasil. Clique aqui.  
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Brasilianas discute hoje reforma política como solução para crise

Novas eleições ou parlamentarismo podem barrar possível governo de Temer-Cunha 
 
Novas eleições ou parlamentarismo podem barrar possível governo de Temer-Cunha; Créditos da Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
Brasilianas.org - Agora que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff será submetido a admissão e julgamento no Senado, o governo terá que, por meio da Advocacia Geral da União, apresentar todas as provas possíveis para se defender contra o crime de responsabilidade fiscal pelo qual está sendo acusado. 
 
As chances do governo de que o processo seja barrado no Senado são pequenas. Primeiro os parlamentares irão votar se aceitam ou não julgar o impeachment. Se for aprovado por maioria simples do total de 81 senadores, a presidente será afastada do governo por 180 dias. Nesse período o vice-presidente Michel Temer, acusado publicamente de conspirador por Dilma, irá governar. 
 
No final do processo no Senado, o impeachment da presidente será submetido a votação no plenário e, se for aprovado por 2/3 dos parlamentares (54), Dilma será definitivamente afastada. Caso contrário, absolvida, retornará ao comando do país. Para evitar que o governo chegue às mãos de Temer, algumas saídas estão sendo discutidas em Brasília, dentre elas o parlamentarismo ou uma chamada para novas eleições. As duas propostas exigem a retomada da pauta da reforma política. 
 
Para discutir a constitucionalidade de todos esses processos - impeachment, parlamentarismo e novas eleições - o apresentador do Brasilianas.org, Luis Nassif, recebe nessa segunda (25), na TV Brasil, o cientista político, professor da UFABC, Vitor Marchetti, e o advogado, doutor em sociologia e professor do Mestrado Profissional em Poder Legislativo da Câmara dos Deputados, Júlio de Souza Pinto. Não perca, nesta segunda (25), às 23h, na TV Brasil.
 
Paralelamente ao trabalho no Senado, a presidente Dilma já indicou que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal, para que analise o mérito do pedido de impeachment. Os autores do processo defendem que os decretos assinados pela presidente da República, de créditos suplementares em 2015, e a pedalada fiscal se configuram em crimes de responsabilidade financeira. Já o governo, com base no Artigo 85 da Constituição Federal, rebate que se as pedaladas fiscais fossem crimes de responsabilidade, pelo menos 5 governadores de Estados do Brasil deveriam também sofrer impeachment. 
 
*Como o programa é gravado horas antes, receberemos as perguntas até às 16h.
 
Saiba como sintonizar a TV Brasil, clique aqui
 
 
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Impeachment não resolve crise econômica, afirma Correa de Lacerda

Na hipótese de destituição de mandato de Dilma, indústrias podem demorar mais tempo para se restabelecer
 
 
Jornal GGN - O economista da PUC-SP Antonio Corrêa de Lacerda chamou de auto-engano a visão de alguns setores do mercado, e intensamente disseminada pela mídia, de que com a saída de Dilma Rousseff do Planalto o país voltará a crescer, ligando crise política à crise econômica.
 
Uma crise tem sim influência sobre a outra, mas o quadro que responde pela recessão econômica enfrentada no país é muito mais amplo. Em entrevista ao Brasilianas.org, Lacerda, que também é especialista em macroeconomia e economia política e industrial, explicou que existem vários fatores responsáveis pelo problema. 
 
Um deles é a crise internacional, com a queda do preço das commodities. Outro fator é o jurídico, com a Operação Lava Jato que travou todo o mercado de produção de petróleo e gás e da construção pesada (que se refere às grandes obras de infraestrutura). 
 
"Tudo mundo é a favor ao combate à corrupção, evidente. O problema é que quando você inviabiliza setores fundamentais da economia você trava algo que é fundamental para o crescimento. Lembrando que [petróleo e gás e construção pesada] são cadeias que tem um conjunto de empresas que são fornecedoras, prestadoras de serviços, empregos", lembrou. 
 
O professor destacou, ainda, o erro do senso comum de acreditar que a extinção de empresas, mediante o crime de corrupção, abre espaço para rapidamente outras empresas tomarem seus lugares, sem deixar morrer a cadeia produtiva. "Esse processo não é automático (...), tem todo um know how, é um negócio de alto risco que envolve tecnologias que você não substitui de uma hora para outra".  
 
Outros dois fatores que alimentam a crise economica no Brasil, elencados pelo professor, são a manutenção de uma taxa de juros alta - enquanto outros países baixam seus juros - e o quarto, mas não menos importante, a crise política. 
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Hoje no Brasilianas: A configuração geopolítica, pós atentados em Paris

Uma análise que inclui a questão arábica e dos refugiados sírios, com a ascensão da Rússia como uma nova potência diplomática



Hoje, a partir das 23h, na TV Brasil, o programa Brasilianas.org discute a configuração geopolítica, pós atentados em Paris. O mundo inteiro ficou abalado com os ataques terroristas na capital da França, que deixaram 129 mortos e 350 feridos. Os atentados foram reivindicados pelo grupo radical Estado Islâmico, movimento que afirma controlar hoje territórios no Iraque e na Síria, com o tamanho equivalente ao Reino Unido.

Para compreender não só apenas por que Paris virou alvo do Estado Islâmico, mas também a intolerância contra os movimentos migratórios e o aumento do protagonismo da Rússia e de nações ocidentais no Oriente Médio, Luis Nassif recebe o cientista político e professor de relações internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, Pedro Costa Junior, o mestre em ciência política na Escola Superior de Economia de Moscou, Vicente Ferraro e o cientista político, especialista em Oriente Médio e Islã, pesquisador da Universidade de Harvard, Hussein Kalout. Não perca!

Será hoje (23), a partir das 23h, na TV Brasil. Clique aqui e saiba como sintonizar o canal.

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