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Cunha

Eleições e plebiscito revogatório Já, por Roberto Requião

Estamos sendo escravizados por um governo fraco que cede a toda e qualquer exigência do capital estrangeiro
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Marcos Oliveira/Agência Senado
 
Eleições e plebiscito revogatório Já
 
Por Roberto Requião
 
Para se mudar uma realidade, é preciso que a conheçamos em profundidade. A realidade do Brasil, hoje, que é exposta nas redes de televisão, nos jornais e nas rádios é terrível.  Mas ela não é uma realidade completa e fielmente representada por essa mídia.
         
A mídia presta serviços a setores da sociedade. A mídia está a serviço, dos banqueiros, do capital financeiro e dos rentistas. A mídia quer realizar uma involução no Brasil, em favor do livre mercado, do Estado Mínimo e do fim do Estado Social.
 
Vou dar um exemplo para deixar mais claro.
      
Temer dá uma entrevista à TV Bandeirantes, e durante esta entrevista diz, com todas as letras e absoluta clareza, que a ex-presidente Dilma foi cassada porque o PT se recusou a vender três votos favoráveis a Eduardo Cunha na Comissão de Ética.
         
Eduardo Cunha é velho conhecido e parceiro de Temer. Foi uma marionete do processo de impeachment, admitindo-o somente por terem negado sua absolvição, o que era esperado, visto se tratar de um notório criminoso. Cunha foi o principal instrumento do impeachment de Dilma Rousseff. 
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Justiça autoriza publicação de livro de Eduardo Cunha como pseudônimo

Da Agência Brasil

Por Douglas Corrêa 
 

A Justiça do Rio concedeu efeito suspensivo a Editora Record e o livro Diário da Cadeia - Com Trechos da Obra Inédita Impeachment, escrito por um autor anônimo de pseudônimo Eduardo Cunha, vai poder ser publicado. A decisão é da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça ao analisar agravo de instrumento interposto contra decisão proferida pelo juízo da 13ª Vara Cível da Comarca da Capital, que proibiu a publicação do livro no dia 24 de março. A ação foi movida pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

O relator do processo, desembargador Augusto Alves Moreira Junior, disse na decisão que "trata-se de uma obra literária de ficção, a qual tem como pano de fundo a realidade política brasileira. Em uma análise preliminar, conclui-se que não houve anonimato, vedado pela Constituição Federal, e sim a utilização de um pseudônimo em uma obra ficcional".

O desembargador Moreira Junior diz ainda que "nas menções feitas à obra em redes sociais blogs e matérias jornalísticas, fornecidas tanto pelo recorrente como pelo recorrido, é enfatizado o fato de que se trata de um pseudônimo e não de livro escrito pelo agravado [Eduardo Cunha], o que, em cognição sumária, enfraquece a alegação de lesão à honra e à imagem do recorrido". 

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"Lista sigilosa de Fachin": muito confete, pouca novidade

 
Jornal GGN - O Estadão divulgou nesta quarta (19) que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, manteve em sigilo 25 petições da Procuradoria Geral da República, que incluem "mais suspeitas de crimes envolvendo nomes de destaque do PT e PMDB", como Lula e Eduardo Cunha. A lista está em sigilo porque há diligência em curso e a PGR entende que a divulgação poderia prejudicar as investigações.
 
Embora o Estadão afirme que a lista sigilosa trata de "fatos ainda não divulgados", as suspeitas em torno da atuação do ex-presidente Lula já são conhecidas graças ao pacote de delações da Odebrecht.
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Confissão de Temer na Band será usada como prova no STF, diz defesa de Dilma

Do portal Dilma Rousseff

A defesa de Dilma Rousseff apresenta nesta segunda-feira, 17, ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição para incluir a entrevista de Michel Temer à TV Bandeirantes, na noite de sábado, como fato relevante que reforça os argumentos de que o processo de impeachment teve desvio de finalidade em sua origem. “A confissão do senhor Michel Temer é fato novo e será incluído no mandado de segurança que está tramitando no STF questionando a legalidade do processo de impeachment”, diz o advogado José Eduardo Cardozo. “É a prova de que Cunha abriu o processo por vingança”.

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Temer admite que Cunha só começou o impeachment de Dilma por vingança pessoal

Jornal GGN - Em cadeia nacional, Michel Temer admitiu que o impeachment de Dilma Rousseff começou por retaliação de Eduardo Cunha ao PT, quando o então deputado descobriu, através da imprensa, que não teria votos suficientes do partido para frear sua cassação na Comissão de Ética da Câmara.

Em entrevista à Band, Temer contou que Cunha, um dia, o procurou para dizer que enterraria os pedidos de impeachment contra Dilma e, depois, mudou de ideia quando descobriu a reação do PT sobre a condição: ter votos em seu favor na Comissão de Ética.

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Temer sinalizou que teria Dilma no seu colo, com ajuda de Cunha e Alves

Fala ocorreu em acerto de uma das maiores porcentagens de propinas já pagas pela Odebrecht a partidos e políticos, que resultou em US$ 40 milhões para as campanhas do PMDB em 2010
 

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Quando Michel Temer, então candidato a vice de Dilma Rousseff pela primeira vez, em 2010, pediu 40 milhões de dólares de propina para campanhas do PMDB, em uma das maiores porcentagens já pagas pela Odebrecht a políticos por contratos da Petrobras (5%), o peemedebista sinalizou que teria a petista em seu colo, com a ajuda dos então deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, em caso de dificuldades para atender a interesses do PMDB.
 
A descrição de impacto ocorre aos 17 minutos da delação em detalhes do ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial, Márcio Faria, à Procuradoria Geral da República, liberada à público nesta semana. O delator trouxe aos procuradores a descrição acurada de episódios em que o PMDB, por meio da Diretoria Internacional da Petrobras, obteve altas porcentagens de propinas em contratos fechados pela Odebrecht.
 
O primeiro relatado naquela audiência foi de outubro de 2010, quando a Odebrecht assinou um contrato de 825 milhões de dólares para o projeto do PAC SMS, que abarcava nove países. "Este contrato, desde o início, foi dirigido para nós [Odebrecht], a verdade foi essa. Meses antes disso, o Rogério [Santos de Araújo, um de seus funcionários] foi procurado por um gerente da Internacional da Petrobras, de nome Aluísio Telles, que procurou, perguntou o nosso interesse, que estava disposto a ajudar, evidentemente em troca de propina". 
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O senhor do tempo e o serviçal do mercado, por Frederico Firmo

O senhor do tempo e o serviçal do mercado

por Frederico Firmo

Comentário ao post Xadrez da lista de Janot, o senhor do Tempo

Um congresso literalmente nas mãos de um judiciário. Uma lista infinda de inquéritos, que parecem muito com aquela  criação de uma comissão para não fazer nada. Um procurador que sempre parece estar rindo de todos nós, e que colocou a coleira em Cunha e a manteve até o impeachment. Depois ajudou a jogar Cunha na masmorra, mas eu creio que como o gato Youssef, Cunha tem mais vidas para queimar. Afinal cúmplice é sempre cúmplice.

E agora o gran finale, um congresso ameaçado votará as reformas que não são de Temer, mas são do mercado. Afinal para aumentar o lucro da banca, Temer liberou o  FGTS, para que todos paguem suas dívidas. Temer anda fraco, mas a banca ainda esta forte o suficiente e não desistirá de uma reforma da previdência. Metade dos congressistas de maior peso, estão agora nas mãos do judiciário. È apenas um inquérito, e na lista se misturam muitos nomes e acusações pífias. Isto apenas demonstra que o juficiário pode, quando quiser, salvar muitos nomes desta lista desde que mantenham o foco e aprovem as reformas destrutivas contra o país e a população.

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Cunha quer fazer acordo de delação com Polícia Federal, não com procuradores

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Jornal GGN - O deputado cassado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato, mandou um "último recado" a aliados de Michel Temer em tom "tão colérico que fez até seus aliados mais fiéis se afastarem", relata o Painel da Folha. Segundo o jornal, Cunha avisou que está no seu "limite" e ameaçou fazer um acordo de colaboração com a Polícia Federal, não com os procuradores da República.

O caminho seria o mesmo adotado por Duda Mendonça, que fechou negociação com os federais. A briga sobre quem deve encabeçar as negociações já fez a chefia do Ministério Público Federal recorrer ao Supremo Tribunal Federal para retirar a PF da jogada.

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Advogados de Cunha tentam liberdade por habeas corpus no STF

Foto: Gustavo Lima - Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - Condenado a 15 anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas pelo juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) quer agora que o Supremo Tribunal Federal (STF) inviabilize a sua pena na condenação.
 
Antes mesmo de o magistrado da Lava Jato de Curitiba despachar pela sentença final contra Cunha, o peemedebista já havia protocolado no STF um recurso, por meio de sua defesa, recorrendo pela terceira vez contra a sua prisão, que considera "constrangimento ilegal".
 
Os advogados de Cunha levaram ao Supremo um pedido de habeas corpus, ainda nesta segunda-feira (27), requerendo a liberdade do ex-parlamentar. Isso porque o pedido já havia sido rejeitado pelo Tribunal Regional Federal da 4a. Região (TRF-$) e, em seguida, pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
 
Segundo os advogados, Moro desrespeitou a jurisprudência, uma vez que o próprio STF já não teria aventado a prisão, quando teve oportunidade, durante o julgamento da perda de mandato de Eduardo Cunha.
Sem votos

Moro decide o que pode ou não fazer um parlamentar, na condenação de Cunha

Sem jurisprudência, o juiz da primeira instância decide separar o que é crime e o que não é nas indicações de governos e relações entre Legislativo e Executivo
 
 
Jornal GGN - Ao concluir que o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) cometeu corrupção passiva, na sentença que pede o encarceramento por 15 anos do político, o juiz Sérgio Moro dedicou alguns parágrafos para se manifestar contra a atuação política no Brasil, e com base nessa teoria, adicionou um agravante à condenação: a de que Cunha cometeu uma "infração de dever funcional".
 
"Ele, Eduardo Cosentino da Cunha, utilizou o enorme poder e influência inerente ao cargo de deputado federal não para o fiel desempenho de suas funções, de legislar para o bem comum ou de fiscalizar o Poder Executivo, mas sim para enriquecer ilicitamente, fornecendo apoio político para nomear e sustentar no cargo Diretor da Petrobras que estava agindo a seu serviço e quiçá de outros, para obter recursos ilícitos em contratos da Petrobras", disse Moro.
 
Neste ponto, o magistrado da primeira instância do Paraná decide recorrer sobre o que considera ser o trabalho de um parlamentar. Além de Eduardo Cunha ter renunciado do cargo legislativo, fazendo com que os processos que o miravam retornassem à tramitação natural da Justiça comum, a competência para analisar ilícitos de políticos, em seus cargos, como detentores de prerrogativas de foro é do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Entenda a condenação de Eduardo Cunha por Sérgio Moro na Lava Jato

Foto: Gustavo Lima - Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - O ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) foi condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pelo juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, nesta quinta-feira (30), por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
 
É a primeira condenação contra Cunha, que está preso desde o dia 19 de outubro do último ano pela Operação Lava Jato. Atualmente detido no Complexo Médico-Penal em Pinhais, Curitiba. A acusação é de que Cunha teria recebido cerca de 1,5 milhão de dólares por vantagens indevidas no contrato de exploração de campo de petróleo em Benin, na África.
 
"Parte da propina teria sido destinada a contas no exterior em nome de off­shores ou trusts que alimentavam cartões de crédito internacionais e que foram utilizados pelo ex­-parlamentar e seus familiares", informa o despacho.
 
Segundo Moro, o Ministério Público Federal (MPF) conseguiu provar que Cunha solicitou e recebeu a quantia em francos suíços em conta oculta no país europeu, transferindo depois as remessas ao Brasil. Além disso, confirmou que foi provado que o dinheiro teve origem ilícita, de contrato pela Petrobras da empresa CBH.
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Eduardo Cunha é inocentado em processo envolvendo estatal do Rio

Jornal GGN - O ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça, inocentou o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) da acusação de improbidade administrativa por conta de licitação realizada na Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro (CEHAB), na época em que o peemedebista era presidente da estatal, 1999. Segundo Benjamin, para Cunha ser condenado por improbidade, deveria ser provado eventual dolo, algo que o Ministério Público não conseguiu fazer. O Tribunal de Justiça do Estado já havia declarado Cunha inocente.

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Recuo na pressão de Cunha é sinal de que segue atuante no governo?

 
Jornal GGN - O resultado de uma inicial pressão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para entregar o jogo do esquema de corrupção do PMDB na Petrobras e em outras estatais, supostamente sob a anuência de Michel Temer, teve uma pequena mudança nos últimos dias. 
 
Agora que o processo na Justiça de Brasília retornou a uma fase anterior (leia aqui), o advogado de Cunha admitiu que não sabe se voltará a arrolar o presidente como testemunha e enviar as perguntas que poderão trazer indícios de acusações contra o mandatário.
 
A mudança pode ser um sinal de que, com isso, Cunha conseguiu o que queria: emplacar aliados em posições estratégicas. Foi Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do governo no Senado e um dos considerados dissidentes do ex-presidente da Câmara dentro do partido, que chegou à essa análise.
 
"Os últimos sinais emitidos pelo governo com as nomeações mostram que há uma disputa entre o PSDB e o núcleo da Câmara ligado a Eduardo Cunha pelo comando do governo", foi a afirmação de Renan Calheiros, na última quarta-feira (08), logo após se reunir com o ministro da Secretaria-Geral do Governo, Moreira Franco.
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TRF-1 retrocede investigação do Fundo de Investimentos contra Cunha

 
Jornal GGN - O processo que tramita contra o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Justiça Federal de Brasília, retornou à fase inicial de acusações, por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
 
A terceira turma do TRF-1 atendeu a um pedido dos advogados do peemedebista, determinando que o Ministério Público Federal (MPF) acrescente, imediatamente, aos autos da ação penal supostas novas provas que os investigadores possam ter contra Cunha.
 
Com a decisão, foi reaberto o prazo para que Eduardo Cunha tome ciência dos novos indícios e volte a apresentar uma nova defesa prévia. Em seguida, o juízo da primeira instância deve analisar, novamente, as acusações e defesa. Somente então o processo tem sequência, com a possibilidade de Cunha arrolar testemunhas, que é a fase onde estava tramitando a ação.
 
Trata-se da investigação do esquema de corrupção envolvendo o Fundo de Investimentos do FGTS, com os financiamentos. Já na etapa de solicitar testemunhas de defesa, Eduardo Cunha arrolou 18 pessoas para prestar depoimento. Entre elas, o presidente Michel Temer.
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MPF usa condenação de Cunha para acusar Lula

Teoria dos procuradores da Lava Jato do Paraná é que o PMDB e Eduardo Cunha foram beneficiários da corrupção do governo Lula na Petrobras
 
 
Jornal GGN - A conclusão dos procuradores da República da força-tarefa do Paraná foi que o PMDB e Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, se beneficiaram "direta e indiretamente do esquema de corrupção na Petrobras, sobretudo no âmbito da diretoria Internacional da companhia". Em mais de cem páginas, os investigadores pedem a condenação de Cunha para se aproximar da teoria contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Com o claro objetivo de responsabilizar o governo do PT, a força-tarefa indica que o peemedebista recebeu propinas em contratos do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobras em 2011, nos contratos para construção dos navios-sonda Petrobras 10000 e Vitória 10000, e no de afretamento do navio Titanium Explorer, apenas para apoiar o governo vigente.
 
"Em troca de apoio ao governo, deputados do PMDB, entre eles EDUARDO CUNHA, recebiam uma espécie de “pedágio” sobre os contratos celebrados pela Diretoria Internacional da PETROBRAS, entre eles o relativo à compra dos direitos exploratórios do campo de petróleo localizado na República de Benin, objeto desta denúncia", chega a conclusão os procuradores.
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