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O que Palocci tem a dizer sobre a Globo na delação premiada?

Jornal GGN - Há alguns dias, a revista Veja divulgou uma nota informando que a delação premiada de Antonio Palocci tem um "anexo que entra e sai" exclusivamente dedicado à Rede Globo. O que o ex-ministro da Fazenda tem a dizer sobre o império erguido pela família Marinho, que esteve bem perto de quebrar no início dos anos 2000?

Diante de Sergio Moro, em abril passado, Palocci deu uma dica: poderia colaborar com a Lava Jato entregando negociações que ocorreram nos bastidores de Brasília para "salvar" empresas de comunicação que, sem a ajuda do governo, corriam sério risco de quebrar. 

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Justiça aceita denúncia contra cartel dos trens de São Paulo

Jornal GGN -  A Justiça de São Paulo aceitou, na quinta-feira (29), a denúncia do promotor de Justiça Marcelo Mendroni, do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec), contra a suspeita de formação de cartel na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A cúpula da empresa estadual havia sido denunciado no último dia 12.

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Defesa de Temer chama gravação de fraude e pede para não responder sobre ela

Jornal GGN - A defesa de Michel Temer (PMDB), encabeçada pelos advogados Antônio Cláudio Mariz de Oliveira [foto] e Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga, recorreu ao Supremo Tribunal Federal para que o presidente não seja obrigado a responder perguntas sobre a gravação feita por Joesley Batista, da JBS, na qual o peemedebista aparece discutindo suposto pagamento de propina a Eduardo Cunha e ações de obstrução de Justiça.

Na visão da defesa de Temer, é preciso que a perícia do áudio seja concluída para que o presidente possa se manifestar sobre o material "fraudado".

"É de fácil percepção a absoluta impossibilidade de o Presidente da República fornecer respostas enquanto não finalizada a perícia deferida como prioridade por Vossa Excelência. Especialmente, impossíveis de ser respondidos seriam eventuais quesitos que digam respeito a uma gravação que, de antemão, já se sabe fraudada!", afirmam os advogados Antônio Cláudio Mariz de Oliveira e Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga.

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Fraudes em contratos da UFPR geram prisão de 29 investigados

 
Jornal GGN - A Polícia Federal cumpriu, ao todo, 29 mandados de prisões temporárias nesta quarta-feira (15) pela Operação Research, que apura a prática de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal do Paraná (UFPR), que teria movimentado milhões de reais.
 
De acordo com os investigadores, o esquema de repasses irregulares ocorreu nos programas de Auxílio a Pesquisadores, Bolsas de Estudos no País e Bolsas de Estudos no Exterior. "O objetivo é apurar o repasse irregular de recursos mediante pagamentos sistemáticos, fraudulentos e milionários de bolsas a inúmeras pessoas sem vínculos com a instituição no período entre 2013 e 2016", disse a PF, em nota.
 
O grupo integrado com a Procuradoria da República, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU) identificou, por exemplo, uma remessa de R$ 318.550 a um cozinheiro de pizzaria e outra de R$ 515.450 a um motorista de furgão. Ambos não tinham nenhum vínculo com a UFPR.
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Agora, pirâmides financeiras se chamam de “sistema de doação espontânea”

Jornal GGN - Para dar um ar de legalidade ao esquema, as pirâmides financeiras agora usam o nome de “sistema de doação espontânea".

Advogados explicam que as pirâmides são definidas por esquemas onde o retorno para os investidores não vem dos investimentos, e sim da entrada de novos participantes. Para o Ministério Público, há uma dificuldade de identificar os esquemas porque eles usam a aparência de um investimento idôneo.

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"Já fomos enganados antes", diz jornalista dos EUA sobre ação da Rússia na eleição

Jornal GGN - Um jornalista da Rolling Stone produziu reportagem republicada pelo blog Outras Palavras questionando o uso da impresa estadunidense pelo governo Obama no episódio em que a Rússia foi acusada de hackear os computadores da campanha de Hillary Clinton. Matt Taibbi questiona a passividade dos veículos de comunicação diante do que pode ser um escândalo sem precedente envolvendo o sistema político ou uma fraude.

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Dilma irá ao STF atrás de pelo menos um voto contra o golpe, por Arguelhes

Jornal GGN - Se o placar do impeachment no Senado é praticamente irreversível, por que a defesa de Dilma Rousseff insiste em discutir, levando o processo total a acumular mais de 27 mil páginas (500 só de alegações finais), segundo dado divulgado pelo ministro Ricardo Lewandowski durante a semana passada?

Para o professor de direito da FGV-Rio, Diego Werneck Arguelhes, tudo faz parte de uma estratégia da defesa de Dilma, que deve levar o mérito do impeachment ao Supremo Tribunal Federal em busca de pelo menos um voto em seu favor. Dessa maneira, poderá, se vencida na Corte, recorrer a autoridades internacionais alegando que já esgotou os recursos que existem no Brasil. Além disso, poderá usar esse voto para reforçar a narrativa do golpe parlamentar. 

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A fraude da Folha e as meias verdades da mídia

Jornal GGN – Os dados manipulados pelo Datafolha repercutiram contra A Folha de S. Paulo, mas os recortes mal intencionados de estatísticas corretas são muito mais perversos. Essa é opinião defendida pelo jornalista Elstor Hanzen em artigo para o Observatório da Imprensa. Para ele, pior do que a fraude é a meia verdade.

Se a Folha publicasse a mesma manchete para dizer que “50% dos entrevistados” queriam a continuidade de Michel Temer até o fim do mandato de Dilma, contextualizasse que o percentual era referente à pergunta binária entre “Dilma retorna” ou “Temer fica” e não desaparecesse simplesmente com a parte da pesquisa sobre o desejo de 62% dos brasileiros de que se convoquem novas eleições, além de não alegar que só 3% queriam novas eleições – já que essa pergunta nem foi feita na pesquisa –, a fraude não se configuraria e a polêmica não seria a mesma, porque o destaque teria respaldo nas informações”.

Ainda assim estaríamos diante de uma meia verdade que favoreceria igualmente o governo em exercício. Contudo, uma prática comum e aceitável no jornalismo, porquanto ancorada em dados levantados por um respeitável instituto de pesquisas fundado em 1983”.

Abaixo a íntegra do artigo:

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Associação e ombudsman jogam culpa por fraude em pesquisa pró-Temer na Folha

Jornal GGN – A fraude na publicação de pesquisa de opinião pública feita pelo Datafolha na semana do dia 14 de julho foi creditada à linha editorial da Folha pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) e pela própria ombudsman do jornal, Paula Cesarino Costa.

Em nota à imprensa, a ABEP, que afirma zelar por “normas técnicas, éticas e legais” na prestação de serviços de pesquisas por todos os seus associados, disse que o Datafolha não foi responsável por qualquer infração. “A situação [polêmica] ocorreu devido ao critério editorial adotado pelo contratante [Folha de S. Paulo] ao divulgar os resultados da pesquisa”.

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Pesquisa feita por jornal partícipe do golpe pede pé atrás, diz Francisco Fonseca

Fraude no Datafolha é coerente com "a linha geral da mídia, de apoio a Temer"

Datafolha admite manipulação de pesquisa que favoreceu Temer

Fora Temer teve apoio de quase 74% dos entrevistados, diz colunista da Folha

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"Fora Temer" teve apoio de quase 74% dos entrevistados, diz colunista da Folha

Jornal GGN - Laura Carvalho, professora do Departamento de Economia da FEA-USP com doutorado na New School for Social Reserach (NYC) fez as contas e publicou nas redes sociais que a taxa de entrevistados do Datafolha que apoiam o "Fora Temer" chega quase a 74%. Ela juntou a parcela dos 62% que querem novas eleições (dado censurado em edição do jornal da Folha de S. Paulo e do relatório do Datafolha, gerando denúncia sobre fraude jornalística) mais a parcela dos que não querem novas eleições (30%), mas sim que Dilma Rousseff volte e termine o mandato. Laura é colunista da Folha.

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Fraude no Datafolha é “coerente com a linha geral da mídia, de apoio a Temer”

Hoje, a imprensa vive um “esforço duplo”, diz João Feres Junior: “Tem que elogiar cada vez mais o Temer ou fazer cobertura neutra, com destaque para política econômica ou coisas que as pessoas possam achar positivas, e ao mesmo tempo tratar a Dilma como se fosse passado.”

Jornal GGN - Um dia após a blogosfera revelar que a Folha de S. Paulo omitiu a parte da pesquisa Datafolha onde 62% dizem que querem que Michel Temer e Dilma Rousseff renunciem juntos e convoquem novas eleições ainda neste ano, o que reina é o silêncio absoluto nos veículos de comunicação consolidados. Para o analista João Feres Junior, isso é sinal de “corporativismo sim, mas menos para proteger a Folha [da denúncia de fraude jornalística] e mais para proteger a linha editorial geral da mídia atual, de apoio ao governo Temer”.

Coordenador do Manchetômetro (laboratório de estudo de mídias), doutor em ciência política e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, João Feres Junior disse ao GGN, em entrevista por telefone, nesta quinta (27), que não há nada de surpreendente neste novo episódio de manipulação por parte da Folha. “A Folha faz isso há muito tempo.”

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Datafolha usou Lava Jato, nunca as pedaladas, para saber se Dilma merecia impeachment

Tanto faz se há crime fiscal que justifique o processo de afastamento, como manda a lei, porque o que Datafolha apura junto ao povo, desde 2015, é a corrupção como justa causa

Jornal GGN - Na semana passada, o Ministério Público Federal tomou mais uma decisão que coloca o processo de impeachment de Dilma Rousseff por crime de responsabilidade fiscal em xeque: analisou seis tipos de pedaladas e concluiu, com ressalvas, que não há dolo pessoal, nem desrespeito ao Congresso e muito menos afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal por parte da presidente eleita.

O jurista Pedro Serrano avaliou, em entrevista à RBA, que se a Justiça Federal concordar com o MPF, a defesa de Dilma pode "matar" o impeachment no Senado, pois ficaria provado que o processo corre à revelia de embasamento jurídico.

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Datafolha admite manipulação em pesquisa que favoreceu Temer

Jornal GGN - O jornalista Gleen Greenwald denunciou, nesta terça (20), que a edição da Folha de S. Paulo sobre a última pesquisa Datafolha cometeu uma "fraude jornalística" para beneficiar o presidente interino Michel Temer (PMDB). 

No último domingo (17), a Folha publicou que a pesquisa Datafolha de julho deste ano aferiu que 50% da população prefere que Michel Temer fique no poder até o final do mandato de Dilma Rousseff (PT), e que apenas 3% querem novas eleições.

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Operação da Polícia Civil investiga fraudes em jogos de futebol

Jornal GGN – O delegado da Polícia Civil responsável pela operação que investiga fraudes em resultados de jogos de futebol disse na última quinta-feira (7) que pelo menos seis clubes faziam parte do esquema. Os criminosos operavam para beneficiar uma quadrilha que recebia premiações em casas de apostas internacionais.

As investigações indicam que foram manipulados os resultados de partidas nas séries A2 e A3 do Campeonato Paulista, e na primeira divisão dos campeonatos estaduais do Rio Grande do Norte, Maranhão e Ceará.

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Messi é condenado a 21 meses de prisão por fraude fiscal

Jornal GGN – O jogador argentino do Barcelona, Lionel Messi, foi condenado  junto com seu pai, Jorge Horacio Messi, a 21 meses de prisão por fraude no fisco espanhol. Entre 2007 e 2009, Messi deixou de pagar impostos sobre direitos de imagem equivalentes a 4,1 milhões de euros. A pena será convertida em multa.

De acordo com a acusação, a fraude consistia em simular a cessão dos direitos de imagem do jogador a empresas de fachada sediadas em paraísos fiscais. Com contratos firmados entre essas empresas e outras em países como Reino Unido e Suíça, o dinheiro nem passava pela Espanha.

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