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Glenn Greenwald

Estado paralelo dos EUA usa alegações não verificadas contra Trump, por Glenn Greenwald

 
Jornal GGN - Em artigo no The Intercept, o jornalista Glenn Greenwald analisa o vazamento de um dossiê que traz supostas revelações sobre o presidente eleito Donald Trump, incluindo sua relação com autoridades russas. O Kremlin negou ter informações sobre o magnata, que disse estar sofrendo uma “caça às bruxas”. 
 
Greenwald afirma que o estado paralelo dos EUA, formado por agências de inteligência como a CIA, utiliza “táticas sujas clássicas da Guerra Fria” e usa a mídia americana que venera e se alinha com “agentes de inteligência ocultos”. Ele critica os Democratas afirmando que, em estado de choque pela derrota nas eleições presidenciais, eles estariam dispostos a aceitar qualquer acusação contra Trump.

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Trump e o voto de insubordinação, por Glenn Greenwald

Jornal GGN - Glenn Greenwald, em seu site The Intercept, faz uma análise extensa sobre a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos. Está tudo interligado, parte de um fenômeno que estamos observando há tempos, consolidado com a saída do Reino Unido da União Europeia e agora com a vitória de Trump. Nos dois casos o resultado foi o inverso do esperado por jornalistas em análises e matérias intermináveis. E ambos são o resultado direto do voto de insubordinação.

Findo o processo, as elites se debruçam em discussões intermináveis culpando a tudo e a todos, exceto a si mesmos num círculo nada virtuoso de distribuição de culpas e de desprezos. O recado foi dado e pode ter desdobramentos.

Leia a brilhante análise de Glenn Greenwald a seguir.

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Três escândalos confirmam denúncias de Snowden sobre vigilância secreta, por Glenn Greenwald


Jornal GGN - O jornalista Glenn Greenwald, mentor do portal The Intercept, publicou reportagem sobre três escândalos recentes, dois no Canadá e um no Reino Unido, que mostram que Edward Snowden estava certo sobre os abusos praticados por governos com seus sistemas de vigilância em massa. A Justiça reconheceu, nesses casos, que as autorizações para a coleta de dados internos eram dadas sem que as autoridades soubessem a extensão do uso pelos governos do Ocidente. O jornalista aponta para os riscos às liberdades individuais e de imprensa.

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Glenn Greenwald: Se não é golpe, é no mínimo um retrocesso

Jornal GGN - Em entrevista ao programa Democracy Now, nesta segunda (29), o jornalista Glenn Greenwald, do portal The Intercept, disse que mesmo que o impeachment de Dilma Rousseff (PT) não pudesse ser classificado como um golpe, o certo é que o produto imediato desse processo é um "retrocesso democrático", uma vez que a soberania popular foi desrespeitada e uma agenda que foi rejeitada nas urnas em quatro eleições consecutivas foi imposta de cima para baixo.

"Há um bando de criminosos removendo essa mulher que foi duas vezes eleita presidente do País", disse o jornalista. Em outra passagem, Greenwald avaliou que "esse grupo de Brasilia está literalmente brincando com as bases da democracia debaixo de nossos narizes".

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A fraude da Folha e o chute no balde

Enviado por Adir Tavares

do Coleguinhas, uni-vos!

A FRAUDE DA FOLHA E O CHUTE NO BALDE

A fraude – desculpe aí, mas Glenn Greenwald e Erick Dau estão certos, não tem outra palavra – que a Folha cometeu ao divulgar pesquisa dizendo que 50% dos brasileiros querem que #foraTemer continue no governo, quando a verdade inteiramente diferente, quase oposta, para mim confirma que os donos dos veículos impressos de comunicação simplesmente chutaram o balde, desistiram do negócio – ou passaram a considerá-lo apenas um acessório de outros, em ramos diferentes. Confirma porque não foi o primeiro desatino editorial cometido nos últimos anos: centenas, talvez milhares, de matérias anteriores insuflaram o golpe de estado ora em andamento, os exemplos são numerosos e os mais significativos podem ser consultados por quem se interessar no Hall da Infâmia do King of the Kings (aí em cima).

Você pode argumentar que não foi o Otavinho que editou a lambança. Poderia ser assim se fosse uma cascata normal, dessas que a Folha edita três ou quatro vezes por semana. Essa não. Mentir deliberadamente para o leitor não está na alçada da direção de redação – arriscado demais, é decisão para dono, para quem manda, para quem toma as decisões estratégicas.

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Datafolha admite manipulação em pesquisa que favoreceu Temer

Jornal GGN - O jornalista Gleen Greenwald denunciou, nesta terça (20), que a edição da Folha de S. Paulo sobre a última pesquisa Datafolha cometeu uma "fraude jornalística" para beneficiar o presidente interino Michel Temer (PMDB). 

No último domingo (17), a Folha publicou que a pesquisa Datafolha de julho deste ano aferiu que 50% da população prefere que Michel Temer fique no poder até o final do mandato de Dilma Rousseff (PT), e que apenas 3% querem novas eleições.

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O governo interino e as máscaras pró-impeachment, por Glenn Greenwald

 
Jornal GGN - As manifestações pelo impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff foram incensadas pela imprensa como algo democrático e como um movimento orgânico. Contudo, existiam razões para questionar tal história e indicar que, em sua maioria, tais manifestantes não eram opositores da corrupção, mas simplesmente desejavam retirar o PT do poder após quatro eleições consecutivas. A afirmação consta de artigo elaborado pelo jornalista norte-americano Glenn Greenwald, e publicado no site The Intercept.
 
Embora existam razões para se questionar o PT, Greenwald afirma que "os protestos eram majoritariamente compostos pelos mesmos grupos que sempre se opuseram ao PT". Agora, o novo governo tenta colocar uma agenda que, segundo o articulista, "jamais seria ratificada se a população tivesse sua voz ouvida", e a recente delação de Sérgio Machado vem se somar a novos escândalos relacionados ao presidente interino Michel Temer e a representantes da sua equipe. E como diz Greenwald, os movimentos que foram às ruas pedindo pela saída de Dilma não se pronunciaram a respeito das polêmicas ligadas ao governo interino - pelo contrário, uma nova passeata está sendo organizada para 31 de julho pedindo o impeachment de Dilma.
 
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Glenn Greenwald: Para qualquer definição de golpe, foi feito no Brasil

 
Jornal GGN - "Qualquer que seja a definição de 'golpe', ela se enquadra no que foi feito no Brasil com relação à presidenta Dilma Rousseff", disse o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em entrevista exclusiva à CartaCapital.
 
O escritor e também advogado, que ficou conhecido mundialmente após revelar a imensa base de dados de Edward Snowden na Agência Nacional de Segurança (NSA), do governo dos Estados Unidos, e ganhador do prêmio Pulitzer, não teve receio de descrever o processo vivido na política brasileira.
 
"Entendi que o impeachment foi desfechado para impedir a Lava Jato. Mas, em última instância, ele visa a  aniquilar o PT e mudar totalmente os rumos do País, impondo políticas que nunca seriam aceitas pela população, pelo voto", analisou.
 
O jornalista contou que a decisão de começar a cobrir a política brasileira ocorreu quando viu "o Jornal Nacional fazendo uma leitura do diálogo entre o ex-presidente e Dilma Rousseff como se fosse de novela". "Tive uma imensa vergonha e pensei que era o limite do suportável", disse.
 
Para ele, "foi patético" a GloboNews e os grandes veículos nacionais tentarem desqualificar a imprensa internacional que já analisou o processo de impeachment aqui como um golpe. "Mas não conseguiram", respondeu, elogiando a estratégia da presidente Dilma Rousseff, do ex-presidente Lula e do PT de investir em coletivas de imprensa e contato com os veículos internacionais.
 
Sobre o uso do termo "golpe", Greenwald admitiu que não usava antes porque provocava o mesmo efeito do uso da palavra "terrorismo". "Todo mundo usa essa palavra politicamente, não tem um significado específico", disse. Mas disse que a sua postura mudou com o vazamento dos diálogos entre o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, com o senador Romero Jucá (PMDB-RR).
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O colapso de credibilidade de Michel Temer, por Glenn Greenwald

Correspondente faz uma avaliação dos 20 dias do governo interino e conclui que o Brasil não fez um bom negócio
 
 
Jornal GGN - Em sua página oficial o correspondente do jornal britânico The Gardian que vive no Rio, e ganhador do Prêmio Pulitzer, Glenn Greenwald, confirma as previsões que a imprensa internacional fez sobre o caráter e objetivos do golpe que afastou Dilma do poder.
 
Em poucos dias, o presidente interino Michel Temer avançou na agenda de políticas neoliberais de privatização e austeridade, surgiram provas contundentes de seu envolvimento com escândalos de corrupção, esforços para a obstrução da Lava Jato e, mais recentemente, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, o declarou Temer culpado e impedido de se candidatar a qualquer cargo público nos próximos oito anos por "ficha suja". 
 
 
 
Por Glenn Greenwald
 
Desde o começo, ficou evidente que o processo de impeachment da presidente eleita, Dilma Rousseff, tinha como objetivo principal o fortalecimento dos verdadeiros ladrões de Brasília, permitindo assim que impeçam, obstruam e ponham fim às investigações da Operação Lava Jato (além de imporem uma agenda neoliberal de privatizações e austeridade extrema). Apenas 20 dias após assumir o poder, provas irrefutáveis do envolvimento do Presidente interino Michel Temer em escândalos de corrupção vieram à tona. Dois ministros interinos de seu gabinete composto apenas de homens brancos, incluindo o Ministro da Transparência, foram forçados a abandonar seus cargos depois do aparecimento de gravações secretas em que conspiram visando obstruir as investigações nas quais se encontram envolvidos, assim como 1/3 dos ministros do gabinete interino.
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Glenn Greenwald rebate críticas em editorial do Estadão

Jornal GGN - Gleen Greenwald, jornalista, advogado e ganhador do Prêmio Pulitzer, criticou o comportamento da imprensa brasileira sobre o governo do presidente interino Michel Temer. Através do Twitter, Greenwald estranhou como a mídia parece "totalmente desinteressada no que a população pensa sobre Temer ou sobre o impeachment". Ele também rebateu o editorial do jornal o Estado de São Paulo, onde o veículo da família Mesquita fala sobre a "ousadia desses deliquentes a serviço da causa lulopetista", dizendo que o Itamaraty deve tomar uma "atitude mais resoluta para contra-arrestar as mentiras e deixar claro (...)  que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff vem cumprindo todos os requisitos legais". Para o jornalista norte-americano, a visão do Estadão é "a mentalidade de um jornal que aplaudiu um golpe e a ditadura militar". 

Veja os tweets abaixo e leia o editorial aqui.

 

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Ao vivo: Correspondentes do The Guardian debatem crise brasileira

 
Jornal GGN - A crise brasileira está na pauta da política internacional. Com o impeachment aprovado pelo Senado da presidente Dilma Rousseff, jornais de todo o mundo enviaram seus correspondentes ao Brasil, para acompanhar de perto a cobertura dos fatos. Um dos jornalistas que obteve destaque, por suas críticas diretas ao afastamento da presidente e ao sistema político brasileiro, Glenn Greenwald, do The Guardian, junto com o repórter do diário britânico Jonathan Watts debatem, na tarde deste sábado (21) o tema.
 
O evento aberto ao público, que pode interferir na conversa fazendo perguntas, é uma iniciativa da Agência Pública e ocorre na Casa Pública, com a intermediação da repórter Cláudia Antunes, que entrevistará os jornalistas estrangeiros.
 
A conversa será traduzida para o português e poderá ser acompanhada ao vivo aqui, a partir das 16h:
 
 
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Para Greenwald, Dilma concede sua primeira entrevista após o afastamento

Jornal GGN - Em sua primeira entrevista após ser afastada da presidência da República, a presidente Dilma Rousseff explica a questão das pedaladas fiscais, fala sobre os impactos dos possíveis cortes em programas sociais, como o Bolsa Família, e diz que o governo de Michel Temer, "interino e ilegítimo", será bastante conservador em "todos os seus aspectos". 

Dilma - que, para Glenn Greenwald, está "mais firme, combativa e determinada do que nunca" - também comentou sobre o julgamento do processo de impeachment no Senado, dizendo que pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal, e "o farei quando for adequado para minha defesa", afirmando que o ministro Gilmar Mendes tem uma postura "visivelmente militante". "Ele está tomando atitudes que vão ser avaliadas ao longo do tempo por todos os brasileiros". Assista a íntegra da entrevista e leia a transcrição abaixo:

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Afastada, Dilma concede entrevista a Glenn Greenwald

Jornal GGN – O The Intercept promete para hoje (19) uma entrevista inédita do jornalista ganhador do Pulitzer Glenn Greenwald com a presidente Dilma Rousseff. Em trecho divulgado ontem (18), a presidente fala sobre o sentimento de ver a composição ministerial do seu vice sem mulheres ou negros.

“O que está me parecendo é que esse governo interino e ilegítimo será um governo bastante conservador em todos os seus aspectos”, disse Dilma. “Não ter uma mulher e não ter um negro mostra um certo descuidado com que país você está governando”.

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Glenn Greenwald: Duro revés de Michel Temer, um corrupto neoliberal

Por Glenn Greenwald

Do The Intercept

A Democracia Brasileira Sofrerá um Duro Revés com a Posse de um Inelegível e Corrupto Neoliberal

Em 2002, o Partido dos Trabalhadores (PT), de centro-esquerda, chegou à presidência depois da expressiva vitória de Lula da Silva sobre o candidato de centro-direita do PSDB (ao longo do ano de 2002, os “mercados” ficaram indignados com a mera possibilidade de vitória do PT). O PT permaneceu no poder quando Lula, em 2006, foi reeleito com outra expressiva vitóriacontra um candidato diferente, também do PSDB. Os inimigos do PT pensaram que teriam sua chance de acabar com o partido em 2010, quando Lula não podia mais disputar as eleições por limites legais, mas suas esperanças foram esmagadas quando a sucessora escolhida por Lula, a anteriormente desconhecida Dilma Roussef, ganhou com uma vantagem de 12 pontos, do mesmo candidato do PSDB que foi derrotado por Lula em 2002. Em 2014, os inimigos do PT investiram enormes quantias de dinheiro e recursos para derrotá-la, acreditando que ela estaria vulnerável e que finalmente teriam encontrado um candidato bem-aventurado no PSDB, mas perderam novamente, dessa vez numa eleição apertada, quando Dilma foi reeleita com 54 milhões de votos.

Em resumo, o PT ganhou quatro eleições nacionais consecutivas – a última há apenas 18 meses. Seus oponentes tentaram vigorosamente derrotá-lo nas urnas e fracassaram, em grande parte por conta do apoio que o PT tem entre os pobres e os trabalhadores no Brasil.

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Para entender a verdade do golpe no Brasil, por Glenn Greenwald

Enviado por Joaquim Silvério dos Reis

Mais um artigo da imprensa internacional comunista financiada pelos dólares dos irmãos Castro e pela mortadela de Pyong-Yang!

do The Intercept

Para Entender a Verdade no Brasil, Veja Quem Está Sendo Implantado na Presidência — e na Chefia das Finanças

por Glenn Greenwald

(This is a Portuguese translation of the article. For the original version in English, click here.)

NÃO É FÁCIL, para quem olha de fora, compreender todas as argumentações em jogo a respeito da crise política no Brasil e os esforços para depor sua presidente, Dilma Roussef, que venceu as eleições há apenas 18 meses, com 54 milhões de votos. A melhor maneira de entender a verdadeira natureza antidemocrática do que está acontecendo, no entanto, é olhar para a pessoa que os oligarcas brasileiros e suas organizações de mídia tentam empossar como Presidente: o Vice-Presidente Michel Temer, implicado em corrupção, extremamente impopular e servo fiel dos plutocratas. Dessa forma, torna-se claro o que realmente está acontecendo e porque o mundo deveria estar profundamente angustiado.

O chefe do New York Times no Brasil, Simon Romero, entrevistou Temer esta semana, e assim começa seu excelente artigo:

RIO DE JANEIRO – Uma pesquisa recente mostrou que apenas 2% dos brasileiros votariam nele. Ele está sob suspeita por conta de um depoimento que ligou seu nome a um enorme escândalo de propina. E uma alta corte da justiça decidiu que o Congresso deve considerar a abertura de impeachment contra ele.

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