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Joesley não tem provas da suposta conta de Dilma e Lula com US$ 150 milhões

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Numa notinha discreta no portal O Globo, o jornalista Lauro Jardim revelou neste domingo (9) que o empresário Joesley Batista, da JBS, admitiu não ter provas das contas secretas que disse à Lava Jato ter criado para Lula e Dilma, no exterior. "Não espere extratos dessas contas", disse o jornalista.

Em delação premiada, Joesley afirmou ao Ministério Público Federal que criou uma conta para Lula e outra para Dilma, durante o mandato dos dois petista, que eram abastecidas com dinheiro supostamente desviado de esquemas de corrupção em órgãos do governo federal, com auxílio do ex-ministro Guido Mantega. O fundo - administrado exclusivamente por Joesley - chegou a computar cerca de 150 milhões de dólares, afirmou o delator.

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As relações de Palocci e do BTG Pactual, por Luis Nassif

Não tenho motivos pessoais para gostar de Guido Mantega. Pequeno, mesquinho, inseguro, foi o primeiro Ministro da Fazenda, desde que iniciei a carreira de jornalista econômico, a me colocar na lista negra. Ele e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.

Mas não bate bem esta história de Antônio Pallocci, de que Mantega montara uma central de vazamento de informações financeiras.

Vamos entender um pouco mais esse jogo.

Desde que se criou o chamado Open Market brasileiro – venda diária de títulos públicos e privados – há vazamentos de informação. No governo Sarney, Maílson da Nóbrega tinha um esquema de vazamento de informações, não apenas no Banco Central, mas na Receita Federal – que dispunha de um índice de correção.

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Delação de Palocci mira Mantega e Lula

Jornal GGN – A colaboração premiada de Antonio Palocci passa por Guido Mantega, que o sucedeu na pasta da Fazenda, e Lula. Segundo a Folha, em matéria de Mônica Bergamo, Daniela Lima e Marina Dias, Mantega montou “uma espécie de central de venda de informações para o setor financeiro durante os governos petistas”.

Palocci coloca Mantega em suposto esquema de repasse de informações privilegiadas que anteciparia dados de medidas que eram de interesse de bancos. A moeda de troca seria o apoio ao PT. Segundo apurado pela Folha, o esquema começou no governo Lula, em 2006, e teria seguido pelo governo Dilma, até 2015, com Mantega ministro. O detalhe era que quem comandava a pasta até a posse de Mantega no governo Lula era justamente Palocci. Mantega assumiu a pasta em março de 2006.

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Fachin e Moro não devem analisar acusações da JBS contra Lula, diz defesa

Foto: Instituto Lula

Jornal GGN - A defesa de Lula protocolou na segunda (29) um recurso contra a decisão de Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que enviou ao juiz Sergio Moro, de Curitiba (PR), as acusações feitas por delatores da JBS sobre corrupção em governos petistas. O advogado Cristiano Zanin apontou, em nota à imprensa, que a delação que cita Lula não tem relação com a Lava Jato.

À Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que criou duas contas no exterior para abastecer os governos Lula e Dilma, com recursos da JBS, que teriam chegado a 150 milhões de dólares em 2014. Essas contas seriam controladas pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que é acusado de ser interlocutor da JBS junto ao BNDES e outros setores do governo. 

Pelo regimento do Supremo, Fachin pode revisar sua decisão e redistribuir o processo ou colocar o recurso da defesa de Lula em votação na 2ª Turma.

Leia mais: Porque a delação da JBS contra Dilma e Lula não pesam como a de Temer

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"Essa imprensa sabia de tudo e agora fica nessa demagogia", diz Emílio Odebrecht

Jornal GGN - Em depoimento diante do procuradores da República, em Brasília, Emílio Odebrecht, patriarca da empreiteira alvo da Lava Jato, disse que fica "incomodado" com a cobertura jornalística que parte da grande mídia faz sobre a operação, tratando com doses exageradas de "surpresa" as revelações sobre esquemas que, na verdade, são praticados no País há pelo menos 30 anos.

"O que me surpreende é quando vejo todos esses poderes, até a imprensa, todos [agindo] realmente como se fosse uma surpresa. Me incomoda isso. Não exime em nada nossa responsabilidade. Não exime em nada nossa benevolência. Não exime em nada que nós praticamente passamos a olhar isso com normalidade. Porque em 30 anos, é difícil não ver isso como nornalidade."

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O Xadrez dos economistas que inventaram a recessão

3,6% de queda do PIB em 2016 não é culpa de Dilma Rousseff. Arriscaria a dizer que nem é culpa de Michel Temer. Quem levou o país à maior recessão desde 1930 é uma subciência econômica, uma submissão atrasada a um pensamento econômico equivocado, raso, que transformou o conhecimento científico em matéria de fé, abolindo princípios básicos de uma economia de mercado.

A culpa de Dilma e Temer foi a da semi-ignorância de uma, da ignorância ampla de outro, deixando a condução do país nas mãos de técnicos e Ministros de pequena estatura, escasso conhecimento geral.

A tragédia brasileira pós-redemocratização é fruto direto da ação deletéria dos economistas brasileiros, alguns com interesses financeiros explícitos – como a geração do Plano Real -, outros com a ignorância fatal dos falsos especialistas, os que confiam cegamente em respostas de manuais, com total incapacidade de enxergar o todo.

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Dona Marisa Letícia, por Durval Ângelo

Dona Marisa Letícia

por Durval Ângelo

O tempo das verdades plurais acabou. Vivemos no tempo da mentira universal. Nunca se mentiu tanto. Vivemos na mentira, todos os dias. - José Saramago

Dia 22 de setembro de 2016. Agentes da Polícia Federal realizam mais uma prisão arbitrária, dentre as tantas da Lava Jato. Trata-se da sua 23a fase, denominada Operação Zelotes, e desta vez, o cenário do espetáculo midiático é o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Sai de lá, conduzido pelos policiais, o ex-ministro do Planejamento e da Fazenda nos governos de Lula e Dilma, Guido Mantega, que acompanhava sua esposa para uma cirurgia de tratamento de um câncer.

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Após show midiático, Guido Mantega é absolvido em inquérito na Zelotes

 
Jornal GGN - O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi excluído das acusações pela Polícia Federal no esquema da Operação Zelotes. Instaurado em 2015, Mantega virou alvo por suspeita de atuação para modificar decisões do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) a favor de uma empresa. Em maio de 2016, a imprensa mobilizou o noticiário para acusar o ex-ministro. Isento de indícios, apenas a Agência Estado publicou que Guido Mantega foi "livrado" do inquérito.
 
Mais de um ano transcorreu para que a delegada federal Rafaella Vieira Linhas Parca não encontrasse indícios de irregularidades contra Mantega no esquema. Tratava-se de uma das frentes de apurações envolvendo o Grupo Cimento Penha, que conseguiu reverter multas no valor de R$ 106 milhões em uma votação no Carf.
 
Procuradores da República e delegados da Polícia Federal iniciaram uma empreitada para acusar Mantega. A primeira das tentativas era verificar a extensão do relacionamento do ex-ministro com o empresário Victor Sandri, da Cimento Penha. 
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Lava Jato exige delação contra Mantega e Palocci para ajudar Marcelo Odebrecht

Jornal GGN - Na contramão dos argumentos de que acordos de delação premiada são feitos de maneira espontanea na Lava Jato, a Folha de S. Paulo noticiou, nesta segunda (10), que a força-tareda ameaçou não firmar acordo de delação premiada com redução de pena e regime domiciliar caso Marcelo Odebrecht não aceitasse contribuir da maneira imposta pelos procuradores.

A reportagem, que taxa o modo como Marcelo tentou se defender da série de acusações feitas pela Lava Jato como "resistência" em cooperar, aponta que ele está "melancólico" após ser forçado a admitir participação direta em crimes que ele negou ter cometido.

Chama atenção o parágrafo em que a Folha condiciona a confissão de Odebrecht ao medo de perder o acordo de delação premiada porque os procuradores não estavam satisfeitos com o que ele disse. "(...) ante a possibilidade de ver enterrada a colaboração premiada, acabou admitindo participação direta nos delitos, o que levou procuradores do Ministério Público Federal a comemorar o desfecho dos depoimentos."

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Velha mídia esconde que Lava Jato não quis delação de Eike contra PSDB

Jornal GGN - Os desdobramentos do caso Eike Batista e Guido Mantega mostram que não é apenas para a Lava Jato que eventuais doações via caixa 2 ao PSDB e outros partidos de oposição ao PT são desinteressantes. Para a imprensa hegemônica, há pouco ou nenhum espaço para registrar o que tem ficado à margem das investações.

Essa semana, o GGN revelou que Eike Batista tentou entregar aos procuradores da Lava Jato uma lista de partidos e políticos que receberam doações de suas empresas em caráter "oficial", mas também "privado" - sugerindo uso de caixa dois. A reação da Lava Jato foi esnobar a iniciativa de Eike, devolvendo a lista para um de seus advogados. Os procuradores direcionaram o empresário a levantar indícios contra o ex-ministro Guido Mantega. (Leia mais aqui)

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Moro ultrapassou o limite do aceitável até para conservadores, por André Singer

Jornal GGN - O juiz federal Sergio Moro "ultrapassou o limite do aceitável, mesmo para corações liberais e conservadores", quando mandou prender e soltar, por pressão da opinião pública, o ex-ministro Guido Mantega. Na visão do cientista político André Singer, esse episódio deveria representar um "corte" nos abusos da Lava Jato. "A opinião pública viu a face do arbítrio. Se ficar conivente com ele, prestará contas à história. Quando um processo autoritário se explicita, todo mundo sabe como começa, mas ninguém sabe como termina."

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Lula: Nova fase da Lava Jato deveria se chamar Boca de Urna

Jornal GGN - O ex-presidente Lula reagiu na manhã desta quinta (22) à nova fase da Lava Jato, chamada Arquivo X, que prendeu o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega sob a alegação de ter pedido doação eleitoral ao empresário Eike Batista. Segundo Lula, a operação deveria ser chamada de "boca de urna", porque atinge o PT às vésperas da eleição municipal.

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Moro libera Mantega de prisão para acompanhar esposa em cirurgia

 
Jornal GGN - Por ser preso em circunstâncias delicadas, quando acompanhava sua esposa em cirurgia no hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta quinta-feira (22), o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi liberado pelo juiz Sergio Moro.
 
Em despacho urgente, Moro justificou que acolheu o pedido dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para decretar a prisão temporária de Mantega e de outros investigados. Ainda que considera a "gravidade dos fatos em apuração", o magistrado do Paraná destacou a notícia de que a prisão ocorreu no momento em que o ex-ministro "acompanhava o cônjuge acometido de doença grave em cirurgia".
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Lava Jato volta a mirar Dirceu, João Santana e Mantega

 
Jornal GGN - A nova fase da Operação Lava Jato, que prendeu o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega na manhã desta quinta-feira (22), está sendo chamada de "Operação Boca de Urna" pelo PT. Apesar de trazer como principal mira um contrato da Petrobras que beneficiou empresa de Eike Batista, os investigadores restringiram as miras à Mantega, ao ex-ministro José Dirceu e ao marqueteiro do PT, João Santana.
 
Para o partido, a 34ª fase é apenas mais uma tentativa de desgastar a imagem da sigla nas vésperas das eleições municipais de 2016. "Foi uma desumanidade inaceitável", disse o presidente do PT, Rui Falcão, que se disse "revoltado" com as circunstâncias em que Mantega foi preso. O ex-ministro estava acompanhando a sua esposa no Hospital Albert Einsten para fazer uma cirurgia, em São Paulo.
 
 
Além de Mantega, a Operação intitulada Arquivo X teve como mira as empresas Mendes Júnior e OSX, do empresário Eike Batista. Em depoimento à Lava Jato, o empresário afirmou que foi pressionado a assinar um contrato falso com empresa de publicidade para repassar R$ 2,35 milhões ao PT, em 2012. Segundo ele, Mantega, que naquele ano era presidente do Conselho de Administração da Petrobras, havia pedido um repasse de $5 milhões pelo Grupo OSX à sigla.
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Lava Jato lança operação Arquivo X para atacar PT a 10 dias da eleição

Jornal GGN - A operação Lava Jato lançou mais uma fase voltada contra o PT para atrapalhar o partido às vésperas da eleição municipal, que ocorre no próximo dia 2 de outubro. Essa é a avaliação do deputado federal Paulo Pimenta, que teceu comentários sobre a Arquivo X, deflagrada na manhã desta quinta (22), pelo Twitter.

Segundo Pimenta, o juiz Sergio Moro e os "Golden Boys" - em referência aos procuradores da Lava Jato - "iniciam a operação #BocaDeUrna".

Na visão da colunista Helena Chagas, de Os Divergentes, a prisão do ex-ministro Guido Mantega - acusado de cobrar propina de Eike Batista para pagar dívida de campanha - é um "é um tiro de canhão no PT a dez dias do pleito municipal. Atrapalha também a estratégia do ex-presidente Lula, que se tornou réu do juiz Sérgio Moro nesta segunda-feira, de aproveitar a campanha dos petistas Brasil afora para fazer sua própria defesa."

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