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Henrique Meirelles

O mercadismo que quer operar acima das tensões sociais e políticas, por André Araújo

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Por André Araújo
 
 
Samuel Pêssoa virou uma espécie de guru intelectual do mercadismo radical que pretende operar acima das tensões sociais e políticas, algo hoje inteiramente fora de moda nas grandes nações pós-crise de 2008.
 
Nos EUA, catedral mundial do pensamento econômico aplicado à realidade, foi o ESTADO de corpo e alma quem salvou o mercado em 2008, salvou da crise PROVOCADA PELOS EXCESSOS DO MERCADO. 
 
Se não fosse o Tesouro dos EUA, a crise de 2008 seria infinitamente maior. Foi o Tesouro dos EUA, autorizado pelo Presidente Obama, quem sacou dinheiro de seu caixa no importe nada desprezível de US$778 bilhões dentro da autorização do programa TARP para salvar o Citigroup, a General Motors, a seguradora AIG e mais 200 outras corporações e bancos, decisão tomada de forma ultrarrápida, engenhosa, eficiente e sem pruridos ideológicos, no incêndio não se pergunta de onde vem a água e SALVOU O MERCADO. 

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Na contramão do governo, presidente do BNDES quer mudar nova taxa de juros do banco

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Paulo Rabello de Castro, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), quer mudanças na nova taxa de juros do banco, indo no sentido contrário do que a área econômica do governo de Michel Temer defende.
 
Rabello sugeriu alterações na Medida Provisória (MP) que estabelece a Taxa de Longo Prazo (TLP) para o relator da proposta, o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE). A TLP foi desenhada para substituir a Taxa de Juros de longo Prazo (TJLP), que é a atual taxa básica dos financiamento do banco.
 
“A opinião do governo, até agora, é de total a apoio à MP. Eles que alinhem o discurso deles. Até agora era uma questão única no governo. Mas agora o presidente do banco me procurou para fazer ajustes. Eu estou aguardando as considerações que ele vai enviar, e vou analisar com atenção”, disse o deputado para o jornal O Globo. 
 
Os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (Planejamento) e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn defendem a nova taxa de juros e já deram sinais de que não querem mudanças na MP.

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Para Meirelles, não há evidências de que a crise política afeta a economia

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Na tentativa de lidar com uma economia que dá poucos sinais de recuperação em meio à possibilidade do Brasil ter seu terceiro presidente em menos de dois anos, Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, repete o discurso de que a crise política não influencia na economia.
 
Durante evento do Banco do Brasil que anunciou o financiamento para a safra 2017/2018, o ministro disse que “não há evidências” de que a crise que atinge o presidente Michel Temer afete a economia. “Evidência é o que interessa na economia. Números e fatos”, afirmou. 
 
Para Meirelles, os indicadores econômicos de junho mostram crescimento, citando a produção de papel ondulado, usado pela indústria para embalar a produção e considerado um indicativo da produção fabril. 
 
“O ciclo de crescimento é para valer. Não é um crescimento artificial, baseado em uma bolha de crédito, é um crescimento sustentável”, disse o ministro. 
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Fora Meireles! O inimigo do Povo!, por Samuel Pinheiro Guimarães

Fora Meireles! O inimigo do Povo!

por Samuel Pinheiro Guimarães

O Senhor Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda, ex-presidente do Bank of Boston e durante vários anos presidente do Conselho da J e F (de Joesley), de onde saiu para ocupar o Ministério da Fazenda, procura, à frente de uma equipe de economistas de linha ultra neoliberal, implantar no Brasil, na Constituição e na legislação uma série de “reformas” para criar um ambiente favorável aos investidores, favorável ao que chamam de “Mercado”.

O Senhor Henrique Meirelles já declarou, de público, que se o Presidente Temer “sair” ele continua e todos os jornais repetem isto, com o apoio de economistas variados e empresários, como o Senhor Roberto Setúbal, presidente o Itaú.

Estas “reformas” são, na realidade, um verdadeiro retrocesso econômico e político e estão trazendo, e trarão, enorme sofrimento ao povo brasileiro e grande alegria ao “Mercado”.

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A já esperada queda nas receitas, por Paulo Kliass

do Vermelho.org

A já esperada queda nas receitas

A promessa da suposta eficiência e competência do “dream team” do financismo não resistiu a alguns meses de banho de realidade.

por Paulo Kliass

O noticiário está completamente tomado pelos sucessivos escândalos de natureza política, envolvendo os personagens mais próximos da Presidência da República. Denúncias e delações trazem para o centro do noticiário “politicial” a evidência da corrupção como prática “naturalizada” na Esplanada. São malas de dinheiro e depósitos em contas ilegais no exterior de membros do grupo portador da redenção. Os denunciados são aqueles que passaram a ocupar os postos da Esplanada, com a incumbência de tirar o Brasil do mar de lama em que estaria envolto até poucos minutos antes da definição do golpeachment.

Apesar disso, os meios de comunicação ainda oferecem alguma ou outra notícia a respeito das tentativas desesperadas da equipe econômica. Os representantes autênticos do financismo insistem em dizer que também estão “animadíssimos” com a perspectiva da superação da crise. A exemplo do chefe Temer, os ministros tentam exibir um otimismo que não se sustenta em nenhum relatório estatístico oficial e muito menos em avaliações prospectivas de curto ou médio prazos a respeito do ritmo da atividade econômica. Mas a força dos fatos faz com que os jornais agora comecem a estampar as ameaças do núcleo do governo em aumentar os impostos.  Leia mais »

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Ministro de Temer foi "estrela" em convenção da Assembleia de Deus

Foto: Marcos Santos/Diário do Pará
 
 
Jornal GGN - O ministro da Fazenda Henrique Meirelles foi "estrela" da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil na última segunda-feira (3), segundo a colunista Mônica Bergamo. O evento, que reuniu 4 mil pastores, ressalta a aproximação de Meirelles com a igreja que tem 20 milhões de seguidores e nenhuma resistência às reformas de Michel Temer.
 
Segundo Bergamo, a aproximação de Meirelles e da igreja está sendo "monitorada por dirigentes partidários". Eles "desconfiam" que o ministro está de olho em uma candidatura ao Palácio do Planalto em 2018.
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Aumento de impostos aponta para fracasso de Meirelles

Meirelles e Ilan
 
 
Para economistas Jorge Mattoso e Amir Khair, política econômica do governo Michel Temer, comandada por banqueiros e mercado financeiro, não tem fundamentos para tirar o país da crise
 
Por Eduardo Maretti
 
São Paulo – A declaração do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que na quarta-feira (28) admitiu que o governo cogita a possibilidade de aumentar impostos, é uma capitulação e o reconhecimento de que a política econômica do governo Michel Temer (PMDB-SP) está cada vez mais longe da promessa inicial de que colocaria o país nos trilhos – largamente disseminada durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff.
 
"Se Meirelles está falando em aumentar impostos, admite que o ajuste fiscal dele foi um fracasso. Que a arrecadação caiu. Vivemos uma crise tremenda na economia. O desemprego é massivo. Isso está afetando profundamente os trabalhadores. A perda de arrecadação está nos dados, a economia está paralisada, no fundo do poço", diz Jorge Mattoso, presidente da Caixa Econômica Federal no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
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Janot blinda Henrique Meirelles em denúncia contra Temer

Foto: G1

Jornal GGN - Não foi só parte da grande mídia que tratou de blindar o ministro da Fazenda Henrique Meirelles do impacto da gravação de Joesley Batista com Michel Temer, na calada de uma noite de março, no Palácio do Jaburu. A denúncia que o procurador-geral Rodrigo Janot apresentou ao Supremo Tribunal Federal não cita nenhuma linha do que Joesley demandou de Temer em relação a "Henrique", seu antigo colega de Grupo J&F.

Janot apenas informou ao Supremo que a Polícia Federal solicitou o desmembramento da investigação no Cade e que o caso seria enviado à Procuradoria da República no Distrito Federal para averiguação. Isso porque funcionários interrogados pela PF admitiram que foram procuradores por Rodrigo Rocha Loures para discutir uma disputa que envolvia Petrobras e a empresa EPE, do grupo J&F, em torno da compra de gás boliviano. Mas negaram que tenham interferido na questão, já que a Petrobras decidiu refazer o contrato e atender as exigências da EPE.

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Fazenda vê risco de rombo ainda maior nas contas para salvar Temer

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente Michel Temer (à dir.)Sérgio Lima/Poder360

do Poder360

Fazenda vê risco de rombo ainda maior nas contas para salvar Temer

Presidente distribui bondades para manter apoio no Congresso

por Leila Coimbra e Jamile Racanicci

Capitaneada pelo ministro Henrique Meirelles (Fazenda), a área econômica do governo vê com ceticismo o efeito no Orçamento causado pelo enfraquecimento de Michel Temer. O Tesouro prevê 1 rombo de R$ 139 bilhões neste ano. Mas está difícil conseguir essa meta, por mais deficitária que seja.

O presidente se mantém no cargo após absolvição do TSE mas, para conseguir manter o apoio no Congresso, o governo distribui benesses. Eis uma tabela com as “bondades”:

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A missão destruidora de Meirelles e Goldfajn, por Paulo Kliass

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Foto: Beto Barata/PR

Da Carta Maior

Enquanto isso, na sala de juros...
 
Contando com atores estratégicos, os usurpadores lograram êxito em seu plano de sabotagem da ordem constitucional.
 
por Paulo Kliass
 
Passado mais de um ano desde que Dilma Roussef foi afastada do exercício da Presidência da República de forma casuística, o balanço do período em que o vice passou a ocupar as funções no Palácio Planalto pode ser qualificado como bastante trágico. A crise política, econômica, social e institucional aprofundou-se de maneira impressionante.
 
O principal argumento utilizado pelos setores do financismo, como tentativa de justificativa para o golpeachment, era a suposta incapacidade da equipe que vencera as eleições em outubro de 2014. Dessa forma, todos os problemas do Brasil seriam resolvidos, da noite para o dia, apenas com a saída da Presidenta. De acordo com tal raciocínio carregado de oportunismo, pouco importa o rito democrático e o respeito à institucionalidade da ordem republicana.

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Meirelles e Nogueira defendem governo Temer em evento da Indústria


Foto: Sérgio Lima/Poder 360 
 
Jornal GGN - "O Brasil de amanhã será muito melhor do que o de hoje por causa dessas medidas corajosas que o presidente encaminhou", disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em plena crise política que desaba o governo de Michel Temer. 
 
A fala ocorreu durante o 89º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), nesta sexta-feira (26). No mesmo evento, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que seu "cenário base" e sua "hipótese de trabalho" é de "continuidade do governo Temer".
 
Ambos defenderam a economia e as propostas enviadas pelo mandatário ao Congresso. "Temos de enfatizar a grande capacidade de o nosso país superar dificuldades. O Brasil é um país com um mar de potencialidades e tem condições de ser protagonista do desenvolvimento mundial", disse o ministro Nogueira, em seu discurso.
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Meirelles e a profecia do caos, por Tatiana Carlotti

Tatiana Carlotti
Foto: Reprodução

Por Tatiana Carlotti
 
 

É cada vez mais explícito, dentro do governo Temer, o abismo que separa os interesses do capital e os da população brasileira. A diferença de tratamento também: aos investidores, especuladores, CEOs, injeções de tranquilidade e a promessa “as reformas irão passar”; à população nas ruas, bombas, porretes, detenções.

Na última semana, enquanto Michel Temer frustrava o país ao bradar “eu não renunciarei”; Henrique Meirelles, o todo poderoso ministro da Fazenda, garantia que, “independentemente de qualquer coisa”, “as reformas sairão” e a “agenda econômica será idêntica”.

Meirelles tenta “tranquilizar o mercado”, “minimizar os ricos”, em suma: fazer com que a crise política e a pressão popular não prejudiquem a agenda de austeridade econômica. Com a catilinária neoliberal na ponta da língua, o ministro não menciona os 10% de aprovação do governo Temer, tampouco sua responsabilidade no irrisório índice.

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Xadrez da volta do maior estadista, o senhor Crise

Peça 1 – a última cartada de Temer

A tentativa de colocar na cena o fator militar foi o último blefe de Michel Temer. A reação imediata de um oficial legalista, o respeitado general Villas Boas Correa, de parlamentares, de porta-vozes responsáveis da sociedade civil, abortou a tentativa de aprofundamento da crise política, impedindo o Brasil se reeditar o Panamá de Rafael Noriega.

O que se tem, é simples. No comando, um governo reconhecidamente corrupto, comprando parlamentares para aprovar um conjunto de medidas que afeta direitos de trabalhadores e contribuintes. Esse é o combustível maior da indignação que começa a se generalizar no país.

Nas próximas semanas, há a possibilidade de duas delações definitivas.

 

Uma, do deputado Rodrigo Loures (PMDB-PR), o homem da mala de R$ 500 mil. Pelas informações que circulam, é pessoa de pouca resistência emocional que apresentou à própria PF a prova definitiva: a sacola e os R$ 500 mil recebidos de Joesley Bastista, depois da reunião sugerida por Temer.

O segundo, Eduardo Cunha. A extrema simpatia de Sérgio Moro em relação à senhora Cunha tem duas explicações: ou é o fascínio que acomete os membros da Lava Jato paranaense ante qualquer celebridade (ela já foi locutora e repórter da Rede Globo) ou estratégia de negociação com Cunha.

Não menospreze o provincianismo do grupo curitibano da Lava Jato. O deslumbramento explica muitas de suas atitudes.

O que interessa para a nossa analise é que qualquer uma das delações terá o poder de jogar definitivamente Temer – e seu grupo – atrás das grades. Ou seja, a presidência já é baixa contábil. O que se discute é se irão para trás das grades ou não.

 Esse fator explica a resistência de Temer a qualquer tentativa de desalojá-lo. Outros grampos com Loures já abriram as portas para um dos esquemas mais notórios de corrupção de Temer, no porto de Santos (https://goo.gl/esbqH6).

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Meirelles, da J&F, no golpe dentro do golpe

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Do Blog de Marcelo Auler

Meirelles, da J&F, no golpe dentro do golpe

Equipe de Comunicação do SOS BRASIL SOBERANO*

O “golpe dentro do golpe” é entregar, em uma eleição indireta, a Presidência do país a Henrique Meirelles, representante histórico dos interesses do capital financeiro internacional e ex-executivo da própria J&F, como querem vários grupos empresariais e alguns políticos.
 
Ele parece ter credenciais melhores do que as de Michel Temer para fazer as reformas ultraliberais do projeto derrotado nas urnas – e que motivaram a derrubada da presidenta eleita, Dilma Rousseff. Pelo menos na avaliação dos atores que deflagraram o ataque recente ao governo Temer, uma articulação que uniu Grupo Globo, J&F (dono da JBS) e Procuradoria Geral da República.

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Para Meirelles, reforma da Previdência será aprovada mesmo sem Temer

 
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Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - A crise política deflagrada na semana passada em razão da revelação da delação de Joesley Batista, do grupo JBS, vai atrasar o cronograma de votação da reforma da Previdência, afirmou o ministro da Fazenda Henrique Meirelles.
 
Entretanto, Meirelles disse crer na aprovação da reforma mesmo se o presidente Michel Temer deixar o poder. 
 
Nesta segunda-feira (22), o ministro realizou conferência por telefone com investidores em evento organizado pelo banco JPMorgan. Ele disse que, mesmo com uma eventual saída de Temer, ele não acha que uma oposição contrária às reformas irá assumir o poder e alterar a política econômica. 

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