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Henrique Meirelles

Governador frouxo e cede ao Governo ideológico, por J. Carlos de Assis

Reprodução NBR

Governador frouxo e ignorante cede ao Governo ideológico

por J. Carlos de Assis

A política fluminense perdeu a honra há décadas, muito antes que Sérgio Cabral decidiu levá-la ao mais baixo nível de degradação, mas foi à margem da questão de corrupção que apareceu a figura patética de um governador que juntou incompetência, estupidez e desinformação para conduzir o Estado na maior crise de sua história. O governador Pezão  humilha o Rio de Janeiro ao fazer um acordo absolutamente vergonhoso, subalterno e infame com o Governo federal, deixando-se escravizar pela figura menor de Henrique Meirelles.

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Henrique Meirelles e o Consenso de Washington, por Samuel Pinheiro Guimarães

Henrique Meirelles e o Consenso de Washington

por Samuel Pinheiro Guimarães

O programa econômico do Senhor Henrique Meirelles, atual Ministro da Fazenda; ex-Presidente do BankBoston entre 1996 e 1999 e do FleetBoston Financial; ex-Presidente do Banco Central de 2003 a 2010, e, entre 2012 e 2016, Presidente do  Conselho de Administração da holding J&F, de Joesley Batista, é o Programa do Mercado.

É o programa desejado com ardor (e promovido com recursos) pelos banqueiros, rentistas, grandes empresários comerciais e industriais, grandes proprietários rurais, donos de grandes órgãos de comunicação, gestores de grandes fortunas, executivos de grandes empresas e seus representantes no Congresso.

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Xadrez do fator é a economia, estúpido!, por Luís Nassif

Peça 1 - a desinformação como regra

Em qualquer análise que se faça sobre o jogo político brasileiro, os movimentos das corporações, o comportamento da mídia, deve-se partir do pressuposto básico: trata-se de um país essencialmente mal informado. E, como tal, sem os instrumentos democráticos básicos para acertos de rumo na economia, na política, no social.

O meio campo entre a opinião pública e as instituições é feito pela imprensa. Com a redemocratização, grupos de mídia se viram dotados de um poder político inédito na história do país. E acabaram assumindo uma linha sensacionalista que começou com campanha do impeachment de Collor e nunca mais se desgrudou dos jornais.  

O próprio modelo de mídia, concentrado em poucas famílias de baixo nível intelectual, acentuou ainda mais a mediocrização – isto é, a identificação do jornalismo com o cidadão médio.

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A receita de Meirelles para liquidar a economia brasileira e viabilizar as privatizações, por J. Carlos de Assis

A receita de Meirelles para liquidar a economia brasileira e viabilizar as privatizações

por J. Carlos de Assis

Não há a mais remota possibilidade de reverter a  depressão econômica brasileira com aumento de impostos e restrição aos gastos públicos. No entanto, insiste-se com essa estupidez. Estamos, inequivocamente, numa depressão, medida tanto pela contração do PIB – cerca de 9% em três anos – quanto pelo alto desemprego – cerca de 14% da população ativa, sem considerar o subemprego. Por que então o governo de Meirelles insiste em cortar gastos públicos e se revela inteiramente indiferente ao drama do desemprego?

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Temer e seu nó fiscal, por Paulo Kliass

na Carta Maior

Temer e seu nó fiscal

Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade

por Paulo Kliass

As últimas semanas têm sido marcadas por um verdadeiro movimento de vai-e-vem nas declarações oficiais relativas ao imbróglio fiscal que avassala nosso País. Porém, é forçoso reconhecer que essa onda de hesitação em assumir o inevitável é bastante compreensível. Afinal, a narrativa dos defensores do financismo sempre assegurou amplamente que a solução era simples. Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade.

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Mais uma rodada da conta do golpe sendo paga, por Luis Felipe Miguel

Foto Tijolaço

Mais uma rodada da conta do golpe sendo paga

por Luis Felipe Miguel

O "Estado inchado" é outra das tantas mentiras que, repetidas à exaustão, ganham foros de verdade no Brasil. Os dados mostram que, em comparação com outros países, o funcionalismo público brasileiro é pequeno e a carga tributária é pequena. Apesar dos casos aberrantes amplamente divulgados pela mídia, até mesmo o salário médio do funcionalismo público é pequeno.

O que há são distorções: inchaços localizados da máquina administrativa quando há carências grandes de pessoal em muitos outros lugares, juízes com vencimentos nababescos, uma carga tributária que é muito maior para os pobres do que para os ricos (a porção da renda familiar que é consumida em tributos pelas famílias que ganham mais de 30 salários mínimos mensais é praticamente a metade daquela das famílias com renda de até dois salários mínimos).

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Governo eleva para R$ 159 bilhões metas de déficit primário de 2017 e 2018

O ministro Henrique Meirelles anuncia novas metas fiscais para 2017 e 2018 Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

da Agência Brasil

Governo eleva para R$ 159 bilhões metas de déficit primário de 2017 e 2018

Wellton Máximo e Mariana Branco – Repórteres da Agência Brasil*

Com as frustrações de receitas, o governo anunciou ontem (15) o aumento da meta de déficit fiscal do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) para R$ 159 bilhões este ano. A meta para o próximo ano também foi revista para R$ 159 bilhões.

O déficit primário é o resultado das despesas maiores que as receitas, sem considerar os gastos com juros da dívida pública. O anúncio foi feito há pouco pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira.

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A chantagem de Meirelles na manipulação da dívida, por J. Carlos de Assis

A chantagem de Meirelles na manipulação da dívida

por J. Carlos de Assis

Henrique Meirelles é um chantagista. Não tem a menor intenção de promover equilíbrio das contas públicas no país. Está simplesmente chantageando os brasileiros, pobres e ricos, com propostas diversionistas. Enquanto houver um déficit – por exemplo, os R$ 159 bilhões que acabou de anunciar – o Governo tem desculpa para cortar gastos públicos essenciais, massacrar salários e promover mais uma rodada de privatizações - dessa vez as joias da coroa do setor energético, as grandes hidrelétricas do Nordeste e do Sudeste.

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Déficit Bom e Déficit Mau na conta de Meirelles, por Roberto Requião

Déficit Bom e Déficit Mau na conta de Meirelles

por Roberto Requião

O atual Governo diz apoiar-se firmemente no princípio da austeridade fiscal. Em sua retórica o equilíbrio fiscal é uma regra sagrada, essencial para que fique assegurada a confiança do mercado na recuperação da economia e na retomada do crescimento. Em nome da austeridade o país está comprometido a fazer a maior violência fiscal de toda a história, a saber, o congelamento dos gastos públicos em termos reais para os próximos 20 anos, na forma cristalizada na Emenda Constitucional 95.

Austeridade, no dicionário de Meirelles, se confunde com equilíbrio orçamentário. Contudo, não obstante o compromisso com a chamada austeridade, o Governo anunciou recentemente um déficit orçamentário da ordem de R$ 139 bilhões só neste ano, com promessa de novo déficit, este de R$ 129 bilhões, para o ano que vem. O que está havendo com a chamada austeridade fiscal? Como explicar que o Governo tenha rompido o pacto de confiança que fez com o mercado, com os jornalões e com a TV Globo, com risco de que todos percam credibilidade no mercado?

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Temer faz reunião por aprovação da reforma da Previdência

Foto Valter Campanato/Agência Brasil

Jornal GGN – O domingo foi de trabalho para Michel Temer. Ele reuniu Rodrigo Maia, Eunício Oliveira, Henrique Meirelles, Anônio Imbassahy e Moreira Franco para discutir a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287, que trata da reforma da Previdência. Juntando os presidentes das duas Casas, o ministro da Fazenda e os detentores das pastas Secretaria de Governo e Secretaria-Geral da Presidência, Temer tenta delinear os próximos passos para conseguir a aprovação da PEC.

Para conseguir a aprovação da reforma da Previdência, 308 deputados, dos 513, deverão dar seu voto a favor. Os governistas acreditam ser agora o tempo de reorganizar a base para perseguir este quórum, que consideram alto.

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Deputado pede que Meirelles seja investigado pelo recebimento "irregular" de R$ 50 milhões

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O líder do PT na Câmara Carlos Zarattini aproveitou o discurso no plenário nesta quarta (2), dia em que a denúncia contra Michel Temer será votada, para cobrar explicações de Henrique Meirelles sobre o recebimento de R$ 217 milhões por sua empresa de consultoria a megaempresas, incluindo a holding da JBS. 
 
Reportagem do BuzzFeed mostrou que Meirelles, poucos meses antes de ser nomeado ministro da Fazenda do governo Temer, recebeu boa parte dos lucros da consultoria em uma conta no exterior. Outros R$ 50 milhões foram pagos quando ele já era titular da Pasta. Isso, na visão de Zarattini, é "irregular".
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O fracasso de Meirelles, por Paulo Kliass

Foto El Pais

da Carta Maior

O fracasso de Meirelles

Em julho de 2016, ele garantia que bastaram dois meses sob nova direção para que a fadinha das expectativas operasse para tirar o Brasil da depressão

por Paulo Kliass

A data de sua nomeação ocorreu há quase 15 meses, em 12 de maio de 2016. O mais longevo presidente do Banco Central do Brasil acabava de marcar seu retorno ao setor público federal. A ironia da História não tem perdão. Aquele por quem Lula tanto batalhou para que ocupasse o mesmo posto no governo Dilma, então retornava ao comando da política econômica pelas mãos de Temer. Para tanto, Henrique Meirelles pediria afastamento de suas funções como presidente do conselho da J&F para assumir a cadeira no Ministério da Fazenda.
 
As forças vinculadas ao financismo e seus representantes cuidadosamente instalados nas redações dos principais meios de comunicação mal conseguiam conter seu entusiasmo. Afinal, um verdadeiro “dream team” estava se apossando dos postos estratégicos para os assuntos de economia. Um banqueiro com vasta folha de serviços prestados ao capital financeiro internacional como ministro e outo banqueiro com reconhecida experiência na defesa do financismo tupiniquim no Banco Central. Perfeito! Leia mais »

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Temer e a equipe econômica dos sonhos dos banqueiros, por Marcio Pochmann

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Foto: Beto Barata/PR

Da Rede Brasil Atual

 
Ao mesmo tempo em que se cortam direitos sociais e trabalhistas, a despesa pública aumenta mais do que a receita, com o pagamento dos juros do endividamento seguindo praticamente intocável
 
por Marcio Pochmann
 
O rumo atual da economia brasileira revela o novo normal da reprodução capitalista assentado na substituição dos ganhos de produtividade pela rentabilidade financeira. Em geral, o processo de acumulação de capital encontra-se associado à capacidade de produzir cada vez mais bens e serviços com menos custos desde que acompanhada de sua respectiva demanda. 
 
Em virtude disso, o conceito de mais valia tenderia a revelar a parcela empresarial retida do valor total da produção expresso pela presença do trabalho humano. Também apontaria a contradição intrínseca do sistema, uma vez que o crescimento da mais valia capitalista motivaria o desenvolvimento das forças produtivas, ainda que desacompanhado das condições necessárias para a sua realização através do consumo em bases nacionais.
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Auditoria do TCU quer que Mansueto Almeida devolva R$ 847 mil de bolsas de doutorado

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), realizada a pedido do MEC, pede que Mansueto Almeida, Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, devolva R$ 847 mil aos cofres públicos.
 
Segundo matéria do Buzfeed, entre os anos de 1997 e 2001, Mansueto recebeu US$ 169 mil para realizar um doutorado em políticas públicas no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Entretanto, ele não concluiu seu trabalho. 
 
O assessor de Henrique Meirelles afirma que teve problemas que acabaram adiando o término e a defesa de sua tese. Ao TCU, ele disse que ainda tentava terminar o trabalho em 2012, mas afirmou que  orientadora no doutorado teve problemas de saúde e que estava com uma agenda extensa no IPEA, onde trabalha. 

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Meirelles lucrou R$ 217 milhões com consultoria em 2016

JBS está entre os clientes que pagaram pelos serviços da empresa de consultoria do Ministro da Fazenda de Temer
 
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A empresa de consultoria do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, lucrou R$ 217 milhões em 2016. As informações foram divulgadas neste sábado com exclusividade pelo BuzzFedd, obtidas com documentos públicos produzidos pela própria empresa de Meirelles, registrados na Junta Comercial de São Paulo.
 
Do valor total, R$ 167 milhões foram pagos três meses antes de Meirelles assumir a Fazenda - a maior parte em contas fora do país. O site aponta ainda que R$ 50 foram recebidos em setembro, quando já estava no cargo e, entre os pagadores, está o dono da JBS, Joesley Batista. 
 
O BuzzFeed relata também que “as movimentações milionárias do ministro da Fazenda começam em 1º de fevereiro de 2016. Naquele momento, o processo de impeachment contra Dilma Rousseff já avançava e não era segredo para ninguém que Henrique Meirelles era o favorito para assumir o Ministério da Fazenda, caso Michel Temer virasse presidente. Naquele dia, às 17h, uma reunião na empresa de Meirelles, no edifício Bachianas, na região de Alto de Pinheiros, área nobre de São Paulo, tratou da distribuição dos lucros de 2015. A economia do país teve uma forte queda em 2015, mas para Meirelles foi um período de prosperidade: lucro de R$ 215 milhões.”
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