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Lava Jato será denunciada por tentativa de intimidar defesa de Lula

Advogados prometem alardear nos órgãos nacionais e internacionais a perseguição a Roberto Teixeira pelo MPF em Curitiba

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - A defesa de Lula promete denunciar aos órgãos nacionais e internacionais a tentativa de intimidação encampada pela Lava Jato em ação penal em que o ex-presidente é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht. Isso porque, mesmo contra depoimentos colhidos na frente do juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal insiste em dizer que o advogado Roberto Teixeira ajudou a lavar dinheiro de esquema de corrupção na Petrobras ao prestar consultoria na negociação de imóveis.

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Testemunhas da Odebrecht negam pagamento de propina a Lula por meio de imóvel

Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Testemunhas da Odebrecht ouvidas pelo juiz Sergio Moro na terça (7) negaram que a compra de um imóvel para o Instituto Lula pela empreiteira tenha ocorrido com dinheiro de propina e também confirmaram que o ex-presidente nunca utilizou o espaço, derrubando a tese da Lava Jato de que este é mais um caso de favorecimento indevido a Lula. É o que aponta nota assinada pelo advogado Cristiano Zanin à imprensa.
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TRF-4 atende Lula e manda Moro refazer depoimentos da Odebrecht

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) atendeu parcialmente um pedido da defesa de Lula e determinou que audiências que ocorreram na Vara Federal conduzida por Sergio Moro, nesta segunda (5), sejam refeitos. Isso porque a força-tarefa da Lava Jato só informou poucas horas antes do início das oitivas que havia anexado mídias e delações premiadas à ação penal em que Lula é acusado de receber propina da Odebrecht. Como Moro negou adiar as audiências para que os advogados pudessem analisar esses documentos, foi preciso recorrer ao TRF-4.
 
De acordo com informações do DCM, o desembargador João Pedro Gebran Neto explicou que não tomou a decisão antes das 14h, horário em que as audiências foram realizadas, porque o processo só foi distribuído para ele às 13h22 do dia 5. Já que as oitivas ocorreram, o juiz mandou repetir "o ato (depoimentos) após as defesas tomarem conhecimento do conteúdo integral das mídias anexadas”, fixando o prazo de três dias para que os advogados tomem conhecimento do que foi anexado.
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TRF-1 derruba paralisação do Instituto Lula e diz que não havia motivos

 
Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
 
Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 1ª Região liberou a continuidade das atividades do Instituto Lula, derrubando a decisão da Justiça Federal de Brasília, nesta terça-feira (16). Os trabalhos da instituição foram barrados por determinação do juiz de primeira instância, Ricardo Augusto Soares Leite, no dia 5 de maio, sem que os próprios investigadores tivessem pedido.
 
Os procuradores da República não solicitaram, mas o juiz que é substituto da 10ª Vara Federal de Brasília decidiu, por conta própria, paralisar as atividades do Instituto Lula, no início do mês. A decisão foi desfeita pela segunda instância, nesta semana.
 
O desembargador do TRF-1, Néviton Guedes, atendeu a um pedido liminar da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Instituto, analisando que o Instituto é uma empresa e não pode ser atingida por uma investigação que tem como alvos pessoas físicas, no caso o ex-presidente. Além disso, o desembargador entendeu que não havia qualquer fato novo que justificasse a medida.
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Juiz que suspendeu Instituto Lula usou Youtube e cometeu erros na decisão

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula entrou com um recurso no Tribunal Regional Federal da 1ª Região contra a decisão do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, que determinou a suspensão do Instituto Lula. No recurso, a defesa do petista mostra que o magistrado usou informações alheia ao seu processo, como vídeos do Youtube, delações e depoimentos de ação penal que corre em Curitiba, além de ter cometido erros factuais.

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Instituto Lula fechado, democratas cercados em Curitiba: um AI-5 em câmera lenta ameaça o Brasil, por Rodrigo Vianna

 

do Escrevinhador / Revista Fórum

Instituto Lula fechado, democratas cercados em Curitiba: um AI-5 em câmera lenta ameaça o Brasil

por Rodrigo Vianna

A decisão do juiz de Brasília, que mandou fechar o Instituto Lula, mostra que o arbítrio avança rapidamente (clique aqui pra saber mais). A decisão vem às vésperas do depoimento de Lula em Curitiba, onde outras decisões de juízes de primeira instância já indicavam que estamos em pleno regime autoritário de corte jurídico-midiático: uma juíza (ligada aos fascistas do MBL) proibiu manifestações na capital do Paraná; outro (Moro) quer impedir Lula de gravar o depoimento, em clara afronta ao que diz o Código de Processo Civil.

Em 1968, quando os militares decidiram aprofundar a ditadura com o AI-5 (que fechava o Congresso, impedia habeas corpus e dava poderes absolutos aos fardados), um civil que apoiava o regime se colocou contra a medida: era o vice presidente (e jurista) Pedro Aleixo. Ele disse: “o meu medo não é o presidente abusar da autoridade; o meu medo é o guarda da esquina”.

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O que a grande mídia escondeu do depoimento de Bumlai sobre Marisa Letícia

Fotos: Instituto Lula

Jornal GGN - Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Lula, que faleceu em fevereiro passado em decorrência de um AVC, foi destaque na home de três grandes jornais, nesta terça (9), por ter sido citada no depoimento de José Carlos Bumlai ao juiz Sergio Moro. Estadão, Folha e O Globo salientaram que a ex-primeira-dama pediu "ajuda" a Bumlai para adquirir a primeira sede do Instituto Lula e esconderam a principal frase do pecuarista sobre o episódio: "Não era sobre dinheiro [o pedido de ajuda], era sobre como fazer o Instituto à cópia do Instituto Fernando Henrique Cardoso."

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Moro agenda até 15 depoimentos por dia após rixa com defesa de Lula

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - Após discutir com a defesa de Lula, nos autos do processo em que o petista é acusado de receber propina da Odebrecht, por não concordar com a seleção de 87 testemunhas, o juiz Sergio Moro decidiu começar a agendar os depoimentos, escalando até 15 por dia, segundo reportagem de O Globo.

"O juiz Sergio Moro marcou até 15 audiências num único dia para acelerar as oitivas das 87 testemunhas de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo em que ele é acusado por ter recebido vantagens da Odebrecht - as compras de uma cobertura vizinha à da família, em São Bernardo do Campo, que está em nome de terceiros, e de um imóvel em Indianópolis, que seria destinado à sede do Instituto Lula mas que a entidade não usou", publicou o jornal, nesta terça (9).

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Moro obriga Lula a presenciar 87 depoimentos pelo número "exagerado" de testemunhas

"Já que este julgador terá que ouvir 87 testemunhas da defesa de Lula, além de dezenas de outras, embora em menor número arroladas pelos demais acusados, fica consignado que será exigida a presença do acusado (...) a fim prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas", disse Moro
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro determinou, na segunda (17), que o ex-presidente Lula será obrigado a estar presente na oitiva de 87 testemunhas arroladas por sua própria defesa até agora, no processo em que o petista é acusado de receber vantagens indevidas da Odebrecht - envolvendo apartamento em São Bernardo do Campo e um terreno para o Instituto Lula. O julgamento se dá em Curitiba e a defesa alega que, assim, Moro quer prejudicar a agenda política de Lula.
 
No despacho, Moro deixa claro que achou o convite a 87 testemunhas "bastante exagerado" e "absolutamente desnecessário" e, como ele será obrigado a ouvir a todos para evitar criticas sobre "cerceamento de defesa", então Lula também deverá estar presente. Com isso, o magistrado avalia que os advogados de Lula vão repensar o volume de testemunhas e cortar todas que seriam irrelevantes.
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"Estou há três anos esperando provas contra mim", diz Lula

Jornal GGN - "Eu duvido que tenha um empresário neste país - qualquer que seja, daqueles que estão presos, daqueles que estão livres - que possam dizer, em alto e bom som, que um dia o ex-presidente Lula pediu cinco centavos ou dez centavos para eles", afirmou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em vídeo de resposta sobre as acusações de recebeu cerca de R$ 13 milhões por meio do Instituto Lula da empreiteira Odebrecht.
 
"Eu estou há três anos ouvindo falar o meu nome, eu estou ouvindo vazamentos todo santo dia, toda santa hora, que fulano vai dizer que fulano vai contar que ciclano vai denunciar. Eu estou há três anos esperando [provas contra]", afirmou Lula.
 
Também em nota oficial, a assessoria de imprensa do Instituto Lula reafirmou que a "verdade cristalina" é que "após dois anos de investigações, buscas e apreensões, quebras de sigilos bancário, fiscal, telefônico e de e-mails, e depois de ouvir mais de 70 testemunhas, os acusadores de Lula não encontraram uma prova sequer das falsas denúncias que fizeram".
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Crime de Eduardo Guimarães foi informar Lula sobre ação da PF, aponta Moro

Sergio Moro decidiu que questão sobre sigilo da fonte do jornalista é secundária. O que importa é saber se Blog da Cidadania ajudou a equipe de Lula a destruir provas, aponta
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro revelou, nesta quinta-feira (23), que a polêmica ação da Lava Jato contra o blogueiro Eduardo Guimarães tem no debate sobre o sigilo da fonte jornalística uma questão completamente secundária. 
 
A Polícia Federal não bateu na porta da casa do editor do Blog da Cidadania, às seis da manhã do dia 21, para saber quem vazou a ele a informação de que o Instituto Lula seria alvo de busca e apreensão e o próprio ex-presidente, de condução coercitiva e quebra de sigilo fiscal.
 
O que a força-tarefa tenta, dessa vez, é construir a narrativa de que a PF não encontrou "provas cabais" contra Lula na operação Aletheia porque o blogueiro avisou os investigados, o que teria viabilizado a destruição de evidências. 
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Procuradoria dá aval ao trancamento de ação sobre acervo de Lula

 
Jornal GGN - É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha desta quarta (15), que a Procuradoria Geral da República opinou pelo trancamento da ação penal em que Lula e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, são acusados de lavar R$ 1,3 milhão recebidos da OAS para custeio da manutenção do acervo presidencial.
 
Segundo a jornalista, o Ministério Público Federal "deu parecer favorável ao trancamento da ação penal contra Paulo Okamotto" e a decisão se estende a Lula e a Leo Pinheiro, da OAS. "O MPF endossou os argumentos do advogado Fernando Fernandes, de que os objetos são de interesse público e que portanto não seria crime o armazenamento deles ter sido pago pela OAS."
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Sequestro de apartamento: oficial tentou cumprir ordem de Moro durante luto de Lula

Ordem para sequestro se deu em 19 de dezembro de 2016, mas oficial de Justiça só tentou cumprir em fevereiro, três dias após a morte de Marisa Letícia

Jornal GGN - Um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo do Campo (SP), foi sequestrado no dia 10 de fevereiro a mando do juiz Sergio Moro, responsável pela ação penal em que o ex-presidente é acusado de receber vantagens indevidas da Odebrecht por meio deste imóvel e de um terreno que seria destinado ao Instituto Lula.

Segundo reportagem do Estadão, a ordem de sequestro foi assinada por Moro em 19 de dezembro de 2016, no mesmo dia em que Lula virou réu pela segunda vez nas mãos do juiz de Curitiba - e quinta vez, se somadas as ações que correm em Brasília (uma da Lava Jato por obstrução de Justiça, e duas das operações Janus e Zelotes, por tráfico de influência e venda de medida provisória).

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FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou uma lei que regulamenta a manutenção do acervo presidencial, considerado de "interesse público do Brasil" (Foto: Instituto FHC)

do Lula.com.br

FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

Em depoimento em Curitiba, ex-presidente do PSDB explica como funciona a manutenção do acervo presidencial e recebe por três vezes pedidos de desculpas do juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso depôs nesta quinta-feira (9) para o juiz de primeira instância Sérgio Moro na ação penal que a Lava Jato move contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. Fernando Henrique, elencado como testemunha de defesa, depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de "objetos pessoais" de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.

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Defesa denuncia inquérito oculto e relâmpago da Polícia Federal contra Lula

Jornal GGN - A defesa de Lula protocolou, na quinta (26), a defesa referente à acusação do Ministério Público Federal sobre pagamento de vantagem indevida pela Odebrecht na forma de um terreno para construção do Instituto Lula e a compra de apartamento vizinho ao que o ex-presidente habita em São Bernardo do Campo (SP). 

Ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, os advogados de Lula apontaram que a denúncia não tem "respaldo mínimo que lastreie" o processo, além de ter sido feita com base em um inquérito policial que tramitou de maneira oculta e em tempo recorde, sem nenhuma isenção.

Em nota à imprensa, a defesa observou que Lula era alvo de dois inquéritos da Polícia Federal de maneira oculta durante pelo menos oito meses. Os inquéritos 290/2016 e 1034/2016 foram instaurados em 15 de março de 2016 e a defesa só foi tomar conhecimento em 29 de novembro de 2016, quando a "data em que a autoridade policial expediu ofício requerendo esclarecimentos de Lula sobre a questão."

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