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A morte de Paulo Nogueira e o desrespeito aos jornalistas mais experientes, por Sidney Rezende

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Foto: Reprodução

Do SRZD

A morte de Paulo Nogueira e o desrespeito aos jornalistas mais experientes

A morte do jornalista Paulo Nogueira, 61 anos, do Diário do Centro do Mundo (DCM), vítima de um câncer severo; a decisão de Mino Carta, 83 anos, da Carta Capital, em não mais escrever editoriais em sua revista; e o afastamento definitivo por decisão da EBC de profissionais da qualidade de Luiz Nassif, Albino Castro, Tereza Cruvinel e Emir Sader são provas do empobrecimento do jornalismo brasileiro e atraso do país. Perdemos todos. O pluralismo é a melhor ferramenta para se alcançar a isenção que tanto precisamos.

Neste vídeo, eu convido você a não aceitar esta política de ódio que tenta calar vozes de todas as linhagens ideológicas. De Jânio de Freitas, de 85 anos, a Reinaldo Azevedo, de 55. O contraditório é a base da reflexão democrática.

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Barão de Itararé abre inscrições para 3º Encontro de Blogueir@s

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Foto: Divulgação

Jornal GGN - Estão abertas as inscrições para o 3º Encontro Estadual de Blogueir@s e Atividades Digitais de São Paulo, organizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. O evento vai ocorrer nos dias 9 e 10 de junho no Sindisep, no centro da capital paulista.

O encontro vai debater temas como liberdade de expressão em tempos de exceção, a blogosfera na América Latina e a mulher na mídia, além de oficinas de fotografia e comunicação nas redes. Entre os participantes confirmados, estão a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) e os jornalistas Maria Ines Nassif, Laura Capriglione e Eduardo Guimarães.

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Erramos: um debate sobre os deslizes jornalísticos

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Foto: Iuri Barcelos/Agência Pública

Da Agência Pública

Ombudsman da Folha e editor do Nexo são entrevistados 72 horas após a revelação da conversa pouco republicana entre Temer e o empresário Joesley Batista. No centro do debate: quando o jornalismo erra

Setenta e duas horas após a revelação do site do jornal O Globo que noticiou uma conversa pouco republicana entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, da JBS, o repórter da Pública Lucas Ferraz se reunia com a ombudsman da Folha de S.Paulo, Paula Cesarino, e o editor do Nexo, João Paulo Charleaux, para uma entrevista no quente dos acontecimentos que convulsionou o país.

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Fotógrafo foi ameaçado por PM com arma de fogo durante protesto

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Foto:Joedson Alves/Agência EFE

Do Comunique-se

Os fotógrafos André Coelho e Joedson Alves, do jornal O Globo e da agência EFE, respectivamente, foram alvos de violência da polícia durante manifestação realizada na quarta-feira, 24, em Brasília. Em reportagem para o site do jornal global, o profissional narrou em primeira pessoa como foi ameaçado por um policial que carregava arma de fogo em punho.

Segundo relato do repórter, ele está acostumado a acompanhar manifestações. Na ocasião, ele estava na cobertura com equipamento de segurança que inclui máscara e capacete. “Desde os primeiros momentos havia um clima de que o ato poderia desandar. Mas não imaginava que descambaria para o vandalismo, nem que a Polícia Militar perderia o controle. E que seria ao mesmo tempo testemunha e vítima”, disse.

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Aécio e o aeroporto de Cláudio: no fim, o jornalismo venceu

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da Agência Pública

 
por Lucas Ferraz

O jornalista Lucas Ferraz, que revelou o caso do aeroporto de Cláudio, descreve a campanha mentirosa contra a reportagem; grampos do processo contra Aécio Neves no STF mostram que a pista continua sob o controle do político

Os lances da derrocada de Aécio Neves trouxeram lateralmente informação que confirma, mais uma vez, uma das acusações mais danosas à imagem do político até que o furacão da Lava Jato começasse a abraçá-lo, no ano passado. Trata-se da construção do aeródromo de Cláudio, no interior mineiro, dentro das terras de um tio e que era controlado pela família do tucano. Como se viu nos autos do processo que o afastou do Senado, Aécio continuou a desfrutar privadamente da pista de pouso.

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Lula processa Veja por capa que ofende a memória de Marisa com "mentiras", diz defesa

Montagem: Brasil 247

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula anunciou que vai processar a revista Veja pela capa que imprime a foto de dona Marisa e diz que ela sofreu "morte dupla" após o depoimento do petista ao juiz Sergio Moro. A grande mídia reduziu cinco horas de depoimento a uma suposta "covardia" de Lula, que teria atribuído toda a responsabilidade sobre o triplex à Marisa.

Em nota, Lula informa que a imprensa manipulou suas falas e omitiu que Marisa era dona de uma cota parte do empreedimento da Bancoop que veio a se transformar em um projeto imobiliário da OAS.

Além disso, para a defesa do ex-presidente, Veja praticou sensacionalismo e jornalismo inconsequente e deverá ser responsabilizada judicialmente por ferir a memória de dona Marisa.

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Bom jornalismo também aderiu à greve do dia 28, admite ombudsman da Folha

Foto: Reprodução/Acervo Folha
 
Jornal GGN - A cobertura que a grande mídia fez sobre a greve geral do dia 28 de abril não fez jus aos fatos e tampouco se prestou a aprofundar a discussão sobre a pauta dos trabalhadores que paralisaram diversos setores da economia: as reformas do governo Temer para a Previdência e legislação trabalhista.
 
Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha, publicou artigo criticando a imprensa por não tem feito o mínimo que se espera do "bom jornalismo": apontar o tamanho da greve e discutir os motivos que levaram à adesão de 40 milhões de pessoas, segundo os organizadores.
 
Ao invés disso, a mídia se apegou a vandalismos pontuais e aos problemas enfrentados por quem queria trabalhar. "Na sexta-feira, o bom jornalismo aderiu à greve geral. Não compareceu para trabalhar", disse.
 
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Memórias do Jornalismo

Tema

Memórias do Jornalismo
As muitas histórias que, na profissão, o jornalista vive

A profissão anda desacreditada pela ação dos profissionais de grande mídia. Mas não é bem assim. Uma infinidade de boas histórias marcam trajetórias admiráveis, que não se renderam ao pior dos novos tempos. Leia por aqui o burilar de histórias que você acompanhou na mídia, grande ou pequena, local ou nacional.

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O dia em que denunciei o Plano Cruzado

No dia do Jornalista, um pouco das minhas memórias da imprensa

Soube do Plano Cruzado na véspera do seu anúncio. O Ministro da Fazenda Dílson Funaro ligou para casa e pediu que fosse a Brasília, pois haveria notícias bombásticas. Liguei para Otávio Frias, dono da Folha. Como era impossível conseguir vôo àquela hora, Frias conversou com Amador Aguiar, que emprestou o avião do Bradesco.

O telefonema de Funaro se devia à defesa que fiz, algum tempo antes, de uma mudança no Imposto de Renda preparado pela equipe econômica – constituída pelos economistas Luiz Gonzaga Belluzzo e João Manuel Cardoso de Melo, da Unicamp.

Antes de analisar seu conteúdo, os jornais caíram matando, informando que se tratava de aumento de tributação.

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Imagens

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O dia em que o Estadão redescobriu o jornalismo

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Foto: reprodução Estadão
 
Jornal GGN - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) concedeu o Prêmio Dom Hélder Câmara 2017 para a série de reportagens “Terra Bruta”, publicada em julho do ano passado pelo Estadão.
 
Segundo o jornal, a série, que abordou a questão da violência por disputas de terra no país, exigiu sete meses de trabalho, com viagens a oito Estados, mapeando 482 áreas de confrontos. 
 
O trabalho realizado por André Borges, Leonencio Nossa, Dida Sampaio e Hélvio Romero, Luciana Garbin, Fábio Sales e Everton de Oliveira também venceu o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e o Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, na categoria reportagem. 

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Fernando Morais entra no ramo de documentários mostrando o fim das FARC

Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Autor de obras como Olga e Chatô, Fernando Morais foi o único jornalista com autorização para acompanhar de dentro do acampamento e registrar, junto a uma equipe de documentaristas, a desmobilização das Farc. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, a obra contém pelo menos 20 guerrilheiros entrevistados com exclusividade, e Morais afirma que não sofreu nenhum tipo de restrição. "Pude perguntar de tudo. Inclusive perguntei sobre as ligações das Farc com narcotráfico", comentou o jornalista.
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No RJ, jornalista do O Dia é demitido a mando de Crivella

Crivella

Da Mídia Ninja

Jornalista é demitido a mando de Crivella

Por Ricardo Targino

O jornalista Caio Barbosa foi demitido do jornal O Dia por exigência do prefeito do Rio, bispo Marcelo Crivella, feita diretamente ao dono do jornal.
 
A exigência de demissão foi feita após o jornalista publicar matéria denunciando a situação dos postos de saúde do município frente à campanha contra a febre amarela.

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Ao perseguir jornalistas, o bispo Crivella revela sua intolerância à crítica e sua incapacidade de se relacionar com a liberdade de imprensa. Leia mais »

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Para ex-editor do The Guardian, Trump renovou interesse pelo jornalismo

 
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Jornal GGN - Alan Rusbridger, ex-editor-chefe do jornal The Guardian, acredita que, sob os ataques de Donald Trump, o jornalismo conseguiu voltar a ser valorizado. “As pessoas estão acordando para o valor do jornalismo. Podemos agradecer Donald Trump por isso”, diz.
 
Entretanto, ele afirma que os problemas financeiros enfrentados pelas empresas de mídia revelam a necessidade de um “pacto com o diabo” com o Facebook e o Google.  “Facebook e o Google são editorialmente responsáveis pelo conteúdo que carregam. Isso é algo que não querem reconhecer, e não é difícil entender por quê”, afirma Rusbridger. 
 
“Mas não se pode ignorar o fato de que ele [jornalismo] está terrivelmente ameaçado e que temos que repensar o que é o jornalismo e como ele se relaciona com a audiência e com o mundo moderno em que todos podem se comunicar”, ressalta Rusbridger, que hoje dirige uma faculdade em Oxford.

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Casos de violência contra jornalistas aumentaram 65% no Brasil

 
Jornal GGN - De acordo com relatório da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), houve um aumento de 65,61% nos casos registrados de violência contra os profissionais da imprensa em 2016, na comparação com o ano anterior.
 
A associação aponta para um redução do número de assassinatos, de oito para dois casos, mas afirma que os casos de violações à liberdade de expressão saíram de 116 para 192 casos, atingindo 261 profissionais e veículos. 
 
As ocorrências mais registradas são as agressões, seguidas de ofensas e ameaças. Segundo o relatório, a maior parte das violências registradas foram cometidas por agentes públicos, principalmente por policiais, guardas municipais e outros agentes de segurança.

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Fonte da IstoÉ se contradiz ao acusar Lula, e entregador da "mala de dinheiro" desmente

Além de contradições e fragilidades da acusação, a fonte Davincci Lourenço de Almeida veio do Ministério Público de São Paulo, com o promotor José Carlos Blat - o que pediu a prisão de Lula e brigou com Lava Jato do Paraná
 
Jornal GGN - "O personagem que estampa a capa desta edição de ISTOÉ chama-se Davincci Lourenço de Almeida. Entre 2011 e 2012, ele privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa", introduz a revista na apresentação de sua fonte do suposto "furo" que manchetou: "Levei mala de dinheiro para Lula".
 
Foi descrito pela publicação como uma pessoa próxima da família do ex-presidente da construtora, Dalton Avancini. Mas a revista, que ganhou o contato pelo promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, revelou apenas partes recortadas do suposto furo e evitou aprofundar quem é Davincci Lourenço de Almeida.
 
Ressalta-se, antes, que o promotor que passou os contatos da fonte à IstoÉ é o mesmo que comandou a primeira investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá, e apresentou uma denúncia com pedido de prisão contra Lula, em março do ano passado, em uma peça sem sustentação e com graves erros, duramente criticada por juristas e, inclusive, pelos procuradores da Lava Jato do Paraná.
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