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Presidente

Alckmin acha que Doria vai quebrar a cara deixando SP por viagens políticas

 
Jornal GGN - Até a equipe do governador Geraldo Alckmin (PSDB) admite que o correligionário João Doria faz campanha eleitoral viajando o País no lugar de administrar a cidade de São Paulo. Mas a empreitada, na visão do Palácio dos Bandeirantes, é arriscada. "(...) a tese é de que Doria começou a perder a simpatia do paulistano por estar fora da prefeitura."
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Após confusão, Raquel Dodge quer dissociar imagem à de Temer

 
Jornal GGN - A nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nem assumiu e já vem sendo alvo de críticas da frente que apoia Rodrigo Janot, incluindo os procuradores da força-tarefa da Lava Jato e, consequentemente, a imprensa. Após se reunir com o presidente Michel Temer, no dia 8 de agosto, às 22h, Dodge agora tenta romper a imagem construída de que teria algum tipo de relação amigável com o peemedebista.
 
O encontro estava fora da agenda do mandatário. Entretanto, estava prevista na programação da atual subprocuradora-geral da República e teria sido solicitada por ela para acertar detalhes de sua posse à PGR. Entretanto, Michel Temer não incluiu o encontro na publicação diária de sua agenda oficial, levantando o tom de que a reunião poderia incluir temas de interesse do presidente da República, que hoje é alvo de inquéritos da Procuradoria-Geral, com base nas delações e provas da JBS.
 
A medida está sendo vista por alguns procuradores como uma armadilha criada pelo próprio peemedebista, que futuramente pode alegar que o encontro que teve com Joesley Batista, dono da JBS e autor das principais acusações contra o presidente, ocorreu nos mesmos parâmetros de diálogo com a própria futura procuradora-geral da República.
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A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

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Doria tenta impedir que Alckmin seja escolhido candidato a presidente em dezembro

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Numa disputa silenciosa com Geraldo Alckmin, João Doria Junior delagrou um plano para tentar evitar que o governador seja escolhido o presidenciável do PSDB para 2018 ainda em dezembro, durante um evento do PSDB. Para isso, Doria quer emplacar aliados nas direções nacional e estadual da legenda. Os prefeitos Paulo Serra (Santo André) e Orlando Morando (São Bernardo do Campo) teriam a missão de votar contra a escolhda do candidato a presidente ainda neste ano.

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Temer desmoraliza Janot para obter mais uma vitória na segunda denúncia

Expetativa é que a segunda acusação da PGR contra o mandatário seja enviada nos próximos dias
 

Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - Os ataques de Michel Temer contra Rodrigo Janot, procurador-geral da República e autor da denúncia contra o mandatário na Operação Lava Jato, só irão aumentar nos próximos dias. Isso porque a expectativa é que a segunda peça de acusação seja enviada à Câmara em breve.
 
O movimento de Temer já contou com a adesão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, mas de forma isolada no Judiciário, enquanto que associações se mobilizam em defesa do procurador.
 
Por isso, o mandatário espera angariar apoio e, do outro lado, inferir sobre Rodrigo Janot, em tentativa de desmoralizar publicamente a peça e fixando a imagem de que o procurador-geral atuaria como uma perseguição ao presidente. Para a atuação, conta com o seu advogado, o criminalista Antonio Claudio Mariz, que encabeçara a briga a nível judicial.
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Por defender Moro contra Lula, presidente do TRF-4 pode ser investigado pelo CNJ


Foto-montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - Após o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Carlos Eduardo Thompson Flores, afirmar que a sentença de Sérgio Moro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é "vai entrar para a história" e "é tecnicamente irrepreensível", o deputado Wadih Damous (PT-RJ) entrou com representação contra o desembargador.
 
A declaração do presidente do TRF-4, tribunal responsável por revisar as condenações e decisões do juiz de primeira instância, Sergio Moro, na Operação Lava Jato, foi feita em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, divulgada neste domingo (06).
 
Além de ter se manifestado favoravelmente ao despacho de Moro, o desembargador, que não é o relator das revisões e dos recursos de Lula e tampouco integra a Turma que julgará o caso, chegou a comparar a sentença ao caso de Vladimir Herzog, morto durante a ditadura militar.
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Temer chama Doria de "companheiro", que por sua vez elogia "alma" do presidente

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Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - Em uma das tentativas de reaproximação com o PSDB, como sustento para se manter no poder no restante do mandato, Michel Temer e o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), trocaram elogios nesta segunda-feira (07).
 
"Eu tenho um parceiro, um companheiro, alguém que entende os problemas do país. Jamais vi o João dividindo pessoas", disse Temer, em tom de intimidade, durante evento fora do Palácio do Planalto, para anunciar a transferência de 20% da área do aeroporto Campo de Marte para a cidade.
 
Uma disputa judicial desde 1945 travava o terreno, que pertencia à União. Dória quer criar um parque e um museu aeroespacial na área que agora Temer concedeu. Durante o anúncio, ambos trocaram complacências. O tucano, por sua vez, disse que "sempre sua alma [de Temer] e sua índole foram pela conciliação" e que "é com base da conciliação que nós vamos fazer um novo Brasil".
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No microfone da Câmara, os porquês de salvar Temer


Fotos públicas
 
Jornal GGN - Nas justificativas para livrar Michel Temer de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os deputados falaram ao microfone no Plenário da Câmara, na sessão de ontem (02), que a medida era pelo bem do mercado. O "crescimento econômico", "desenvolvimento do país", "geração de empregos" foram as falácias para "não fazer feio junto ao eleitorado", anotou Leonardo Sakamoto.
 
Enquanto isso, recebiam o aval para a aprovação de emendas junto a seus redutos, além apoios diversos - incluindo o de que um Temer julgado na Lava Jato é insegurança para todos os correligionários, parlamentares e bancadas que se sustentaram com os mesmos moldes de financiamento. Com as medidas legislativas liberadas graças ao dinheiro das emendas, terão o que falar ao seu eleitorado.
 
''Esse voto não foi a favor da corrupção, pois defendo que Michel Temer seja julgado quando deixar a Presidência da República em janeiro de 2019'', foi outra motivação explicada. Isso porque o arquivamento da Câmara não absolve, de vez, Michel Temer. Impõe apenas que, enquanto mandatário, a investigação é suspensa, podendo ser retomada direto pelo STF quando acabar o mandato. Isso se o Supremo não arquivar.
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Balanço Temer: Faltam 157 deputados para STF julgar o presidente

 
Jornal GGN - Serão necessários 342 votos de deputados na Câmara para a aprovação do processo contra o presidente Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF). Diante de balanços realizados em diversos jornais, um grupo de artistas defensores do #ForaTemer criou um site com o posicionamento dos parlamentares.
 
O objetivo do "342 Agora", além de ter um balanço isento sobre a resposta de cada deputado, é o de perssionar os parlamentares a votarem "sim" pelo envio da denúncia contra o mandatário à Suprema Corte, deixando ao Judiciário o julgamento se Temer cometeu ou não o crime de corrupção.
 
Descrevendo-se como uma "ação suprapartidária", o site foi divulgado nesta segunda-feira (10), trazendo o placar atual de 185 deputados favoráveis à investigação, 129 contra e 199 indecisos. 
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Dois gumes: ouvir Janot favorece oposição, mas também quem quer Maia presidente


Foto: REUTERS/Adriano Machado
 
Jornal GGN - Avançam estratégias pelos dois lados rachados da base no Congresso, com uma convergência: buscar manter o atual grupo político no poder. Parte dos parlamentares defende que o presidente da República se mantenha e farão o possível para protelar a denúncia na Câmara, a tempo de angariar medidas como a aprovação de reformas e a forma de se financiar as eleições de 2018. Outro segmento assume a insustentabilidade de Temer permanecer e aposta em nomes como o de Rodrigo Maia (DEM-RJ).
 
São notórios os estímulos daqueles que querem Maia como o novo presidente da República, seja em um afastamento de Temer com a aceitação rápida da denúncia de corrupção do mandatário - e das outras duas previstas de chegar à Câmara em breve. Mas também caminha os remanescentes aliados que tentarão a todo custo que Michel Temer fique, pelo menos até a aprovação de todas as reformas, incluindo a trabalhista e Previdência, pelo Congresso.
 
Se soma a isso o interesse de aliados de que o processo de tramitação da denúncia ocorra com todos os direitos de resposta, tanto de acusadores, como de defesa, para garantir o posicionamento de Temer e, ao mesmo tempo, acumular tempo para que as outras denúncias cheguem e ocorra um único julgamento da Câmara, e não em três partes, que prejudicaria ainda mais a imagem do mandatário.
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Está pintando um acerto para Maia ser Presidente, por Kennedy Alencar

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Uma movimentação em Brasília pode acabar na derrota de Michel Temer no plenário da Câmara e na alçada de Rodrigo Maia à presidência da República. A articulação foi impulsionada pela declaração do presidente do PSDB, Tasso Jereissati, defendendo Maia no Planalto para minimizar a crise instaurada pela delação da JBS e dar ao governo condições de concluir a aprovação das reformas impopulares, antes da eleição de 2018.

Para que o plano dê certo, é preciso angariar contra Temer 2/3 dos votos da Câmara. Com isso, o Supremo Tribunal Federal ganha autorização para decidir se vai processar o peemedebista por corrupção passiva. Temer, então, seria afastado por até 6 meses. Na visão de Kennedy Alencar, mesmo que o STF se esforce para decidir o destino dele em menos tempo, a Procuradoria Geral da República ainda poderá sacar mais denúncias e aumentar a crise.

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Acusado, marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco, ajuda no desmonte de Janot


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Elsinho Mouco, o marqueteiro de Michel Temer, antes um assumido admirador de Dilma Rousseff, que depois se sentiu traído pelo governo petista, e já tendo confessado que recebeu repasses de Joesley Batista para blindar Temer na queda de Dilma no recente ápice das delações da JBS, auxilia o mandatário contra a denúncia de corrupção passiva.
 
O publicitário que trabalha há 15 anos  para o "sr. Temer", como o gosta de chamar, bravateava nas redes sociais uma suposta relação com o então governo de Dilma, quando a ex-presidente carregava o peemedebista acomodado no posto de vice. Tratada no final de 2014 como a "dama da democracia" passou a ser chamada de "arrogante, teimosa, intransigente", em 2016.
 
Em dois anos, o suposto sentimento do marqueteiro, que reservava em primeiro lugar a admiração por Temer, revelou outros movimentos que ultrapassariam a simples indignação. Foi acusado neste ano pelo dono da JBS, Joesley Batista, de ter recebido R$ 3 milhões de propina do frigorífico na campanha de 2010 e mais R$ 300 mil em espécie no último ano, a pedido do agora presidente da República.
 
Á reportagem do Estadão, no início deste mês, Elsinho Mouco confessou que Batista o contratou com o objetivo de "derrubar" a presidente Dilma Rousseff, além de eleger o irmão mais velho, José Batista Júnior, em Goiás.
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Consolidando falta de pacto da esquerda, eleições no Chile erguem Piñera

De Santiago, Chile
 
Pleito para decidir o novo presidente do país deve fechar a criticada dobradinha do poder nos últimos 16 anos: centro-esquerda (Bachelet) e direita (Piñera)
 

Atual presidente do Chile, Michelle Bachellet, e Sebastián Piñera, seu antecessor e candidato a La Moneda. Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - O Chile se prepara para as eleições presidenciais, com a realização das primárias, no próximo 2 de julho, para decidir os candidatos de cada aliança que irão disputar em novembro a sucessão ao governo de Michelle Bachelet. 
 
Até agora, o ex-presidente de direita Sebastián Piñera (2010-2014) lidera as já baixas intenções de votos, com 25% dos votos. Piñera já é dado como vitorioso pela própria centro-esquerda e conta com apoio de seu bloco, ainda que com outros nomes nas prévias da disputa, que será definida em duas semanas.
 
Do bloco Chile Vamos, Piñera traz a maioria das intenções até mesmo frente a postulantes dos outros partidos. Ainda assim, precisará enfrentar os aliados no que é quase considerado o primeiro turno, no domingo 2 de julho, e um dos primeiros sinais mais claros do que está por vir no pleito eleitoral deste ano.
 
Na aliança, o ex-presidente que tenta o segundo mandato disputa as primárias com o deputado e economista Felipe Kast e o senador Manuel José Ossandón. O tom da disputa se viu acirrado nos últimos dias, quando as chances de Kast e de Ossandón tentaram ser esvaziadas com embates de acusações entre os pró Piñera e os dois candidatos.
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PSDB mantém dúvidas sobre desembarque do governo


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O Senado ainda não cumpriu a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato. Passaram-se mais de vinte dias, e o nome do parlamentar tucano ainda aparece como senador em exercício na Casa. Apesar de não comparecer, Aécio mantem seu gabinete funcionando com seus auxiliares e técnicos.
 
Enquanto Michel Temer ainda mantem um diálogo com o PSDB, tentando evitar o desembarque do principal partido aliado de seu governo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), é procurado por parlamentares da oposição, que questionam a falta do cumprimento da decisão do Supremo e o afastamento de Aécio. 
 
O PSDB, por outro lado, vem reunindo a executiva nacional da sigla para discutir se mantem ou deixa o governo. A legenda está rachada, com um grupo formado por ministros do PSDB e governadores, além de outros políticos, que acreditam que o desembarque pode aprofundar a crise do momento, sobretudo pelas acusações da JBS e Odebrecht na Lava Jato.
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Procuradoria-Geral prepara denúncia de Michel Temer


Foto: STF/Divulgação
 
Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República se prepara para apresentar uma denúncia contra o presidente da República, Michel Temer. A notícia da previsão do início da briga judicial contra Temer e seus aliados, incluindo Aécio Neves (PSDB-MG), para esta semana já era propagada e tornou-se certeira com a peça enviada contra Aécio nesta sexta-feira (02).
 
O documento, inclusive, arrola diretamente Temer em uma das acusações contra o senador tucano. É o caso que menciona a troca do comando do Ministério da Justiça como forma de obstruir a Operação Lava Jato.
 
O GGN antecipou na última sexta (02) a prisão do ex-deputado e ex-assessor de Michel Temer, Rocha Loures, e da intenção do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, de acelerar as denúncias contra os políticos envolvidos. A prisão de Loures também sinal claro de ameaça direta contra o mandatário.
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