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Espiritismo e outras religiões podem levar ao céu ou ao inferno, por Marcos Villas-Bôas

Espiritismo e outras religiões podem levar ao céu ou ao inferno

por Marcos Villas-Bôas

O Espiritismo e outras religiões podem levar, a depender do seu uso, as pessoas ao céu ou ao inferno. Tudo dependerá de como elas irão vibrar após estudar e / ou praticar essas religiões.

Primeiro, desmitifique-se a existência de um céu ou de um inferno, tal qual “vendido” pelas religiões. Há farta literatura e diálogos com os Espíritos gravados em vídeo que demonstram haver diferentes dimensões de realidade e graus de consciência, como, aliás, já propõem há décadas os estudiosos da Transdisciplinaridade com base em substanciais argumentos científicos, sobretudo da Física.

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A caridade sob o olhar dos Espíritos, por Marcos Villas-Bôas

Foto de obra da Lucimary Toledo

A caridade sob o olhar dos Espíritos

por Marcos Villas-Bôas

Allan Kardec disse, numa nota publicada ao final do item XXVIII das mensagens dos Espíritos publicadas ao final de O Livro dos Médiuns, na página 564, no caso da versão utilizada pelo autor, que:

“A melhor garantia de que um princípio é a expressão da verdade se encontra em ser ensinado e revelado por diferentes Espíritos, com o concurso de médiuns diversos, desconhecidos uns dos outros e em lugares vários, e em ser, ao demais, confirmado pela razão e sancionado pela adesão do maior número”.

Com brilhante mente filosófico-científica, que, segundo alguns Espíritos contam, chegou a visitar o Planeta Júpiter em sua preparação antes de encarnar, havendo mantido contato com a civilização de intelectualidade e ciência mais desenolvida em todo o nosso Sistema Solar, Kardec sabia do risco de os Espíritos estarem errados, propositalmente ou não, e de o médium interferir na mensagem, propositalmente ou não. Assim, para ele, apenas com respostas repetidas num mesmo sentido, via diferentes médiuns, que não se conhecessem entre si, poder-se-ia ter maior confiança na veracidade delas.

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A ilusão do outro, por Jefferson Viscardi

A ilusão do outro

por Jefferson Viscardi

Resposta de Jefferson Viscardi* a um pedido de esclarecimento

BUSCADOR: Querido Jefferson, eu venho pensando muito na questão do Deus estar também dentro de nós, e não fora, e sobre como as religiões podem causar prejuízos por convencerem as pessoas de que há um Deus personificado, externo e punitivo. Os seus diálogos falam muito sobre isso, inclusive. Os espíritas acham que eles não propagam essa visão, mas O Livro dos Espíritos é claro no começo dele, quando rebate o Panteísmo, ao dizer apenas que Deus é causa, que é o criador etc., sem observar que também está dentro de cada um, que somos co-criadores. Acho que a intenção era colocar o ser humano em posição de humildade, como uma das respostas indica, mas termina não resolvendo o problema criado pelas religiões cristãs. O que acha?

JEFFERSON VISCARDI: A intenção do Diálogo com os Espíritos é criar a ambientação para que o amor seja o alicerce. Então, sobre bases bem estruturadas as pessoas podem construir o que for cabível viver, até que as experiências e o aprofundamento rasguem o véu da ignorância que a todos nós acomete, para novos horizontes; sempre porém, com serenidade.

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Ciência Espírita, Psicologia e Autoconhecimento, por Marcos Villas-Bôas

Ciência Espírita, Psicologia e Autoconhecimento

por Marcos Villas-Bôas

Todo ser humano busca, em regra, a felicidade, mas a grande maioria não sabe onde encontrá-la. Pensa-se que ela é a simples satisfação dos desejos materiais: ter a mulher ou o homem mais bonito ao lado, ter o melhor apartamento, ter o melhor carro, ter as melhores roupas, ter mais conhecimento. Ter, ter, ter... Ter todas essas coisas pode trazer prazer e não se quer demonizá-las de forma alguma.

Ao se tratar de questões morais, espirituais e afins, que costumam ser muito complexas, é necessário, como sempre defendemos neste blog, fugir dos extremos. A beleza física não é tudo, é mais superficial do que a beleza interior, mas tem a sua importância neste plano material, físico, sustentando muitas relações afetivas, sobretudo no início, por meio da atração, da química e de um melhor sexo. Ter bens materiais garante saúde financeira, dá mais segurança e permite ao ser que possa ajudar mais pessoas.  

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Transreligiosidade: o futuro das religiões, por Marcos Villas-Bôas

Transreligiosidade: o futuro das religiões

por Marcos Villas-Bôas

A religião tem o escopo de ligar o ser ao divino; mas, será que é isso o que muitas delas têm realmente promovido? É preciso esmiuçar os aspectos positivos e negativos das religiões a partir de um melhor entendimento da sua função, o que passa necessariamente por entender como se dá tal ligação do ser ao divino.

Como quase tudo na vida humana, as religiões podem ser empregadas para ascensão ou para estagnação e quedas. Isso dependerá do uso que é feito por cada um, e a forma como elas são apresentadas pelos que estão à frente dos templos, cultos etc. terá grande poder de determinar esse uso que será feito da religião por cada adepto.

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Um dia com o Dr. Adolph Fritz: a mediunidade de cura, por Marcos Villas-Bôas

Um dia com o Dr. Adolph Fritz: a mediunidade de cura

por Marcos Villas-Bôas

No ótimo livro intitulado “Cirurgias Espirituais: por um médium do Dr. Fritz”, Roberto Barbosa conta uma fantástica história sobre o desenvolvimento da sua mediunidade e a sua relação, que vem de vida passada, com o Espírito conhecido por “Dr. Fritz”, quem trabalhou inicialmente com o seu primo, Alexsandro, e mais tarde, no início de 2004, passou a operar por meio dele próprio.

O trabalho de médium de cirurgiões espirituais já vinha sendo realizado por Roberto antes mesmo de 2004. Começou em Maranguape/CE e depois passou a ficar sediado na Casa da Caridade, em Fortaleza/CE, que passou a se chamar “Casa da Caridade Dr. Adolph Fritz”, no ano de 2009. Durante todo esse tempo, Roberto e seus colegas também fizeram viagens a outras cidades e estados para levar esse belíssimo trabalho às pessoas que necessitam da cura espiritual.

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Tratamento das obsessões espirituais: salvando vidas, por Marcos Villas-Bôas

Tratamento das obsessões espirituais: salvando vidas

por Marcos Villas-Bôas

Em texto anterior, mencionamos que, segundo O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, e de acordo com inúmeras obras psicografadas, assim como diálogos com Espíritos, por médiuns, gravados em vídeo; todos os seres humanos são médiuns e, portanto, influenciados pelos Espíritos. Segue o link para o texto: http://jornalggn.com.br/noticia/todos-os-humanos-sao-mediuns-e-interagem-com-os-espiritos-por-marcos-villas-boas.

Em muitos casos, por haver essa possibilidade de influenciar os seres humanos, os Espíritos se ligam a eles com determinados fins, mas terminam os prejudicando, pois, mesmo que não tenham um objetivo mau, sua energia termina causando repercussões na psique do encarnados por questões de vibração magnética.  

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Espiritismo, Umbanda e Projeção Astral são complementares, por Marcos Villas-Bôas

Espiritismo, Umbanda e Projeção Astral são complementares

por Marcos Villas-Bôas

Como já mencionamos tantas vezes neste blog, o objetivo de Allan Kardec não era criar uma nova religião com características semelhantes às das outras, mas, na verdade, unificar as religiões – ou, ao menos, uma parte do pensamento religioso – por meio do conhecimento científico-filosófico do Espiritismo. O seu fim religioso era o de religar racionalmente o homem ao divino.

Sobre o tema acima, vide, por exemplo, o texto no qual brevemente resumimos a biografia desse grande pensador e educador: http://jornalggn.com.br/noticia/quem-foi-allan-kardec-o-descobridor-da-ciencia-espirita-por-marcos-villas-boas.

Em outro texto, foi discutida uma entrevista realizada por Jefferson Viscardi com o Espírito Miramez, por uma médium de psicofonia, dentro do ótimo programa Diálogo com os Espíritos, na qual o entrevistado dizia que, para os Espíritos do bem, não interessa a religião de cada encarnado, não interessa o tipo de culto etc., mas tão somente ajudar o próximo e realizar os fins divinos em geral. Segue o link para o texto: http://jornalggn.com.br/noticia/dialogo-com-o-espirito-miramez-gravado-em-video-por-marcos-villas-boas.

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Espiritismo, Marxismo e Psicanálise – e a complexidade do real, por Dora Incontri

Espiritismo, Marxismo e Psicanálise – e a complexidade do real

por Dora Incontri

Três modelos teóricos de interpretação de mundo, de visão do ser humano e de ação prática nasceram no século XIX. Os três se autodenominavam científicos. Os três pretendiam desvendar aspectos de certa maneira até então desconhecidos ou desconsiderados, que melhor explicariam o comportamento humano, individual e coletivamente.

E as três correntes ainda hoje não são consideradas científicas pela ortodoxia da ciência, dita mainstream. Mas o marxismo e a psicanálise pelo menos têm espaços largos em universidades e inúmeros pesquisadores e intelectuais desdobraram seus pressupostos; já o espiritismo, por mexer com paradigmas talvez mais cristalizados, com preconceitos muito arraigados e, sobretudo, por ferir interesses muito estabelecidos (ao mesmo tempo do materialismo e das religiões institucionais, com seus mistérios), e também talvez por ter se popularizado como uma forma de religião –  é o que mais sofre ostracismo e silenciamento – apesar de ser talvez das três propostas, a que coleciona maior número de evidências de pesquisa, que corroboram seu modelo explicativo.

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A fé sob a perspectiva da Ciência Espírita, por Marcos Villas-Bôas

A fé sob a perspectiva da Ciência Espírita

por Marcos Villas-Bôas

A fé, ao longo da história humana, vem sendo quase sempre associada à crença religiosa dogmática. É tida por uma crença em Deus pautada na interpretação da palavra de algum Messias por um grupo de indivíduos que estão à frente de determinada religião. Como a fé fica associada à crença em dogmas peculiares a cada religião, isso leva ao afastamento entre os seus adeptos, pois cada qual argumenta que os seus dogmas são os únicos corretos.

Numa visão da Ciência Espírita, a fé é muito mais do que mera crença, e tal crença não é dogmática, mas científico-filosófica, como qualquer outra crença humana deve ser, ou seja, devemos acreditar em algo, apesar de sempre abertos a mudar de posição, porque há explicações racionais e plausíveis para aquilo, mas cientes de que contamos também com nossa intuição e nossos sentimentos nas tomadas de decisão. Do contrário, a tendência de se cair em ortodoxias/dogmatismos e misticismos é enorme, o que afasta os humanos da realidade e os segrega.

Segundo os Espíritos explicam em diversas obras psicografadas, a fé é uma crença, porém, mais forte do que isso, é um sentimento inato, escrito na consciência (ou inconsciência) de cada um:

“A fé é o sentimento inato, no homem, de sua destinação futura; é a consciência que tem das faculdades imensas, cujo germe foi depositado nele, primeiro em estado latente, e que deve fazer eclodir e crescer por sua vontade ativa.

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O que estamos fazendo com o Espiritismo?, por Dora Incontri

do blog da Associação Brasileira de Pedagogia Espírita

Entre a pureza da ortodoxia e a salada mística: o que estamos fazendo com o Espiritismo?

por Dora Incontri

Vários articulistas já manifestaram aqui suas posições a respeito desse polêmico assunto: pureza doutrinária. Chegou a minha vez de dizer algo a respeito.

Em primeiro lugar, é preciso esclarecer (ou resgatar) alguns conceitos básicos do Espiritismo: Não se trata de uma revelação sagrada, por isso considero muito problemática a denominação das obras de Kardec de o “pentateuco espírita”! Os livros de Kardec não são como a Bíblia é para os fundamentalistas cristãos – palavra de Deus, revelada, que pode ser citada como fonte de autoridade absoluta. A obra de Kardec é de pesquisa, em que encarnados e desencarnados participaram da construção. Justamente uma das grandes contribuições de Kardec foi dessacralizar a revelação. E ele fez isso estabelecendo um método de pesquisa dos fenômenos espíritas, uma abordagem nova da vida espiritual, com racionalidade crítica e observação empírica. Então, conservar-se fiel à obra de Kardec é muito mais conhecer, entender, aprofundar e mesmo desdobrar com os recursos atuais, o método criado por ele (e foi criado por ele e não pelos Espíritos! Esses são na verdade ao mesmo tempo o objeto de estudo e os cooperadores de Kardec). O conteúdo do Espiritismo está sujeito à revisão, reelaboração e leituras históricas (compreendendo que algumas coisas que estão nas obras de Kardec são próprias do século XIX, têm uma influência da cultura europeia da época). O próprio fundador do Espiritismo não o queria fechado, num corpo de dogmas, a que leitores futuros teriam que se submeter cegamente.

O tempo inteiro, Kardec alerta para o aspecto científico de sua proposta, cujas hipóteses poderiam ser revistas.

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Todos os humanos são médiuns e interagem com os Espíritos, por Marcos Villas-Bôas

Todos os humanos são médiuns e interagem com os Espíritos

por Marcos Villas-Bôas

O Livro dos Médiuns, publicado por Allan Kardec, é considerado a grande obra sobre mediunidade, porém, após ele, muitas outras vieram, até porque médiuns espetaculares encarnaram e puderam ser estudados, sobretudo no Brasil, como Yvonne do Amaral Pereira (1900-1984), Francisco Cândido Xavier (1910-2002) e Divaldo Pereira Franco (1927-).

Percebe-se pelas datas acima que a mediunidade não é doença e que é possível viver por muitíssimos anos passando por fenômenos surpreendentes, mas isso desde que sejam compreendidos e que o indivíduo saiba tomar os cuidados devidos para que a sua faculdade não lhe ocasione perturbações ou, o que é pior, doenças de ordem física ou mental.  

Neste blog, insistimos muito na explicação científica sobre a existência dos Espíritos devido à capacidade que tem essa teoria de mudar a vida das pessoas para melhor. Dado que todos são médiuns, ninguém deixa de interagir com os Espíritos diariamente, o que afeta suas vidas de forma positiva ou negativa. Entendendo muito bem como se dá essa interação, é possível agregar mais experiências positivas do que negativas.

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Quem foi Allan Kardec, o descobridor da Ciência Espírita?, por Marcos Villas-Bôas

Quem foi Allan Kardec, o descobridor da Ciência Espírita?

por Marcos Villas-Bôas

Na ciência, um aspecto importante é verificar quem utiliza cada argumento. Pessoas de moral e intelectualidade mais elevadas, com grande conhecimento teórico e experiência prática em determinado tema, são mais “autorizadas” a falar sobre ele e, portanto, há um peso argumentativo em seu favor, o que não significa, é claro, sempre estarem certas. Daí surgiu, na retórica, a expressão “argumento de autoridade”, que pode ter mais ou menos conteúdo a depender da forma como articulado.

Qualquer um pode emitir opinião sobre qualquer tema, pois todos têm livre-arbítrio, direito de opinião. Na ciência, contudo, o conhecimento é mais técnico, exige método e respeito às normas daquele sistema, ainda que seja possível e até louvável, em benefício do progresso, tentar quebrá-lo, quando se dispuser de ferramentas para isso.

Considerando que um dos objetivos deste blog é analisar, antes de tudo, se faz sentido falar numa Ciência Espírita, se Espíritos existem, se estudá-la tem alguma relevância para nós, seres humanos, é essencial compreender a sua história, como ela surgiu.

Os fenômenos espirituais são conhecidos desde a Antiguidade. Há plena menção a eles entre as sociedades mais elevadas que já existiram na Terra, como os egípcios antigos, os gregos antigos, os celtas e assim por diante. A filosofia budista e outras orientais dão conta da existência de Espíritos e creem na reencarnação, de modo que o tema não foi obviamente criado por Allan Kardec.

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Diálogo com o Espírito Miramez gravado em vídeo, por Marcos Villas-Bôas

Diálogo com o Espírito Miramez gravado em vídeo

por Marcos Villas-Bôas

Uma das formas básicas pelas quais um estudioso espírita deve atuar é, evidentemente, dialogando com Espíritos para que possa, com intenções de instrução e caridade, levantar informações sobre o mundo espiritual e a própria dimensão da Terra, onde nós, encarnados, vivemos.

Essa prática, que pode ensinar muito sobre leis físicas e morais, ajudando-nos a melhor aplicá-las, felizmente vem crescendo aos poucos entre os espiritualistas. Ela era, aliás, a base do estudo de Allan Kardec e sustentou toda a codificação.  

Quando o estudo é sério e de intenção nobre, é quase certo que bons Espíritos apareçam para ajudar. Essa afirmação se comprova, aliás, pelo fato de Espíritos elevados se disporem a participar de entrevistas com os encarnados, gravadas, inclusive, em vídeo: 

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Experimentos sobre peso da alma comprovam sua existência?, por Marcos Villas-Bôas

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Imagem: Francis Pacheri
 
Experimentos sobre peso da alma comprovam sua existência?
 
por Marcos Villas-Bôas

 

Como visto no último texto, o brilhante educador, estudioso e pensador Hippolyte Léon Denizard Rivail, que assumiu pseudônimo de Allan Kardec aos seus 52 anos de idade, se comunicou com Espíritos por meio de médiuns ao longo de vários anos e, após longas observações e experimentações, apesar do seu inicial olhar incrédulo, concluiu que o ser humano não tem apenas um corpo material.

Décadas antes de a Física Quântica provar que o átomo não é totalmente material, nem uma matéria porosa, mas um misto de matéria e energia, a Ciência Espírita já o tinha feito, mas por seus próprios métodos.

Vide, por exemplo, os itens 30 e 33 de O Livro dos Espíritos, obra publicada em 1857:

“30. A matéria é formada de um só ou de muitos ementos?

‘De um só elemento primitivo. Os corpos que considerais simples não são verdadeiros elementos, são transformações da matéria primitiva’.

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