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Capitalismo, dinheiro e excrementos, por Mauro Lopes

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Enviado por Josias Pires

Do Outras Palavras

 
POR MAURO LOPES
 
Como Giorgio Agamben e Walter Benjamin releram as observações cristãs sobre o dinheiro. Por que a psicanálise o associa à matéria fecal, à “insuficiência de mim” e à guerra de todos contra todos

Por Mauro Lopes, editor do blog Caminho pra Casa Imagem: Mark Wagner

O filósofo italiano Giorgio Agamben, um dos relevantes protagonistas do pensamento crítico na virada do século XX para o XXI disse numa entrevista em 2012 que “Deus não morreu, ele se tornou Dinheiro” (aqui). A afirmação de Agamben inspirou-se em outro filósofo, este um protagonista da primeira metade do século XX, um pensador fora da curva, Walter Benjamin. Em seu curto e denso “O Capitalismo como Religião”, de 1921 (aqui), Benjamin escreveu que o capitalismo é em si mesmo a religião mais implacável que já existiu, e promove um culto ininterrupto ao Dinheiro, “sem trégua nem piedade”, uma religião que não visa a reforma da pessoa, “mas seu o seu esfacelamento”.[1]

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Mbembe: democracia é irrelevante para neoliberalismo, por Josias Pires

Mbembe: democracia é irrelevante para neoliberalismo

por Josias Pires

Como articular, produzir e difundir conhecimentos e saberes relevantes para a transformação sócio-cultural-política da América Latina, Europa, África e demais regiões do mundo? Um outro mundo ainda é possível? As respostas para estas perguntas requerem ampla, profunda, enorme pesquisa com a participação de grande número de pesquisadores e instituições de vários países. O que trago aqui nada mais é do que especulação em duas páginas quanto a uma possibilidade de resposta que me ocorre neste momento.

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Dramas do Mar - Memórias das Grandes Navegações Marítimas nas Cheganças de Marujos ou Marujadas

                                                                                                       por Josias Pires Leia mais »

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Brasil: a dimensão geopolítica do golpe (3), POR LUÍS FERNANDES

Embevecidos, Temer e Serra cumprimentam o secretário de Estado dos EUA, John Kerry

Embevecidos, Temer e Serra fitam o secretário de Estado norte-americano, John Kerr Leia mais »

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Brasil: a dimensão geopolítica do golpe (2), POR LUÍS FERNANDES

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A partir do início do século, condições peculiares permitiram que América do Sul ousasse buscar autonomia. Brasília exerceu posição destacada — com a qual Washington nunca se conformou Leia mais »

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Brasil: a dimensão geopolítica do golpe (1), POR LUÍS FERNANDES

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Incapazes de dominar ordem mundial pós-Guerra Fria, EUA incomodaram-se com ascensão da Ásia e América do Sul. Leia mais »

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Primeiro-damismo, voluntariado e a felicidade da burguesia brasileira!

Nota do Conselho Federal do Serviço Social (CFESS) sobre o anúncio do programa Criança Feliz, do governo formado pelos golpistas 

 não ao desmonte da Seguridade Leia mais »

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O Serviço Social no INSS e a Previdência estão sendo esmagados

Imagem mostra sapato de homem de terno esmagando as palavras Previdência Social

Enviado por Josias Pires

Leia nota do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) de repúdio às medidas de desmonte da Seguridade Social promovidas pelo governo 

O governo ilegítimo, logo em seus primeiros dias, ainda na condição de interino, deferiu o mais doloroso golpe de desmonte na seguridade social (e, especialmente na previdência social) em seus 93 anos de existência: extinguiu o Ministério da Previdência Social e transferiu o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) para o Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). Desde o início, portanto, o governo demonstrou sua vontade no desmonte dessa política.

 

Seguindo essa linha de ataque, editou novas medidas referentes às regras de acesso aos benefícios previdenciários, como apontou também a necessidade urgente de uma revisão dos benefícios aposentadoria por invalidez e auxílio-doença, em cumprimento a MP 739/2016, excluindo do processo revisional os demais serviços da instituição. O argumento da crise e do déficit fiscal tornou-se justificativa para atribuir a culpa do aumento das contas públicas ao falacioso déficit da previdência social. E, mais uma vez, os/as trabalhadores/as brasileiros/as são chamados a pagar a fatura, perdendo seus direitos tão duramente conquistados.

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Regularização de território de Rio dos Macacos está na fase final


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Samba e sambistas do Rio de Janeiro - 1890/1930

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Veja o vídeo
Este vídeo trata da história do samba carioca no início do século 20, a partir das diferenças entre os primeiros sambas e das disputas entre os sambistas. Seu conteúdo está diretamente relacionado aos temas discutidos no livro da historiadora Maria Clementina Pereira Cunha, intitulado ‘Não tá sopa’- Sambas e sambistas no Rio de Janeiro de 1890 a 1930, publicado pela Editora da Unicamp em 2015. O vídeo oferece um suporte para atividades de sala de aula ou outras formas de debate sobre o tema. O livro e o vídeo fazem parte da coleção [email protected], composta por e-books amplamente ilustrados com imagens e fonogramas, escritos por conhecidos especialistas da área da história da cultura. Os livros digitais podem ser adquiridos em livrarias e no site da Editora: www.editoraunicamp.com.br . Os vídeos que acompanham os livros são gratuitos e podem ser obtidos no mesmo site da editora, na página do Centro de Pesquisas em História Social da Cultura - Cecult (www.cecult.ifch.unicamp.br) ou diretamente neste canal do Youtube.
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O sorriso de Mona Lisa, por Carlos Zacarias de Sena Júnior

Enviado por Josias Pires

por Carlos Zacarias de Sena Júnior

Enquanto bilhões de pessoas ao redor do mundo tinham os olhos voltados para a abertura das Olimpíadas, uma seleta plateia se apinhava no espaçoso salão nobre da reitoria da Ufba para a cerimônia de formatura do curso de História. Entre as muitas trajetórias de superação dos futuros professores, em sua maioria negros e mulheres, a história da formanda Mona Lisa Nunes de Souza poderia rivalizar com as de Robson Conceição, Isaquias Queiroz e Rafaela Silva, os novos heróis olímpicos, todos eles negros, iluminados pelos holofotes da glória olímpica nos últimos dias.

Mona Lisa não ganhou medalha, mas pelo exemplo e sabedoria, vem dando lições. Abandonada pela mãe quando nasceu, a estudante foi reduzida à extrema pobreza e à condição de moradora de rua, chegando a idade adulta como uma sobrevivente. Como mulher negra, teve um destino diferente dos milhares de jovens negros mortos por armas de fogo no estado da Bahia, exatos 3.252, um aumento de 251,9% em relação à 2002, segundo o Mapa da Violência. Mona Lisa reagiu para não ser morta, mas fez mais. Talvez por instinto, quiçá por influência de seus mestres, a ex-moradora de rua optou por concorrer a uma vaga no curso noturno de História, e teve sucesso. E a vida que tinha oferecido tão pouco a Mona Lisa ganhou um outro sentido, de identidade e consciência.

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A guerra para definição do novo país, por Josias Pires

por Josias Pires

Como acredito que a maioria do povo brasileiro está longe de ser formada por idiotas, ainda que tenha sido persistentemente enganada, vilipendiada, espoliada ao longo da história do Brasil. Povo que foi se formando do que sobrou dos índios exterminados, dos africanos escravizados e dos expropriados de todos os cantos que aqui viveram e ainda vivem. e que a eaqueles e esses se agregam nossos milhões de despossuídos. Sim, acredito que este é um povo inteligente, sensível, que tem ouvido musical, que samba como ninguém, que ainda possui enorme força telúrica apesar de toda ganância e de todo o racionalismo europeizado que os dominadores enfiaram pela garganta abaixo para nos dominar, para usar um eufemismo.

Povo que elegeu (elegemos) Lula duas vezes para realizar os nossos sonhos de um país melhor, sonhos alimentados nos movimentos contra a ditadura, que foram se multiplicando ao longo dos anos, que continuam vivos, apesar da frustração tremenda com a ética na política do lulismo e com a evidente incapacidade dos seus governos construirem para o longo prazo instituições mais fortes para consolidar a democracia brasileira, instituições tradicionais como STF – é inominável ver que o lulismo foi incapaz de escolher ministros do STF de profundo pensamento democrático. É imperdoável. É imperdoável dispensar o delegado da PF Paulo Lacerda para satisfazer gente do quilate de Gilmar Mendes e todas as quadrilhas que agora assaltaram o poder. É imperdoável.

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Congresso da UFBA 70 anos

O aniversário de 70 anos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) começou a ser comemorado no início da noite desta quinta-feira (14) com a saudação de 70 alabês no Foyer do Teatro Castro Alves à instituição de educação e cultura mais abrangente da cidade de Salvador, quiçá da Bahia. Alabês são títulos conferidos aos mestres dos tambores nos terreiros de candomblé Nagô; eles são os Xicarogonga dos Angolas. A abertura começou, assim, com as bençãos musicais da mais sofisticada alquimia ritmica do Brasil, régua e compasso ditados pela alma popular desta cidade, fonte de saber que deve alimentar a universidade, como defendeu e fez o reitor Filipe Serpa, de venerável memória.  Leia mais »

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O que estamos fazendo uns com os outros?

Esta é a pergunta lançada por Marcia Tiburi em seu novo livro, “Como Conversar com um Fascista”, leitura necessária neste momento em que assistimos à escalada da intolerância no Brasil (Vivian Mocellin) Leia mais »

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A inconstitucionalidade da nova Louos de Salvador

Tramita no Tribunal de Justiça da Bahia  a ação direta de inconstitucionalidade  (Adin), requerida pelo Ministério Público do Estado (MP-BA), para anular os efeitos da nova Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo do Município (Louos),  a Lei 8.167/2012, aprovada em polêmica sessão no dia 29 de dezembro de 2011 pela Câmara Municipal de Salvador e sancionada em janeiro pelo prefeito João Henrique. O procurador-geral do MP-BA Wellington Lima e Silva cobra a imediata suspensão de artigos desta lei, de modo a impedir a concessão de licenças de construção e autorização para explorar o espaço urbano, segundo os critérios aprovados de modo inconstitucional na nova Louos.

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A ingratidão das Organizações Globo, por Mino Carta

Por Mino Carta

Com desfaçatez suprema, o editorial de O Globo desculpa-se enquanto evoca as razões que, 50 anos atrás, pretende terem justificado o apoio ao golp

Ingratidão da Globo me espanta, ela vomita no prato em que comeu, com o perdão pelo uso do verbo, de eficácia indiscutível, no entanto. Aludo ao editorial com que o mais autorizado porta-voz das Organizações, O Globo, brindou seus leitores dia 1º de setembro. Diz-se ali que apoiar o golpe de 64 foi erro nascido de um equívoco. Veio a ditadura, como sabemos, provocada pelos gendarmes chamados pelos donos do poder civil, entre os quais figurava, com todos os méritos, Roberto Marinho, e os anos de chumbo de alguns foram de ouro para a Globo

Cantos de Trabalho - Bahia Singular e Plural

 

Por Josias Pires

Cantos de trabalho são canções que acompanham as atividades produtivas manuais agrícolas ou urbanas, coletivas ou individuais. Em todo o mundo são numerosos os cantos de trabalho: as canções de fiar, canções de quebrar pedra, as canções de plantar e colher, as canções de remar, chamar o gado, apregoar, etc. São cantos que exprimem a profunda ligação entre a arte e a vida. 

 

Embalados pela música, as pessoas desempenham com alegria as lidas diárias, sentem diminuir o peso do esforço físico e aumentar a produtividade, pois os cantos podem acelerar o trabalho, dando-lhe um caráter rítmico e hipnótico. Cada movimento das mãos ou dos pés do trabalhador, cada golpe dado na madeira ou na pedra, obedecem ao ritmo de um recitativo, repetido por todos, em uníssono. A música funciona como articuladora dos movimentos dos grupos que executam as tarefas coletivas. Este é um processo muito próximo da magia -- em alguns casos, essas canções tem raízes em fórmulas encantatórias.  Leia mais »

Mestre Lourimbau

Um dos grandes da música popular brasileira.

Movimento Desocupa Salvador na praça de Ondina

http://www.youtube.com/watch?v=R_RO5BUf3OI

Um grito coletivo para levantar a moral da cidadania!!

Movimento Desocupa Salvador na praça de Ondina

Um grito coletivo para lebantar a moral da cidadania!!

Quilombolas do rio do Macaco denunciam violação de direitos

Moradores do Quilombo Rio do Macaco denunciam violação de direitos Leia mais »

Ederaldo Gentil "O ouro e a madeira", com Batatinha e Riachã

Fragmento de Ensaio da TV Cultura/MPB Especial retirado do filme "Batatinha, o samba oculto da Bahia", de Pedro Abib.

Lula: Verdade nua e crua

Peça de campanha de alta relevância neste momento pois neste vídeo forameditadas falas de Lula, Serra, Mantega e de próceres da imprensa, além das manchetes, que revelam as diferenças gritantes no modo de enfrentar a recente crise mundial. Desmascara a campanha de Serra. O ideal é fazer este vídeo circular tanto quanto ou mais do que circularam os vídeos com os boatos conservadores.

O perigo da história única

Palestra da escritora nigeriana Chimamanda Adichie sobre as consequências nefastas de histórias que representam apenas um único ponto de vista sobre a realidade.

Velho Oeste Bang Bang à italiana

Velho Oeste Orquestra Bang Bang à italiana

Pura emoção

Documentos

Arrastão eleitoral

Fora de Pauta

A argúcia crítica da realidade e o debate sobre o aprofundamento das conquistas alcançadas na última década  estão na pauta para além do debate eleitoral. Afinal aquela radicalidade da época pós-ditadura expremia projetos generosos que começaram a ser executados nos últimos anos, mas tal radicalidade exprimia também o desejo de profundas reformas dos costumes da cultura política brasileira, ibérica e excludente forjada no fogo dos canaviais e das guerras de extermínio dos naturais da terra. Por muito tempo a política nacional era apenas as dos senhores e seus séqüitos como nos conta com maravilha Machado de Assis. Leia mais »

Áudio

Sem colaborações até o momento.