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O Imortal Antonio Cicero, por Laura Macedo

O Imortal Antonio Cicero

por Laura Macedo

O Poeta, Escritor e Ensaísta Antonio Cicero foi eleito em 10 de agosto de 2017 para a Academia Brasileira de Letras. Joaquim Ferreira dos Santos (Rádio Batuta do IMS [Instituto Moreira Salles]) selecionou dez canções em que o letrista é Cicero, algumas em parceria com a irmã, Marina Lima.

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"Das Rosas" - Jairo Severiano, por Laura Macedo

"Das Rosas" - Jairo Severiano

por Laura Macedo

Neste post destacaremos matéria publicada por Jairo Severiano em sua Página no Facebook, enfocando a temática “Das Rosas”.

"Nada como ser Rosa na vida, Rosa mesmo ou mesmo Rosa mulher... canta mestre Caymmi em ‘Das Rosas’, que é samba na primeira parte e valsa na segunda, sucesso em 1965. Na verdade, como flor ou como mulher, no singular ou no plural, as Rosas estão nos títulos de mais de 600 canções brasileiras, de autoria de 346 compositores, gravadas em 3019 fonogramas por 131 intérpretes, conforme registra o Instituto Memória Musical Brasileira”.

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Moacir Santos e Ataulfo Alves, por Laura Macedo

"... A bênção, Maestro MOACIR SANTOS, que não és um só, és tantos, tantos como o meu Brasil de todos os santos...

Moacir Santos e Ataulfo Alves

por Laura Macedo

Vinicius de Moraes saudou assim seu parceiro Moacir Santos (1926-2006) que completaria, nesse mês de julho de 2017, 91 anos, em seu "Samba da benção", em parceria com Baden Powell.

Moacir Santos integrou o time da Rádio Nacional, numa época em que os geniais maestros escreviam arranjos diários para os vários intérpretes da emissora mais popular do Brasil.

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Elza Laranjeira: Tome continha de você, por Laura Macedo

Elza Laranjeira: Tome continha de você

por Laura Macedo

Elza Laranjeira foi uma das cantoras brasileiras que fez a transição do “Samba Canção” para a “Bossa Nova”. Nascida em Bauru/SP (1925-1986) edificou sua carreira via repertório romântico/internacional.

Na gravação de “Tome continha de você” (Dolores Duran/Edson Borges) ela arrisca com sucesso o lançamento desse delicioso samba gravado, no apagar das luzes do ano de 1959 (ano da morte de Dolores) e lançado em abril de 1960.

À época emergia o balanço da Bossa Nova, recém divulgado, via as composições, entre outros, de José Maria de Abreu, a exemplo de “Um cantinho e você”, em parceria com Jair Amorim. Quem também abraçou o balanço da Bossa Nova foi João Gilberto, com sua batida de violão bossanovista, contribuindo para o samba moderno.

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Carta de Jacob do Bandolim para Radamés Gnattali

Carta de Jacob do Bandolim para Radamés Gnattali

por Laura Macedo

Grande foi a tarefa de Jacob do Bandolim ao gravar a histórica suíte Retratos, com regência de Radamés Gnattali, autor da composição. Jacob de Bandolim expressou toda a sua gratidão através de uma carta escrita, em 23 de outubro de 1964, ao maestro Radamés. Confiram abaixo:

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O Instrumentista-Compositor Demerval Fonseca Neto - Furinha, por Laura Macedo

O Instrumentista/Compositor Demerval Fonseca Neto - Furinha

por Laura Macedo

O Instrumentista e compositor Demerval Fonseca Neto [Furinha] nasceu no bairro do Catumbi, no Rio de Janeiro (RJ) em 1903 e faleceu provavelmente nos anos 1970. [As fontes pesquisadas quanto o ano de sua morte são contraditórias].

Toda a família tocava de ouvido e, por volta de 1920, começou a tocar cavaquinho e, logo depois, bandurra (espécie de bandolim). Começou a compor ao iniciar seu trabalho em orquestra. Em 1926 participou da Orquestra Raul Lipoff, tocando banjo e com ela se apresentava em festas e bailes.

Em 1927 lançou pela Odeon o choro “Tudo teu”, sua primeira composição gravada. Dois anos depois obteve sucesso com a gravação do choro “Verinha”, pelo trompetista Djalma Guimarães, na Odeon.

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Rubens Soares - Integração entre Música e o Boxe, por Laura Macedo

Rubens Soares

*29/05/1911 - Rio de Janeiro (RJ)
+13/06/1998 - Rio de Janeiro (RJ)

por Laura Macedo

Foi em 1936 que o compositor Rubens Soares obteve seu primeiro grande sucesso com o samba "É bom parar", que segundo alguns teriam sido feito em parceria com Noel Rosa, embora essa parceria não conste do selo do disco gravado por Francisco Alves, na Victor. Com este samba ganhou o primeiro prêmio no Concurso Oficial de Músicas Carnavalescas da Prefeitura do Rio de Janeiro.

É bom parar” (Rubens Soares/Noel Rosa) # Francisco Alves e Conjunto Regional RCA Victor. Disco Victor (34.038-B) / Matriz (80101). Gravação (28/01/1936) / Lançamento (fevereiro/1936).

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O Eterno Balanceio de Lauro Maia, por Laura Macedo

Lauro Maia Teles
*06/11/1913 - Fortaleza (CE)
+05/01/1950 - Rio de Janeiro (RJ)

O Eterno Balanceio de Lauro Maia, por Laura Macedo

Provavelmente o Brasil, como um todo, não conhece a grandiosa da obra deixada pelo cearense Lauro Maia. Foi o pesquisador/colecionador cearense Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez) que resgatou a vida e obra de Lauro Maia, preenchendo uma grande lacuna na história a Música Popular Brasileira.

Lauro Maia, além de compositor, dominava a arte de tocar os instrumentos: piano e acordeom. A influência foi herdada da mãe - Laura Maia Teles -, professora de piano e compositora. Lauro atuou na “Ceará Rádio Clube” dirigindo o programa “Lauro Maia e seu Rítmo”.

 

 

Quem mais gravou a obra de Lauro Maia foram os Conjuntos: “Quatro Azes e Um Coringa” e “Vocalistas Tropicais”. Outros grandes nomes do cenário artístico da época gravaram, também, suas composições, a exemplo de Joel e Gaúcho, Orlando Silva, Zeca Pagodinho, Claudete Soares, Carmélia Alves e Cyro Monteiro.

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Neusa Maria - A Voz Doçura do Brasil, por Laura Macedo

 

A paulista Vasiliki Purchio adotou o nome artístico de Neusa Maria em virtude do seu nome de batismo ser de difícil pronúncia. Iniciou na arte do canto aos 12 anos de idade. Mais tarde foi homenageada com o ‘slogan’- “Rainha do Jingle” e da “Voz doçura do BrasilLeia mais »

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Composições de Custódio Mesquita na voz de Carlos Galhardo, por Laura Macedo

Composições de Custódio Mesquita na voz de Carlos Galhardo

por Laura Macedo

A inspiração para esse post veio do Arquivo Confraria do Chiado (Facebook) através do confrade Luciano Oliveira Goulart quando o mesmo publicou a Capa do Disco “Custódio Mesquita na Voz de Carlos Galhardo” a qual compartilho com vocês.

Custódio Mesquita (1910-1945) do universo de mais de uma centena das canções, pouquíssimas são conhecidas do grande público de hoje, o que é lamentável. Grandes nomes do universo musical brasileiro a exemplo do maestro Guerra Peixe comentou que as obras de Custódio ocupam posição de vanguarda e são muito bem trabalhadas, bem arranjadas, com melodias de alto valor e de forma definida.

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Dia Nacional do Choro é sinônimo de Pixinguinha, por Laura Macedo




Em homenagem ao Dia Nacional do Choro, trago um Pixinguinha que compõe, executa arranjos, toca instrumentos, canta, fala...

PIXINGUINHA FALANDO...

Ouçam (por 2 minutos) a voz de Pixinguinha ....

Pixinguinha realizou dois depoimentos para o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, ambos sob a direção de Ricardo Cravo Albin.

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"Fica doido varrido", por Laura Macedo

por Laura Macedo

Um dos maiores hits do Carnaval de 1945 foi - “Fica doido varrido” -, gravado por Sílvio Caldas e composto por Benedito Lacerda e Erastótenes Frazão.

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Baiana no Harlem - Linda Batista e Denis Brean, por Laura Macedo

Baiana no Harlem - Linda Batista e Denis Brean, por Laura Macedo

O Boogie-Woogie, um subgênero do jazz, chegou ao Brasil na década de 1940 e, depois de ser encarado como invasor, fez uma parceria divertida com o samba. Denis Brean, jornalista paulista, foi um craque em misturar os dois ritmos e conseguir bons resultados.

Em Baiana no Harlem, gravada em 1950 por Linda Batista, ele inverteu o jogo. Com humor e muito balanço, mostra o samba invadindo os Estados Unidos. (Fonte: IMS - Instituto Moreira Salles).

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"Praça Onze" X "Ai que saudades da Amélia", por Laura Macedo

O Concurso para a escolha do Melhor Samba do Carnaval Carioca era um mega acontecimento. No ano de 1942 a disputa foi bastante acirrada, entre os compositores Herivelto Martins/Grande Otelo X Ataulfo Alves/Mário Lago. A primeira dupla, defendendo “Praça Onze” e a segunda dupla defendendo “Ai, que saudades da Amélia”.

Praça Onze / Grande Otelo e Herivelto Martins

A Praça Onze existiu por mais de 150 anos. No início era chamada de Rocio Pequeno, posteriormente, Praça Onze de Junho. Nas primeiras décadas do século XX tornou-se o espaço mais cosmopolita do Rio de Janeiro, sempre frequentada por vários imigrantes estrangeiros e por negros oriundos da Bahia.

Foi o compositor/ator Grande Otelo que teve a ideia de protestar, em ritmo de samba, quanto à extinção da referida Praça. Segundo Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, Otelo era um excelente ator, mas um letrista fraco. Ao mostrar sua letra aos compositores, Max Bulhões, Wilson Batista e Herivelto Martins, não ocorreu o menor interesse dos mesmos. Mas Otelo teimou até que Herivelto, aproveitando a ideia do samba, refez os versos do amigo.

A primeira concorrente a se apresentar foi “Praça Onze”. Herivelto Martins preparou um mega show mostrando os instrumentos e a função de cada um; na sequencia as passistas, um grupo sensacional de mulatas rebolando. Quando executaram “Praça Onze” a plateia foi ao delírio.

Praça onze” (Herivelto Martins/Grande Otelo) # Castro Barbosa/Trio de Ouro. Disco Columbia (55319-A) / Matriz (488). Gravação (25/11/1941) / Lançamento (janeiro/1942).

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Parcerias de Pixinguinha e Benedito Lacerda, por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves

por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves

O objetivo deste post é destacar algumas das fecundas parcerias entre Pixinguinha e Benedito Lacerda

Alfredo da Rocha Viana Filho (1897-1973), o Pixinguinha é o maior chorão de todos os tempos. Compositor de música popular brasileira era também tenor, pianista, saxofonista, além de arranjador, e contribuiu diretamente para edificar o Choro como um gênero musical. Com ele o Choro adquiriu mais leveza, ritmo, graça e também a hábito do improviso.

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Vídeos

Dominguinhos canta em homenagem a Teresina

 

“Teresina” (Aurélio Melo/José Rodrigues) # Dominguinhos.

 

Raros Encontros da MPB

Raro encontro de grandes talentos da nossa cultura popular: Mauro Duarte, Pandeirinho, Nelson Sargento, Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho. Os dois últimos conversam sobre Cartola e cantam seus sucessos.

BossaFilmes apresenta Noel Rosa

Por ocasião do centenário de nascimento de Noel Rosa a BossaFilmes produziu o curta-metragem documental “Noel Rosa” em HD mesclando imagens de época, fotografias, depoimentos e animações.As imagens mostram o Rio de Janeiro romântico na década de 30 do século passado, os elementos de uma modernidade recém conquistada, a brasilidade, a faculdade de medicina, o samba do morro descendo ao asfalto e as grandes paixões de Noel Rosa: a poesia, as mulheres da boemia e os automóveis.

 

“Noel Rosa” foi indicado como finalista para o 6° Prêmio BRAVO! Bradesco Prime, organizado pela revista BRAVO! e teve trechos exibidos na elegante Sala São Paulo, na cerimônia de entrega dos prêmios que teve Noel Rosa como homenageado em apresentações do ator Lázaro Ramos e da cantora Roberta Sá, entre outros.

“Uma aproximação entre o universo do compositor e o do cinema russo dos anos 20.” - Revista BRAVO! Leia mais »

Edu Lobo e Ithamara Koorax

"Canção do Amanhecer", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes

A crítica considera "Canção do Amanhecer" uma das composições mais poéticas e originais de Edu, casando-se de maneira perfeita com a letra de Vinicius.

"A Mulher de cada Porto", de Edu Lobo e Chico Buarque

Baden Powell

Baden Powell e Márcia Souza interpretam "Tempo de Amor", de Vinicius de Moraes e Baden Powell.

Documentário Saravah, de 1969 (Pierre Barouh).

Documentos

Sem colaborações até o momento.

Áudio

Noel Rosa e Marília Batista


2:44 minutos (3.75 MB)

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"Provei" - samba (1936) (Noel Rosa - Vadico), com Noel Rosa, Marília Batista e Conjunto de Benedito Lacerda. ODEON (11.422A) - novembro/1936.

Noel Rosa em gravações originais


3:38 minutos (5 MB)

"São Coisas Nossas (Coisas Nossas)" - samba (1932) (Noel Rosa), com Noel Rosa e seu Grupo. Columbia (22.089A) - fevereiro/1932.