Revista GGN

Assine
imagem de Laura Macedo
Profissão Professora / Blogueira
Formação Pedagoga

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

O Instrumentista-Compositor Demerval Fonseca Neto - Furinha, por Laura Macedo

O Instrumentista/Compositor Demerval Fonseca Neto - Furinha

por Laura Macedo

O Instrumentista e compositor Demerval Fonseca Neto [Furinha] nasceu no bairro do Catumbi, no Rio de Janeiro (RJ) em 1903 e faleceu provavelmente nos anos 1970. [As fontes pesquisadas quanto o ano de sua morte são contraditórias].

Toda a família tocava de ouvido e, por volta de 1920, começou a tocar cavaquinho e, logo depois, bandurra (espécie de bandolim). Começou a compor ao iniciar seu trabalho em orquestra. Em 1926 participou da Orquestra Raul Lipoff, tocando banjo e com ela se apresentava em festas e bailes.

Em 1927 lançou pela Odeon o choro “Tudo teu”, sua primeira composição gravada. Dois anos depois obteve sucesso com a gravação do choro “Verinha”, pelo trompetista Djalma Guimarães, na Odeon.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Rubens Soares - Integração entre Música e o Boxe, por Laura Macedo

Rubens Soares

*29/05/1911 - Rio de Janeiro (RJ)
+13/06/1998 - Rio de Janeiro (RJ)

por Laura Macedo

Foi em 1936 que o compositor Rubens Soares obteve seu primeiro grande sucesso com o samba "É bom parar", que segundo alguns teriam sido feito em parceria com Noel Rosa, embora essa parceria não conste do selo do disco gravado por Francisco Alves, na Victor. Com este samba ganhou o primeiro prêmio no Concurso Oficial de Músicas Carnavalescas da Prefeitura do Rio de Janeiro.

É bom parar” (Rubens Soares/Noel Rosa) # Francisco Alves e Conjunto Regional RCA Victor. Disco Victor (34.038-B) / Matriz (80101). Gravação (28/01/1936) / Lançamento (fevereiro/1936).

Leia mais »

Média: 2.8 (5 votos)

O Eterno Balanceio de Lauro Maia, por Laura Macedo

Lauro Maia Teles
*06/11/1913 - Fortaleza (CE)
+05/01/1950 - Rio de Janeiro (RJ)

O Eterno Balanceio de Lauro Maia, por Laura Macedo

Provavelmente o Brasil, como um todo, não conhece a grandiosa da obra deixada pelo cearense Lauro Maia. Foi o pesquisador/colecionador cearense Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez) que resgatou a vida e obra de Lauro Maia, preenchendo uma grande lacuna na história a Música Popular Brasileira.

Lauro Maia, além de compositor, dominava a arte de tocar os instrumentos: piano e acordeom. A influência foi herdada da mãe - Laura Maia Teles -, professora de piano e compositora. Lauro atuou na “Ceará Rádio Clube” dirigindo o programa “Lauro Maia e seu Rítmo”.

 

 

Quem mais gravou a obra de Lauro Maia foram os Conjuntos: “Quatro Azes e Um Coringa” e “Vocalistas Tropicais”. Outros grandes nomes do cenário artístico da época gravaram, também, suas composições, a exemplo de Joel e Gaúcho, Orlando Silva, Zeca Pagodinho, Claudete Soares, Carmélia Alves e Cyro Monteiro.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Neusa Maria - A Voz Doçura do Brasil, por Laura Macedo

 

A paulista Vasiliki Purchio adotou o nome artístico de Neusa Maria em virtude do seu nome de batismo ser de difícil pronúncia. Iniciou na arte do canto aos 12 anos de idade. Mais tarde foi homenageada com o ‘slogan’- “Rainha do Jingle” e da “Voz doçura do BrasilLeia mais »

Média: 5 (4 votos)

Composições de Custódio Mesquita na voz de Carlos Galhardo, por Laura Macedo

Composições de Custódio Mesquita na voz de Carlos Galhardo

por Laura Macedo

A inspiração para esse post veio do Arquivo Confraria do Chiado (Facebook) através do confrade Luciano Oliveira Goulart quando o mesmo publicou a Capa do Disco “Custódio Mesquita na Voz de Carlos Galhardo” a qual compartilho com vocês.

Custódio Mesquita (1910-1945) do universo de mais de uma centena das canções, pouquíssimas são conhecidas do grande público de hoje, o que é lamentável. Grandes nomes do universo musical brasileiro a exemplo do maestro Guerra Peixe comentou que as obras de Custódio ocupam posição de vanguarda e são muito bem trabalhadas, bem arranjadas, com melodias de alto valor e de forma definida.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Dia Nacional do Choro é sinônimo de Pixinguinha, por Laura Macedo




Em homenagem ao Dia Nacional do Choro, trago um Pixinguinha que compõe, executa arranjos, toca instrumentos, canta, fala...

PIXINGUINHA FALANDO...

Ouçam (por 2 minutos) a voz de Pixinguinha ....

Pixinguinha realizou dois depoimentos para o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, ambos sob a direção de Ricardo Cravo Albin.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

"Fica doido varrido", por Laura Macedo

por Laura Macedo

Um dos maiores hits do Carnaval de 1945 foi - “Fica doido varrido” -, gravado por Sílvio Caldas e composto por Benedito Lacerda e Erastótenes Frazão.

  Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Baiana no Harlem - Linda Batista e Denis Brean, por Laura Macedo

Baiana no Harlem - Linda Batista e Denis Brean, por Laura Macedo

O Boogie-Woogie, um subgênero do jazz, chegou ao Brasil na década de 1940 e, depois de ser encarado como invasor, fez uma parceria divertida com o samba. Denis Brean, jornalista paulista, foi um craque em misturar os dois ritmos e conseguir bons resultados.

Em Baiana no Harlem, gravada em 1950 por Linda Batista, ele inverteu o jogo. Com humor e muito balanço, mostra o samba invadindo os Estados Unidos. (Fonte: IMS - Instituto Moreira Salles).

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

"Praça Onze" X "Ai que saudades da Amélia", por Laura Macedo

O Concurso para a escolha do Melhor Samba do Carnaval Carioca era um mega acontecimento. No ano de 1942 a disputa foi bastante acirrada, entre os compositores Herivelto Martins/Grande Otelo X Ataulfo Alves/Mário Lago. A primeira dupla, defendendo “Praça Onze” e a segunda dupla defendendo “Ai, que saudades da Amélia”.

Praça Onze / Grande Otelo e Herivelto Martins

A Praça Onze existiu por mais de 150 anos. No início era chamada de Rocio Pequeno, posteriormente, Praça Onze de Junho. Nas primeiras décadas do século XX tornou-se o espaço mais cosmopolita do Rio de Janeiro, sempre frequentada por vários imigrantes estrangeiros e por negros oriundos da Bahia.

Foi o compositor/ator Grande Otelo que teve a ideia de protestar, em ritmo de samba, quanto à extinção da referida Praça. Segundo Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, Otelo era um excelente ator, mas um letrista fraco. Ao mostrar sua letra aos compositores, Max Bulhões, Wilson Batista e Herivelto Martins, não ocorreu o menor interesse dos mesmos. Mas Otelo teimou até que Herivelto, aproveitando a ideia do samba, refez os versos do amigo.

A primeira concorrente a se apresentar foi “Praça Onze”. Herivelto Martins preparou um mega show mostrando os instrumentos e a função de cada um; na sequencia as passistas, um grupo sensacional de mulatas rebolando. Quando executaram “Praça Onze” a plateia foi ao delírio.

Praça onze” (Herivelto Martins/Grande Otelo) # Castro Barbosa/Trio de Ouro. Disco Columbia (55319-A) / Matriz (488). Gravação (25/11/1941) / Lançamento (janeiro/1942).

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Parcerias de Pixinguinha e Benedito Lacerda, por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves

por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves

O objetivo deste post é destacar algumas das fecundas parcerias entre Pixinguinha e Benedito Lacerda

Alfredo da Rocha Viana Filho (1897-1973), o Pixinguinha é o maior chorão de todos os tempos. Compositor de música popular brasileira era também tenor, pianista, saxofonista, além de arranjador, e contribuiu diretamente para edificar o Choro como um gênero musical. Com ele o Choro adquiriu mais leveza, ritmo, graça e também a hábito do improviso.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Rogério Guimarães em interpretações solos de suas composições

rogrioguimarescortadareduz.jpg

por Laura Macedo

Natural de Campinas, Rogério Guimarães (1900-1980) cedo se mudou para o Rio de Janeiro e, tal como outro paulista de renome - Américo Jacomino, o Canhoto -, ele utilizava as cordas do violão às avessas sendo, também, batizado de “Canhoto”.

Teve sua obra registrada nas gravadoras Odeon, Parlophon e RCA Victor. Nessa última, em 1929, se tornou diretor artístico permanecendo no cargo por três anos, período esse que admitiu a novata Carmen Miranda, primeiro sucesso da gravadora, e tantos outros artistas. Leia mais »

Sem votos

"Cintilante" - Claudionor Cruz, José Francisco de Freitas e Severino Araújo

 

Claudionor Cruz / José Francisco de Freitas / Severino Araújo

 

 

  Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Centenário de Denis Brean, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

Denis Brean (Augusto Duarte Ribeiro)

*28/02/1917 - Campinas (SP)
+16/08/1969 - São Paulo (SP)

Compositor / Jornalista / Radialista / Letrista

O jovem Augusto Duarte Ribeiro interessou-se por música quando estudava e, com seus colegas do Colégio Ateneu Paulista, em Campinas, criou o “Conjunto do Duarte”, que se apresentava em festas escolares, em aniversários de colegas e amigos, cantando as canções de sucesso da época.

Em 1934, o “Conjunto do Duarte” participou do primeiro Festival Musical na primeira Festa da Uva, em Jundiaí, com a canção "Poesia da Uva" (Letra e Música: Augusto Duarte Ribeiro), obtendo o primeiro prêmio.

Sonhando com voos mais altos mudou-se com a família para São Paulo, passando a trabalhar como escriturário. Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, porém não chegou ao término do curso, transferindo-se para a área de Jornalismo, já que atuava na “A Gazeta Esportiva”.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

"Eu e Você" com Clélia Simone e Tito Madi

Clélia Simone e Tito Madi

"Eu e Você" com Clélia Simone e Tito Madi

por Laura Macedo

Foi através do canal no YouTube do grande amigo Gilberto Inácio Gonçalves que ouvi pela primeira vez a valsa - “Eu e você” -, do compositor Tito Madi, na voz do próprio compositor e da cantora, desconhecida para mim, Clélia Simone.

Sobre o compositor/cantor Tito Madi muito já se escreveu na história da MPB. A influência do pai, tocador de alaúde e dos irmãos mais velhos que tocavam violão e bandolim. A preferência de Tito Madi recaiu sobre o violão e a arte de compor.

No começo da década de 1940, Tito Madi, montou com os irmãos, um serviço de alto falante intitulado - “A Voz de Pirajuí”. Anos mais tarde quando a cidade inaugura sua primeira emissora de Rádio, Tito Madi é convidado a colaborar na emissora.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

Única gravação de Stella Maris em disco 78 rpm, por Laura Macedo

Stella Maris e Dorival Caymmi

por Laura Macedo

Numa tarde de domingo, Dorival Caymmi foi assistir a um programa de calouros na Rádio Nacional e uma candidata loura de olhos verdes chamou sua atenção.

E a senhorita, o que vai cantar? – perguntou o apresentador.

"Último desejo", de Noel Rosa – respondeu.

"Fiquei petrificado, virei mármore na cadeira", conta Caymmi no documentário “Um certo Dorival Caymmi”, de Aluisio Didier. "Não tem cara de Noel Rosa, nem de samba. Mas vai sair bonito. Botei uma fé".

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Vídeos

Dominguinhos canta em homenagem a Teresina

 

“Teresina” (Aurélio Melo/José Rodrigues) # Dominguinhos.

 

Raros Encontros da MPB

Raro encontro de grandes talentos da nossa cultura popular: Mauro Duarte, Pandeirinho, Nelson Sargento, Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho. Os dois últimos conversam sobre Cartola e cantam seus sucessos.

BossaFilmes apresenta Noel Rosa

Por ocasião do centenário de nascimento de Noel Rosa a BossaFilmes produziu o curta-metragem documental “Noel Rosa” em HD mesclando imagens de época, fotografias, depoimentos e animações.As imagens mostram o Rio de Janeiro romântico na década de 30 do século passado, os elementos de uma modernidade recém conquistada, a brasilidade, a faculdade de medicina, o samba do morro descendo ao asfalto e as grandes paixões de Noel Rosa: a poesia, as mulheres da boemia e os automóveis.

 

“Noel Rosa” foi indicado como finalista para o 6° Prêmio BRAVO! Bradesco Prime, organizado pela revista BRAVO! e teve trechos exibidos na elegante Sala São Paulo, na cerimônia de entrega dos prêmios que teve Noel Rosa como homenageado em apresentações do ator Lázaro Ramos e da cantora Roberta Sá, entre outros.

“Uma aproximação entre o universo do compositor e o do cinema russo dos anos 20.” - Revista BRAVO! Leia mais »

Edu Lobo e Ithamara Koorax

"Canção do Amanhecer", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes

A crítica considera "Canção do Amanhecer" uma das composições mais poéticas e originais de Edu, casando-se de maneira perfeita com a letra de Vinicius.

"A Mulher de cada Porto", de Edu Lobo e Chico Buarque

Baden Powell

Baden Powell e Márcia Souza interpretam "Tempo de Amor", de Vinicius de Moraes e Baden Powell.

Documentário Saravah, de 1969 (Pierre Barouh).

Documentos

Sem colaborações até o momento.

Áudio

Noel Rosa e Marília Batista


2:44 minutos (3.75 MB)

You are missing some Flash content that should appear here! Perhaps your browser cannot display it, or maybe it did not initialize correctly.

"Provei" - samba (1936) (Noel Rosa - Vadico), com Noel Rosa, Marília Batista e Conjunto de Benedito Lacerda. ODEON (11.422A) - novembro/1936.

Noel Rosa em gravações originais


3:38 minutos (5 MB)

"São Coisas Nossas (Coisas Nossas)" - samba (1932) (Noel Rosa), com Noel Rosa e seu Grupo. Columbia (22.089A) - fevereiro/1932.