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Parcerias de Pixinguinha e Benedito Lacerda, por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves

por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves

O objetivo deste post é destacar algumas das fecundas parcerias entre Pixinguinha e Benedito Lacerda

Alfredo da Rocha Viana Filho (1897-1973), o Pixinguinha é o maior chorão de todos os tempos. Compositor de música popular brasileira era também tenor, pianista, saxofonista, além de arranjador, e contribuiu diretamente para edificar o Choro como um gênero musical. Com ele o Choro adquiriu mais leveza, ritmo, graça e também a hábito do improviso.

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Rogério Guimarães em interpretações solos de suas composições

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por Laura Macedo

Natural de Campinas, Rogério Guimarães (1900-1980) cedo se mudou para o Rio de Janeiro e, tal como outro paulista de renome - Américo Jacomino, o Canhoto -, ele utilizava as cordas do violão às avessas sendo, também, batizado de “Canhoto”.

Teve sua obra registrada nas gravadoras Odeon, Parlophon e RCA Victor. Nessa última, em 1929, se tornou diretor artístico permanecendo no cargo por três anos, período esse que admitiu a novata Carmen Miranda, primeiro sucesso da gravadora, e tantos outros artistas. Leia mais »

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"Cintilante" - Claudionor Cruz, José Francisco de Freitas e Severino Araújo

 

Claudionor Cruz / José Francisco de Freitas / Severino Araújo

 

 

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Centenário de Denis Brean, por Laura Macedo

Por Laura Macedo

Denis Brean (Augusto Duarte Ribeiro)

*28/02/1917 - Campinas (SP)
+16/08/1969 - São Paulo (SP)

Compositor / Jornalista / Radialista / Letrista

O jovem Augusto Duarte Ribeiro interessou-se por música quando estudava e, com seus colegas do Colégio Ateneu Paulista, em Campinas, criou o “Conjunto do Duarte”, que se apresentava em festas escolares, em aniversários de colegas e amigos, cantando as canções de sucesso da época.

Em 1934, o “Conjunto do Duarte” participou do primeiro Festival Musical na primeira Festa da Uva, em Jundiaí, com a canção "Poesia da Uva" (Letra e Música: Augusto Duarte Ribeiro), obtendo o primeiro prêmio.

Sonhando com voos mais altos mudou-se com a família para São Paulo, passando a trabalhar como escriturário. Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, porém não chegou ao término do curso, transferindo-se para a área de Jornalismo, já que atuava na “A Gazeta Esportiva”.

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"Eu e Você" com Clélia Simone e Tito Madi

Clélia Simone e Tito Madi

"Eu e Você" com Clélia Simone e Tito Madi

por Laura Macedo

Foi através do canal no YouTube do grande amigo Gilberto Inácio Gonçalves que ouvi pela primeira vez a valsa - “Eu e você” -, do compositor Tito Madi, na voz do próprio compositor e da cantora, desconhecida para mim, Clélia Simone.

Sobre o compositor/cantor Tito Madi muito já se escreveu na história da MPB. A influência do pai, tocador de alaúde e dos irmãos mais velhos que tocavam violão e bandolim. A preferência de Tito Madi recaiu sobre o violão e a arte de compor.

No começo da década de 1940, Tito Madi, montou com os irmãos, um serviço de alto falante intitulado - “A Voz de Pirajuí”. Anos mais tarde quando a cidade inaugura sua primeira emissora de Rádio, Tito Madi é convidado a colaborar na emissora.

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Única gravação de Stella Maris em disco 78 rpm, por Laura Macedo

Stella Maris e Dorival Caymmi

por Laura Macedo

Numa tarde de domingo, Dorival Caymmi foi assistir a um programa de calouros na Rádio Nacional e uma candidata loura de olhos verdes chamou sua atenção.

E a senhorita, o que vai cantar? – perguntou o apresentador.

"Último desejo", de Noel Rosa – respondeu.

"Fiquei petrificado, virei mármore na cadeira", conta Caymmi no documentário “Um certo Dorival Caymmi”, de Aluisio Didier. "Não tem cara de Noel Rosa, nem de samba. Mas vai sair bonito. Botei uma fé".

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"Mesmo assim..." - Eduardo Souto, João da Praia e Bahiano, por Laura Macedo

 

Bahiano (Manoel Pedro dos Santos)

por Laura Macedo

Manoel Pedro dos Santos, conhecido popularmente como Bahiano (1887-1944), foi o primeiro cantor de disco no Brasil. Nascido em Santo Amaro da Purificação, integrou junto a outros cantores da época o primeiro grupo de profissionais da Casa Edison, cujo proprietário era Frederico Figner, pioneira na gravação de discos de gramofone no Brasil.

Bahiano bateu recordes de gravações na Casa Edison, totalizando cerca de 400 fonogramas. Mesmo tendo gravado bastante ainda teve tempo de atuar como ator e cantor em teatros da época.

Segundo o pesquisador Jairo Severiano o cantor Bahiano tinha, felizmente, a preocupação em documentar sua vida artística, colecionando os catálogos da Casa Edison, o qual doou ao radialista/pesquisador Almirante e que foram de imensa utilidade na elaboração da “Discografia Brasileira”, patrocinada pelo Ministério da Educação.

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Parabéns São Paulo e Tom Jobim!, por Laura Macedo

por Laura Macedo

A cidade de SÃO PAULO completa hoje, 25 de janeiro de 2017, 463 anos e TOM JOBIM, se vivo, estaria completando 90 anos. E a homenagem vem com a música “São Paulo”, do nosso eterno Maestro Soberano. PARABÉNS SÃO PAULO e PARABÉNS TOM JOBIM!

Te amo São Paulo” (Tom Jobim) # Tom Jobim e Banda Nova.

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Jairo Severiano - 90 Anos de Cultura Musical, por Laura Macedo

 

Jairo Severiano

* 20/01/1927 - Fortaleza (CE)

Pesquisador / Escritor / Historiador / Produtor / Funcionário Público

Hoje, dia 20 de Janeiro de 2017, nosso querido amigo Jairo Severiano completa 90 Anos e merece todas as homenagens pelo muito que fez e faz em prol da Música Brasileira. Um aspecto da sua personalidade que mais admiro é o seu sentimento altruístico, sempre disponível a esclarecer as dúvidas dos seus interlocutores.

Depois da minha aposentadoria da UFPI (Universidade Federal do Piauí/2008) decidi enveredar pelo fantástico universo da Música Popular Brasileira. Entre os primeiros livros que adquiri, figura a “A Canção no Tempo: 85 Anos de Músicas Brasileiras” / Vol.1 e Vol.2, de Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello. Sou uma principiante na área musical, mas de uma coisa tenho certeza: É isso o que quero fazer enquanto viver.

 

 

Querido amigo Jairo: Vou pegar carona no Programa da Rádio Batuta do IMS (Instituto Moreira Salles) e destacar as suas 21 Músicas Favoritas. Que bom gosto musical! Adorei sua seleção! Assino embaixo!

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"Uma coisinha gostosa chamada amor", por Laura Macedo

"Uma coisinha gostosa chamada amor"

por Laura Macedo

Assinando o “ponto” todos os dias no excelente Grupo Arquivo Confraria do Chiado (Facebook) soube da existência desse delicioso fox-trot gravado por Francisco Alves. Como não encontrei o fonograma em outras mídias apelei para o “Banco de Dados do Acervo Nirez” que, prontamente como sempre, enviou o fonograma o qual socializo com vocês. Espero que gostem!

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Lamartine Silva - "Minha canção de amor", por Laura Macedo

 

por Laura Macedo

O que motivou esta postagem foi a publicação feita pelo amigo/pesquisador Claudevan Melo da capa da Partitura acima, no Grupo Arquivo Confraria do Chiado (Facebook). Fiquei curiosa em conhecer o compositor Lamartine Silva, mas infelizmente não encontrei nenhum verbete sobre ele, muito menos uma foto do artista.

Pelas pesquisas que fiz nos sites: Instituto Moreira Salles, Banco de Dados do Acervo Nirez e da Fundação Joaquim Nabuco, localizei algumas de suas composições. A mais gravada foi - “Minha canção de amor” -, sendo uma das poucas disponível no site YouTube.

Na capa da Partitura está escrito: “1º Prêmio do Concurso realizado pela Associação Nacional dos Editores e Negociantes de Música”, o que me leva a concluir que o Lamartine Silva logrou o referido prêmio.

Minha canção de amor” foi a sua composição mais gravada, a exemplo dos cantores/cantoras: Maria Branca e Trio Ortega (1930), André Penazzi (1952), Nelson Novais (1953), Gauchinho (1960) e Cascatinha e Inhana nos anos de 1958, 1978, 1995 e 2005 (Fotos abaixo).

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"Despedida de Mangueira" - Vários Intérpretes, por Laura Macedo

Foto acima: Pintura óleo sobre tela, de Heitor dos Prazeres (1965). Ao lado os compositores Benedito Lacerda e Aldo Cabral.

por Laura Macedo

 

Apaixonada, desde sempre, pela Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira fiquei curiosa quando descobri a composição - “Despedida de Mangueira” (Aldo Cabral/Benedito Lacerda) lançada, inicialmente, por Francisco Alves pelos Selos Columbia (1940) e Continental (1952/ano de sua morte).

Despedida de Mangueira” logrou o 2º Prêmio de Sambas no Concurso realizado pelo Departamento de Imprensa e Propaganda. A referida composição integrou o filme “Laranja da China”, do poeta Olegário Mariano, estrelando: Irmãs Pagãs, Arnaldo Amaral, Francisco Alves, Dircinha Batista, Benedito Lacerda, Lauro Borges, Barbosa Júnior, Nair Alves [irmã de Francisco Alves] e Grande Otelo.

Coube à cantora Aracy Cortes, no Teatro de Revista, lançar outras composições, a exemplo: “Vamos deixar de intimidade”, “Laranja da China”, “Febre Azul”, “A polícia já foi lá em casa já”, entre outras.

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"Casadinhos" - Delícia de Choro!, por Laura Macedo

por Laura Macedo

Uma delícia de “choro” dos compositores Luiz Bittencourt e Tuiú [Augusto de Oliveira Pinto], nas interpretações de Marlene e César de Alencar .

 

 

César de Alencar iniciou na Rádio Nacional, em 1945, atuando em locuções comerciais e narrações. Com a saída de Paulo Gracindo assume o seu lugar, dando inicio ao Programa César de Alencar.

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A arte de Dilermando Reis, por Laura Macedo

 

DILERMANDO dos Santos REIS


*22/09/1916 - Guaratinguetá (SP)
+02/01/1977 - Rio de Janeiro (RJ)

 

Compositor / Violonista

 

Dados Pessoais e Familiares

Oriundo de uma família de quinze filhos, Dilermando Reis nasceu em Guaratinguetá (SP), em 22 de setembro de 1916. Seu pai “arranhava” o violão, como se dizia na época; já a mãe não gostava nada do interesse do filho pelo instrumento, que naquela época era visto de forma preconceituosa.

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"Bate Palmas" - Se gostar peça Bis!, por Laura Macedo

 

por Laura Macedo

O samba “Bate palmas”, composto pelos compositores Príncipe Pretinho e Boanerges Guedes, foi gravado pela Dupla Preto e Branco [Herivelto Martins/Nilo Chagas], em 1937.

 

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Vídeos

Dominguinhos canta em homenagem a Teresina

 

“Teresina” (Aurélio Melo/José Rodrigues) # Dominguinhos.

 

Raros Encontros da MPB

Raro encontro de grandes talentos da nossa cultura popular: Mauro Duarte, Pandeirinho, Nelson Sargento, Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho. Os dois últimos conversam sobre Cartola e cantam seus sucessos.

BossaFilmes apresenta Noel Rosa

Por ocasião do centenário de nascimento de Noel Rosa a BossaFilmes produziu o curta-metragem documental “Noel Rosa” em HD mesclando imagens de época, fotografias, depoimentos e animações.As imagens mostram o Rio de Janeiro romântico na década de 30 do século passado, os elementos de uma modernidade recém conquistada, a brasilidade, a faculdade de medicina, o samba do morro descendo ao asfalto e as grandes paixões de Noel Rosa: a poesia, as mulheres da boemia e os automóveis.

 

“Noel Rosa” foi indicado como finalista para o 6° Prêmio BRAVO! Bradesco Prime, organizado pela revista BRAVO! e teve trechos exibidos na elegante Sala São Paulo, na cerimônia de entrega dos prêmios que teve Noel Rosa como homenageado em apresentações do ator Lázaro Ramos e da cantora Roberta Sá, entre outros.

“Uma aproximação entre o universo do compositor e o do cinema russo dos anos 20.” - Revista BRAVO! Leia mais »

Edu Lobo e Ithamara Koorax

"Canção do Amanhecer", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes

A crítica considera "Canção do Amanhecer" uma das composições mais poéticas e originais de Edu, casando-se de maneira perfeita com a letra de Vinicius.

"A Mulher de cada Porto", de Edu Lobo e Chico Buarque

Baden Powell

Baden Powell e Márcia Souza interpretam "Tempo de Amor", de Vinicius de Moraes e Baden Powell.

Documentário Saravah, de 1969 (Pierre Barouh).

Documentos

Sem colaborações até o momento.

Áudio

Noel Rosa e Marília Batista


2:44 minutos (3.75 MB)

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"Provei" - samba (1936) (Noel Rosa - Vadico), com Noel Rosa, Marília Batista e Conjunto de Benedito Lacerda. ODEON (11.422A) - novembro/1936.

Noel Rosa em gravações originais


3:38 minutos (5 MB)

"São Coisas Nossas (Coisas Nossas)" - samba (1932) (Noel Rosa), com Noel Rosa e seu Grupo. Columbia (22.089A) - fevereiro/1932.