4 de junho de 2026

Crivella enxerga semelhanças entre ele, Dória e Kalil

Para prefeito eleito do Rio, colegas políticos preservam valores tradicionais cristãos
 
Crédito: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN – O prefeito eleito do Rio de Janeiro e bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Marcelo Crivella (PRB), avalia que a vitória dos colegas políticos em São Paulo, João Doria (PSDB) e em Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), aponta para a rejeição popular a propostas progressistas como a legalização do aborto e ideologia de gênero nas escolas sem, no entanto, ponderar para o volume de votos brancos, nulos e abstenções, que na verdade, segundo a avaliação de cientistas políticos, apontam para a negação da política.
 
Crivella declarou ainda que, ideologicamente, os eleitos nas três capitais convergem. “Em nossas posições, há uma certa preservação dos valores tradicionais dessa civilização cristã ocidental”, disse. 
 
O Senador completou que os novos prefeitos não são conservadores. “Nós três somos bem democráticos na nossa maneira de ser e agir”, sustentou. O bispo também criticou o movimento estudantil que está ocupando mais de mil escolas em todo o país contra políticas que retiram direitos educacionais propostas pelo governo Temer.
 
“Vejo com pesar. Acho que essa ocupação com violência, na hora das aulas e da maneira como está sendo feita, não vai ter efeito político”, concluindo que as ocupações trarão prejuízos à educação, e não a PEC do Teto de Gastos (55/2016), o projeto Escola sem Partido e a reforma do ensino médio. 
 
*Com informações do Estado de S.Paulo

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

23 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Moraes

    2 de novembro de 2016 6:21 pm

    Cômico, se não fosse trágico.

    Cômico, se não fosse trágico. Preservação dos valores da civilização ocidental e cristã. Faz tempo que nao via essa fórmula repetida. Acho que desde a guerra do Vietnã…. na verdade Crivela está menos preocupado em preservar esses valores e mais atento á acumulação de outros valores, aqueles do titio…

  2. Ugo

    2 de novembro de 2016 6:49 pm

    lona missionária

    Crivella vá catar dizimo!

  3. Cesario

    2 de novembro de 2016 7:06 pm

    Esqueçam
    Uma demostração de ausência de preconceito religioso que Marcelo Crivella fosse chamado apenas de prefeito eleito. Esse negócio de chamar de bispo licenciado, é preconceituoso. Ninguém se refere ao Lula como ex sindicalista, ou a Dilma como terrorista licenciada.

    1. João de Paiva

      2 de novembro de 2016 7:31 pm

      E Marco Feliciano, hein!?

      Cesario,

      Como é mesmo que aquele deputado acusado de tentar estuprar uma jovem de 22 anos gosta de ser chamado? O nome civil do sujeito é Marco Feliciano, mas ele faz questão de ser chamado de Pastor Marco Feliciano. Dom Paulo Evaristo Arns não exerce mais o episcopado, mas é chamado de bispo. Dom Pedro Casaldáliga, idoso e enfermo, é também chamado de bispo. Não há qualquer discriminação em chamar Marcelo Crivella de bispo licenciado da IURD, pois ele mesmo se apresenta assim. Da mesma forma não há qualquer discriminação em chamar Lula de presidente operário ou ex-operário ou ex-sindicalista.

    2. MarFig

      2 de novembro de 2016 8:43 pm

      Se tivesse fltro de

      Se tivesse fltro de comentaristas aqui eu não precisaria ler esse estrume.

  4. Allan Patrick

    2 de novembro de 2016 7:20 pm

    Mais um conservador com vergonha de se dizer conservador

    Nem no auge do poder os conservadores brasileiros saem do armário para se reconhecerem como conservadores.

  5. João de Paiva

    2 de novembro de 2016 7:24 pm

    Traidor e canalha, como o mimimi temer

    Prezados,

    Esse que se elegeu prefeito do Rio é traidor, canalha, covarde. O sujeito sequer publicava o e-mail oficial de senador, na página da Casa Legislativa. Ele foi ministro e serviu aos governos de Lula e Dilma e mesmo assim votou a favor do golpe que destituiu a presidenta. Além disso, esse pilantra e charlatão tenta minimizar ou esconder as atitudes preconceituosas e de perseguição e intolerância contra outras religiões, muitas delas registradas em livros escritos por ele mesmo, em reportagens e gravações feitas a partir de depoimentos, pronunciamentos e pregações. Há um vídeo em que ele faz chacota com os pobres, dizendo “Ensina a pegar o peixe que eles trazem o peixe com a moeda na boca”, numa clara alusão aos pobres ludibriados por ele e outros charlatães da IURD, que são instados a doar para a IURD 10% do que ganham. E o que dizer daquela música em que ele apóia o pastor da IURD que profanou uma imagem católica? Os estudantes cariocas que se preparem, pois Crivella adotará práticas semelhantes não só às de Dória, mas também às de Beto Richa, Geraldo Ackmin e Marconi Perillo – esse triunvirato tucano que reprime violentamente manifestações de estudantes e professores.

    Crivella não é conservador; ele é reacionário, retrógrado, medieval, obscurantista.

  6. Marcos Antônio

    2 de novembro de 2016 7:42 pm

    Kalil?

    Kalil, é o segundo cara!

    O Primeiro é o LULA!

     

    [video: https://www.youtube.com/watch?v=MYbro4jpY8c%5D

    1. MarFig

      2 de novembro de 2016 8:42 pm

      Não se iluda, mais cedo o

      Não se iluda, mais cedo o mais tarde entram num acordo. Kalil apoiou Aécio pra Presidente.

      1. Jus Ad Rem

        3 de novembro de 2016 2:20 am

        É briga de cachorro sujo…

        É briga de cachorro sujo…

      2. João de Paiva

        3 de novembro de 2016 11:13 am

        Muito bem lembrado

        Marfig,

        Kalil, cartola do futebol e também consumidor de farinha como seu antagonista cruzeirense, este amigo íntimo dos Perrella (aqueles mesmos, proprietários de um helicóptero apreendido com 445 kg de pasta-base de cocaína em Afonso Cláudio, no ES, em 2013, mas que a ‘empenhadíssima’ PF e o ‘implacável’ MP trataram de inocentar em ‘cognição sumária’. A propósito: a quem pertencia a valiosa carga? Quantos milhões ela valia? Qual o destino da dorga apreendida?Alô PF, alô MP! A quem compete investigar transporte e tráfico ilegal de drogas?).

        A fala demagógica de Kalil foi para atiçar a galera atleticana que o elegeu.

  7. alexis

    2 de novembro de 2016 7:46 pm

    Interessante

    O Crivella: “avalia que a vitória dos colegas políticos em São Paulo, João Doria (PSDB) e em Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), aponta para a rejeição popular a propostas progressistas como a legalização do aborto e ideologia de gênero nas escolas”

    O povo levou para as urnas aspectos religiosos e comportamentais. Isso reafirma o apontado em outros posts, no sentido de que a esquerda se deve reorganizar ao redor de bandeiras mais pluralistas e compreensíveis pelo eleitor, como a soberania nacional e a justiça social. O PSol abusou no RJ de bandeiras coloridas e chamou ao povo para as suas teses modernosas, sem oferecer saídas a esse mesmo povo para os seus problemas.

  8. Elvys

    2 de novembro de 2016 8:04 pm

    Alguém avisa o cidadão eleito

    Alguém avisa o cidadão eleito prefeito no Rio de Janeiro que o cidadão eleito prefeito de São Paulo já confirmou presença na próxima Parada Gay na Av. Paulista….

  9. Júnior Sertanejo

    2 de novembro de 2016 8:25 pm

    Se Nassif me permitisse
    Se Nassif me permitisse liberar o auditório do GGN,eu me comprometo de ir até a São Paulo,com passagens pagas do meu bolso,no propósito de ministrar uma aula sobre política partidária brasileira,para cadastrados e não cadastrados daqui.Veja essa de Crivella,de tão amadora,até Ivan de Union,o comentarista 5 estrelas do pedaço matava.Ontem,se a memória não me falha,li por aqui,que os evangélicos querem Crivella presidente e 1/3 da Câmara.Taí a primeira mexida do Prefeito Carioca nessa direção.Eu cobra criada na política, a classificaria como ridícula,todavia chamo mais uma vez a atenção de Da.Emma,a comentarista não a ave,a senhora atirou no que viu e acertou o que não viu.Quê tal Jorge Benjor”disseram quê eles não vinham, olham eles aí,aí aí caramba,aí aí caramba”.

    1. Junior Sertanejo

      2 de novembro de 2016 11:47 pm

      Assunto resolvido.Nassif

      Assunto resolvido.Nassif liberou o auditório em data a ser confirmada adiante.Teremos a mediação de Da.Lourdes,e a apresentação de Sérgio Saraiva.A entrada será gratuita.Apos mimha palestra,teremos rodada de Choro no Alemão com  a participação de Luis Nassif,ficando desde já estabelecido que,para acesso ao Bar do Alemão,vocês terão de coçar o bolso.

  10. jcordeiro

    2 de novembro de 2016 10:25 pm

    As Novas Cruzadas

    Nassif: o bispo parece não perde tempo. Tem a visão ampla e ambiciosa como a do “chefe”. Possivelmente, vai inaugurar campanha de peregrinações à nova terra “santa” (Brasília).

    É como se estivéssemos por volta do ano 1000, com o monge Pedro convocando os “sans coulottes” (versão “avivada”) para a desgraçada aventura.

    Evidentemente, esse novo movimento político demagógico resultará vazio de objetividade social. Importante nele sera o tilintar das moedas na sacola de ofertas. 

    Para tal importa a movimentação dos inocentes úteis. Virão outras hordas, a das crianças, a dos 3 “reis”. Sensibiliza as opinioes, como Ali Baba ou Hobin Hood ou até como Cunha.

    Nove cruzadas, talvez menos, em nome de Cristo e com financiamento (sempre a fundo perdido) pelo BNDES. Com captação pela rede bancária, agora que o propinoduto nacional (caixa 2) vai ser liberado e o Judiciária tá nem aí.

    Viva o bispo-presidente, do Reino de Deus!

  11. peregrino

    3 de novembro de 2016 12:16 am

    só o começo…

    com o tempo estará exigindo lealdade religiosa de todos

    ou impondo ou perseguindo, porque livremente é praticamente impossível conseguir a lealdade de quem pensa diferente

    como sempre conseguiram entre seguidores, acreditam que podem conseguir de todos, porque o STF não é mais o limite

  12. peregrino

    3 de novembro de 2016 12:40 am

    mas………………….e se

    conseguir ser Presidente?

    só pergunto porque esses caras estão espelhando muito Obama

    e JFK , primeiro católico, teve que se justificar, garantir que não se deixaria influenciar pelo Papa

    estudem como tentam fazer que se completem, convicções pessoais e lealdade de todos

    1. peregrino

      3 de novembro de 2016 12:55 am

      já adentrou a mente de muitos da Justiça…

      com o tempo nas leis, gerando novos conceitos de cidadania e quem sabe até o Direito…………………

      bem……………………tomara que o que está adentrando a minha seja só loucura

       

    2. peregrino

      3 de novembro de 2016 12:55 am

      já adentrou a mente de muitos da Justiça…

      com o tempo nas leis, gerando novos conceitos de cidadania e quem sabe até o Direito…………………

      bem……………………tomara que o que está adentrando a minha seja só loucura

       

  13. chris

    3 de novembro de 2016 1:11 am

    O que dizer??

    Crivella…. experimenta botar os óculos!

  14. Andre B

    3 de novembro de 2016 1:20 am

    Crivella não representa a maioria dos eleitores do Rio.

    Quando se diz que um candidato foi eleito com a maioria dos votos válidos, a impressão é de que a maioria dos eleitores votou nele, que ele representa a maioria dos eleitores e pode falar em nome dessa maioria. Mas o Crivlla  só teve 35% dos votos de eleitores registrados na cidade do Rio. A grande maioria, 65% rejeitou Crivella. Rejeitaram os ‘valores tradicionais’. Crivella não representa a maioria dos eleitores do Rio. Crivella não tem legitimidade nenhuma para falar em nome da maioria dos eleitores do Rio. E é isso que ele tem em comum com Dória e Kallil: não representam a maioria dos eleitores.

     

     

     

  15. Jus Ad Rem

    3 de novembro de 2016 2:13 am

    “Crivella enxerga semelhanças

    “Crivella enxerga semelhanças entre ele, Dória e Kalil”

    e eu enxergo semelhança entre ele, Edir Macedo e charlatanismo.

Recomendados para você

Recomendados