4 de junho de 2026

Dívida líquida do setor público alcança R$1.573 bilhões em agosto

Por Roberto São Paulo – SP

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Do Banco Central

Política Fiscal

I – Resultados fiscais

Em agosto, o setor público consolidado registrou deficit primário de R$432 milhões. O Governo Central registrou deficit de R$55 milhões; e os governos regionais e as empresas estatais, deficits de R$174 milhões e R$203 milhões, respectivamente.

No ano, o superavit primário acumulado alcançou R$54 bilhões, comparativamente a R$74,2 bilhões no mesmo período do ano anterior. O superavit primário acumulado em doze meses totalizou R$84,7 bilhões, 1,82% do PIB, reduzindo-se 0,09 p.p. do PIB em relação ao observado no mês anterior.

Os juros nominais, apropriados por competência, alcançaram R$21,9 bilhões em agosto, comparativamente a R$23,4 bilhões em julho. O menor número de dias úteis no mês contribuiu para essa redução. No ano, os juros nominais somam R$163,4 bilhões, comparativamente a R$147,6 bilhões no mesmo período de 2012. No acumulado em doze meses, os juros nominais alcançaram R$229,6 bilhões, 4,94% do PIB, elevando-se 0,02 p.p. do PIB em relação a julho.
O resultado nominal, que inclui o superavit primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$22,3 bilhões em agosto. No ano, o deficit nominal alcançou R$109,3 bilhões, elevando-se R$36 bilhões em relação ao mesmo período de 2012. Em doze meses, o deficit nominal atingiu R$144,9 bilhões, 3,12% do PIB, elevando-se 0,11 p.p. do PIB em relação ao observado em julho.

II – Dívida mobiliária federal

A dívida mobiliária federal, fora do Banco Central, avaliada pela posição de carteira, totalizou R$1.895,8 bilhões (40,8% do PIB) em agosto, registrando acréscimo de R$31,5 bilhões em relação ao mês anterior. O resultado refletiu emissões líquidas de R$16,3 bilhões, acréscimo de R$0,4 bilhão em razão da depreciação cambial e incorporação de juros de R$14,8 bilhões.

Destacaram-se as emissões líquidas de R$12,9 bilhões em LTN, de R$9,7 bilhões em LFT e de R$2,4 bilhões em NTN-F; e os resgates de R$7,8 bilhões em NTN-B e de R$0,4 bilhão em NTN-A.

A participação por indexador registrou a seguinte evolução, em relação a julho: a porcentagem dos títulos indexados a câmbio permaneceu em 0,5%; a dos títulos vinculados à taxa Selic elevou-se de 16,7% para 17,2%, devido a emissões de LFT; a dos títulos prefixados evoluiu de 28,4% para 29,3%, em função das emissões líquidos de LTN; e a dos indexados a índices de preços caiu de 26,9% para 26,8%. A participação das operações compromissadas passou de 27% para 25,8%, em razão de compras líquidas de R$34,2 bilhões.

Em agosto, a estrutura de vencimento da dívida mobiliária em mercado era a seguinte: R$90,4 bilhões, 4,8% do total, com vencimento em 2013; R$391,6 bilhões, 20,7% do total, com vencimento em 2014; e R$1.413,8 bilhões, 74,6% do total, vencendo a partir de janeiro de 2015.

No final de agosto a exposição total líquida nas operações de swap cambial alcançou R$102,7 bilhões. O resultado dessas operações (diferença entre a rentabilidade do DI e a variação cambial mais cupom) foi desfavorável ao Banco Central em R$2,4 bilhões, no mês.

III – Dívida líquida do setor público

A dívida líquida do setor público alcançou R$1.573,1 bilhões em agosto, 33,8% do PIB, reduzindo-se 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. O principal fator determinante dessa redução foi a depreciação cambial de 3,6% no período, que respondeu por diminuição de R$26,4 bilhões no estoque da DLSP.

No ano, a relação DLSP/PIB registrou redução equivalente a 1,4 p.p. Contribuíram para essa queda a desvalorização cambial de 16,1% acumulada no ano, com 2,3 p.p; o crescimento do PIB corrente, com 1,9 p.p.; e o superavit primário, com 1,2 p.p. Em sentido contrário, os juros nominais apropriados contribuíram para elevar a relação em 3,5 p.p.; e o ajuste de paridade da cesta de moedas que compõe a dívida externa líquida, em 0,4 p.p.

A Dívida Bruta do Governo Geral (Governo Federal, INSS, governos estaduais e governos municipais) alcançou R$2.749,3 bilhões em agosto, 59,1% do PIB, reduzindo-se 0,3 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.

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7 Comentários
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  1. Roberto São Paulo-SP 2013

    2 de outubro de 2013 12:25 pm

    Dívida líquida vem sendo reduzida consideravelmente

    Superávits primários consistentes têm contribuído para uma tendência declinante da Dívida Líquida do Setor Público em proporção do PIB, a qual reduziu-se em 24,7% do PIB nos últimos dez anos, melhorando consideravelmente as condições de solvência do País.

    Do Ministério da Fazenda—-Relatório “Economia Brasileira em Perspectiva”  ——Janeiro/Março/2013-pg-92-93/138(pdf)

    Composição da dívida pública em contínua melhora
    A parcela de títulos com taxas flutuantes na Dívida Pública Federal alcançou, em fevereiro de 2013, um dos menores valores desde novembro de 1997, 23%. Por outro lado, a parcela de títulos prefixados somados a índices de preços, os quais garantem maior previsibilidade para a gestão da dívida pública, atingiu 71,7%, o maior nível histórico para um mês de fevereiro.

     

     

  2. drigoeira

    2 de outubro de 2013 1:22 pm

    Estabilizando
    Me parece que um país como o Brasil (necessita de investimentos em diversos setores) o nível de endividamento será estabilizado na faixa de 30 a 40% do PIB.
    Se a “CNTP” continuarem constantes.

  3. drigoeira

    2 de outubro de 2013 1:22 pm

    Estabilizando
    Me parece que um país como o Brasil (necessita de investimentos em diversos setores) o nível de endividamento será estabilizado na faixa de 30 a 40% do PIB.
    Se a “CNTP” continuarem constantes.

  4. Miguel A. E. Corgosinho

    2 de outubro de 2013 3:04 pm

    Origem do valor pelos bancos é confiscação da riqueza.

    A moeda digital é uma formula de apropriação indebita via reservas fracionárias para o Estado nacional.

    O poder político perde, com o desenvolvimento = endividamento nacional, o seu caráter público. 

    A concentração do crédito nas mãos do Estado, por intermédio de bancos nacionais, com o capital do Estado pelo regime de monopólio exclusivo da divisão do trabalho, tornaria o país equitativo e avançado para os fins públicos proporcionais e progressivos da distribuição da riqueza. 

    Afinal, no país, o desenvolvimento é feito para todos os trabalhadores.

     

     

  5. Djijo

    2 de outubro de 2013 6:52 pm

    Aqui no RGS, os sonegadores

    Aqui no RGS, os sonegadores devem para o Estado mais  de 40 bilhões.

  6. democracia direta

    2 de outubro de 2013 8:40 pm

    O NEGÓCIO É SÓ PAGAR MESMO, SEM FAZER UMA AUDITORIA?

    Será que não devemos saber exatamente o que, e porque estamos pagando?
     

    COMO FUNCIONA A ECONOMIA NA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA?   A ESTUPIDEZ DE JOGAR TODA A RESPONSABILIDADE NAS COSTAS DOS POLÍTICOS   Vamos começar com esse vídeo da professora Dra. Maria Lúcia Fattorelli:  http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ChmYfkVDFSU   (O vídeo é imperdível, para quem quiser compreender o tamanho da besteira que estamos fazendo)   SEGUEM OS COMENTÁRIOS AO DEBATE GERADO NO GRUPO:   José Da Silva Guarani Kaiowá assisti inteiro, tem que compartilhar, é o melhor caminho, a melhor explicação de todas nossas dificuldades  —>Se a gente não ler e estudar mais, não seremos capazes de compreender o que está acontecendo, nem o que pode ser feito para resolver nossos problemas. Os políticos sabem disso, e por isso estão no poder. Se o povo não souber o que se passa, como esperar receber o poder de que tem direito?  —>A gente tem levantado a urgência de uma REFORMA POLÍTICA, que dê ao povo o direito de cassar os integrantes dos três poderes da União, inclusive do judiciário. Como combater a corrupção, se não pudermos cassar juízes e procuradores, como esses que estão no processo mostrado no link acima do youtube, referente à nossa dívida interna e externa, que estão cheias de falcatruas; e num processo semelhante foi reduzida a apenas 30% do seu valor, na DEMOCRACIA DIRETA do Equador?  —>Vejam o que está acontecendo em nosso judiciário, e se é possível continuar esperando que alguém faça algo por nós. Vamos cair na real, estamos sós, e se a gente não fizer algo, os políticos e os integrantes do judiciário é que não farão. Só que para podermos fazer qualquer coisa, esse direito precisa estar escrito na Lei, o que exige uma REFORMA POLÍTICA. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=304885659647103&set=a.300951956707140.1073741826.300330306769305&type=3&theater  —>Vejam esse outro exemplo de como nossa economia está corrompida:  http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/31/chevrolet-camaro-custa-nos-eua-menos-que-palio-weekend-no-brasil.jhtm  Ainda hoje, grande parte de nossa produção é exportada, mesmo com as fabulosas reservas internacionais. Os recursos que sobram deveriam ser usados para elevar os salários do funcionalismo, e consequentemente nosso mercado interno, e a saúde de nossas empresas. E principalmente o maciço investimento em educação e pesquisa científica, para reverter a situação a médio e longo prazo. O tema é  muito complexo, e a sociedade deveria ter direito de promover debates oficiais a respeito, convocando plebiscitos sobre questões específicas, onde receberíamos informações oficiais de todos os especialistas, interando-nos mais sobre o assunto; que   GARANTO NÃO SER DOMINADO NEM POR 10 % DOS CONGRESSITAS  Segue outro estudo relacionado:  https://www.facebook.com/photo.php?fbid=303084256493910&set=a.300951956707140.1073741826.300330306769305&type=3&theater  Quanto à questão do preço dos automóveis, o que se aprende nas escolinhas aqui no Brasil, o conteúdo é criado lá fora; de forma que a gente atenda às necessidades deles, se quisermos fazer o que foi ensinado como correto.  Ora, o que é riqueza?  Os recursos naturais, tecnologia, mão de obra, o automóvel?  Ou um punhado de papel (dólar), obtido quando exportamos?  Hoje em dia nem vemos mais a cor do tal do dólar, que passa a ser apenas um número na tela do computador. Ou seja, em troca de um número na tela do computador, deixamos que nossas riquezas sejam escoadas para o exterior.   Se um extraterrestre viesse aqui, e observasse esse trambique, ele deitaria no chão, de tanto dar risadas.  A regra é simples, nós devemos ser escravizados. Ou seja, não podemos desfrutar de nossos próprios recursos naturais, tecnologia, e mão de obra; porque senão, não sobra nada pra exportar pra lá. E isso seria terrível, porque diminuiria o padrão de vida deles. Já pensaram?A princípio, um país deve exportar apenas o necessário para satisfazer o pagamento de suas importações, que devem ser mínimas, com desestímulos ficais e tarifários. Se tivermos algum produto em excesso aqui dentro, e ele não for exportado, acaba ficando com o preço muito barato; elevando nosso padrão de vida; já que tem o mesmo efeito de uma elevação de salários. Entretanto, se exportarmos a mais do que precisamos, obteremos reservas internacionais, que podem abrir espaço para nossas empresas se instalarem no exterior; e depois remeter seus lucros de lá para cá, como os próprios americanos costumam fazer. Isso pode trazer vantagens ao país, mas desde que tenhamos um excelente sistema de ensino, e uma forte pesquisa científica. Senão, não conseguiremos competir com empresas estrangeiras nem aqui dentro, que dirá lá fora.   Por isso não podemos investir na educação. Porque do jeito que está, fica melhor para eles. Atualmente viramos mendigos de investimentos estrangeiros, que foram reduzidos. A economia deu uma balançada, e não há muito o que fazer, porque não temos o controle dela (tenho até dó do Mantega por isso), mais da metade do capital produtivo está nas mãos de estrangeiros no Brasil. Isso ocorre tanto pela crise internacional, como pelo próprio boicote à Dilma, que reduziu os juros no Brasil, desagradando-os.  Mas porque nós mesmos não investimos? Temos dinheiro à vontade no BNDES, e fabulosas reservas internacionais, para comprar desde equipamentos, até tecnologia. Por que nossas empresas nacionais não conseguem produzir nem ao menos coisas simples, como uma lâmpada daquelas econômicas?   Esse tipo de coisa tem explicação, é porque não investimos em educação e pesquisa científica. Nossos próprios empresários acham muito engraçado financiar campanha política de ladrões, que roubam a verba da educação; porque depois vão tirar uma casquinha (merreca) dos trambiques também. Só que se esquecem, que em países, como os EUA, o governo chega a pagar 70% da pesquisa científica de suas empresas. E por isso não conseguimos competir com eles.  Aliás, nossa situação é tão vergonhosa, que nem mesmo quando não há concorrência, quando faltam os tais dos investimentos estrangeiros, quando eles não estão dispostos a vir para cá; mesmo com todas as reservas internacionais e recursos disponíveis no BNDES, não somos capazes de nós mesmos criarmos indústrias mais complexas, que faltam em nossa economia. E isso acontece por falta de RECURSOS HUMANOS, não temos trabalhadores com uma boa alimentação, cultura, e ensino suficientes, para receber as mesmas responsabilidades daqueles que vem do exterior, montar suas empresas aqui; e obviamente ganhar salários superiores até a 100 mil por mês.     ESPECIFICAMENTE SOBRE O VÍDEO:   Democracia Direta —–> Só uma correção do que foi dito nos primeiros minutos do vídeo do youtube, qdo se critica o  “CAPITALISMO”.  É preciso deixar claro, o que poucas pessoas tem conhecimento, mas o sistema capitalista, aquele que privilegia de todas as formas a produção, o capital (meio utilizados para se produzir e distribuir os bens na sociedade), e tem como premissa básica a livre concorrência; esse sistema já foi abolido. Hoje em dia vivemos numa transição para um sistema monopolista especulativo. O Estado é governado em função da   ESPECULAÇÃO  Ora, se a especulação não produz nem distribui bem algum, ela não é  CAPITAL  Ou seja, estamos passando para um sistema inverso ao capitalismo : )   ——> Proibir derivativos aqui porque eles deram errado lá fora?Quem disse que deram errado?  Foram tão bons, que superaram em muito as expectativas, entupindo os especuladores de dinheiro. Essa é uma regra incontestável, riqueza não evapora. Se muitas pessoas estão se empobrecendo, é porque algumas estão se entupindo de dinheiro. Quem será?  Porque não trazer essa mamata pro Brasil? Pq é ruim pro povo?Quem disse que o povo tem voz ativa aqui?Eu continuo reafirmando:  TODO O DEBATE É IMPORTANTE  RECLAMAR É FUNDAMENTAL  PROTESTAR É ARMA DE LUTA  MAS OS TRÊS ITENS ATRÁS NÃO TEM VALOR, SE O POVO NÃO TIVER VOZ ATIVA : )  Sem democracia direta viramos galinhas reclamando à raposa, pra que ela mesma dê mais segurança ao galinheiro. E uma palestra importante como essa, não passa de vaga reclamação, que se perderá no descaso da mídia. Aí vem a pergunta:  SE O RELAXAMENTO DA LEGISLAÇÃO SOBRE DERIVATIVOS PODERIA SER DERRUBADO COM UM REFERENDO, POR QUE ESSA GALERA NÃO QUER, E NÃO LUTA, PARA QUE O POVO TENHA ESSE DIREITO?  SERIA VOCAÇÃO PRA SER GALINHA?  OU IMBECILIDADE COLETIVA DA NOSSA PARTE?  Por exemplo, na questão da norma estabelecida pelo  CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL,  que permite aos diversos fundos criados pelo governo, que eles invistam em derivativos. Numa democracia direta, não apenas poderíamos derrubar essa norma com um referendo, mas também  DEMITIR TODOS OS PARASITAS CORRUPTOS E LADRÕES, QUE FIZERAM ESSA NORMA, ATRAVÉS DE UM RECALL  e, como na Islândia, investigá-los, e se houver provas de qualquer tipo de favorecimento, colocá-los na cadeia. No caso dos corruptores, as instituições financeiras internacionais, processá-los, e fazer com que a  RECEITA FEDERAL  aplique multas  BILIONÁRIAS  aos mesmos, confiscando seus bens no Brasil para o pagamento delas.  Ao contrário disso, a gente vai empurrando o país pro buraco. Ora, mas porque o governo faria isso? Não perderia as eleições empurrando o país pra crise?  Sim, mas com 10 % do que foi distribuído nos EUA aos bancos, aqui dava pra deixar cada dirigente de partido político a nível federal e estadual, da situação e da oposição, com pelo menos  UM BILHÃO DE DÓLARES NOS PARAÍSOS FISCAIS.  Eles vão se vender? Quem sabe? E o povo, poderia ser comprado? Acho que isso reflete bem, o que é a democracia representativa, e o perigo de jogar toda a responsabilidade, que é nossa, nas costas dos parasitas políticos. Não podemos esquecer que o governo atual possibilitou a abertura desse processo, uma coisa inimaginável no governo do DEM / PSDB; mas precisamos ficar de olho neles, porque governo não é igual o povo, e pode ser comprado.  —–> A questão levantada do artigo 47 do fundo do pré sal, é muito oportuna. Os políticos querem criar um fundo para especular com títulos podres. Obviamente receberão bilhões em comissões, para jogar nosso dinheiro no lixo. Aí vem a questão:  POR QUE NOSSAS ASSOCIAÇÕES, MOVIMENTOS SOCIAIS, ONGs,ETC, NÃO QUEREM QUE O POVO TENHA DIREITO DE CONVOCAR PLEBISCITOS E REFERENDOS, PARA SE DEFENDER DISSO?  SERÁ QUE TEMOS MESMO A TAL DA VOCAÇÃO PRA SER GALINHA?  Vejam como é  EXTREMAMENTE SIMPLES:   PLEBISCITO:  Você quer que os recursos do fundo do pré sal sejam aplicados DIRETA E IMEDIATAMENTE em educação e pesquisa, proibindo-se seu uso em investimentos no exterior?  ( ) sim ( ) não   Como será que o povo votaria?  O voto dos deputados e senadores vocês já viram como ficou (tem que ver o vídeo). Se esse dinheiro for injetado diretamente em nossa economia, teremos condições de dar às nossas empresas a mesma tecnologia que as estrangeiras. Com o governo subsidiando a pesquisa científica das empresas, e a formação de técnicos altamente especializados e bem remunerados. Nos EUA o governo chega a pagar 70% da conta da pesquisa científica.   OBSERVEM COMO AS COISAS FUNCIONAM NUM DOS PAÍSES COM MELHOR PADRÃO DE VIDA DO MUNDO:  CANADENSES CONVOCAM REFERENDO ESTADUAL  E ACABAM COM IMPOSTO INJUSTO NO DIA 01 DE ABRIL  Harmonized Sales Tax (HST)  http://www.hstincanada.com/2013/04/bc-hst-removed-pei-hst-instated/  “ O ex-premier Bill Vander Zalm, que liderou a campanha para acabar com o imposto, disse que a votação foi uma vitória para a classe média na COLUMBIA.  “Eles eram os únicos que pagavam o frete, e era um benefício para as grandes empresas em nossa província especialmente aquelas que estavam exportando nossos recursos. Eles devem contribuir ao invés de obter uma restituição à custa do consumidor”, disse Vander Zalm.  “Mais importante também, eu acho que envia uma mensagem para os políticos em todo o nosso país, especialmente que eles não podem simplesmente fazer as coisas porque é a vontade do primeiro-ministro ou do partido, que eles têm que, de fato, em grandes questões como a que vemos aqui, consultar o povo “, disse Vander Zalm.O ex-premier Bill Vander Zalm, que liderou a campanha para acabar com o imposto, disse que a votação foi uma vitória para a classe média na Columbia”  “Jim Sinclair, o presidente da AC Federação do Trabalho chamou o voto de uma vitória para o povo de Columbia  “Minha reação é uma boa notícia para a British Columbia. Pessoas votaram para a justiça fiscal e contra os governos que mentem para eles, e daqui para frente podemos fazer as coisas que precisamos nesta província e as empresas vão continuar a pagar a sua parte dos impostos na British Columbia . É uma vitória para as pessoas e as campanhas publicitárias de milhões de dólares não foram suficientes para convencer as pessoas a votar contra seus próprios interesses “, disse Sinclair.A.C. deverá pagar US $ 1.6b”  ISSO CHAMA-SE  RESPEITO  MAS QUEM É O CANADÁ?  VEJA COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS:  http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_Human_Development_Index  O Canadá é um país onde o povo vive melhor que na França e na Itália.    Vejam esse estudo do Octavio Serrano:  “O IMPERIALISMO FINANCEIRO DOS EUA  Uma pergunta de compêndio escolar: sabes qual tem sido a principal exportação dos EUA, para o resto do mundo?   A resposta, também não virá em qualquer compêndio escolar oficial, uma vez que não são o armamento militar, nem Apples , nem qualquer mercadoria tangível, mas precisamente uma mercadoria intangível: Dólares!  E tem sido de tal forma, que afectou a economia a nível global, sendo essa uma das origens da actual crise financeira. Portugal, foi uma das vítimas entre muitas; hoje somos um povo subserviente, preso nas garras da chantagem dos mercados, cheios de um destino incerto.  Nos anos 90, após a queda do muro de Berlim e da vitória na Guerra Fria contra o Bloco soviético, os EUA aceitaram a desindustrialização, do seu próprio país, com dois objectivos principais: o primeiro (imediato), aumentar o poder concorrencial dos seus conglomerados económicos no mercado global e ao mesmo tempo os seus lucros. O segundo, mais profundo e decisivo: dominar economicamente, através da dependência económica e da corrupção, as elites locais.  Nos EUA, ficaram localizadas apenas as actividades, de controle e Know How determinantes, as restantes foram exportadas em regime de outsourcing, para aproveitar a mão-de-obra barata desses países e ao mesmo tempo servirem de ponta de lança, para os seus interesses económicos e estratégicos. Dentro dos EUA, sectores inteiros fecharam as suas portas; No entanto, não deixaram em mãos alheias, a investigação, desenvolvimento e produção da sua indústria militar, e também, a que nos interessa sobremaneira, a sua “indústria” de produtos financeiros.  Como principal e única super potência, é objectivo contínuo dos EUA manter essa posição, a nível global, e com um nível de superioridade incontestável. Para isso necessita, de controlar e manter superioridade sobre dois aspectos decisivos: económico e militar.  Na vertente económica, consegue-o através das suas multinacionais e através do controle financeiro global.  O impacto das multinacionais, em países em desenvolvimento é decisivo uma vez, que além de se aproveitar de mão de obra barata, consegue alienar as elites locais, seja através de apoio financeiro a organizações politicas favoráveis, seja através da corrupção de pessoas colocadas em lugares estratégicos. Tal está patente, em três situações distintas: A Indonésia, que não carece de guarda-chuva militar; Taipé, totalmente dependente de protecção militar; China continental, pais antagónico militarmente, mas dependente economicamente.  O controle financeiro, não é necessariamente feito de uma forma tão directa; apesar, de os EUA concederem créditos “ao desenvolvimento”, feito por eles (patente na Arábia Saudita ou Iraque, cujos contratos impostos, têm a contrapartida de os projectos nomeadamente de construção de infraestrutura, serem executados por empresas americanas). A generalidade do controle financeiro, é feito pelas grandes empresas financeiras como “Goldman Sachs”, que aproveitaram a imposição da abertura global dos mercados financeiros, para imporem as suas receitas “ de aves de rapina”, por todo o lado.  O crédito a taxas muito reduzidas, e a ganância dos conglomerados financeiros aliados aos bancos nacionais, empurraram Estados e povos para a armadilha da dependência financeira e da usura dos mercados. E não se diga, que se trata de um mercado irracional, que emprestou demais! Não, a verdade, é que se trata de estratégias bem delineadas de maximização de lucro financeiro, e de imposição de domínio económico às ordens de uma super-potência dominante.  Foi nessa armadilha, que a ganância dos nossos banqueiros, e a cegueira politica e económica dos governos dos últimos 20 anos, fizeram o favor de nos enterrar. E para eles, só existe um remédio: ser o povo a pagar os empréstimos recebidos e mal aplicados, e respectivos encargos, de dinheiro fabricado pelo FED americano, á maneira das notas de monopólio!”   SR. EMPRESÁRIO  ESTÃO LHE FAZENDO DE TROUXA,  VENHA PARA A DEMOCRACIA DIRETA,   VOCÊ SÓ TEM A GANHAR

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