4 de junho de 2026

Secretária de Estado nega espionagem industrial dos EUA

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Do Diário da Manhã

Obama “lamenta” a espionagem ao Brasil

LUIZA MYLENA AMORIM  

Depois do discurso de Dilma Rousseff na abertura da 68ª Assembléia Geral da ONU em que a presidente destacou a espionagem que o Brasil sofreu pelos EUA, com invasão de dados do governo e dos cidadãos brasileiros, o governo americano finalmente resolveu falar. 

Mas não foi o presidente Barack Obama que se pronunciou, ele designou sua secretária assistente de Estado, Roberta Jaconson, para falar em entrevista coletiva com jornalistas sobre a espionagem praticada pela Agência Nacional de Segurança (NSA).

Roberta afirmou que ao contrário do que disse Paulo Bernado, ministro das Comunicações, os EUA não fazem espionagem industrial. O que a NSA faria, segundo a secretária, seria a coleta de dados para garantir a segurança dos cidadãos americanos. “Nós não fazemos espionagem industrial. Não coletamos inteligência para empresas privadas nos EUA”, afirmou Jacobson. Ainda assim, ela disse que Obama “lamenta” as consequências das revelações feitas por Edward Snowden.

Se Obama quase não tocou no assunto sobre espionagem no seu discurso na Assembleia da ONU, coube a Roberta explicar que as reivindicações dos governos estrangeiros sobre a espionagem americana foram ouvidas “alto e claro”.

Ainda que os EUA tenham ouvido as preocupações dos outros países Roberta deixou a entender que a NSA não vai parar de coletar dados, mas irá equilibrar as preocupações americanas e os princípios de privacidade estabelecidos pelos governos aliados, como o Brasil, explicou a secretária.

 

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10 Comentários
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  1. Assis Ribeiro

    30 de setembro de 2013 12:43 pm

    O óbvio

    Eu não sei por que mentem tanto em relação aos EUA.

    É óbvio que não fizeram espionagem industrial, como é óbvio que invadiram o Iraque por causa das armas de destruição em massa.

    É obvio que Obama fechou Guantánamo.

    É óbvio que o mundo todo confia nos EUA.

    1. Rogério de Sousa

      30 de setembro de 2013 1:01 pm

      Os EUA são vítimas mesmo de

      Os EUA são vítimas mesmo de uma “conspiração bolivariana”, como diria o emérito professor Hariovaldo Prado…rss

  2. curuba

    30 de setembro de 2013 1:23 pm

    eu entendo

    logico que eles são incapazes de espionar o Brasil em qualquer tipo de espionagem, pois para eles o Brasil não tem nada que lhes abram os olhos, ha. ha. ha. ha.

  3. Ledour

    30 de setembro de 2013 1:29 pm

    Me sinto seguro e confortavel

    Me sinto seguro e confortavel sabendo que a America espiona e vigia o mundo…. God bless America!!!!!

     

    1. Lionel Rupaud

      30 de setembro de 2013 2:50 pm

      Ledour deve ser um fake do Pr Hariovaldo!

      Se não fôr, retiro as 5*!

    2. Luiz Augusto de Jesus Carvalho

      30 de setembro de 2013 3:42 pm

      O seguro e confortável ameicanófilo.

      Ledour deve ser um adimirador de sistemas totalitários tal qual o do Adimirável Mundo Novo…é seguidor da TFP também?

  4. Edivaldo Dias Oliveira

    30 de setembro de 2013 2:14 pm

    “Conte uma mentira, repita a

    “Conte uma mentira, repita a mentira, insista na mentira e ela acabará por se tornar verdade”

    É…Goebels fez escola, e o goerno estadunidense é seu melhor aluno. Apesar disso, prefiro acreditar em outra frase, que é a negação da frase do alemão. Coincidentemente uma frase de um ex-presidente estadunidense; Abraham Lincoln:

    Pode-se enganar algumas pessoas durante algum tempo,

    Pode-se enganar muitas pessoas durante muito tempo,

    Mas não se pode enganar todas as pessoas durante todo tempo.

    Parece que o tempo da enganação estadunidense já se esgotou e só eles não se dão conta disso, preferem dar crédito ao alemão do que a seu conterraneo confirmando o valor universal de outra máxima: Santo de casa não faz miagre.

     

     

  5. carlos afonso quintela da silva

    30 de setembro de 2013 2:43 pm

    Yes, we can!!!
    Acredite quem

    Yes, we can!!!

    Acredite quem quiser.

  6. Alexandre Weber - Santos -SP

    30 de setembro de 2013 3:44 pm

    An Important Message From the

    An Important Message From the Ministry of Truth

     

     

     

     

    1984_270x453

     

     

     

     

     

     

     

    From The DC Navy Yard shooting marks yet another disturbing and tragic event that illustrates the dangers of lax gun laws and limited access to mental healthcare. Irrational notions that gunman and former US serviceman Aaron Alexis may have been under government surveillance and one or more forms of electronic harassment have nonetheless arisen. These thought crimes are not helpful in this time of national mourning and point to the sheer lunacy of those who traffic in them.

    Alexis etched the messages, “My ELF Weapon” and “Better off this way” on the barrel of the shotgun he used to murder 12 people. Our law enforcement agencies and major news media remind us that these seemingly cryptic notes, one of which has been incorrectly interpreted as “My Extremely Low Frequency Weapon,” only indicate the gunman’s deteriorating mental state. They have nothing—repeat nothing—to do with the electronic microwave devices or other mind control techniques the deranged Alexis claims he was targeted with.

    It is true that there are numerous sophisticated technologies that US government agencies, such as the Defense Advanced Research Projects Agency, have developed to manipulate, harass, and even cause terminal mental illness in enemy subjects at a distance. Some of these weapons entail fine-tuned microwave and infrared beams that will indeed cause a subject to hear voices or unusual sounds “inside their heads.” The effects of these devices closely resemble Alexis’ verbal descriptions of his torment.

    Yet the US government would never use such gadgetry on an American citizen—particularly one who has dutifully served his country—to make him do something against his personal will. These devices are only used to combat evil terrorist forces that threaten our freedom.

    Another prevalent untruth involves Alexis’ use of psychotropic drugs and their alleged contribution to his homicidality. Drugs prescribed by licensed medical practitioners are the result of sound scientific research, are very safe, and their benefits far outweigh the side effects.

    The United States has a rich tradition of integrity in its federal intelligence and law enforcement endeavors. Individuals such as J. Edgar Hoover, Alan Dulles, and Richard Helms have helped to combat or neutralize nefarious forces threatening American liberties at home and abroad—figures like Al Capone, Nikita Krushchev, Fidel Castro, the Kennedy brothers (here and here), and Dr. Martin Luther King Jr. The US government and its allies have always been there to aid and protect Americans in their time of need.

    It is important to remain vigilant, enthusiastically accept what our mass media define as the relevant events and issues of the day, and keep in mind that there are still illogical, paranoid, and even dangerous thought criminals in our midst. These un-American parties dismiss our great country’s true history and claim that certain entities in government have wicked intentions and are out to relentlessly hoodwink the American people. This crippled reasoning tends to sow suspicion among faithful Americans and thereby inhibit wholehearted trust in and allegiance to the state, as well as to our peaceful, compassionate and noble leader Obama.

    The world is a dangerous place and there are many evils threatening our freedoms. The terrorist al-Qaeda network bedevils us abroad while ticking time bombs like Aaron Alexis could go off at any minute back home. Fortunately, the hundreds of billions of dollars Americans pay each year to sustain the Department of Defense and the many lettered agencies under the Department of Homeland Security will protect us from depravity and harm, providing us with the peace of mind to bravely go about our daily lives in these troubled times.

     

  7. IV AVATAR

    1 de outubro de 2013 6:02 am

    A contraespionagem americana para proteger seus drones

    Que que isso, não existe espionagem econômica no mundo:

    China é acusada de espionar para melhorar seus drones

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    EDWARD WONG
    DO “NEW YORK TIMES”, EM PEQUIM

    Ouvir o texto

    The New York TimesDurante quase dois anos, hackers de Xangai atacaram sucessivas firmas estrangeiras de defesa, ao menos 20 no total. Seu alvo, segundo uma empresa americana de segurança cibernética, era a tecnologia por trás da clara liderança dos Estados Unidos no campo dos drones militares.

    “Acredito que esta seja a maior campanha que já vimos a ser focada na tecnologia dos drones”, disse Darien Kindlund, gerente de ameaças à inteligência nessa empresa, a FireEye, com sede na Califórnia. “Isso parece se alinhar bastante com o foco do governo chinês em ampliar suas próprias capacidades relativas à tecnologia com drones.”

    A operação de invasão cibernética, conduzida por um grupo chamado Comment Crew, foi um dos mais recentes sinais das ambições do programa chinês de aeronaves teleguiadas. O governo e os militares estão empenhados em colocar a China na linha de frente da fabricação de drones, para seu uso e para exportação.

    Funcionários da chancelaria dizem que a China não aprova a ação de hackers, e que o próprio governo chinês é vítima, mas outra companhia americana de segurança cibernética já localizou membros do Comment Crew em um prédio do Exército Popular de Libertação nos arredores de Xangai.

    Recentemente, autoridades chinesas enviaram um drone para perto de ilhas administradas pelo Japão, mas disputadas entre os dois países. Os chineses também já debateram o uso de um drone armado, no ano passado, para matar um suposto criminoso em Mianmar, e venderam aparelhos “caseiros”, semelhantes ao modelo americano Predator, para outros países, por menos de US$ 1 milhão cada.

    Analistas militares dizem que a China há anos tenta copiar os modelos dos drones estrangeiros. Ian Easton, analista militar do Instituto Projeto 2049, na Virgínia, disse que a espionagem cibernética é uma ferramenta em um amplo esforço chinês dos últimos anos para a aquisição ou desenvolvimento doméstico de drones usando toda a tecnologia disponível, nacional ou estrangeira.

    Autoridades e engenheiros da China já fizeram engenharia reversa, estudaram material de fonte aberta e interrogaram especialistas americanos em drones que participam de conferências e outras reuniões na China.

    Os militares chineses não divulgam estatísticas sobre o tamanho da sua frota de drones, mas um relatório do Ministério da Defesa de Taiwan disse que, em meados de 2011, a Força Aérea Chinesa tinha sozinha mais de 280 unidades. Analistas dizem que os outros ramos das Forças Armadas possuem milhares de drones, o que significa que a frota chinesa só é inferior à dos EUA, com cerca de 7.000 aparelhos.

    O aparato chinês de segurança doméstica também está interessado nos drones, o que motiva questões sobre o potencial uso deles para a vigilância e possivelmente até para ataques dentro da China, inclusive em áreas turbulentas, como Xinjiang e Tibete.

    Um momento sintomático no uso de drones pela China ocorreu em 9 de setembro, quando a Marinha enviou um drone de vigilância para perto das ilhas Diaoyu, que o Japão administra e chama de Senkaku. Jatos interceptadores japoneses foram às pressas para confrontá-lo. Essa foi a primeira vez que a China mobilizou um drone sobre o mar do Leste da China.

    Easton disse que a mobilização do drone perto de ilhas e águas disputadas “foi algo bastante inédito” por parte da China, apanhando as autoridades japonesas de guarda baixa.

    “Acho que isso é realmente apenas o começo de uma tendência muito mais ampla que vamos ver – que a China amplie sua capacidade de monitorar o mar do Leste da China e o oeste do Pacífico, para além das Filipinas, e aumente o envelope de operação das suas capacidades de ataque”, disse ele.

    Os militares chineses, com seu foco em uma potencial guerra contra Taiwan e de olho nas crescentes disputas territoriais chinesas, estão na vanguarda da preparação de drones para uso em situações marítimas.

    A empresa FireEye batizou a campanha de furto de drones como Operação Beebus, traçando sua localização até um nódulo de comando e controle no endereço bee.businessconsults.net. Especialistas em segurança cibernética dizem que o endereço geral e as ferramentas vinculadas a ele estão associados ao Comment Crew, unidade chinesa de hackers da qual a Mandiant, outra empresa de segurança cibernética, tratou em um relatório em fevereiro. A Mandiant disse que o grupo é parte da Unidade 61398 do Exército Popular de Libertação, com sede em Xangai.

    Embora as vítimas iniciais da Operação Beebus fossem grandes firmas de defesa, os hackers depois passaram a escolher empresas especializadas em tecnologia de drones, disse Kindlund, da FireEye. Aí eles se alternaram entre grandes empresas, fabricantes de uma ampla gama de tecnologias, e firmas “de butique”, focadas nos drones.

    Os drones chineses cada vez mais aparecem nos arsenais de outras nações. A versão chinesa do Predator, chamada Wing Loong, ou Pterodátilo, foi exportada pela primeira vez em 2011, segundo o “Diário do Povo”. Na Exposição Aérea de Paris, em junho, o presidente de uma companhia aeronáutica chinesa disse ao “Global Times” que o drone teria capacidade para transportar dois mísseis guiados a laser, e que seria igual ao Predator em termos de resistência e alcance de voo, só que bem mais barato.

       

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