4 de junho de 2026

Economist ironiza situação econômica brasileira em edição de outubro

Após quatro anos, foguete de "Cristo" acaba em queda vertiginosa nas páginas da revista de economia

Jornal GGN – Em 2009, diante da valorização do real e do crescimento econômico visível frente à crise financeira mundial, a revista britânica The Economist sinalizava ao mundo que o Brasil estava pronto para decolar. Preparou uma matéria especial e, principalmente, uma capa bastante peculiar: um Cristo Redentor transformado em um foguete.

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Quatro anos depois, no entanto, o título “Brazil takes off” (Brasil decola, em tradução coloquial), dá espaço a uma nova capa pessimista e intrigante: “Has Brasil blown it?”(O Brasil estragou tudo?), numa crítica rasgada à economia brasileira e aos rumos que o país tomou, após tamanho reconhecimento nos tempos de Lula presidente. A edição de outubro será publicada nesta quinta-feira (26) e mostra o mesmo Cristo, desta vez em queda.

A matéria possui 14 páginas e já traz consigo uma carga de críticas pesadas ao desempenho do país desde 2011, classificado pela publicação de “medíocre”. A responsabilidade, segundo a revista, é do ministro Guido Mantega, a quem a reportagem ironiza e sugere que deixe o cargo.

A linha editorial da Economist em relação ao Brasil vem mudando de tom desde 2012, quando as matérias sobre a nação estão mais voltadas a riscos políticos, elevados custos em negociações e protecionismo no petróleo, além do afastamento substancial de investidores externos do país.

A “bomba” cai na imprensa internacional na mesma semana em que Dilma Rousseff e sua comitiva estavam nos Estados Unidos para tratar das questões ligadas à espionagem norte-americana e à captação de novos investidores para obras de infraestrutura no país. Um péssimo momento.

 

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55 Comentários
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  1. Ion de Andrade

    26 de setembro de 2013 3:35 pm

    Quando os cães ladram

    Quando os cães ladram é que estamos chegando.

  2. Mauricio Nardi Jr.

    26 de setembro de 2013 3:42 pm

    The Economist palpiteira

    Duas  perguntinhas pra The Economist:

     

    1) Como está A TAXA DE DESEMPREGO NA Grã Bretanha?

    Eu respondo: 7,7%. Por aqui: 5,3%…

     

    2) Como foi o crescimento do PIB no último trismestre na Grã Bretanha?

    Eu respondo: 0,7%. Por aqui: 1,5%…

     

    Sorry…

    1. Marcel Santo

      26 de setembro de 2013 10:45 pm

      mas a The Economist está

      mas a The Economist está elogiando a economia britanica???? será que o mundo e tão simplorio como vcs pensam, se eles criticam o Brasil então elogiam a Inglaterra? tem dó!!!!

      e obvio até para o mundo mineral onde estão os petistas, que o Brasil somente tem patinado desde que o governo Lula queimou todos os cartuchos para eleger a Dilma!!!

      1. ruyacquaviva

        27 de setembro de 2013 3:29 pm

        É óbvio para qualquer um que

        É óbvio para qualquer um que para atacar um país (e a grosseria do The Economist foi contra o Brasil, não contra a economia) você precisa ter moral.

        Talvez você não saiba disso porque também não tenha.

        Mas o fato é que para uma revista econômica achincalhar um país e ser arrogante a ponto de exigir a queda de seu ministro da fazenda, deve antes apresentar soluções para a economia de seu próprio país. Se o próprio país deles está evidentemente padecendo de graves problemas econômicos, que moral eles tem para arrogarem-se a esse ponto em relação ao Brasil, em vez de olharem o próprio rabo e cuidarem anetes de sua casa.

        Não fosse a arrogância e a grosseria não haveria nada de mais em analisar a economia de outro país, mas para serem arrogantes a esse ponto deveriam ter ao menos moral para falar.

        Acho que você não vai entender porque se para bom entendedor meia palavra basta e para mal entendedor nem uma dúzia são suficientes, para o pior entendedor (aquele que não quer entender por estar imbuído de má fé) não tem palavra alguma que adiante.

  3. jcs

    26 de setembro de 2013 4:03 pm

    “vejou”….

    “vejou”….

  4. Lourival Jacome

    26 de setembro de 2013 4:10 pm

    É defesa prévia dos ingleses

    Nossos amigos ingleses perderam o fio da meada em certos campos e já identificam o Brasil como obstáculo a alguns avanços seus. Vide a questão da espionagem, muito importante para eles. É claramente uma patriotada da revista.

    1. Marcel Santo

      26 de setembro de 2013 5:22 pm

      essa coisa de espionagem já encheu!!!

      os ingleses certamente tem muita vivencia em espionagem, afinal eles espionaram o mundo todo e foram espionados por todos também, Kim Philby que o diga!  Mesmo com todo o escandalo que isso representou, o reino unido não fez metade do escandalo que o Brasil está fazendo, se fingido de virgem indignada no prostibulo!

      a presidenta disse que o que mais a incomodou foi ter sabido pela imprensa, bom:

       _ porque o general da ABIN não foi convidado a se demitir ainda?

      _ porque nenhum funcionario graduado da embaixada americana não foi convidado a deixar o pais? os ingleses fizeram isso com um russo no caso Philby, e só!

      _ o que o governo fez para evitar novos episodios além dos discursos da ONU?

       

       

      1. ruyacquaviva

        26 de setembro de 2013 6:33 pm

        Lamentável ver um brasileiro

        Lamentável ver um brasileiro defender os interesses estrangeiros CONTRA o Brasil.

        Claro que se suspeita que todo mundo espione todo mundo. Mas se fosse inverso? Se fossem os americanos ou os britânicos que tivessem descoberto outro país os espioando?

        Eles já conderaram pessoas a morte por espionagem, praticaram sansões econômicas e diplomáticas contra países que alegaram os estar espionando e até arrolaram espionagem como motivo para entrar em guerra.

        Que plhaçada é essa? Acha que somos idiotas para ler essa emntira de que os EUA e os ingleses, ou qualquer país do mundo leva essa questão de espionagem “na boa”? Palhaçada sua.

        É questão séria sim, e muito.

        Estamos falando de um país estrangeiro usando suas prerrogativas diplomáticas, poder estatal e poder econômico para acobertar espionagem industrial que atenta contra os interesses econômicos do nosso país e fere suas leis. Eles cometeram crimes em nossas terras para nos roubar e você está com “saco cheio” da reação brasileira.

        Ora vá para PQP seu traidor de merda.

        1. valmor silva

          26 de setembro de 2013 7:27 pm

          materia na The Economist

          Muito madura a sua resposta. E bem conveniente tambem. Justificar o nosso fracasso como pais pelo sucesso dos outros nao cola mais. Sinto muito mas vc deve estar mamando tambem no Estado brasileiro. Discurso de esquerda de pelo menos 50 anos atras. Algum interesse especifico vc deve ter para defender um governo que nao consegue, com tantos otimos indices, como vc mesmo citou, ter um crescimento economico pelo menos digno. Vc acha que devemos agradecer ao nosso levantador de pib, o nosso redundante sucesso economico? Seria tragico, se nao fosse comico…

          1. ruyacquaviva

            27 de setembro de 2013 2:54 pm

            Sua mentira de que a economia

            Sua mentira de que a economia brasileira vai mal não se sustenta, assim como não se sustentam as mentiras do The Economist que ataca o Brasil já visando 2014, pois querem a todo custo que vença aqui um capacho deles, bicudo, que volte à politica de entregar todas as riquezas brasileiras para as grandes multinacionais intenrrompendo a política de combate à pobreza e valorização do trabalhador implantada nos governos petistas.

            Para responde a sua mentira sobre o Brasil estar com a economia mal, deixo o link para um excelente artigo de Miguel do Rosário, que já foi colocado neste blog, com DADOS CONCRETOS refutando suas mentiras.

             

          2. ruyacquaviva

            27 de setembro de 2013 3:14 pm

            Sua mentira de que a economia

            Sua mentira de que a economia brasileira vai mal não se sustenta, assim como não se sustentam as mentiras do The Economist que ataca o Brasil já visando 2014, pois querem a todo custo que vença aqui um capacho deles, bicudo, que volte à politica de entregar todas as riquezas brasileiras para as grandes multinacionais intenrrompendo a política de combate à pobreza e valorização do trabalhador implantada nos governos petistas.

            Para responde a sua mentira sobre o Brasil estar com a economia mal, deixo o link para um excelente artigo de Miguel do Rosário, que já foi colocado neste blog, com DADOS CONCRETOS refutando suas mentiras.

            http://www.ocafezinho.com/2013/09/26/resposta-ao-ataque-da-economist-ao-brasil/

             

        2. Marcel Santo

          26 de setembro de 2013 10:26 pm

          não vou baixar ao seu nivel, por isso troll relax!

          as vezes defender o pais e não apoiar medidas demagogicas tomadas por pessoas que pensam não no pais, mas sim na proxima campanha eleitoral!

          somente os EUA executaram espiões em tempo de paz que foram justamente o casal Rosemberg, ingleses não o fizeram, pelo menos não publicamente, eles são praticos preferem ter espiões dos outros para trocar pelos seus!  Alias quando falei de Kim Philby eu não estava falando de outro pais que espionou a Inglaterra?  

          por favor nos diga qual foi a guerra que iniciaram porque capturaram espiões estrangeiros agindo em seus territorios!

          não disse idiotas, eu disse imaturos, ninguém leva na boa, leva vantagem, usa-se a gafe em beneficio e não faz papel de vitima sem nada conseguir!

           

          1. ruyacquaviva

            27 de setembro de 2013 2:56 pm

            Todo traidor de seu país,

            Todo traidor de seu país, capacho dos estrangeiros, quinta coluna safado usa essa mesma desculpa.

            Uma coisa é o governo, outra é o País. Por falta de critério ou semvergonhice mesmo, você trai o seu país dizendo que está atacando o governo.

  5. emerson57

    26 de setembro de 2013 4:41 pm

    a presidenta deveria ouvir a

    a presidenta deveria ouvir a voz não tão rouca do pig internacional,

    se MANTEGA os incomoda,

    é motivo mais que suficiente para MANTÊ-LO.

     

    1. Marcel Santo

      26 de setembro de 2013 5:02 pm

      vamos deixar de achar que o

      vamos deixar de achar que o mundo conspira contra o Brasil, não é necessario, nos mesmos nos sabotamos, manter o mantega com esse argumento e bobagem e obvio que ele é limitado, o pais parou e não tem mais avançado.  A The Economist represente um grupo que gosta de dinheiro, e paises pobres não tem dinheiro, por isso eles querem que o Brasil enriqueça e que gaste muito.  O resto e conversinha de pessoa que se acha o centro do universo, quando e apenas a periferia!

      1. ruyacquaviva

        26 de setembro de 2013 6:25 pm

        O The Economist gosta de

        O The Economist gosta de países que lhes dão muito dinheiro, não de países que usam o seu dinheiro para melhorar a vida do seu povo.

        O país não parou, pois a melhoria dos indicadores sociais continua sem interrupção.

        Seu raciocínio de que a empresa estrangeira quer que o país enrriqueça falha ao não responder a questão de enriquecer PARA QUEM.

        A The Economist representa um grupo que gosta de dinheiro PARA ELES.

        Por isso eles querem que o Brasil enriqueça e MANDE TODO O DINHEIRO PARA ELES.

        Essa brincadeira de usar o dinheiro do País para melhorar a qualidade de vida da população não é uma coisa de que eles gostem não.

         

  6. Chris

    26 de setembro de 2013 4:42 pm

    Alguem tem dúvida

    Serio, existe alguem alienado o suficiente pra dizer que o “The Economist” ta errado?

    “O Brasil é o país do futuro”. Escuto esta frase desde os 7 anos de idade e, hoje com 40, o Brasil continua sendo “o País do Futuro” e esse futuro não chega. Quem sabe quando eu tiver 80.

    1. ruyacquaviva

      26 de setembro de 2013 6:10 pm

      É porque você está esperando

      É porque você está esperando que esse futuro caia no seu colo de graça em vez de agir para construir esse futuro.

      Com essa atitude nem em mil anos…

    2. morallis

      26 de setembro de 2013 11:15 pm

      Seu futuro já passou, não

      Seu futuro já passou, não funcionou..entendeu?

  7. Maria Luisa

    26 de setembro de 2013 4:52 pm

     Dilma e Mantega para The

     Dilma e Mantega para The Economist: “larga di nois, sô!”

  8. snoopy

    26 de setembro de 2013 5:04 pm

    Brasil melhor que Inglaterra (abaixo a veja inglesa)

    Senhores,

    Não tenham dúvidas, essa revistinha é exemplo-mor do PIG internacional…se não estou enganado a primeira capa com o Cristo decolando foi recebida com fervor aqui no blog, mas tudo não passava de um plano..assopraram pra morder agora, às vesperas da eleição de 2014, com certeza pra prejudicar a reeleição da presidentA Dilma.. e podem esperar , não me espantaria nada se o New York Times entrar firme na campanha de 2014, em associação com o PIG… é só esperar pra ver.. cabe a nós entrar no site dessa Veja britânica e botar os pingos nos “i”s, e esclarecer que o Brasil já está tão desenvolvido quanto a Inglaterra, basta compararmos as nossas cidades com as deles, temos só umas favelas as outras, mas no geral nossa educação, saúde e qualidade de vida são melhores sim!! Só o PIG entreguista é que diz que não..

    saudações caninas (as mais sinceras..heheeh)

     

    1. MarcosP

      26 de setembro de 2013 6:48 pm

      “… o Brasil já está tão

      “… o Brasil já está tão desenvolvido quanto a Inglaterra”

      Se você consegue acreditar nisso, consegue acreditar em qualquer coisa. Mas espero que não pretenda obrigar os outros a dizer que acreditam também.

  9. Marcos Biasoli

    26 de setembro de 2013 5:19 pm

    Errou pela segunda vez

    O Brasil não estragou tudo simplesmente porque ainda não conseguiu decolar. A reportagem de 4 anos atrás não passou de mero otimismo. Agora a revista tenta, constrangida, corrigir o erro.

  10. Athos

    26 de setembro de 2013 5:33 pm

    é RESPOSTA AO DISCURSO DA

    é RESPOSTA AO DISCURSO DA ONU!

  11. Fábio de Oliveira Ribeiro

    26 de setembro de 2013 5:36 pm

    A economia brasileira não

    A economia brasileira não dependia da Economist quando foi elogiada, também não depende dela agora que foi atacada. Por isto mandei o seguinte Twitter para aquela revista de merda:

     

    6m

    Brazilian economy did not depended of when was praised, nor it depends of Economist now that was attacked. Fuck the Economist.

  12. Ivan Pedro

    26 de setembro de 2013 5:47 pm

    Eu não dou bola a comentários

    Eu não dou bola a comentários de lacaios do capitalismo !!!! Portanto, o Economist não me serve nem de papel higiênico. 

  13. Jorge Nogueira Rebolla

    26 de setembro de 2013 5:50 pm

    Petista justifica murro em ponta de faca…

    Quando a “primeira capa” foi publicada a realidade econômica brasileira era outra. Em 2010 o PIB cresceu 7,5%. Nos anos seguintes tivemos:

    2011- 2,7%

    2012- 0,9%

    2013- previsão 2,5%

    Acumulando o crescimento do corrente ano e dos dois anteriores ele não atinge o obtido apenas em 2010. Sabemos que a crise financeira antecede a estes fatos, portanto a sua influência hoje é menor que em 2010, qual é o problema em perguntar o porquê desta queda? Quem no governo Dilma está estragando o presente e explodindo o futuro?

    Vocês se contentam com qualquer coisa, desde que protagonizada pelo petismo…

     

     

     

    1. ruyacquaviva

      26 de setembro de 2013 6:07 pm

      Sua argumentação é

      Sua argumentação é falaciosa.

      Em 2010 a situação da China, da Índia, da Rússia, da França, da Espanha e muitas outras economias do mundo era melhor que a atual. A crise não foi esmaecendo desde 2009, pelo contrário, recredesceu.

      O Brasil passou por ajustes e hoje apresenta claros sinais de retomada do crescimento. Nesse período nada mudou em termos dos potenciais brasileiros, exceto a melhoria das condições sociais no País, que foi contínua no período.

      Essa é a essência da mudança de tom do The Economist. Está claro após todo esse tempo que a escolha do Brasil é pelo desenvolvimento social e não pelo desenvolvimento econômico com manutenção das injustiças sociais. Isso equivale a dizer que os gringos perceberam que o verdadeiro beneficiário do desenvolvimento brasileiro será o povo brasileiro e que as grandes corporações estrangeiras não irão apropriar todo o resultado do desenvolvimento econômico, como foi em outros tempos.

      Assim eles não querem. Eles querem mandar e desmandar por aqui, querem um modelo de desenvolvimento econômico que beneficia a eles e não ao povo.

      Daí as seguidas jogadas que fazem tentando derrubar o Mantega e pautar a política econômica brasileira.

      Os números do PIB que você postou contam uma parte da história. Outra parte, a mais importante, é contada pelos números cada vez menores do desemprego e da pobreza, junto com os números cada vez maiores da massa salarial e do consumo das famílias, principalmente as famílias de menor renda e das regiões mais pobres, o que é um fato extraordinariamente importante.

      Se contentar-me com a redução das nossas injustiças sociais históricas e com a melhoria contínua das condições de vida da população é contentar-se com qualquer coisa, então eu me contento sim com qualquer coisa.

      Você pelo visto se contenta com lucros abusivos de grandes corporações multinacionais e nesse caso eu não ligo nem um pouco para o seu descontentamento.

      1. MANUEL PEREIRA

        26 de setembro de 2013 8:20 pm

        SOCIOECONOMIA ATUAL DO BRASIL E OS PETISTAS

        EU VEJO QUE ANTE A  NATURAL REPORTAGEM ECONÔMICA DA REVISTA, QUE APENAS PUBLICA UM ARTIGO SOBRE O BRASIL A CADA 4 ANOS, TRAGA TANTO INCÓMODO AOS PETISTAS GOVERNANTES….E ISSO QUE A REVISTA NÃO TOCA NO ASSUNTO DA MAIOR ROUBADEIRA  ORGANIZADA DE TODOS OS TEMPOS ( COMO O MENSALÃO, UMA PONTA PEQUENA DO ENORME ICEBERG). NO PONTO DE GRANDEZA DO PAÍS OS QUE RECLAMAM DA REVISTA TEM RAZÃO, JA QUE A PESAR  DE TODA OS DESMANES ORGANIZADOS MAS, OS DESCALABROS EM ALGUMAS POLÍTICAS IMPORTANTES, O PAIS CONTINUA A NAVEGAR, AINDA QUE MEIO DESESTABILIZADO COM  O PESO DE LOS PETISTAS E SUAS CUECÕES CHEIOS DE DINHEIRO!  NÂO CABE  DÚVIDA  QUE  A  ECONOMIA  ESTA MUITO FRACA, INDEPENDENTE DE ESTATÍSTICAS DIFUNDIDAS PELO PRÓPRIO GOVERNO. ELA VEM CAINDO E AGORA FICOU NUM PATAMAR  MUITO PÍFIO, SO COMPARÁVEL AOS PAISES LATINOS QUE SEGUEM OS PRINCIPIOS CASTRISTAS ! O RESTO DOS PAÍSES  LATINOS ESTÃO, A PESAR DAS ÚLTIMAS CRISIS MUNDIAIS COM ÍNDICES DE 100 A 300%  MAIORES. SE COMPARARMOS COM OS PAISES DE TAMANHO SEMELHANTES, O QUE NÃO SABE FAZER A LIÇÃO DE CASA É O BRASIL, LAMENTALVEMENTE ! PORQUE ISSO ?  EM VEZ DE RESPONDER, COMO OS AVESTRUCES, JOGAM A CULPA NOS AMERICANOS OU EUROPEOS !!  NUNCA A PETROBRÁS, A PESAR DA DESCOBERTA E PRODUÇÃO DO PRÉ-SAL, PRODUZ MENOS PETRÓLEO QUE ANOS ANTERIORES !! PORQUE??

        POLÍTICA SOCIAL….QUAL  A DISTRIBUIÇÃO DE R$ 70,00  POR PESSOA ? COM ISSO PASSARAM A CLASSE MÉDIA ?  CADA DIA VEMOS MAIS FILAS NOS HOSPITAIS. EM SÃO PAULO, CAPITAL, JÁ ESTÃO FALTANDO REGULARMENTE REMÉDIOS NOS POSTOS DE SAÚDE….PORQUE ??  NÃO É FALTA DE DINHEIRO….SE PERGUNTAMOS É PORQUE ESTÃO EM LICITAÇÃO….SÃO TÃO INACAPZES QUE DEPOIS DE 7 MESES NO PODER SE DÃO CONTA QUE OS ESTOQUES ESTÃO ACABANDO !!

        COM GENTE ASSIM, O PAIS SEMPRE VAI FICAR NO RABO DOS PAÍSES GRANDES…E ISSO A PESSAR DE TER UMA ÁREA AGRÍCOLA QUE PRODUZ O ANO TODO, SEM TERREMOTOS, FURACÕES, NEVE E FRIO METADA DO ANO…ETC. TEMOS O MESMO TIPO DE GENTE QUE OS EE UU, DE TODAS ÁS PARTES DO MUNDO ( OS LATINOS  EM ESTADOS AMERICANOS COMO CALIFORNIA E FLORIDA, DEMOSNTRARAM QUE SÃO TÃO EMPREENDEDORES QUE OS P´ROPRIOS AMERICANOS, MAS EM SEUS PAISES DE ORIGEM ERAM VERDADEIROS ICAPACITADOS !! PORQUE  TIVERAM QUE MUDAR DE PAIS PARA DEMOSTRAR SUA CAPACIDADE ???? AGORA A DIFERÊNCIA ESTA EM NOSSOS POLÍTICOS !!!

        AGORA TEM MUITO DESCABEÇADO QUE FALA CONTRA OS PAISES INDUSTRIALIZADOS, MAS GOSTAM DE VIAJAR E SE DELEITAR NELES…E AINDA  FALAM CONTRA MULTINACIONAIS, PERO SE CALAM CONTRA A TELEFÓNICA E OUTRAS EMPRESAS DO MESMO TIPO QUE ROLAM SOBRE OS CONSUMIDORES, A PESAR  DE TER AG~ENCIAS REGULADORAS PARA ESSE OBJETO! SERÁ´QUE TEM ALGO COM O PT?  PÓRQUE AQUI ROLAM E EM SUS PAISES DE ORIGEM SE COMPORTAM TÃO CORRETAMENTE…PORQUE ?

        ALGUEM VISITOU SÃO PAULO COMO ESTÁ ?  MILES DE HOMENS E MULHERES DEAMBULAM PELO CENTRO DA CIDADE NA MAIS COMPLETA POBREZA  !!   CADÉ O GOVERNO FEDERAL ??

        JA VIERAM UM PROGRAMA QUE DIZIA MAIS OU MENOS O SEGUINTE  “O POVO SORRIE MELHOR”, VEICULADO EM TODAS ÁS REDES NACIONAIS DE TV !!  PROCUREM  QUANTOS  CONSULTÓRIOS E DENTISTAS  EXISTEM NAS REDES DO SUS EM CADA UM DOS MAIS DE 5.000 MUNICÍPIOS BRASILEIROS !!  PERGUNTEM QUANTO GASTARAM EM PROPAGANDA INÚTIL NESSE PROGRAMA FANTASIOSO, MELHOR DITO MENTIROSO !!

         

         

         

        1. ruyacquaviva

          27 de setembro de 2013 2:43 pm

          Que azar o seu Manuel

          Que azar o seu Manuel Pereira. Foi colocar suas mentiras justamente antes da divulgação da pesquisa mostrando que a população está apoiando cada vez mais o governo federal, tanto que aponta para uma vitória em primeiro turno da nossa presidenta. O Ibope lhe quebrou as pernas.

          Não vou nem perder tempo respondendo ponto a ponto suas mentiras e mistificações. Os indicadores socio-econômicos continuam apontando para a melhoria contínua das condições de vida da população. Recente post neste mesmo blog dá conta que o PNAD demonstra a redução da desigualdade econômica continuando a ser reduzida no período de 2011 a 2012, como ocorreu em todo o governo Lula.

          https://jornalggn.com.br/noticia/concentracao-de-renda-diminuiu-entre-2011-e-2012

          às suas mentiras e manipulações, respondo com dados concretos.

          É impressionante a sua má-fé. Quando lemos este trecho por exemplo:

          “ALGUEM VISITOU SÃO PAULO COMO ESTÁ ?  MILES DE HOMENS E MULHERES DEAMBULAM PELO CENTRO DA CIDADE NA MAIS COMPLETA POBREZA  !!   CADÉ O GOVERNO FEDERAL ??”

          Ficamos espantados com sua palhaçada. A situação da população de rua em São Paulo foi provocada pela política higienista introduzida pelo José Serra e seguida pelo seu pupilo Gilberto Kassab, que descontinuaram as políticas sociais implantadas na gestão anterior da prefeitura, fecharam os albergues do centro tentando forçar os moradores de rua a irem para albergues localizados em periferias distantes, perseguiram carroceiros e até tentaram proibir as instituições de caridade que distribuem alimentos para os pobres.

          E a desastrosa ação da cracolândia, em cruel alinhamento com o governador tucano do estado, que em vez de dar tratamento médico, orientação psicológica e assistência social a uma população assolada pelo vício do crack, usaram de violência policial para dispersar as aglomerações dessas pessoas na chamada “cracolândia” (que relegaram ao abandono completo por tantos anos) visando obter um efeito cosmético na cidade.

  14. Alexandre Weber - Santos -SP

    26 de setembro de 2013 5:52 pm

    A infantil lógica binária da The Economist

    Erraram feio na primeira capa e agora, depois de um tempinho, tentam uma saída à francesa, que Inglês algum em tempo nenhum conseguiu executar.

    Nem previram o desenvolvimento do Brasil, nem agora conseguiram triscar o potencial econômico do país.

    Como um sujeito muito mais experto do que eles disse uma vêz: Brasil não é para principiantes.

    Agora, estive lendo as reportagens, feitas às pressas, pela pouca profundidade das matérias e a falta de análises melhores elaboradas, fora do lugar comum de revistinhas de quinta categoria. Parece encomenda de gente profundamente recentida e incomodada pelos cursos atuais dos acontecimentos, que, com a mais absoluta certeza não estavam nos scripts (tipo derrubar o Jato como Namorado do repórter do The Guardiam que trazia cópias das denuncias).

    Precisamos de uma reunião, com quem manda lá, para melhorar-mos o nível de nossas relações, não vai dar para ficar com pena deles por muito tempo.

     

  15. Amarildo

    26 de setembro de 2013 5:59 pm

    The Economist

    Para os Petistas de plantão, esta critica é uma indignação, afinal nunca se viu tanta ladroeira, profissionalizaram a corrupção, parabéns. As manifestações de Junho, não foram nada de significante; a inflação esta sob controle e por aí vai. Nossa Infraestrutura vai estar pronta, linda, cara e 100% improvisada, sem jeitinho não é Brasil, cerrrrrto.

    Este é o país da COPA (a Copa mais cara de todos os tempos). 

  16. Dani

    26 de setembro de 2013 6:05 pm

    This comment has been deleted.

    1. hercilio

      26 de setembro de 2013 10:54 pm

      Muito bom

      Muito bom o seu comentário.

  17. Alberto Porem Jr.

    26 de setembro de 2013 6:08 pm

    O doce bem casado e a “The economist”

    O bem-casado é um doce típico em casamentos. A lenda diz que a sobremesa deve ser servida no final da festa para trazer sorte aos recém-casados. Este é a verdade desta “The economist”.

    – E a nossa mídia faz seu papel de Bufona da “The Economist”. Acho que o pessoal do marketing da “The economist” nunca deu tanta risada.

    Vamos além da reportagem de 14 páginas e ver que a dita cuja promove uma cúpula para discutir…o Brazil.

     Link do Brazil Summit 2013: http://www.economist.com/events-conferences/americas/brazil-2013

    Isto que eu chamo de bem casado.

    Vamos a alguns “debatedores”: Ministro Joaquim Barbosa, Gov. Marconi Perillo, “economista” Gustavo Franco, Gov. Antonio Anastasia, Chef Alex Attala, publicitário Nizan Guanaes, etc…

    Resumo do Summit:  A ascensão do Brasil tem sido uma das maiores histórias de sucesso econômico da última década. Níveis recorde de investimento estrangeiro, milhões de pessoas retiradas da pobreza, e uma classe média em expansão criou um novo mercado vibrante para o comércio global. Mas agora o país enfrenta estagnação do crescimento do PIB, apenas 1 por cento em 2012, com os motores de ascensão da potência Brasil na última década lutando por novas fontes de combustível. Os investidores estão começando a virar a cabeça para outros mercados bem-sucedidos da América Latina, como México e Colômbia. Para continuar a sua marcha ascendente, o Brasil deve desbloquear novos rumos no crescimento econômico. Brasil 2013 irá explorar fontes promissoras de crescimento e debater os modelos econômicos e políticos que lhes permitam florescer.

    PS: O “convite” custa R$ 3.740,00 por cabeça. Dia 24/10/2013.

  18. Calvin

    26 de setembro de 2013 6:57 pm

    É a mídia golpista do mundo

    É a mídia golpista do mundo mundial!!!!

  19. Calvin

    26 de setembro de 2013 7:00 pm

    Os neo-ufanistas comparando

    Os neo-ufanistas comparando índices de desemprego da Grã-bretanha com o Brasil…. pois eu trocaria a pujança, a História e a educação entre eles facim,facim….

    1. André LB

      26 de setembro de 2013 9:02 pm

        Ainda tá em tempo. Tchau.

        Ainda tá em tempo. Tchau.

    2. Euclides Rodrigues de Moraes

      26 de setembro de 2013 9:33 pm

      Você e outros iguais a você

      Você e outros iguais a você não merecem pisar nas terras deste País! Junta teus mijados e cai fora!

  20. Caio Marcio Rodrigues

    26 de setembro de 2013 9:12 pm

    Matéria da Economist sobre o desempenho da nossa economia

    Seria bom se os ufanistas brasileiros esclarecessem:

    1. Qual foi o real crescimento do PIB da indústria manufatureira e de processo (aquela que produz bens de valor exportável)?

    2. Qual foi o real crescimento do PIB dos serviços de ‘correção do bem-estar” (aqueles do tipo médico, veterinário, fornecimento de alimentação)?
     

    3. Qual foi o PIB de serviços inúteis ( burocracia, contadores, toda a burocracia dos governos estadual e federal fóra militares)?

    4. Como cresceu o intervencionismo do Estado na Economia Privada: Agências Reguladoras, MEC, Min do Trabalho?

    5. Qual tem sido a perfórmance dos egressos das escolas públicas e privadas em relação à demanda dos mercados de mão de obra?

    6. Qual tem sido a participação do setor extrativo mineral no crescimento do PIB?

    7. Como tem expandido o consumo de bebidas alcoólicas entre os tais ‘jovens em idade de entrar na economia produtiva’?

    Essas são as questões que realmente revelam a sustentabilidade da marcha para a prosperidade. “Crescimento do PIB’ está para a prosperidade do país como o ‘enriquecimento de um cidadão’ está para a sua qualidade de vida.

     

     

  21. Marcirio

    26 de setembro de 2013 9:24 pm

    Comentário

    Pessoal, vamos deixar desse ufanismo barato e tolo. É óbvio que o país vai mal, esse Mantega é um incompetente; é só verificar o défcit em conta corrrente do país, não é necessário um publicação britanica dizer o que todo brasileiro medianamente informado sabe. A dívida pública é impublicável, o país está mal em todos os setores. Achar que a matéria da The Economist é perseguição ao Brasil é simplificar demais as coisas e complexo de inferioridade que, infelizmente, está sempre presente no país. 

    1. morallis

      26 de setembro de 2013 11:04 pm

      Qual Brasil vai mal?
      O seu? O

      Qual Brasil vai mal?

      O seu? O do The economist?

    2. Tomaz

      27 de setembro de 2013 7:02 pm

      Meu caro, você se lembra do

      Meu caro, você se lembra do déficit em conta corrente nos anos 1990? O país quebrou com ele? Você já olhou a relação Dívida/PIB do Brasil e de outros países (EUA, França, por exemplo)? O patamar dos investimentos estrangeiros no Brasil? O nível do emprego? O Brasil não é um paraíso, mas esse discurso catastrofista, recheado de “receitas”, bobagens e interesses da Economist, nem com muita paciência a gente consegue aturar…

  22. ArthurTaguti

    26 de setembro de 2013 9:32 pm

    Não houve mudança drástica

    Não houve mudança drástica nenhuma de Lula para Dilma para esta virada de jogo na linha editorial da Economist. 

    Aliás, conforme uma matéria colacionada tempos atrás aqui, o próprio Ipea atestou que o crescimento econômico robusto sob Lula deveu-se a criação acelerada de empregos e aumento do consumo.

    Se estas condições esgotaram-se (devido ao pleno emprego e a elevação dos níveis de endividamento) no final do mandato de Lula mesmo, a Economist não deveria nem em 2010 dizer que o Brasil era um país a bordo de um foguete, nem agora dizer que a condução da economia sob Dilma é um desastre completo.

    As condições de crescimento acelerado sob Lula não estiveram presentes nos primeiros anos de Dilma. O Brasil precisa aumentar a produtividade se quiser desenvolver mais.

    Nesse sentido tentativas foram feitas, com a redução da conta de energia elétrica, da taxa Selic, desonerações aqui e acolá, mas até agora não surtiram efeito e não é APENAS por causa de uma suposta incapacidade gerencial de Dilma, mas porque as condições foram muito adversas.

    Até fica parecendo que, na área econômica, Lula era um gênio e Dilma é um poste incompetente, o que está longe de ser verdade em ambos os casos. Se Lula entrasse em um terceiro mandato, provavelmente estaria enfrentando a mesma estagnação econômica que a sua sucessora agora se depara.

    Se a Economist precisa fazer um “mea culpa”, não foi porque Dilma errou, mas porque eles erraram no diagnóstico. Só que vaidade é fogo, é muito mais fácil colocar a culpa nos outros do que reconhecer seus erros de cálculo.

     

     

     

    1. morallis

      26 de setembro de 2013 11:22 pm

      Deve ser interessante ser

      Deve ser interessante ser “vira-latas” atualmente já que não só eles se incomodam com o Brasil.

      o sonho da galera semrpe foi uma espécie de governo de  “Vichy ” anglo/franco/americano.

  23. Pbotelho

    26 de setembro de 2013 10:24 pm

    Que vao cuidar do rabo da Rainha

    Hoje temos petroleo, maior produtor de proteina animal do mundo, segundo maior produtor de graos, maior reserva de agua potavel do planeta, temos terras féteis o que mais precisamos para viver bem? De opinião do The Economist? Meu Deus, temos mesmo que ser invejados por todos, o Brasil é o mundo e o resto simplesmente resto.

  24. Filipe Rodrigues

    26 de setembro de 2013 10:50 pm

    Por quê os movimentos sociais

    Por quê os movimentos sociais ficaram calados quando a Dilma fez a concessão dos aeroportos (algo muito mais grave e danoso)? Sabendo que o problema aéreo brasileiro não são os aeroportos, mas as companhias aéreas.

    No leilão do Pré-sal as empresas inglesas e americanas caíram fora e a Petrobrás vai ganhar a grande maioria dos blocos…

     

     

    Essa notícia não irá agradar os que torcem para o caos nos aeroportos do Brasil durante a Copa do Mundo de 2014. Segundo informações do FlightStats On-Time Performance Report, de junho de 2013, e o relatório do Procon sobre dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de setembro de 2012 – último disponível –, os atrasos dos voos nos aeroportos em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro estão muito, mais muito mesmo, abaixo da média mundial, que é de 18,6%. Os aviões que não saem no horário atingem a marca de 8,5%, no Distrito Federal; 8,7% em Guarulhos, e 7,9% em Congonhas, na capital paulista; e 6,3% no Santos Dumont, no Rio.

    Por sua vez, o aeroporto em que os voos mais saem no horário é o Haneda, em Tóquio, com 1,27%; e o de Pequim, na China, com 58,5%, é o que menos respeita a hora marcada.

    Dentre as companhias aéreas, a média mundial de atrasos em voos é de 9%. A KLM (4,4%) e a WebJet (5%) são as mais pontuais; e a British Airways (17,4%) e a TAP (20,6%) estão no final da fila. Já as brasileiras Azul (5%) e TAM (9%) ficam dentro da média; e a Gol/Varig (11%) precisa cumprir mais seus horários.
     

    1. Filipe Rodrigues

      26 de setembro de 2013 10:57 pm

      O presidente da melhor

      O presidente da melhor companhia aérea brasileira (Azul) foi contrário a Concessão (Privatização) dos aeroportos.

      Mas ele não é da iniciativa privada (supostamente mais eficiente)?

  25. Aquiles Alves

    26 de setembro de 2013 11:02 pm

    A inevitável crise sócio-econômica do Brasil

    Prever acontecimentos economicos e uma arte, a anãlise imparcial eh um artigo raro, procurem este texto e tenham uma visão diferenciada do problema:  A inevitável crise sócio-econômica do Brasil – 5 anos para o Apocalipse

  26. morallis

    26 de setembro de 2013 11:11 pm

    Esse de complexo de “

    Esse de complexo de ” vira-latas”  é mais que complexo..mas depois que perderam as colônias os economistas

    inglêses estão descobrindo esse filão. Os pseudo-bulldogs ”  daqui devem permanecer aqui, nada de fugir para

    a europa..ah..a europa!?..Decadente canil!

  27. Marcos Antônio

    26 de setembro de 2013 11:19 pm

    A City perdeu o almoço

    A City perdeu o almoço gratís…

  28. Marcos Antônio

    26 de setembro de 2013 11:20 pm

    A City perdeu o almoço

    A City perdeu o almoço gratís…

  29. Amauri Marques da Cunha

    27 de setembro de 2013 8:00 pm

    Grosserias de alguns debatedores sobre The Economist

    É sempre muito deprimente, tanto neste debate, como em alguns outros sobre a atualidade política e econômica brasileira, constatar que uma grande parte dos que opinam, possuem um profundo desrespeito pela opinião alheia, e chegam a apelar para xingamentos e agressões verbais para com adversários.

    Só não fico mais deprimido porque esses agressores são, em sua quase totalidade, petistas e/ou apoiadores de todos os tipos dos governos Lula e Dilma, dos quais eu discordo frontalmente.

    Eu gostaria de lembrar a esta gente que vivemos em uma democracia, e não em regimes totalitários onde existe o tal do “controle social” para tudo, especialmente para a expressão de opinião.

    Portanto, os argumentos devem ser usados, mesmo que sejam absurdos, para tentar derrubar os argumentos contrários. Os dados e interpretações devem ser priorizados, em lugar de xingamentos e tentativas de desqualificação dos oponentes. 

    Precisamos defender a nossa ainda incipiente democracia, da intolerância, do massacre do poder centralizador do governo de ocasião.

    Quando essas pessoas passarem para a oposição, coisa que espero que aconteça o mais rápido possível, eu tenho certeza que vão apreciar muito a liberdade de expressão e o respeito do poder central e seus partidários e apoiadores.

    Aí então, espero que façam uma reflexão sobre as terríveis alianças que fizeram com os setores mais retrógrados da politica e da economia do Brasil, e o quanto isso foi nefasto para o nosso desenvolvimento político, social e econômico.

     

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