O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, deu o tom político de sua participação na Marcha para Jesus, realizada nesta quinta-feira (4), em São Paulo. Em discurso no trio elétrico principal do evento, o parlamentar afirmou que o Brasil vive uma “guerra espiritual” e declarou que “o mal vai ser expulso do governo do Brasil esse ano”.
A manifestação reuniu diversas lideranças políticas ligadas ao campo conservador. Ao lado de Flávio estavam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), além de parlamentares e autoridades convidadas pelos organizadores. Destaque para o Ministro da Advocacia Geral da União do Governo Lula, Jorge Messias, rejeitado pelo Senado Federal à vaga no Supremo Tribunal Federal, e o Ministro do STF André Mendonça.
Nos últimos anos, a Marcha para Jesus passou a ocupar um papel cada vez mais relevante na disputa política nacional. A aproximação entre lideranças evangélicas e o bolsonarismo ganhou força durante o governo de Jair Bolsonaro, que participou do evento em diferentes ocasiões. Desde então, o encontro religioso tem servido como palanque para lideranças políticas do bolsonarismo.
O que é a Marcha para Jesus
A Marcha para Jesus é organizada nacionalmente pela Igreja Renascer em Cristo, fundada pelos líderes evangélicos Estevam e Sônia Hernandes. O evento foi trazido ao Brasil em 1993 por Estevam Hernandes, que permanece como presidente da marcha no país. Embora a marca pertença à Renascer, a mobilização reúne igrejas de diversas denominações evangélicas e, em diferentes cidades, conta com a participação de conselhos de pastores e entidades religiosas locais.
Desde 2009, a Marcha para Jesus integra o calendário oficial brasileiro por meio de lei federal. Ao longo das últimas décadas, o evento se consolidou como uma das maiores manifestações públicas do segmento evangélico no país e passou a receber regularmente a presença de presidentes, governadores, prefeitos e parlamentares.
Quem é Estevam Hernandes
Fundador da Igreja Renascer em Cristo, Estevam Hernandes é uma das figuras mais influentes do neopentecostalismo brasileiro. Além da igreja, criou a Marcha para Jesus, a Rede Gospel e um conjunto de emissoras de rádio e veículos de comunicação voltados ao público evangélico.
Sua trajetória também foi marcada por controvérsias judiciais. Em 2007, ele e Sônia Hernandes foram presos nos Estados Unidos após entrarem no país com US$ 56 mil não declarados, parte do dinheiro escondida em uma Bíblia.
emerson57
4 de junho de 2026 1:08 pmO mal já está sendo expulso: eduardo, alan, zambeli, logo menos o flavio, etc.
bolçonário não.
Está preso!
Fábio de Oliveira Ribeiro
4 de junho de 2026 2:56 pmEssa conversinha de vagabundo vai convencer os evanjegues que serão prejudicados com o fim do PIX?
Joao
4 de junho de 2026 4:15 pmPrimeira vez que Judas comparece na Marcha para Jesus, que não apareceu
AMBAR
4 de junho de 2026 10:09 pmA estrela do show, a Bispa Sônia, o furor do evangelho sequer foi citada, a pobre. Depois da cana esses ungidos ficaram mais humildes.
Mas, o inflávio tem razão, ele foi ungido pelo Malafaia e tudo o que ele unge ele desanda. Malafaia ungiu o bucho do Bolsonaro e ele levou uma facada. Malafaia orou por todos os corruptos e eles foram presos ou estão processados. Se inflávio pediu pra deus expulsar o mal do governo do Brasil, deus vai expulsar, começando por ele. Deus providencia tudo o que eles pedem. Ah!, os crentes! O Brasil marcha com eles rumo ao abismo.