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3 Comentários
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  1. Casadei

    23 de agosto de 2016 1:15 pm

    África do Sul ensina Brasil

    Atenção aos 1’50” Lindíssima a energiÁ

    https://youtu.be/fgr_P3ogYqQ

  2. Fernando J.

    23 de agosto de 2016 1:21 pm

    1967, o ano em que o planeta balançou, por Zê Carota

    Zê Carota – 1967, o ano em que o planeta balançou

    fosse cientista, me dedicaria a pesquisas e estudos que pudessem comprovar a causalidade existente entre o lançamento desse álbum, o incêndio da Apollo 1 e o acidente com a nave russa Soyuz.

    explico: Elza estava no auge de seu poder de transformar uma má formação congênita na úvula [o “sininho” da garganta] em instrumento para, não necessariamente nesta ordem, incinerar corações, fritar os pisos de salões, gafieiras e boates, e, meu objeto de análise, com o resultado energético disso, derreter satélites.

    Miltinho, por seu turno, não recebeu das agências espaciais a devida atenção que deveria ter um sujeito que, com “Mulher de 30”, “Laranja Madura”, “Mulata assanhada”, “Palhaçada” e “O conde”, mudando o andamento de sua interpretação de forma absolutamente inédita, promovera um balanço capaz de transformar a Terra num ioiô – e principal: que nunca descansava. Miltinho acreditava piamente que as pessoas deveriam ter balanço até pra pegar o lotação, “senão tropeça e cai”, formulava.

    era pra todo mundo acionar sinais de alerta quando Elza encasquetou de gravar um álbum fazendo duetos com Miltinho, porque, pra ela, ele tinha “ritmo até na ponta da orelha”.
    mas não.
    pessoal deixou pra lá.
    álbum saiu.
    coincidentemente, ou não, as naves foram ao beleléu.

    tá, eu ainda não posso provar minha teoria.
    mas ouça essa aí, só então me conteste – se, claro, resistir a requebrar as cadeiras [digo, as da firma, da repartição, da copa etc].

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=lw7pNZQS4Q%5D

     

  3. Odonir Oliveira

    23 de agosto de 2016 1:41 pm

    Excelente texto- como sempre- do Zê

    Forma e conteúdo de arrebatar. Sempre.

    Bela escolha Juncal. Quase o trouxe também.

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