Ex-deputado federal pela Bahia, Argôlo foi condenado a 11 anos de prisão, acusado receber 1,4 milhão em propina
Jornal GGN – O STF (Supremo Tribunal Federal) negou ontem um pedido da defesa de Luiz Argôlo, ex-deputado federal pelo Solidariedade, na Bahia, para que o soltasse. O ex-deputado está preso desde o ano passado, mês de abril, no Complexo Médico-Penal em Pinhas, em Curitiba, cumprindo pena de 11 anos em condenação aplicada pelo juiz de primeira instância Sérgio Moro. Segundo Moro, Argôlo recebeu pagamentos de Yousseff, o doleiro da delação premiada, por muito tempo até os dias que antecederam a prisão do ex-deputado. O ministro Teori Zavascki entendeu que soltar Argôlo poderia trazer riscos à investigação da Lava Jato. O presidente da Turma, Gilmar Mendes, concordou com o voto e o endossou. Leia a seguir.
da Agência Brasil
Supremo nega liberdade ao ex-deputado Luiz Argôlo
Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou hoje (2) pedido da defesa para soltar o ex-deputado federal Luiz Argôlo, condenado a 11 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro. Argôlo está preso desde abril do ano passado no Complexo Médico-Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
No julgamento, o relator da Lava Jato, ministro Teori Zavascki, disse que as investigações mostraram que o ex-parlamentar recebeu pagamentos do doleiro Alberto Yousseff até os dias que antecederam sua prisão preventiva. Dessa forma, segundo o ministro, a soltura de Argôlo traria riscos à investigação.
O voto do relator foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Celso de Mello e o presidente da Turma, Gilmar Mendes.
Argôlo foi o terceiro político condenado no âmbito da Lava Jato. Nas investigações, o ex-parlamentar foi acusado de receber R$ 1,4 milhão de propina do esquema de corrupção investigado na operação.
A defesa alegou que a prisão preventiva pode ser substituída por medidas cautelares, porque a sentença já foi proferida e não há como o ex-deputado influir nas investigações. Os advogados também afirmaram, durante o julgamento, que o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores da Lava Jato, afirmou nunca ter repassado propina para Argôlo.
Ramalho12
3 de agosto de 2016 2:02 pmIsto ainda acaba em rebelião armada
Essa turma do STF trai miseravelmente a Constituição, na esteira do tresloucado Moro e acovardada visivelmente pelo discurso midiático. Argôlo não foi condenado em última instância, foi condenado em primeira instância. Ademais, se ele foi condenado, que riscos são estes às investigações alegados por Teori? Esta turma do “Supremo”, que mais parece ser de frango, dado que galinha é tida por animal medroso, agravada pelo fato de ser presidida pelo notório Gilmar Mendes, é mais um fator “supremo” que envergonha o judiciário e a Nacionalidade.
O “Supremo” está a desonrar a Constituição e consequentemente direitos básicos dos cidadãos.
emerson57
3 de agosto de 2016 2:12 pmpuliça
E o outro retratado no post, o puliça japones federal, herói de dez entre dez coxinhas?
Continua preso?
Então tá.
Ivan de Union
3 de agosto de 2016 2:36 pm“Segundo Moro, Argôlo recebeu
“Segundo Moro, Argôlo recebeu pagamentos de Yousseff, o doleiro da delação premiada, por muito tempo até os dias que antecederam sua prisão”:
“Sua” prisao de quem, Argolo ou Yousseff? Se de Argolo, o acordo de delacao premiada de Yousseff esta permanentemente invalidado.