Comentário ao post “A hora de reconstruir os partidos“
A reestruturação partidária é possível na oposição, caso ela aceite fazer política e aceite trabalhar.
Afinal o PSDB parece que aceitou a cômoda situação de viver escorado na velha mídia e acreditando que a “parceria”, por si só garante a vitória.
Não podemos perguntar, não podemos investigar, não podemos pedir punição pelas irregularidades de nenhum político da oposição, porque eles sempre esbravejam e dizem lacônicos: – não é verdade! – É trololó petista, etc. (nunca aceitam ser investigados de nada, são santos demais para cometerem qualquer deslize).
Esse processo preguiçoso de política é que está deteriorando a oposição e seus partidos políticos. O DEM diminuiu pela metade, o PSDB está indo ocupar o espaço do DEM e se continuar nessa toada, daqui duas eleições virará o quê? Vira o DEM em 2014 e diminui pela metade, e em 2016 começa o processo de mudança de nome, tentando sobreviver como o DEM faz desde a Ditadura Militar, acreditando ser este o caminho da salvação.
O partido político que quiser sobrevida no Brasil precisa daqui para frente, contrapor o Projeto de Governo do PT com outro Projeto de Governo. Arregaçar as mãos e trabalhar.
Não é através de golpe Midiático + o Supremo que ele se fortalecerá. A população não quer outra Ditadura, quererá eleições diretas sempre! E em uma eleição direta defenestra em 3 tempos quem tratar o Brasil com desprezo, mudando o rumo traçado desde o Governo LULA, de distribuição de renda, inserção social, políticas de compensação para negros e pobres, soberania nacional, desenvolvimentismo, infraestrutura em ascensão com os PAC´S 1 e 2, etc.
Podem tentar um golpe, mas não levam a população junta. A população quer ver ações concretas. Partido político que vive de brisa, de mídia e de esconder suas corrupções não tem mais vez no Brasil!
Se o PSDB quiser sobreviver que comece tudo de novo. Crie base partidária, crie diversidade social dentro do partido, se insira nos movimentos sociais, tenha bandeiras políticas que apontem para o respeito com as diversidades culturais e as minorias raciais, religiosas, de opção sexual, etc. e crie projetos de desenvolvimento para o País tendo o cuidado de realizá-los com transparência.
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