Um jovem de 21 anos, integrante de uma torcida organizada do Palmeiras, morreu neste domingo, 25 de março, em São Paulo, BALEADO NA CABEÇA (grifo nosso) e pelo menos outras cinco pessoas sofreram ferimentos em uma briga entre torcedores (organizados para o crime) de Corinthians e Palmeiras, seis horas antes que o clássico pelo Campeonato Paulista entre os dois times tivesse dado início. Portanto, mais uma notícia, não de página de esportes, mas de página policial, envolvendo ‘valentões’ e arruaceiros do futebol. Bandidos disfarçados de torcedores de futebol, que agendam pela Internet os embates mortais ou, como em moda no cinema, ‘jogos vorazes’ ou ‘mortais’.
O noticiário da página policial prossegue informando que, no mesmo episódio, um homem de 27 anos sofreu traumatismo craniano ao ser golpeado com uma BARRA DE FERRO (mais um grifo nosso) na cabeça e teve que ser submetido a uma cirurgia. Outras quatro pessoas tiveram ferimentos leves. O conflito, previamente agendado – a inteligência policial fracassou mais uma vez- tinha como finalidade (pasmem) vingar a morte de um torcedor corintiano no ano passado.
Há, pois, uma horda (bando) de desordeiros, assassinos em potencial (pseudotorcedores), infiltrados ( pano de fundo) em “torcidas organizadas”do futebol brasileiro, que insuflam as massas, prontos a dar causa a tragédias como a deste domingo. Pedras, pedaços de pau, soco inglês, facas, chaves de fenda, canivetes, potentes fogos de artifício, rojões, explosivos, coquetel molotov, barras de ferro, estilingues, armas de fogo, etc…, fazem parte do arsenal mortífero das quadrilhas de ditos torcedores de futebol, que ameaçam a tudo e a todos levando o medo e o pânico à sociedade.
Milton Corrêa da Costa é coronel da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro
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