10 de junho de 2026

Governo Temer ou Como transformar a CLT em confete, por Leonardo Sakamoto

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Por Leonardo Sakamoto

Do seu blog

Passei os últimos anos criticando a forma como o governo Dilma Rousseff adotou um modelo de desenvolvimento predatório que, em nome de uma visão deturpada de progresso, passa o rolo compressor em cima dos que pouco têm, como comunidades tradicionais e minorias, deixando os ricos mais ricos ainda. Belo Monte, por exemplo, explorou, expulsou e escravizou gente simples e enriqueceu empreiteira. Bem, deem uma olhada no arquivo do blog e vão entender.

Já um governo Michel Temer, caso o impeachment ocorra, irá picotar parte da CLT até que se transforme em serpentina e confete de carnaval. A velocidade recorde com a qual isso deve ocorrer se deve à necessidade de pagamento às associações empresariais que ajudaram a colocá-lo lá. Ao mesmo tempo, ele deve usar as regras atuais da Previdência Social para acender sua churrasqueira no final de semana, sem que haja um debate decente na sociedade sobre as (necessárias) mudanças nessa área.

Ou seja, você, trabalhador e trabalhadora, acha que está no fundo do poço com essa crise em que esse governo ruim te meteu? Sabe de nada, inocente! No fundo de todo o poço tem sempre um alçapão.

A primeira coisa na fila da aprovação é o projeto de lei que amplia a terceirização legal no país (PL 4330/2004). Sob a justificativa de garantir direitos a uma parcela da sociedade que emite notas fiscais mensalmente para sobreviver, a porteira será aberta. Vai ser cada um por si e o sobrenatural por todos.

O projeto legaliza a contratação de prestadoras de serviços para executarem atividades-fim em uma empresa. Ou seja, de uma hora para outra, a empresa em que você trabalha pode sim dar um jeito para contratar empresas individuais, que deem notas fiscais, para fugir de impostos e tributos.

A título de exemplo pitoresco, uma funerária do Rio Grande do Norte chegou a ser condenada a pagar R$ 100 mil, a título de dano moral coletivo, por terceirizar de forma ilícita sua atividade-fim, ou seja, o transporte e sepultamento de corpos (ação civil pública nº 0210239-15.2013.5.21.0002). A empresa havia demitido os agentes funerários, que tiveram que abrir empresas individuais para continuar trabalhando para ela. Eles eram superexplorados e obrigados a comprar da funerária até o carro para transportar corpos.

E já que estamos em uma época em que patos amarelos se tornaram protagonistas, vamos usar patos para explicar:

Mais ou menos assim: Um consórcio contrata o Tio Patinhas para tocar um serviço, que subcontrata a Maga Patalógica, que subcontrata o Donald, que deixa tudo na mão de três pequenas empreiteiras do Zezinho, do Huguinho e do Luizinho. Às vezes, o Zezinho não tem as mínimas condições de assumir turmas de trabalhadores, mas conduz o barco mesmo assim. Aí, sob pressão de prazo e custos, aparecem bizarrices. Depois, quando tudo acontece, Donald, Patalógica, Tio Patinhas e o consórcio dizem que o problema não é com eles – afinal, eles não rabiscaram carteira de trabalho alguma. E aí, ninguém quer pagar o pato – literalmente. Ficam os trabalhadores a ver navios, como Patetas.

Casos famosos de flagrantes de trabalho escravo surgiram por problemas em fornecedores ou terceirizados, como Zara, Le Lis Blanc, MRV, entre tantos outros. O governo federal e o Ministério Público do Trabalho puderam responsabilizar essas grandes empresas pelo que aconteceu na outra ponta por conta de uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho, que garante a responsabilidade sobre os trabalhadores terceirizados na atividade-fim.

Aprovada a nova lei, os chamados “coopergatos” (cooperativas montadas para burlar impostos) e as pessoas-empresa (os conhecidos “PJs”) devem se multiplicar e o nível de proteção do trabalhador cair. Setores como o têxtil, o de comunicações e o agronegócio têm atuado pela legalização da terceirização em qualquer atividade com pesados lobbies no Congresso Nacional.

“Ah, mas eu quero ser livre para fazer ser frila.” Beleza, fique à vontade. Mas e quem tem um emprego fixo e quer alguma estabilidade e segurança, condições conquistadas a duras penas e presentes na Consolidação das Leis do Trabalho? A CLT pode e deve ser atualizada e desburocratizada, facilitando a vida de trabalhadores e empresários. Mas sem mexer nos direitos fundamentais, adquiridos na base de muito suor e sangue em mais de mais de um século de lutas trabalhistas.

De acordo com um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em média um trabalhador terceirizado trabalha três horas a mais por semana e ganha 27% menos que um empregado direto. No setor elétrico, por exemplo, a taxa de mortalidade de um funcionário de uma prestadora é 3,21 vezes superior ao de um trabalhador de uma empresa contratante.

Isso é o que vamos enfrentar no day after.

Seria o mesmo com Dilma? Há uma chance que sim, pois apesar de governar ao lado de banqueiros e empresários, o governo ainda foi minimamente poroso à pressão de trabalhadores e movimentos sociais, pois são sua base histórica e a quem ele recorreu na hora do desespero (a despeito do fato de ter ignorando suas pautas na maior parte do tempo). O problema é que, com Michel, certamente será. E rápido.

Portanto, independentemente de sua posição sobre o impeachment, seria razoável perguntar ao seu deputado se ele garante que tudo isso escrito aqui é mentira. E se promete renunciar caso de fato aconteça.

E se continuar achando que nada disso lhe diz respeito ou que a discussão sobre direito do trabalhador é coisa de comunista, faça-me um favor: não se sinta culpado quando seu filho ou filha perguntar, daqui a uns anos, algo do tipo “mãe, pai, o que é emprego?”

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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22 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    18 de abril de 2016 2:44 pm

    Sakamoto foi ao ponto, no que

    Sakamoto foi ao ponto, no que concerne aos direitos trabalhistas.

    Mais. Temer e sua turma no poder farão duas coisas: privatizar o que dá lucro e cortar verbas do que não dá.

  2. Marcos Oliveira

    18 de abril de 2016 2:47 pm

    Terceirização é igual a “pejotização”?

    Eu acabei de ler a última versão do PL, e não entendo a lógica do Sakamoto – o texto remente o tempo todo à CLT e deixa claro que os trabalhadores da empresa terceirizada são empregados dela, ou seja, celetistas. Em que ponto está sendo legalizada a pejotização? Gostaria muito de entender isso, porque a terceirização em si é apenas uma ferramenta a mais à disposição das empresas, que nem sempre é a melhor solução – inclusive, uma matéria recente da Economist mostra como empresas de muito sucesso nos EUA, com a Apple e a Tesla, têm adotado modelos híbridos, retomando características da produção vertical que imperava no passado. Se os empregados da empresa terceirizada forem celetistas e receberem todos os seus benefícios, qual é o problema afinal?

    1. Somebody (temporário)

      18 de abril de 2016 3:04 pm

      Você precisa praticar mais a

      Você precisa praticar mais a sua leitura e interpretação de texto.

    2. Marcos Fernandes Gonçalves

      18 de abril de 2016 3:31 pm

      A grande maioria das empresas
      A grande maioria das empresas terceirizadas precarizam a mão de obra. Muitas sequer pagam direitos básicos, como FGTS, por exemplo. Há milhares de ações na Justiça do Trabalho em que se discute esse tipo de direito. A sonegação é a tônica.

      São empresas sem patrimônio, sem mínimo de estrutura. Por isso, Quando não recebem seus direitos, os trabalhadores raramente conseguem sucesso em recebe-los na Justiça. É o “ganha mas não leva”. Geralmente, sobra para o tomador dos serviços. Capaz de mudarem isso também e retirarem a responsabilidade do tomador. Não duvido.

      Terceirização no Brasil é uma vergonha.

      1. Marcos Oliveira

        18 de abril de 2016 5:15 pm

        Então o problema é outro

        Eu já fui “terceirizado”, e eu era não apenas celetista, mas tinha mais benefícios e um salário melhor que os empregados da empresa para a qual eu prestava serviços. Sei das situações em que há precarização (muitos deles em obras de engenharia, aparentemente), e que elas já acontecem hoje, mesmo antes da Lei. Nesse caso, não é papel dos sindicatos combaterem e o Ministério do Trabalho, a Receita Federal e o INSS fiscalizarem, dentro das suas devidas competências? Sem contar a Justiça do Trabalho …

        Só acho que, havendo a necessária e correta fiscalização, não é papel do Estado se intrometer nos modelos de negócio das empresas…

        1. Geraldo Silva

          18 de abril de 2016 5:45 pm

          Esse discurso do Estado não

          Esse discurso do Estado não se meter nos negócios das empresas é balela. Só quem não consegue interpretar um texto que não percebe a lógica do Estado mínimo para garantir os lucros dos empresários, mas que não abrem mão do Estado Forte na hora de socorrê-los nas crises.

        2. Geraldo Silva

          18 de abril de 2016 5:45 pm

          Esse discurso do Estado não

          Esse discurso do Estado não se meter nos negócios das empresas é balela. Só quem não consegue interpretar um texto que não percebe a lógica do Estado mínimo para garantir os lucros dos empresários, mas que não abrem mão do Estado Forte na hora de socorrê-los nas crises.

        3. Ugo

          18 de abril de 2016 5:48 pm

          poliana!

          Sem noção e sem vivencia na indústria que conta, vá fiscalizar nos cafundós onde a única empresa empregadora manda e desmanda, e vai ver como o mundo real funciona.

  3. Tony Cucamonga

    18 de abril de 2016 3:01 pm

    Parabéns Sakamoto e

    Parabéns Sakamoto e Sakamotetes.

    Junto com a mídia vocês AJUDARAM a acabar com o legado trabalhista no Brasil.

    Não era um legado do Lula, nem d este partido que segundo o iluminado Sakamoto não era de esquerda, o legado era do povo brasileiro.

     

     

  4. Mogisenio

    18 de abril de 2016 3:21 pm

    O autor deste texto SABE do

    O autor deste texto SABE do que está falando. Essa é a minha conclusão.

    Parabéns Sakamoto.

    Eu tentarei contribuir um pouco apenas para fomentar o debate. Vejamos.

     

    De início, vale dizer que a  CLT não é uma  ” cópia da carta del lavoro” facista e arcaica, como disseram, de uma forma ou de outra, os que  votaram a favor da eleição indireta ontem.

     

    Eu acompanhei vários debates sobre essa terceirização que tramitava na câmara e já foi para o Senado.

    E o que chegou lá no Senado, pra ir direto ao ponto, precisa ser recusado. Nem deve ser avaliado. Nada presta. Trata-se de aberração INCONSTITUCIONAL.

    Mas, como a constituição aqui parece ser só um detalhe, então fica difícil assegurar a inconstitucionalidade do projeto, que já mudou de número no Senado.

    O colega comentarista, caro Marcos Oliveira, ao que tudo indica, não está ciente do problema. Ou melhor, desculpe-me, caro colega, mas você está longe de compreender o que está em jogo. ( pelo menos foi o que pude perceber ao ler o seu comentário).

    Eu suponho que em breve, nossos  “adoráveis representantes do povo” vão querer repristinar a lei áurea para  em seguida  terem o prazer ( hedonista!)  revogá-la sonhando com a ponte para o futuro do passado mais que imperfeito!

    Vale relembrar que a lei áurea foi  o marco inicial da legislação do trabalho mal remunerado no Brasil.  Trata-se de uma forma de super extração da mais valia. Afinal, foi o que assegurou aos detentores do “capital” escravo algum “ganho” de produtividade em  escala, coeteris paribus…

    Antes o que se via aqui, como principal “fator de produção eram os  ESCRAVOS!

    Vale dizer mais uma vez para fixar:  Brasil uma republiqueta de banana. E banana raivosa e golpista!

    Pejotização é uma ABERRAÇÃO pseudo jurídica para acobertar uma FRAUDE. 

    Terceirização,  na verdade, na verdade, na verdade, pode ser quarteirização, quinteirização, chegando a enesimanização ad infinitum.

    Com o filme “de volta ao passado”, estrelando PMDB com Temer, Renan, Cunha,   comandando os TRÊS  PATETAS PODERES DA REPUBLIQUETA DE BANANA, por meio de uma  ponte psicodélica para o futuro certo e incerto, imagino que a CLT mudará de nome para:

    Consolidação da LESÃO trabalhista.

    E ai  daqueles que não a seguirem, vez que o crime não compensa  e a redução da maioridade penal para 1 ano de idade garantirá a “paz” social sem carro blindado.

    Enfim, eis a nossa democracia de araque!

    Não envocarei “deus” pois ele, certamente,  não é brasileiro. Ou se o é, votou na bancada da “bíblia”.

    Francamente…

     

     

     

  5. sergioa

    18 de abril de 2016 3:29 pm

    Não tente ….
     
    Só não tente

    Não tente ….

     

    Só não tente explicar isto a um coxinha. Ele não tem capacidade de entender. Inclusive o argumento dele será o que a midia quiser.

    Hoje tive o desprazer de ouvir de um “acidente de trabalho” que por infelicidade minha presta serviço na mesma empresa que eu, que ele admirava o CUNHA. 

    Em breve será real: O BRASIL ser governado por ladrões. Mais uma profecia que se auto-cumpre.

    Tanto falaram que o Lula e a Dilma são ladrões, apesar de não haver provas, e sequer de serem indiciados, que para poder honrar a profecia (que o Brasil é governado por ladrões) eles vão derrubar a DILMA, para poderem por no lugar os ladrões TEMER-CUNHA e toda a cúpula do PMDB.

    Viva o Brasil, um país governado, em breve, por ladrões.

  6. André Oliveira

    18 de abril de 2016 3:39 pm

    Será, na prática, a revogação
    Será, na prática, a revogação da Lei Áurea. Será a volta da escravidão mas agora ampliada “democraticamrte” para incluir entre os escravizáveis não apenas os africanos e descendentes mas toda e qualquer pessoa independente de raça e credo.

  7. Naldo

    18 de abril de 2016 3:53 pm

    Sinceramente, e se isso
    Sinceramente, e se isso acontecer? Não é o que escolheram? Não comemoraram? Que não reclamem, que o bicho pegue forte nas fuças dos imbecis e que o país volte a ser miserável, merecemos, tudo enquanto os mendigos assistem a próxima novela da rede golpe e sua mocinha cheia de dentes e depois do boa noite cínico do jornalista imbecil.

  8. Jorge Luis

    18 de abril de 2016 4:01 pm

    Trecho de matéria da Folha

    Trecho de matéria da Folha desta segunda-feira:

    “Os empresários acham que o novo governo terá de acabar com a obrigatoriedade dos gastos fixos em saúde e educação, fazer reformas da Previdência e das leis trabalhistas, e talvez seja preciso recriar a CPMF.”

    Os empresários que eram CONTRA a CPMF, que espalham patos amarelos pelo país, agora não só tornaram-se a favor, como estão SUGERINDO a CPMF. Hipocrisia, a gente vê por aqui.

    1. Geraldo Silva

      18 de abril de 2016 5:39 pm

      Não sei se é pra rir ou pra

      Não sei se é pra rir ou pra chorar dos patos que foram às ruas para dar legitimidade ao golpe dos Cunha, Temer, FIESP…

  9. SILOÉ-RJ

    18 de abril de 2016 4:31 pm

    QUEM MUITO SE ABAIXA O CUNHA APARECE

    Nesse congresso deu pra ver claramente: QUEM TEM CUNHA NÃO TEM MEDO.

    “QUEM MUITO SE ABAIXA O CUNHA APARECE”.

    Não é não STF???

  10. Athos

    18 de abril de 2016 5:30 pm

    A culpa
    É de quem tinha O Poder.

    A culpa, é das esquerdas que não conseguem se aliar a qualquer pessoa com posicionamento diferente do seu e por isso mesmo só se alia a corruptos sem ideologia.

    Olhe como a esquerda trata um dos projetos mais ambiciosos do Brasil. Uma obra complexa e cara. Leia no artigo o tratamento e verifique O Problema.

    A esquerda tem que resolver seu problema antes de voltar. Tem que excluir os Sakamotos da vida.

  11. ignez

    18 de abril de 2016 6:08 pm

    Pois e Sakamoto, e facil
    Pois e Sakamoto, e facil criticar e char de ruim um governo por mais de 360 corruptos. A acusacao que Dilma nai dialogava com os deputados: dialogar com os deputados que nos expuseram ao mundo? Como dialogar com esta corja? O Brasil esta em crise economica nao somente por erros de Dilma, mas na minha opiniao, pela crise politica. O 2 governi nao comecou. Eu admiro mais ainda Dilma, por ela nao se dobrar e resistir. Todos savemos os nimes dos conspiradores, saiu no Estadao. Saiu tambem as suspeutas de pagamento. Se em 1998 foi 200.000,00 qual tera sido a quantia atual?
    Este e um golpe tramado por aqueles que querem Salvar Cunha para salvar a propria pele. Nao importa o Brasil. A lava jjato que foi um rolo comoressoe causandi tantis xesempregos no Brasil!

  12. roberto S

    18 de abril de 2016 7:35 pm

    está é uma evolução natural do capitalismo e do progresso.

    Afinal, todos os capitalistas devem competir para otimizar o capital e a produtividade social. o trabalhador PJ é a melhor manifestação do capitalista nestes tempos áureos do capitalismo, não?  Pois vejamos:

    Seremos todos capitalistas das nossas misérias. Uma sociedade que não haverá socialização, apenas concorrencia e individualização. Muito parecido com a ralé que surge no século XIX, pequenos camponeses que são privados do seu ganha pão nos mini propriedades e nos mini negócios e, expulsos do campo, passam a mendicar nas cidades. Trabalhavam 16 horas nas minas de carvão, sem NENHUMA garanrtia de pagamento, deixavam o sangue literalmente nas minas de carvão e seus filhos transforam-se no produto final do modo de produção capitalista:  escravos mirins trabalhando por um lanche, escravos sexuais nas cidades e finalmente carne fresca para alimentar os bichos domésticos da burguesia.  Máximo da eficiencia capitalista.

  13. Vagalume do Brejo

    18 de abril de 2016 9:21 pm

    Você imagina que os

    Você imagina que os trabalhadores entram no OUL para ler?

    meia culpa o processo todo.

    Esse espirito cego da esquerda radical, tiro no pé.

    vai se catar, vir falar agora quais serão as consequencias.

    Você gosta de apannhar mesmo!

    1. João Petrucio

      21 de julho de 2016 11:58 pm

      Resposta

      Seguramente os ignorantes, manipualdos e pouco informados ou mal formados como você jamais lerão qualquer coisa. Mas, o que dá para expressar nesse momento, e muita pena de pessoas como você que apenas vegetam e acreditam que alguem estabelecido no poder de ultra direita, vai fazer alguma coisa util, ou executar alguma politica justa para a população. Peninha de você, meu Caro. Muita pobreza de espírito e pouca reflexão. à prósito, você nem deve saber o que significa isto.

  14. João Petrúcio Medeiros da Silva

    21 de abril de 2016 3:12 pm

    Terceirização

    Concordo plemanmente com o artigo. Tenho efetuado pesquisa nessa área e a tenedência é que sob a alegação de melhorara aeconomia, o pagamento do pato virá para os trabalhadores, sobretudo àqueles cuja formação estabilizou-se no ensin secundário.

    Modestamente indico meu artigo decorrente de pesquisa na Prefeitura de Campinas.  http://dx.doi.org/10.5327/Z0100-0233-2014380300002

     

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