Até tu, Nassif?
Se até mestre Telê Santana fez auto-crítica e percebeu que a seleção de 82 não tinha equilíbrio entre defesa, meio-campo e ataque e foi bi-campeão mundial pelo São Paulo Futebol Clube, tendo na zaga um Ronaldão e no meio-campo jogadores de marcação como Dinho e Pintado, os tais dos volantes -“criminalizados” pelo braço esportivo da mídia corporativa destruidora de reputações- por que a conivência com o silêncio de Galvão Bueno e de seus clones diante do desempenho ridículo da “ofensiva” seleção brasileira diante da Venezuela?
Até quando jornalistas de tua estirpe -não exatamente especialistas na arte da bola, mas apaixonados pelo esporte nacional- farão coro com esta arrogância perdedora que nos fez jejuar de títulos mundiais durante vinte e quatro anos?
E que nem assim deram o braço a torcer e não se cansam de falar mal do Baixinho e de seus companheiros que nos trouxeram o caneco em 94?
Ganhar nos penaltis até que foi bom para castigar aquele timinho de azul que só sabe, até hoje, jogar na retranca e que, infelizmente, ganhou da equipe do maestro Zidane em 2006, “sagrando-se” campeã, nos ….penaltis.
Enfim, vamos saudar todos volantes abnegados que ajudaram a fazer o sucesso do Brasil e de seus clubes, roubando a bola do adversário e oferecendo-a aos nossos exímios atacantes.
Publica aí, só para pertubar a arrogância perdedora dos que nunca deram valor a um Batista, um Mauro Silva, um Mineiro e ao inestimável Dunga, grande capitão do tetra.
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