4 de junho de 2026

Desenvolvimento econômico e emissões de CO2

Por Jacqueline Batista Silva, do Blog Infopetro

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A maneira como a energia – ponto de partida para o desenvolvimento econômico e social – foi historicamente empregada envolveu não apenas a utilização intensa dos recursos naturais como também, muitas vezes, a sua degradação.

A Agência Internacional de Energia, em um estudo de referência, o Clean Energy Progress Report, apresenta a assertiva de que é preciso quebrar o elo entre desenvolvimento econômico e emissão de CO2. Se lembrarmos que o estudo foi lançado num período em que os Estados Unidos enfrentavam (e continuam enfrentando) uma crise econômica de grandes proporções, essa perspectiva ganha ainda mais peso em termos de possibilidades de construir uma distinta visão de futuro. Algumas considerações do estudo merecem ser ponderadas aqui, iniciando uma série de discussões sobre o tema da utilização de energias limpas e renováveis – global e localmente. Há alguns temas pontuados no relatório que são úteis para revermos os itens centrais da questão.

A primeira consideração é a de que os países que se empenharam em minimizar as emissões de Gases de Efeito Estufa proporcionaram um incentivo notável ao desenvolvimento de tecnologias geradoras de energias limpas. A utilização de energias renováveis tem crescido a taxas de 30% a 40%, nos últimos anos, graças a políticas de criação de mercados e reduções de custo.No entanto, observa-se que ainda há uma grande demanda pela utilização de energia baseada em combustíveis fósseis – demanda que, hoje, ultrapassa a observada para energias renováveis.

Numa tentativa de criar propostas e iniciativas de aceleração da utilização de energias limpas, vários países nos diversos continentes uniram-se num fórum global, comprometidos em aplicar políticas energéticas que contribuam para a disseminação e aceleração do emprego de tecnologias envolvendo energias limpas e renováveis. Estão comprometidos também em fazer com que essas iniciativas reduzam a desigualdade econômica. Eles constituem o CEM – Clean Energy Ministerial -, do qual o Brasil faz parte. (…) continua no Blog Infopetro.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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