4 de junho de 2026

Cafezá – Catarina e Jarirí, uma paixão sobre-humana

 

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Entonces, Cafezá, adispois di pô Cascatim di castigo, mestre Bódim, purcausa disso, ficô nérvoso i pricisanu tumá u rémédio da canéquinha. A língua tumém iscapô da pulia i eile só gimia as palavra, qui ficaru tudu ingruvinhada, fartanu pédaçu, cum pédacinhu in cima di oto pédacim, ajuntadu, grudado e disgrudadu. Uma embramera sem fim nem cumeço.

Ajuda ieu, Manguitototototototototototo, a prócurárárá……rárárá  os vévétatatagegegege  végétá cotototototototô pripripripripripricisanu pá cura seu amigo Nricranor. 

Ajudo sim, mestre Bódim. Eisse saco de istopa qui tá cosior tá quasi cheio. Ié só usior i mi móstranu qui ieu vo coieno as pranta. Usior tiem maisi saco distopa aí?

Tenhu sim, Manguito. Pégagagaga eisse aqui. Vamu cuntinua lololologo, pra encurtá u sélviço.

Entonces, Cafezá, eiles sairu à cata das substância pá cura di Nicanor. Mestre Bódim ia réspirandu fundo, cumu si as narina deile fuossi um radar qui indrentificava a lócalizasão das pranta. Eile érguia u nariz, aspirava u ar i dispois dizia. 

Ié pá isquerda qui tetetetetetetemos de iriririririririririririririririr, a cincoenta mémémémétros tiem didididididididivivivivivivivimnanana margaridiidiiiiidim.

Entonces, Manguito i Véia Dita siguiam cum eile i lá istava a divina margaridinha. Manguito colhia a cuantidadi qui eile pidia i guardava nu sacu di istopa. Adispois, u radar du mestre mostrava u caminu:

Vamu péga uuuuuuuuuuuuuuuuuuuu caminu du rio purquiquiquiquiqui hahahahahahahahahahahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa rararaizizizizizizi raiz novavavava dididididididididi marmémélololololo marmélo a trintatatata métro.

I éira uilsso memu. Eiles achava raiz nova di marmélo. Entonces, Manguito priguntô cumu eile cunsiguia incontrá as pranta só cum o chero deilas. 

Sabi, Manguito, ié normá ucê i tudu mundu istranhá uilsso cotô fazenu. Si ieu num subéce fazê uuuuuuuiiiilllllssssso co fafafaço ieu tumém ficaria curioso. Acuílo cajienti num intendê dispérta a vontadi di intendê. Entonces, si num cunségue, cuméça a élaburá as chamada téória. I ixisti muitas téórias muntada incima du praneta, maisi só argumas ié qui istãotãotão ciértas. Uma boa parti diviria i pá lata du lixo. Marquis bem u qui ieu tô ti dizenu.  Marquis i pá num isquecê iscreva nummmmmm cadernu: Tá tudu ligadu num fio chamado Vida. Na vérdadi, num sô ieu qui buscu o cheiro das cousas da mata. São as pranta, as foias, as floris, as raiz, as arves i tudu u qui ixisti néissa natureza pura qui mi levam a éilas. Assim como ieu as amo, éilas mi amam tumém. Éilas ié qui sentem qui ieu istou procurando pur éilas. Entonces, éila mi lévam inté eilas, mi fazenu sintir o aroma déilas. No fio da Vida qui ieu ti falei tumém tiem algo chamado igualdadi. U amor di igual pra igual qui ieu tenho pela natureza ié u fio qui mi mantém in contato cum éilas. Num foi ninhum livro qui mi insinô, foi meopai qui mi treinô néissa arte. A igualdadi entre as cousas ié muito impórtanti.

Entonces, mestre, as pranta cucê nicissita si insinuam pucê? 

Ié uilsso memu. Éilas fica tudu arrupiada pu meo lado, cheinhas di dengo.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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