Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá
Código Penal propõe projetos de ressocialização em presídios, mas não formula uma maneira de incluir todos os detentos
Reportagem Patrícia Herman
Edição Carolina GoettenDistante do centro e de todo o movimento de Curitiba. Essa é uma das formas de detectar a localização de uma casa incomum, com paredes amarelas e janelas – as poucas que são vistas – azuis. Consistentemente segura, a casa detém um muro alto, é protegida por cães, cercas e quaisquer barreiras de segurança que uma mente cautelosa possa imaginar. Recebe poucos visitantes e, apesar de cercado por árvores e um imponente lago, não é um lugar propriamente bonito.
Trata-se do Centro de Detenção e Ressocialização de Piraquara (CDRP), unidade penal onde 960 presos condenados permanecem em regime fechado até cumprirem sua pena. De acordo com o diretor geral da unidade, Ademilson José Miranda, o CDR tem a função de promover a reintegração social dos presos e dar as condições para que eles mantenham sua dignidade. Mas a empreitada não é fácil. “Temos muitos presidiários, mas poucos técnicos estão de fato empenhados nessa tarefa”, lamenta.
Para o processo de ressocialização, os detentos são separados em três grandes grupos, muitas vezes tipificados pelo crime que cometeram. A eles é oferecida assistência jurídica, psicológica e social, e alguns ainda têm a oportunidade de trabalhar, estudar ou praticar esportes. Mas, segundo o subchefe da segurança, Marcos Alves Martins, o programa seria mais eficiente se conseguisse incluir uma quantidade maior de presos, já que nem sempre está disponível a todos a possibilidade de ocupar o tempo com as atividades do projeto. “Eles ficam mais tranquilos quando trabalham ou estudam. Quando não há nada para fazer, eles acabam pensando bobagem”, acredita.
Experiência
Leia mais :
http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/8367
Uma idéia para o Alckmin :
Orquestas Sinfónicas Penitenciarias
La Red de Orquestas Sinfónicas Penitenciarias fue creada en 2007 con el propósito de minimizar los niveles de violencia dentro de las cárceles y facilitar el proceso de reinserción social de los internos mediante el aprendizaje, la práctica y el disfrute de la música.
Este programa educativo musical es desarrollado por la Fundación del Estado para el Sistema Nacional de las Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela y el Ministerio del Poder Popular para Relaciones Interiores y Justicia, bajo el financiamiento del Banco Interamericano de Desarrollo. Lenin Mora, coordinador del programa, se dedicó a recorrer las cárceles de Venezuela para conocer las necesidades de los internos. Para este abogado egresado de la Universidad Santa María, con diplomado en Derecho Internacional Humanitario, maestría en criminalística y músico cornista de la Orquesta Sinfónica de la Juventud Venezolana Simón Bolívar, la clave era encontrar una nueva manera de impulsar la educación.
Leia mais :
http://www.fesnojiv.gob.ve/es/orquestas-sinfonicas-penitenciarias-.html
Deixe um comentário