
Jornal GGN – Ex-presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht foi condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e também por fazer parte de organização criminosa. Odebrecht foi alvo da Operação Lava Jato e está preso desde julho de 2015.
Assim como Marcelo, outros executivos do grupo foram condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa na obtenção de contratos para obras da Petrobras. Também foram sentenciados os ex-diretores da Petrobras, Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, além do doleiro Alberto Youssef. Devido ao acordo de delação premiada, Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff tiveram suas penas reduzidas.
Da Folha
Marcelo Odebrecht é condenado a 19 anos e 4 meses de prisão
Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, foi condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por integrar organização criminosa.
Ele está preso desde julho de 2015, quando foi alvo de uma fase da Operação Lava Jato, e virou réu da Justiça um mês depois.
O empresário já liberou executivos da empresa a negociarem acordo de delação premiada com a Justiça e estuda fazer ele mesmo acordo de colaboração. Rogério Araújo, Márcio Faria, César Rocha e Alexandrino Alencar, ex-executivos da empreiteira, também foram condenados.
Na sentença, Moro determinou que Odebrecht, Faria e Araújo continuem presos enquanto aguardam os recursos. Para justificar a decisão, o magistrado considerou que há risco de continuidade e citou os indícios de pagamentos realizados por uma offshore atribuída à Odebrecht a uma conta secreta do marqueteiro do PT, João Santana, na Suíça.
O juiz ainda cita que dois executivos do grupo –investigados no caso dos pagamentos ao publicitário– foram transferidos para o exterior supostamente para deixá-los fora do alcance das autoridades brasileiras.
OBRAS
Marcelo Odebrecht e outros três executivos do grupo foram considerados culpados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa para obtenção de contratos que somam R$ 12,6 bilhões de parte das obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio), da refinaria Abreu e Lima (Rnest, PE) e da refinaria Getúlio Vargas (Repar, PR).
As obras estavam entre as 10 maiores do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), principal vitrine de infraestrutura dos governos Lula e Dilma Rousseff. Maior obra do PAC, o Comperj é orçado em R$ 45 bilhões, duas vezes e meia a mais que o custo estimado inicialmente. Abreu e Lima, que deve sair por R$ 26 bilhões, está atrasada seis anos.
A estimativa é que a propina paga aos ex-dirigentes da Petrobras e a PT, PP e PMDB –partidos que lotearam as diretorias de Serviços e de Abastecimento da Petrobras– represente até 3% dos contratos.
Quanto aos contratos destas obras, o juiz considerou que Marcelo Odebrecht, Márcio Faria, Rogério Araújo e Cesar Rocha foram responsáveis pelo pagamento de propina aos ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa (Abastecimento) e Renato Duque (Serviços) e ao ex-gerente Pedro Barusco.
Delatores, Costa e Barusco admitiram o recebimento de suborno em contas no exterior.
Na sentença, Moro desqualificou o argumento que a Lava Jato tem concentrado a culpa nas empreiteiras e não nos agentes públicos e afirmou que os ex-dirigentes da estatal foram presos.
“De todo modo, o processo penal não é espaço para discutir questões ideológicas a respeito do papel do Estado ou do mercado na economia, mas sim de definir, com base nas provas, a responsabilidade criminal dos acusados. A responsabilização de agentes públicos ou privados culpados por corrupção favorece tanto o Estado como o mercado, sem qualquer distinção”, afirmou trecho da condenação.
Moro reconheceu que não existe prova que Paulo Roberto Costa, Renato de Souza Duque e Pedro Barusco tenham praticado ato de ofício para favorecer ilegalmente a Odebrecht, mas os pagamentos recebidos por eles, no exterior, são suficientes para configurar os crimes de corrupção, “inflando os preços de contratos ou de aditivos ou permitindo que fossem superfaturados”.
NAFTA
O juiz também acolheu a alegação dos procuradores que houve corrupção na renegociação de um contrato de venda de nafta (insumo básico da indústria de plásticos) da Petrobras para a Braskem – braço petroquímico do grupo Odebrecht.
No caso da nafta, foi condenado o ex-executivo da Braskem e da Odebrecht Alexandrino Alencar por um ato de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele foi absolvido por falta de provas do crime de associação criminosa.
A renegociação dos preços do insumo, que envolveu Paulo Roberto Costa, conforme a sentença, favoreceu a petroquímica com preços abaixo dos praticados no mercado mediante pagamento de suborno.
“Pode-se eventualmente, como fazem as defesas, argumentar que a revisão seria ‘justa’, mas o fato é que ter o diretor da Petrobrás na folha de pagamento certamente contribuiu para a revisão de um contrato com desvantagem para a estatal”, escreveu Moro.
PROPINA NO EXTERIOR
A propina, segundo a sentença, percorreu uma rede de contas secretas em nomes de offshores em paraísos fiscais. Segundo a acusação, subsidiárias da Odebrecht no exterior foram a origem de pagamentos de US$ 16,3 milhões (R$ 61,4 milhões, pelo câmbio de hoje) aos ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque e ao ex-gerente Pedro Barusco.
Além disso, entre 2011 e 2012, a Odebrecht realizou oito depósitos que somaram US$ 4,2 milhões em uma conta em Hong Kong e o doleiro Alberto Youssef disponibilizou o valor em espécie, em reais, no Brasil, para entregar a Paulo Roberto Costa.
O juiz Sergio Moro rejeitou, um a um, os argumentos da defesa dos acusados que questionavam aspectos formais da ação penal, como a competência do juízo e a imparcialidade do magistrado.
Numa das controvérsias, a defesa de Márcio Faria anexou a decisão do Tribunal Penal Federal suíço que considerou irregulares os procedimentos de envio de documentos bancários de empresas offshores atribuídas à Odebrecht do Ministério Público daquele país para o Brasil.
Moro frisou que a corte da cidade de Belinzona não determinou a nulidade das provas na ação penal de Curitiba.
“O erro procedimental deve ser corrigido na Suíça, sem qualquer relação com os procedimentos no Brasil. O erro procedimental não é suficiente para determinar a ilicitude da prova, já que suprível”, escreveu o juiz.
Em seguida, comparou: “Não se trata aqui de prova ilícita, ou seja produzida em violação de direitos fundamentais do investigado ou do acusado, como uma confissão extraída por coação, uma busca e apreensão sem mandado ou uma quebra de sigilo bancário destituída de justa causa”, escreveu Moro.
Moro também criticou a postura dos advogados de defesa do grupo. Segundo ele, houve “certo abuso do direito de defesa”.
“No processo ou fora dele, em manifestos ou entrevistas a jornais, [advogados] reclamam da condução do processo, imaginando uma fantasiosa perseguição aos seus clientes, sem, porém, refutar as provas apresentadas pela acusação, e não só as declarações do colaboradores, mas a prova documental categórica do pagamento da propina no exterior”, cravou o juiz.
CONTAS NO EXTERIOR
Embora a Odebrecht sempre tenha negado o uso de contas secretas no exterior, documentos bancários enviados pelas autoridades da Suíça e de Mônaco, além de extratos entregues por pelos delatores Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, ex-funcionários da Petrobras, revelam que a empreiteira repassou dinheiro a membros da diretoria estatal.
Extratos bancários apreendidos na 23ª fase da Lava Jato, chamada de Acarajé, revelam que dois executivos da Odebrecht, Hilberto Mascarenhas Alves Silva Filho e Luiz Eduardo Rocha Soares, controlavam contas no exterior e intermediaram repasses ao marqueteiro João Santana, preso no final do mês passado.
A mulher de Santana, a publicitária Mônica Moura, confirmou em depoimento à Polícia Federal a empresa do casal recebeu US$ 3 milhões da Odebrecht via caixa dois em conta no exterior. Os pagamentos eram referentes a dívidas de campanhas realizadas em três países: Angola, Panamá e Venezuela.
OUTRO LADO
Procurada, a assessoria de imprensa da Odebrecht ainda não se pronunciou sobre a condenação.
Nas alegações finais do processo, entregues na semana passada, a defesa de Marcelo pediu sua absolvição com base no argumento que o grupo de acusados era uma “gigantesca rede”, com “estrutura descentralizada”, e que não havia como o réu saber de tudo que acontecia na organização.
As alegações finais, assinadas pelo advogado Nabor Bulhões, afirmam que, se houve algum pagamento a funcionários da Petrobras, aconteceu “à revelia” dele.
Veja as penas e crimes de cada condenado:
- Marcelo Odebrecht (19 anos e 4 meses): corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa
- Márcio Faria da Silva (10 anos): corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa
- Rogério Santos de Araújo (10 anos): corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa
- Cesar Ramos Rocha (8 anos, 10 meses e 20 dias): corrupção ativa e associação criminosa
- Alexandrino de Salles Ramos de Alencar (7 anos e 6 meses): corrupção ativa e lavagem de dinheiro
- Renato Duque (11 anos, 1 mês e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
- Pedro Barusco (11 anos, 1 mês e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
- Paulo Roberto Costa (11 anos, 1 mês e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
- Alberto Youssef (11 anos, 10 meses e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
IB
8 de março de 2016 6:32 pmE a pergunta que ainda
E a pergunta que ainda precisa ser respondida por Sergio Moro e sua força tarefa; já acharam alguma prova? Ou tudo ainda é esse castelo de cartas de delações a serem constatadas?!
marcos nunes
8 de março de 2016 6:42 pmPunições seletivas e mais do mesmo
A Odebrecht está envolvida em falcatrua aqui e no exterior há décadas. A doação que a empresa fez para o Instituto Lula é criminosa, mas para o Instituto do Efeagagá não. As ligações da Odebrecht com a Petrobras são criminosas desde sempre, mas não apuraram desde sempre, mas só desde Lula. O interesse é um só e já revelado, então por mais que a Odebrecht seja culpada as responsabilidades não são equanimemente distribuídas. Fez-se um corte de Lula para cá como se de Lula para trás não existisse país nem corrupção. A imunidade garante impunidade e a arrogância dos impunes. Nisso ficamos
Roberto Castro
8 de março de 2016 7:08 pmOu não condena ninguém ou
Ou não condena ninguém ou condena todo mundo, é isso?
marcos nunes
8 de março de 2016 7:29 pmSabujice é pouco
Não é isso, mas a sua satisfação com a impunidade dos “seus” é grande, não é?
Athos
8 de março de 2016 6:43 pmREPARE QUE…
A pena foi de 19 anos. Se fosse 20, ganharia direito a novo julgamento em liberdade automaticamente…
Pastor Onanias
8 de março de 2016 7:09 pmPara avançarem em direção a
Para avançarem em direção a Lula é preciso caracterizar a história de que houve uma organização criminosa. Então, dá-lhe prisão no Marcelo. Os próximos julgados serão Dirceu e Vaccari. Todos dentro da ficção jurídica da organização criminosa.
Realista
8 de março de 2016 7:15 pmAté quando o Odebretch vai
Até quando o Odebretch vai segurar a onda do Aécio? Quanto tempo ele vai esperar até envolver o psdb inteiro. Será que nunca percebeu que só tem uma maneira de sair dessa enrascada : vazar através de seus advogados sua delação premiada envolvendo toda a cúpula do psdb. Acorda Marcelo! Enquanto você não arrastar todos pro mesmo buraco, você não sai dele.
peregrino
8 de março de 2016 7:55 pmtalvez estejam se segurando para não perderem muito…
evitando envolver PSDB e outros, preservam boa parte da grana
só para não serem obrigados a devolver 3 ou 4 vezes mais, por baixo, do que estão sendo condenados a devolver
suportar uma condenação dessas, só por muita grana mesmo
Luciana Mota
8 de março de 2016 7:23 pmAgora ele começaram a exercer
Agora ele começaram a exercer o direito a defesa.
Luciana Mota
Andre Araujo
8 de março de 2016 7:32 pmhttp://www.bloomberg.com/news
http://www.bloomberg.com/news/articles/2012-02-23/ex-kbr-ceo-albert-stanley-gets-30-month-prison-term-in-nigeria-bribe-case
Caso semelhante de executivo chefe da maior empreiteira americana, a Kellog, Brown & Root, Albert Stanely, foi condenado à pena maxima, DOIS ANOS E MEIO de prisão, que é o padrão para crimes de corrupção na Justiça americana.
A KBR não foi desmontada e continua sendo a maior empreiteira americana.
Paulo F.
8 de março de 2016 9:37 pmAndy!
2 e 1/2 anos no Club Fed!
Lá todos esticam a corda para o mesmo lado!
Já aqui? Tem que ter um to de fé! Alem da entrega 5ª coluna básica!
Cristiano Marochi
9 de março de 2016 12:22 pmCensuraram meu comentário
Sua informação está incompleta. Albert Stanley foi condenado a pena muito maior e fez ACORDO com a Justiça, confessando crimes e devolvendo dinheiro para ter sua pena reduzida. Ele se declarou CULPADO da acusação em 3 de setembro de 2008. A empresa pagou 402 milhões de dólares para encerrar o processo. A sentença está publicada na íntegra no site da Justiça Federal dos EUA:
https://www.justice.gov/opa/pr/former-chairman-and-ceo-kellogg-brown-root-inc-sentenced-30-months-prison-foreign-bribery-and
Portanto o exemplo dele só comprova que a sentença de Marcelo Odebrecht foi razoável, pois o juiz Moro lhe ofereceu a possibilidade de também se beneficiar de acordo de leniência para ressarcir os cofres públicos e reduzir sua pena. Se ele não quis seguir o exemplo do colega americano é problema dele.
gaúcho
8 de março de 2016 7:42 pmJuiz midiático, pena
Juiz midiático, pena midiática.
Enquanto Aécio Neves for poupado não adianta pirotecnia o judiciário e o MP estarão sempre sob suspeita.
Fábio de Oliveira Ribeiro
8 de março de 2016 7:47 pmA @justicafederal degolou
A @justicafederal degolou Marcelo Odebrecht porque ele deu dinheiro ao @ptbrasil. E o absolveu do crime de ter dado milhões a FHC e @rede45.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht soltou o presidente da #Chevron que roubava nosso pré-sal e poluiu o litoral.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht não persegue os tucanos donos de 450 Kg de cocaína num certo helicóptero tucano.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht mantém em prisão domiciliar o Juiz que roubou milhões do TRT/SP.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht inocentou os tucanos envolvidos no caso do Banestado.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht não persegue os tucanos citados na Lista de #Furnas.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht ainda não determinou a prisão dos tucanos ladrões de merenda escolar em São Paulo.
A mesma @justicafederal que condenou Marcelo Oldebrecht condenará qualquer um, desde que não seja filiado ao @rede45.
@justicafederal para quê? Para pagar 90 mil reais por mês a um Juiz que persegue petistas e inocenta tucanos? Não precisamos desta justiça!
justicafederal para que? Para deixar a #Chevron roubar o pré-sal? Para alisar os tucanos da lista de #Furnas? Não precisamos desta justiça!
@justicafederal para que? Para premiar traficantes de cocaína da @Rede45? Para dar um golpe de estado. Não precisamos desta justiça!
justicafederal para que? Para maltratar advogados? Para inocentar criminosos tucanos? Para perseguir Lula? Não precisamos desta justiça!
Do que nós precisamos? Do desmantelamento desta @justicafederal caolha e tucana! Da exoneração dos juízes tucanos. De um Tribunal Popular!
Pronto. Disse tudo o que penso sobre a justiça federal.
Antonino Bargas
8 de março de 2016 7:57 pmForça Marcelo, estamos com
Força Marcelo, estamos com você! Não esmoreça pois tudo o que você conquistou na vida foi à custa do seu trabalho e não da Petrobras! Permaneça firme que Reinaldo Azevedo já está preparando mais uma coluna criticando este abuso inexplicável da Lava Jato.
Schell
8 de março de 2016 8:00 pmSei não: “não há ato de
Sei não: “não há ato de ofício”, mas, “o dinheiro recebido no exterior” comprova… “talvez superfaturamentos” e outras coisitas mais… os superfaturamentos estão comprovados? E onde entra o PT nisso? Como condenar alguém que não praticou criminosos atos de ofício? Por suposição? Por ilação? Quer dizer que os indícios não levaram a nenhum ato de ofício? Ou seja, aqui, como no dito “mensalão”, a defesa pode alegar o que quiser, que a sentença está pronta desde o começo: “a literatura jurídica me permite condenar” e “não vem ao caso”. Abstrações, meras abstrações. Se eles tivessem delatado – o Lula e o PT, obviamente, teriam sido (até mesmo) absolvidos ou pegariam alguma prestação de serviços comunitários, talvez… O pior é que para os midióticos fica a sensação da vingança resolvida: afinal, a pf investigou, o mpf acusou, o juiz condenou, o amiguinho no tribunal ratificará e a mérdia afirma que é tudo verdade. Como reverter nos tribunais superiores, com os caras presos (desde já, disse o Moro, em mais uma das tantas arbitrariedades e ilegalidades), se os ministros estão a amarelados?
Maria Silva
8 de março de 2016 8:04 pmMe atualize por favor …
Marcelo é o unico que não fez delação. É também o unico cuja multa é maior do o PIB do meu estado. É também o unico que esta preso e condenado. Os delatores estão soltos e relaxados. É essa a Justiça da Lava Jato?
drigoeira
8 de março de 2016 8:06 pmO problema da Lava Jato é ter lado.
Quando os cães começarem a comer a carne do PSDB, aí vamos ver a real destes aí.
JB Costa
8 de março de 2016 8:10 pmUm absurdo a sentença.
Um absurdo a sentença. Abstenho-me de analisar os aspectos jurídicos porque não sou perito. Entretanto, tratando-se de réu primário, um cidadão que contribuiu e contribui pelo seu esforço e inteligência para o país, capitaneou um dos maiores conglomerados empresariais do país, pai de família, não será demasiadamente pesada essa condenação tão gravosa?
Conheço réus por CRIMES DE SANGUE e até reincidentes não “contemplados” com sentenças tão drásticas.Para comparar:
– Salvatore Cacciola, banqueiro, golpe de mais de U$ 1 bilhão)gestão fraudulenta e desvio de recursos públicos): 13 anos. Já está em liberdade condicional.
– Pimenta da Neves, jornalista, diretor do Estadão, pela morte(por ciumes) covarde e perversa da namorada Sandra Gomide, pena de 15 anos!
Só para ficar nesses dois exemplos. Há muito mais por aí. Acredito que o verniz POLÍTICO pesou muito na hora do Juiz Moro fixar sentenças que fogem ao razoável.
PS: o réu nega as acusações e certamente recorrerá. A conferir se a instância recursal vai coonestar a pena.
Edson J
8 de março de 2016 10:26 pmPS
Sobre o PS, será longo o caminho a percorrer pelo pessoal da Odebrecht. A se repetirem as decisões anteriores, o TRF de Porto Alegre confirmará a decisão do juiz; no STJ, apesar de pairar uma pequena dúvida, a tendência é a confirmação. Restará o STF onde, se todos os ministros fossem garantistas e tivessem a coragem de Marco Aurélio Mello, a causa estaria ganha contra o juiz. De qualquer forma, o caminho é longo e a “pressa” da nossa justiça já se tornou proverbial.
Ramalho12
8 de março de 2016 8:11 pmJustiça “cega” em Curitiba
Ora, ora, Moro, para fingir que não persegue Lula por vir do Povo, condena Odebrecht, de berço dourado, mora? Moro bate em Chico e em Francisco, não é mesmo?
É por essas e outras que dizem, agora, mais do que nunca, que “ritiba” significa “do mundo”.
fraancisco bt
8 de março de 2016 8:24 pmritiba significa do mundo:
ritiba significa do mundo: autor Millor Fernandes
José Adailton V Ribeiro
8 de março de 2016 8:13 pmproporçao
As empreiteiras tinham 200 mil empregados. Se havia corrupção(ou se ainda há) quantos empregos ficaram perdidos? Não é verdade que eles tomaram bilhões do Estado brasileiro ilicitamente? Eles são inocentes até prova em contrário?
Alex Gonçalves
8 de março de 2016 8:17 pmImpressionante:https://twitt
Impressionante:
https://twitter.com/Ka_Ra_K/status/707262044005908481
(Sobre Aécio na Lava Jato) Não foi isso que perguntei, Eu quero saber do ZéDirceu na Petrobras. IMPRESSIONANTE.
“Ele falou, ó, vocês nem precisam aparecer aqui, voçês vão ficar, 1/3 São Paulo, 1/3 nacional, 1/3 Aécio.”
“Tá mas a pergunta que eu fiz pro senhor foi diferente, eu quero saber qual que foi a participação do sr. José Dirceu no esquema da Petrobrás.”
MarFig
8 de março de 2016 9:48 pmA voz da inquisidora é de
A voz da inquisidora é de mulher, mas o jeitão de “não vem ao caso” é do Morojá.
MarFig
8 de março de 2016 8:25 pmMorojá, quero ver você ser
Morojá, quero ver você ser macho com os donos da Paraty House, os donos da empresa que mandou furtar um processo por sonegação de 600 milhões na receita federal, os donos da empresa que bancou a amante do ex-presidente mais calhorda da história mundial. Ainda não sabe de quem estou falando? Aquela empresa que você recebeu um prêmio de funcionário do ano.
Ernesto São Paulo
8 de março de 2016 9:20 pmhttp://g1.globo.com/rio-de-ja
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/11/implodida-em-paraty-mansao-erguida-em-area-de-preservacao-ambiental.html
Leo L
9 de março de 2016 1:03 am2010
Essa notícia é de 2010…
MarFig
9 de março de 2016 1:28 amO cinismo da turma da
O cinismo da turma da goebbels já virou doença.
Ximenes
8 de março de 2016 8:51 pmPureza mineira
Na lista de condenados do Lava Jato não é de se estranhar não haver nenhum executivo da Andrade Gutierrez?
http://especiais.g1.globo.com/politica/2015/lava-jato/condenados-da-lava-jato/
IA2
8 de março de 2016 8:54 pmMarcelo Odebrecht tá
Marcelo Odebrecht tá segurando a barra, sabem o que isso significa? Daqui pra frente das empreiteiras brasileiras a que mais vai pegar obras aqui e no exterior será exatamente a Odebrecht. Segurou a barra e não dedurou ninguém, isso significa que com esse cara da pra fazer negócio. A Odebrecht vai bombar.
renato arthur
8 de março de 2016 8:54 pmTeatro do absurto
O tribunal da Vaza a Jato se tornou tão calhorda, tão absurdo, tão fascista que a partir desse juiz partidarizado teremos centenas de livros contando o que aconteceu no Brasil nesse segundo governo da Dilma Russef. E passado 50 anos as pessoas pensaram que foi sureal o que aconteceu. Como diz o ditado que se aplica ao Sr Moro “A verdade é filha do tempo e não da autoridade”.
H66
8 de março de 2016 9:06 pmDono da violência
Não vejo em quem pratica a violência grosseira e ilegal como a de sexta feira, que nem precisava ser contra este enorme Lula, foi violência pela violência, derrubarama té portas à chute, condição para condenar ninguém. A violência extrema anula tudo.
era republicana
8 de março de 2016 9:14 pmo moro deve ter trauma da
o moro deve ter trauma da fessora que deve ter mandado ele
decorar e repetir intensivamente durante todo o curso a conjugação do vebo permitir….
ficou traumatizado e agora fica repetindo toda hora:
não há provas, mas a literatura – a conjugação
do verbo permitir – me permite condená-lo a tantos anos…..
se tudo é permitido, não há mais leis, só permissividade…
Paulo Gustavo Braga
8 de março de 2016 9:28 pmMoro
Este cara apareceu recebendo um premio com uma camisa preta. Estava se apresentando como o “MOROSSULINE”.
Cintra Beutler
8 de março de 2016 9:47 pmPergunta
Lembrando:
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/212754/Cerver%C3%B3-aponta-propina-de-US$-100-mi-na-era-FHC.htm
Moro, que tal também mandar a PF investigar a delação do Cerveró sobre a propina de 100 mi no governo FHC?
Nenhuma suspeita recai sobre nome do PSDB nesse caso? Nenhum indício? Nenhuma etapa da Lava Jato
Que tal estabelecer alguma relação entre esses valores mencionados pelo Cerveró e contrapor com algum enriquecimento ilícito do ex presidente ou dos membros do seu governo?
O que impede? Nenhum presidente está acima da lei. FHC também não merece ser levado coercitivamente?
José Muladeiro
8 de março de 2016 9:47 pmO que leva os Odebrecht a esta omertá?
Tal como o filho, o pai deve ter muita informação capaz de colocar muitos políticos tucanos na cadeia. Afinal sua Construtora tem trabalhado com todos os governos nos últimos 30 anos. O que leva a familia Obebrecht a se calar e não escancarar o jogo de vez? Se é para esculhambar que se ferrem todos.
MarFig
8 de março de 2016 9:52 pmTalvez tenha medo de morrer,
Talvez tenha medo de morrer, ou seu filho ser torturado em Guantânamo. Ou pode ter feito alguma espécie de acordo por debaixo dos panos.
ATavares
8 de março de 2016 9:48 pmSe fizer delação e inventar
Se fizer delação e inventar qualquer estorinha que envolva o Lula ou o PT sai livre.
Não precisa provar nada. Só arrumar umas planilhas fajutas e tá liberado. O resto, deixa com a turma da Vaza Jato e a mídia golpista.
José Carlos Lima...
8 de março de 2016 10:27 pmA tortura como forma de arrancar confissões
A tortura como forma de arrancar confissões, inclusive a pena com tal objetivo, ou seja, como tortura psicológica, afinal de contas quem não aceita delatar ao se ver condenado e tendo que cumprir décadas vendo o sol nascer quadrado, Cerveró foi condenado a 40 anos e ao aceitar delatar foi absolvido e ainda recebeu milhões em prêmio, a delação é seletiva, só vale se delatar fulano, já sicrano não pode ser delatado, isso é o que mesmo, nem na Era Medieval existiu isso, vejam essa, é sobre a tortura sofrida por Marcos Valério, sendo que a única forma de escapar da morte é delatar o Lula:
Marcos Valério estaria sofrendo maus tratos na prisão e também tentativas de achaque, segundo políticos de oposição.
Circulam rumores de que o tesoureiro do mensalão teria sido “currado” no cárcere por oito presos.
O sofrimento no cárcere fez Marcos Valério sucumbir. Ele chora muito, segundo as fontes, e quer contar tudo para tentar se livrar do tormento. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto
Babi
8 de março de 2016 10:28 pmO recado de Moro ao estrelar
O recado de Moro ao estrelar mais um evento de Doria, acusado de corrupção por seus pares do PSDB. Por Kiko Nogueira
por Kiko Nogueira 8 de março de 2016
Eles
A presença de Sergio Moro em mais um evento organizado por João Doria pode ser encarada de três maneiras: ingenuidade, soberba cega ou provocação.
Moro confirmou que estará em um “jantar debate” do Lide, de João Doria, em Curitiba na quarta, dia 9. O tema: empresas e corrupção. Ao seu lado, Gareth Moore e Alex Ellis, respectivamente cônsul e embaixador do Reino Unido.
Em setembro, o juiz foi aplaudido por quinhentas pessoas num almoço encabeçado pelo mesmo JD. A principal pergunta, na ocasião, era sobre a prisão de Lula, questão da qual se esquivou.
A Lava Jato tem como objetivo claro tirar Lula do páreo em 2018, de preferência colocando-o em cana. Se alguém tinha alguma dúvida a respeito dessa obsessão, passou da hora de acordar.
Moro, porém, não deveria deixar tão evidente seu partidarismo, nem que seja pelas aparências, em nome do estado de direito e de uma suposta equanimidade.
Doria não é apenas o provável candidato tucano à prefeitura de São Paulo, mas está sendo acusado, por seus próprios pares, de comprar votos nas prévias.
Se é para discorrer sobre roubalheira em empresas, o anfitrião ocupa um cargo honorífico na CBF, seguramente uma das entidades mais corruptas do mundo há muitos anos.
Moro sabe disso. Que recado quer passar? Num momento de ânimos conflagrados, faz sentido agir desta maneira? A ideia é fazer o papel de incendiário? Quem cuida de sua agenda?
No dia seguinte ao papo com Doria, SM desfilará a mesma discurseira no 2º Fórum Transparência e Competitividade, promovido pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).
De novo, as companhias são reveladoras. Uma delas é a do apresentador William Waack, o José Serra das madrugadas televisivas, o padroeiro do jornalismo militante de direita na Globo. Outra é a do presidente da Siemens, a companhia que comandou o cartel dos trens em São Paulo.
Moro pregará para convertidos, sairá consagrado, posará para selfies. Partirá com o ego ainda mais inflado ao passear num ambiente em que todo o mundo concorda com todo o mundo: este é o governo mais ladrão na história da humanidade, desde Hamurábi.
A corrupção dá dinheiro, mas falar sobre a corrupção pode ser ainda mais lucrativo (como atestam os resultados na bolsa da consultoria Empiricus, por exemplo).
Assim como o juiz tentou humilhar Lula na operação de sexta, dia 4, ele tripudia sobre a noção de imparcialidade. Dar show ao lado de um alguém tão suspeito — em vários sentidos — como Doria, deveria ser demais.
Mas o brasileiro cada vez mais se acostuma com o fato de que, para Sergio Moro, o limite é diferente do do cidadão comum.
MarFig
9 de março de 2016 1:16 amCadê o rivelino?
Cadê o rivelino?
José Carlos Lima...
8 de março de 2016 10:30 pmAlguém barrou o totalitarismo da República das Araucárias em 4.3
Onde tem fumaça tem fogo, alguém confirma…há informações dando conta da presença de Marco Aurélio de Mello no aeroporto de Congonhas e que a Aeronáutica impediu que o avião da FAB decolasse com Lula sequestrado por Globo & Moro Associados. Vide nas pa´ginas de Larte Braga e Stanley Burburinho
Carla Antonia
8 de março de 2016 10:49 pmRelembrando…
O Daniel Dantas pegou 10 anos por tentativa de corrupção comprovada. Sentença anulada junto com toda operação.Expulso o Protógenes, demitido o Lacerda da PF (e esse erro foi fatal para o Lula).
Mas, tem uma sentença de 30 anos para com o Carlinhos Cachoeira, que está livre e solto em sua casa, aguardando apelação.
Justiça em duas velocidades. E um STF anestesiado (aparte o último, inesperado exploit do Marco Aurélio Mello).
MarFig
9 de março de 2016 1:14 amEduardo Azeredo continua a
Eduardo Azeredo continua a fazer suas caminhadas no Mangabeiras aqui em BH, bairro com maior densidade sonegacional da cidade. Ninguém o incomoda, chama de ladrão, tucanalha.
Marcos Antônio
8 de março de 2016 11:05 pmOs próximos empreiteiros, VÃO
Os próximos empreiteiros, VÃO DELATAR ATÉ O NETO DO LULA, mesmo que seja como o CAPOTEIRO DO MORO!
Ramalho12
8 de março de 2016 11:11 pmPor que o rapto de Lula só foi até Congonhas?
Outra versão sobre o motivo que fez o juiz Moro desistir de levar Lula para Curitiba de avião. Não sei dizer se o que o texto diz aconteceu realmente ou se não aconteceu:
“O plano de prender Lula poderia ter acabado em tragédia
Por Jari Mauricio da Rocha
O que teria, de fato, atrapalhado os planos de levarem o ex-presidente Lula para Curitiba é umas das questões mais levantadas após a última tentativa da equipe de Moro.
Aeroporto de Congonhas, sexta-feira, 04 de março, cedo da manhã.
Soldados da polícia da aeronáutica estranham a movimentação de outros policiais armados.
Bloqueiam a entrada e não deixam eles entrarem no aeroporto. Não teriam reconhecido a farda que foi usada pela Polícia Federal, que estava fortemente armada.
Um dos soldados avisa ao coronel o que está ocorrendo.
O coronel fica furioso.
Continua aqui
(do Stanley Burburinho no Facebook)
Ivan de Union
8 de março de 2016 11:36 pmEm resposta aa sua pergunta
Em resposta aa sua pergunta do titulo:
Porque a LavaBunda eh a quadrilha preferida dos mais refinados investidores da bolsa de valores, e eles ja tinham tido o lucro deles.
Alguma outra coisa explica essa imensa corrupcao toda dessa putaria de LavaBunda?
Ivan de Union
9 de março de 2016 12:23 amTEM ALGUM ANALISTA AI???
Tem algum analista de estoques ai fora pra nos dizer se as VENDAS na bolsa de valores comecaram a acontecer dentro de 15 minutos da CHEGADA de Lula aa delegacia de Congonhas?
NAO, gente. Disso eu nao saio nao:
Foi golpe na bolsa de valores, encomendadissimo, e perpetrado pela quadrilha de Moro. E esse golpe perdeu bilhoes de dinheiro brasileiro em uma tacada so.
ATavares
9 de março de 2016 12:01 amFaz sentido.
Moro, na sua
Faz sentido.
Moro, na sua ânsia de perseguir Lula e o PT, levantou suspeitas sobre a compra dos caças suecos.
Quis meter o bedelho neste assunto, que nada tem a ver com a Vaza Jato.
Quem conduziu todo o processo de compra dos jatos foi a FAB e a Aeronáutica.
Imagina o quanto os comandantes da Aeronáutica estão putos com Moro.
MarFig
9 de março de 2016 1:08 amMoro de novo de braços dados
Moro de novo de braços dados com o corrupto tucano Dória. É bom que seus fãs desaparecem por uns tempos daqui.
MarFig
9 de março de 2016 1:23 amMoro Dória Alckmin Grupo
Moro Dória Alckmin Grupo Dória Caviar Life Style …..
Riveliiinnooooooo!!!
https://jornalggn.com.br/noticia/grupo-doria-recebeu-r-950-mil-de-agencia-chefiada-por-amigo
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/e-entao-alckmin-pos-meio-milhao-na-caviar-lifestyle-de-joao-doria-por-kiko-nogueira/
Cristiana Castro
9 de março de 2016 1:39 amMoro&Cia são safados e
Moro&Cia são safados e covardes. Se estão fazendo isso com um cara do naipe de Marcelo Odebrecht. Imagine o que vai sobrar pra patuleia.
Jofran Oliva
9 de março de 2016 2:03 amAbsurdo completo.
Absurdo completo. Assassinos com requinte de crueldade tem sido condenados a 20 anos, como o caso do advogado, ex policial que matou a sócia e a afogou numa represa em Nazaré Paulista recentemente. Não adianta dizerem que é a “soma de várias trangressões” que chegaram a esse número. É impossível deixar de fazer essa comparação. Inaceitável a meu ver essa pena.
Almeida
9 de março de 2016 4:12 amSe o processo é espetacularizado.
A pena é o clímax, para ficar a altura do espetáculo.
josé maria de souza
9 de março de 2016 3:33 amÉ muita coincidência o moro
É muita coincidência o moro fazer a condenação logo depois da entrevista do Ministro Marco Aurélio, que o criticou pelo sequestro (fracassado) do Lula. O Ministro que tome cuidado, senão também vai para o guantanamo paranaense.
josé maria
Marcio Bergot
9 de março de 2016 4:23 amMoro preocupado com a Petrobras… quá quá quá
Palavras do Moro: “ter o diretor da Petrobrás na folha de pagamento certamente contribuiu para a revisão de um contrato com desvantagem para a estatal”. Esses dias vi aqui no blog uma tabela mostrando o lucro líquido da Petrobras que antes da Lava Jato era sempre em torno de R$ 25 bilhões e após Moro passar a atacar a empresa o lucro virou prejuízo na faixa de -R$ 25 bilhões. Moro preocupado com a Petrobras quá quá quá
Ze Guimarães
9 de março de 2016 7:47 amMarco de subdesenvolvimento
Esta será descrita nas páginas da nossa História como um marco do subdesenvolvimento. O dia em que o Brasil deu um salto gigantesco na categoria de capacho dos EUA.
Sempre me perguntei por que o Brasil não tinha industria automobilistica própria, apenas multinacionais, agora já não me pergunto.
E agora, teremos só empreiteiras de grande porte, multinacionais. Fazer negócio com um Governo petista, passou a ser crime hediondo.
Eu acho que na comparação da Roma antiga, destruindo a sua colônia Cartago, isto equivale a salgar o solo da colônia, para qu nada mais cresça aqui.
“Subdesenvolvimento não é fruto do improviso, leva décadas, séculos.”
sabra arad
9 de março de 2016 2:14 pmPorque Marcelo e Vaccari não recorrem em liberdade??
È curioso estar na posição que nos jogaram. Obviamente somos contra a corrupção, mas também é obvio que somos contra abusos e violações de direito. Em particular sou favorável a punição de culpados, mas tudo que tem saído da Lava Jato, com seus delatores livres me soa abusivo. De um juiz que nada fez no caso BANESTADO devido a pressão dos grandes grupos. num juiz que não se posiciona quanto a operação Zelotes, a não ser para aplaudir o ataque ao filho de Lula e a prisão de uma mulher em cadeira de rodas para extorquir delação. De um juiz que escreve um texto, isto é um artigo sobre a Manni Pulite, com várias justificativas de ações que violam a constituição e os direitos do cidadão, como por exemplo, o uso da prisão preventiva e ou provisória para forçar delações.Parecendo Trump quanto este justifica a tortura como arma legal. Uma vara da justiça, onde um delator fala de Aécio e a procuradora, diz: não foi isto que eu perguntei eu quero saber sobre o PT. Deste mesmo juiz que interpretou midiaticamente , todo tipo de mensagem de celular, que não apresentou provas concretas, para esta condenação, jogando apenas com a percepção, ( ampliada na mídia) de que as empreiteiras corrompem. Isto nos coloca num dilema. De fato eu acredito que as empreiteiras corrompem. Porém a personalização e culpabilização da corrupção em Marcelo Oderbrecht é no mínimo questionável. Não havendo no país formas legais de prender uma pessoa jurídica existem vários mecanismos para que isto seja resolvido, desde o ressarcimento com multas significativas e também acordos de ajuste de conduta. Este juiz, como se não conhecesse o processo legal, afirma que a culpabilização veio porque a companhia Oderbrecht, não fez nenhum movimento na direção dos acordos. Isto é tão falso quanto dizer que a Volkswagen o fez espontaneamente. As empresas o fazem porque foram provocadas pela justiça. E além do mais a lei não obriga jamais um réu a produzir provas contra si mesmo. Mas indo além, de novo vemos a abjeta utilização da teoria do dominio do fato, já falsamente utilizado no caso do Mensalão. Agora eu me pergunto porque Oderbrecht continua preso. Pois efetuado o julgamento, qualquer pessoa pode recorrer em liberdade. ( Marcelo é réu primário). Não pode mais usar o argumento de destruição de provas obstrução da justiça , pois, se o julgamento for feito em cima de provas, elas já estão devidamente registradas. A não ser que os furos do processo sejam um problema para Moro.