O Brasil para responder a atual situação de elevados déficits fiscais, juros perto de zero, e politicas monetária de expansão quantitativa dos países desenvolvidos, além de reduzir os juros da Selic precisrá dar uma resposta unificada da Politica fiscal e monetária para garantir a estabilidade econômica e um longo ciclo de crescimento do PIB baseada no fortalecimento do Mercado Interno e na Distribuição de Renda.
Apesar da inúmeras comparações com o período de estagnação de crescimento da economia japonesa, creio que que a economia americana por se basear no consumo interno e no setor de serviços deve responder mais rapidamente a atual política monetária de juros perto de zero e expansão monetária quantitativa praticadas pelo FED. A recuperação só não será mais rápida e vigorosa, em função das limitações do governo americano imposto pelo atual elevado déficit público.
O novo Governo deve se preparar não só para enfrentar a atual situação de elevados déficits fiscais, juros perto de zero, e politicas monetárias de expansão quantitativa dos países desenvolvidos, como se preparar para elevação dos juros e restrição de liquidez assim que consolidada a recuperação da economia americana.
Um processo de elevação de juros conduzido pelo FED deverá atrair uma quantidade enorme de dólar do mercado internacional. O Brasil precisa se preparar para este período eliminando o mais rapidamente possível o diferencial de juros e acumulando o máximo possível de Reservas Cambiais.
A alta dos juros americanos será o momento adequado para vender parte das Reservas Cambiais, para depois promover um ajuste gradual da taxa de juros da Selic , para acompanhar os juros internacionais.
O Brasil precisa aproveitar a atual transição do Governo para revisar a política monetária e ajustar todas as ferramentas da política monetária e fiscal para juros da Selic semelhante a média dos juros internacionais.
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