O texto abaixo, de João David Cavallazzi Mendonça, do Bloguilhéu, representa o desconforto de quem se sente incomodado com o patrulhamento religioso sobre a sua livre consciência para decidir o destino de seu país.
Representa, entre tantas outras coisas, o movimento de interferência que alguns setores evangélicos reinvindicam sobre o juízo de seus “rebanhos”, utilizando-se de expedientes pouco cristãos e, por demais, aéticos, para fazer valer duvidosas escolhas sobre o grupo.
Eleições presidenciais: os evangélicos e o mar de boataria
Minha dificuldade é com aqueles que, sem perceber sua postura de ingenuidade e alienação, viram massa de manobra política nas mãos de líderes inescrupulosos.
E meu problema é com os que plantam e alimentam preconceitos, e não hesitam em lançar mão de meios desleais para impor suas convicções.
Não escrevo em nome de nenhum grupo evangélico.
Não recomendo voto a ninguém.
Tenho o meu voto. E gostaria muito que o respeitassem. Quero apenas ser livre para escolher conforme minha consciência, sem patrulhamento religioso, sem ter que nadar neste mar de boataria em que se transformou o meio evangélico nestes dias.
“A falsa testemunha não ficará impune; e o que profere mentiras perecerá.” Provérbios 19:9

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