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5 Comentários
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  1. Andre Araujo

    29 de fevereiro de 2016 3:51 am

    http://www.historia-brasil.co

    http://www.historia-brasil.com/imagens/bombardeio-salvador.jpg

    MINISTRO DA JUSTIÇA, O GUARDIÃO DO PODER – Primeiro ministerio do Estado brasileiro, no dia da Independencia, 7 de setembro de 1822  já havia no cargo um Ministro em funções, Caetano Pinto, que já era Ministro de Dom João VI e continuou com Dom Pedro . O Ministerio da Justiça sempre foi no Esado brasileiro o de maior importancia institucional, guardião do Poder, fiel depositario das leis, arbitro dos atritos naturais com as outras forças politicas, “segurança”

    do Chefe de Estado, o Ministro mais proximo do Chefe e seu interlocutor perante os outros dois Poderes. No Primeiro Imperio, um Estado ainda em formação, quando inimigos e conspirações internas e externas abundavam,

    nomes de peso guarneceram essa torre do Poder no centro do Estado, nomes posteriormente de ruas, avenidas, pontes e cidades. O Marques de Caravelas (Jose Carneiro de Campos), o Marques de Olinda (Pedro de Araujo Lima), o Marques do Paraná (Honorio Hermeto Carneiro Leão), o Visconde de Sepetiba (Aureliano Coutinho), o Visconde de  Macaé (José Almeida Torres), o Regente (Diogo Antonio Feijó),  no Segundo Imperio outras iluestres expressões politicas e juridicas, o Visconde de Niteroi (Francisco Lobato), Martim Francisco de Andrada, o escritor e senador José de Alencar, o Conselheiro Lafayette, o Conselheiro Nebias ( Joaquim Nebias), Manuel de Sousa Danas e seu filho Rodolfo Dantas,

    José Thomaz Nabuco de Araujo Filho, cujo filho Joaquim Nabuco escreveu sua biografia famosa “Um Estadista do Imperio”.

    Na Primeira Republica Francisco Glicerio, o Barão de Lucena que foi presidente da Camara de Deputados, Fernando Lobo, que foi tambem Ministro das Relações Exteriores, Alberto Torres, grande pensador sobre o Brasil e tambem Governador do Rio de Janeiro, Bernardino de Campos, tambem Governador de São Paulo, Amaro Cavalcanti, tambem Ministro da Fazenda e juiz na Corte de Haia Epitacio Pessoa, depois Presidente da Republica, Rivadavia Correa, tambem Ministro da Fazenda, o celebre jurista Carlos Maximiliano, depois ministro do Supremo, Afonso Pena Junior. Em 1912 foi Ministro da Justiça J.J. Seabra, o mesmo que mandou bombardear Salvador, destruindo parte do centro inclusive o Palacio do Governo, para impor sua vontade sobre a politica rebelde da Bahia (ver foto do palacio bombardeado).

    Durante a Primeira Republica coube aos Ministros da Justiça inumeros atos de força com o uso do Exercito e Marinha, como a ocupação de Fortaleza, de São Luis, os grandes enfrentamentos de Canudos, na guerra do Contestado, na ocupação do Acre comprado da Bolivia, nas “depurações” em muitos Estados e capitais, no pacto que pos fim aos 30 anos de guerra no Rio Grande do Sul (Pacto de Pedras Altas), na recolocação do Governador de São Paulo no Palacio, depois de fuga da Capital pela ocupação dos tenentes em 1924, no enfrentamento da Coluna Prestes de 24 a 28.

    Na Republica de 1930, Afranio de Melo Franco, Oswaldo Aranha, Mauricio Cardoso, Francisco Campos, que redigiu a Constituição do Estado Novo, a “Polaca” e depois redigiu a Constituição de 1967, Vicente Rao, Agamenon Magalhães, Bias Fortes,  já no governo democratico de Vargas, Negrão de Lima e Tancredo Neves, no governo JK Armando Falcão, que se repetiu no governo militar de 64, onde pontificaram como Ministros da Justiça Golbery, Gama e Silva , Juracy Magalhães.

    Nos governos da Nova Republica, Fernando Lyra, Paulo Brossard, Saulo Ramos, Nelson Jobim.

    No primeiro Governo Vargas coube ao Ministro da Justiça os ajustes qu encerraram a Revolução paulista de 1932, tarefa nada simples. Tambem coube ao Ministro da Justiça a preparação juridica do golpe de Estado de 1937, precedido pela Insurreição Comunista de 35, outro embate para o Ministro da Justiça. Nunca foi portanto um cargo “tranquilo”.

    O Ministro da Justiça, protetor e segurança do Presidente, se expõe e enfrenta os outros dois poderes quando necessario,

    na politica não há santidade e nem lealdade ao Estado de Direito, a Historia do Brasil é uma historia de disputas de poder, enfrentamentos, rasteiras, ambições desmedidas, lutas sangrentas no sentido fisico e juridico, no Ministerio da Justiça não tem lugar a tibieza, o bom mocismo, a cegueira aos fatos, é cargo de ENFRENTAMENTO para que os demais poderes não esmaguem o Presidente. Juscelino contava com a cara bruta de Armando Falcão, que sendo JK ameaçado por Lacerda com um discurso de derrubar governo pela TV Tupi foi à emissora pessoalmente, lacrou os transmissores e a tirou do ar por tres dias, enfrentando a ira de Assis Chateabriand, para ter certeza mandou arrancar partes da estação de transmissão.  Na Historia do Brasil frequentmente o Ministro da Justiça tangencia a lei, na duvida defende o Presidente,

    não tem medo do Supremo e nem do Congresso, sem precisar chegar à valentia de Floriano Peixoto, 2º Presidente do Brasil, que ameaçado pelo Supremo disse ” E quem garante o Supremo?”.

    Bom moços devem aceitar com prazer Ministerios amenos, como o da Cultura, onde elegancia cai bem.

  2. Jorge Rebolla

    29 de fevereiro de 2016 3:54 am

    O totalitarismo
    .
    O medo faz

    O totalitarismo

    .

    O medo faz com que as pessoas aceitem as maiores limitações por uma vaga promessa de segurança.

    Opor-se ao PT e as esquerdas em geral é um direito, criticar o que crê errado e repudiar o que considera abominável é o seu exercício. O mesmo, com a devida inversão, para os adeptos da ideologia socialista. Porém o que temos assistido nos últimos anos no Brasil é aceitação da supressão das garantias legais, seja em nome do avanço ou da reação, sempre através de decisões judiciais.

    Na semana passada, mais uma vez, o STF legislou. O fim da presunção da inocência até o trânsito em julgado da sentença condenatória agora jaz na vala comum, faz companhia a igualdade perante a lei e a definição constitucional da família. A usurpação pelo Supremo Tribunal Federal da função legislativa é a maior ameaça aos direitos e garantias individuais. O ativismo judicial, em qualquer das instâncias, deve ser combatido. Os progressistas aplaudiram quando os onze ministros decidiram que a união entre homem e mulher pode ser qualquer coisa, o escrito no texto constitucional não possui valor. O mesmo se deu quando o poder público recebeu as bênçãos supremas para discriminar “legalmente”, um indivíduo pode ou não ser beneficiado devido ao seu nascimento: as cotas raciais.

    Quando atropelam o congresso e vão ao encontro da agenda progressista a esquerda aplaude, utilizam esse caminho para outras questões: a liberação das drogas e a legalização do aborto. Quando as decisões ilegítimas os favorecem é o judiciário para a democracia. Caso ocorra o contrário é o retrocesso, a reação das elites contra o povo.

    A decisão do Supremo sobre o recolhimento ao presídio, após manutenção da condenação em segunda instância, foi aplaudida por um grande segmento da sociedade, o que está à direita. Liberais e conservadores aceitando o ativismo judicial. Para eles é o fim da impunidade, não vêm o momento dos seus desafetos estarem atrás das grades. Para a maioria deles será a justa punição para os petralhas. Querem que aconteça o mesmo em relação à redução da maioridade penal e contra os atos reivindicatórios dos ditos movimentos sociais. Não importam os meios, mas os fins.

    Acreditam que decisões judiciais flagrantemente inconstitucionais são benéficas quando atendem aos seus interesses. Isso foi apenas mais um desdobramento que possibilita a implantação do Estado policial. Embalados pela mídia há muito aplaudem prisões provisórias que se transformam em definitivas, a inversão do ônus da prova e outras medidas totalitárias. O sangue nos olhos impede que vejam o monstro em gestação.

    As duas correntes consideram o legislativo um poder apenas quando aprovam leis que os favorecem, caso contrário pode ser atropelado ao bel-prazer dos togados. Embora com suas limitações e distorções o Congresso Nacional é o único local correto para alterações das leis. A pressão não deve ser exercida para reduzi-lo a um órgão podado e inútil, mas sim para que a sua composição represente com maior fidelidade a sociedade. Os que repudiam a corrente do direito achado na rua aplaudem quando encontrado em cofres ou gabinetes, e vice-versa. Para ambos os lados nunca o do plenário quando o desagrada.

    No Brasil as aberrações legais avançam em marcha batida, ora beneficiando aparentemente um lado ou outro, porém o resultado final será um só: o domínio completo da sociedade pela casta incrustada no poder judiciário, com o auxílio dos seus estafetas no ministério público e na polícia. A legislação será a das sentenças e acórdãos. Com condução automática do réu ao cárcere. Uma nação lavada a jato dos direitos e garantias.

  3. Assis Ribeiro

    29 de fevereiro de 2016 9:37 am

    Falta de cidadania e
    Falta de cidadania e desconfiança política

    Na nossa formação, até os tempos atuais, não houve um atrelamento, nem um desenvolvimento satisfatório, entre as três esferas dos direitos: civis, políticos e sociais.

    Dessa forma temos uma grave deficiência na nossa cidadania, gerando a falta da universalização do direito à segurança, o desequilíbrio do acesso à educação, transportes, saúde e à aposentadoria, e a falta de vontade política para tal transformação.

    Esse debate é atualíssimo, principalmente nas campanhas políticas.

    Mas, quanto mais se fala na necessidade do aprimoramento das instituições democráticas, mais evidente ficam a falta daqueles direitos que lhe permitem a sustentação, bem como da democracia em si.

    Pela falta de cidadania, o Estado, enquanto promotor dos direitos do cidadão, e a sociedade vão mantendo uma relação contraditória. A incerteza quanto ao tamanho ideal do Estado, o debate sobre a necessidade da redução do investimento público e a qualidade dos gastos públicos permitem vislumbrar um retrocesso nos avanços democráticos.

    A falta de cidadania gera uma relação contraditória entre Estado e sociedade que por sua vez gera a desconfiança política.

    A desconfiança política conduz à situação em que os cidadãos não encontram motivos para acreditar nas instituições de serviços públicos; que não funcionam a contento; na presença constante de corrupção; nos desmandos; e na observância de que alguns entre nós têm mais acesso a direitos civis, políticos e sociais do que outros.

    Pesquisas recorrentes demostram que os brasileiros não confiam em parlamentos, partidos, executivos, tribunais de justiça e serviços públicos de saúde, educação e segurança.

    Dessa situação decorre a instabilidade política observada no país desde a sua invasão pelos portugueses, com governos submissos ou derrubados, presidentes que renunciam ou suicidam, e governos que governam com a agenda contrária às suas propostas de campanha.

    A confiança em instituições estaria baseada no fato de os cidadãos compartilharem uma perspectiva comum relativa ao seu pertencimento à comunidade civil, política e social. E a isso se chama cidadania.

    Sem as reformas de base, objeto de promessas de campanha de todos os partidos, e nunca realizada com a profundidade necessária para quebrar esse padrão que fragmenta o país, não teremos a estabilidade que o país precisa para alavancar seu crescimento de forma robusta é constante.

    Sem políticas sociais amplas, reforma profunda no modelo político, tributário e fiscal, ampliação dos direitos civis para os excluídos, adoção de medidas que amplie e diversifique o acesso à informação, e muita educação, o almejado equilíbrio para a sociedade brasileira não acontecerá. Nenhum país adquiriu a estabilidade e equilíbrio mínimo por osmose e por decurso de tempo. É preciso vontade política para transformar, ou melhor, para formar uma nação.

    http://assisprocura.blogspot.com.br/2016/02/falta-de-cidadania-e-desconfianca.html?m=1

  4. Amarildo

    29 de fevereiro de 2016 2:50 pm

    Eu, PTista? Deus me livre!

    Num barzinho, dois caras mal encarados me perguntaram:

    – Você é PTista.

    – Quem, eu? Deus me livre!  Eu sou amigo do Eduardo Cunha.

    E os dois me deixaram ir embora tranquilo e calmamente.

  5. Ramalho12

    29 de fevereiro de 2016 8:07 pm

    Denúncia de entrega de propina a Aécio Neves e irmã, e mais

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=13AS0HJDmWE#t=2037%5D

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