
Equipes que combatem o Aedes aegypti encontraram focos do mosquito em 3% das 7,4 milhões de residências visitadas. Em mais de 222 mil casas elas eliminaram o vetor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika. A meta do Ministério da Saúde é que o índice caia para menos de 1% até o final de fevereiro.
Desde o começo do ano, foram visitados 15,2% dos 49,2 milhões de domicílios urbanos do país, de acordo com balanço dos coordenadores da operação de combate ao Aedes aegypti e enfrentamento da microcefalia. Os números correspondem aos registros feitos em 2.548 municípios de 19 unidades da federação. Oito estados não enviaram informações para o sistema.
Segundo o secretário executivo substituto do Ministério da Saúde, Neilton Oliveira, a meta é inspecionar todos os municípios até o final de fevereiro. “O trabalho consiste em procurar [criadouros]. Se [a equipe] encontrar o foco, deve destruir e fazer o trabalho de vigilância com a família, com a vizinhança”, disse Oliveira.
O último balanço do Ministério da Saúde informa que foram feitas 3.893 notificações de casos suspeitos de microcefalia causada pelo vírus Zika. Até agora, foram confirmados 230.
Jorge Luis
23 de janeiro de 2016 11:29 amAí o cara tem meia dúzia de
Aí o cara tem meia dúzia de focos no quintal, pega Dengue e culpa a Dilma…
lenita
24 de janeiro de 2016 12:50 amCulpa
Aqui em Poços de Caldas estão culpando o prefeito (do PT) pela tromba d’água que caiu na cidade esta semana.
lenita
24 de janeiro de 2016 12:48 amCerta vez estive em Cuba
Participando de um Congresso de Saúde Pública. O país tinha acabado de passar por uma grande epidemia de dengue, inclusive hemorrágica. O que se dizia por lá é que “plantaram” o mosquito por lá. Será que isto tb “faz parte” da cruzada ?
José Muladeiro
24 de janeiro de 2016 6:03 am97% são reféns de 3%!
É um absurdo imaginar que devido a um vizinho irresponsável voc, ou alguém de sua família pode adoecer com esta enfermidades.