Nas gravações de peças de Jaime Ovalle – que ganhei do meu amigo Humberto Werneck, biógrafo de Jaime – há uma voz, em particular, de arrepiar interpretando Azulão.
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Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Kathleen Battle (Portsmouth, 13 de agosto de 1948) é uma soprano lírica norte-americana, conhecida pela sua voz ágil e leve e seu tom puro[1][2] . Battle inicialmente tornou-se conhecida pelo seu trabalho em concertos, em performances com as maiores orquestras durante a primeira metade da década de 1970. Ela fez sua estreia operística em 1975. Battle expandiu seu repertório à papéis para soprano lírico leggero e soprano lírico coloratura durante as décadas de 1980 e 1990. Atualmente ela não aparece mais em produções operísticas, mas continua ativa em recitais e concertos[3]
Infelizmente não encontrei Azulão na voz de Jaessye Norman. Sei que ela já o interpretou em uma apresentação no Brasil, segundo relata Luís Antônio Giron em artigo para a Folha:
Foi uma das cinco crianças em uma família de músicos amadores: sua mãe e seu avô materno foram pianistas, seu pai um cantor em um coral local. A sua mãe insistiu para que ela começasse a estudar piano desde pequena. Norman mostrou seu talento vocal ainda criança, cantando música religiosa na Igreja Batista que frequentava. Aos nove anos de idade, escutou pela primeira vez uma ópera, e imediatamente se tornou uma fã do gênero. Começou a ouvir gravações de Marian Anderson e Leontyne Price, figuras que foram sua inspiração. Aos 16 anos de idade participou da Competição Vocal Marian Anders, em Filadélfia, mas não conseguiu ganhar. No entanto, foi-lhe oferecida uma bolsa de estudos na Universidade de Howard, em Washington. Enquanto estudava, ela também cantou em corais universitários e como solista profissional na Igreja Templo Unido em Lincoln. Uma de suas professoras na época foi Carolyn Grant. Em 1966, venceu a competição da Sociedade Nacional das Artes e Letras. Depois de se formar em 1967, começou a se aprimorar no Conservatório Peabody em Baltimore e depois na Universiade de Michigan, onde recebeu o título de Mestra em 1968. Durante esse período, Norman estudou canto com Elizabeth Mannion e Pierre Bernac.
Jessye Norman e Kathleen Battle ja gravaram juntas, como neste álbum de spirituals:
Curiosamente, ambas sopranos já incluíram Azulão de Jayme Ovalle em seus repertórios.
GalileoGalilei
12 de dezembro de 2015 9:43 pmSeria a Kathleen Battle?
[video:https://www.youtube.com/watch?v=B406vzmG6IM align:center]
[video:https://www.youtube.com/watch?v=PsZvUu3-x9E align:center]
Da Wikipédia:
Kathleen Battle (Portsmouth, 13 de agosto de 1948) é uma soprano lírica norte-americana, conhecida pela sua voz ágil e leve e seu tom puro[1] [2] . Battle inicialmente tornou-se conhecida pelo seu trabalho em concertos, em performances com as maiores orquestras durante a primeira metade da década de 1970. Ela fez sua estreia operística em 1975. Battle expandiu seu repertório à papéis para soprano lírico leggero e soprano lírico coloratura durante as décadas de 1980 e 1990. Atualmente ela não aparece mais em produções operísticas, mas continua ativa em recitais e concertos[3]
GalileoGalilei
13 de dezembro de 2015 2:12 pmBachianas nº 5
Kathleen Battle interpretando a Bachianas Brasileiras, no. 5.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=woN47pZJsEI align:center]
Acrescento outra interpretação da Bachianas, pela Algeriana, Amel Brahim:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=NxzP1XPCGJE align:center]
GalileoGalilei
12 de dezembro de 2015 10:12 pmJessye Norman?
Infelizmente não encontrei Azulão na voz de Jaessye Norman. Sei que ela já o interpretou em uma apresentação no Brasil, segundo relata Luís Antônio Giron em artigo para a Folha:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/12/12/ilustrada/14.html
Da Wikipédia:
Foi uma das cinco crianças em uma família de músicos amadores: sua mãe e seu avô materno foram pianistas, seu pai um cantor em um coral local. A sua mãe insistiu para que ela começasse a estudar piano desde pequena. Norman mostrou seu talento vocal ainda criança, cantando música religiosa na Igreja Batista que frequentava. Aos nove anos de idade, escutou pela primeira vez uma ópera, e imediatamente se tornou uma fã do gênero. Começou a ouvir gravações de Marian Anderson e Leontyne Price, figuras que foram sua inspiração. Aos 16 anos de idade participou da Competição Vocal Marian Anders, em Filadélfia, mas não conseguiu ganhar. No entanto, foi-lhe oferecida uma bolsa de estudos na Universidade de Howard, em Washington. Enquanto estudava, ela também cantou em corais universitários e como solista profissional na Igreja Templo Unido em Lincoln. Uma de suas professoras na época foi Carolyn Grant. Em 1966, venceu a competição da Sociedade Nacional das Artes e Letras. Depois de se formar em 1967, começou a se aprimorar no Conservatório Peabody em Baltimore e depois na Universiade de Michigan, onde recebeu o título de Mestra em 1968. Durante esse período, Norman estudou canto com Elizabeth Mannion e Pierre Bernac.
Jessye Norman e Kathleen Battle ja gravaram juntas, como neste álbum de spirituals:
Curiosamente, ambas sopranos já incluíram Azulão de Jayme Ovalle em seus repertórios.