5 de junho de 2026

Quer mudar para Miami? Pergunte-me como…

Advogada especialista em imigração orienta o que a classe alta deve fazer para “deixar o Brasil”
 
 
Jornal GGN – Após as redes sociais estamparem que os brasileiros foram os responsáveis pela compra de 60% dos imóveis de um condomínio de luxo na Flórida, Estados Unidos, neste ano, uma advogada com experiência em visto americano, Ingrid Baracchini, escreveu um artigo com orientações sobre o que a classe alta deve fazer para “deixar o Brasil”. 
 
Na última semana, o blog Plantão Brasil divulgou que mais da metade dos proprietários de um condomínio privado em Miami, que deve inaugurar a primeira torre em julho de 2016, são brasileiros. O jornal Miami Herald também destacou em reportagem a representatividade da elite brasileira no setor imobiliário dos Estados Unidos. 
 
Em artigo no diário norte-americano, o membro do Conselho da Associação de Corretores de Imóveis da Flórida, Peter Zalewski, afirmou que os brasileiros compraram 11% dos imóveis vendidos no ano passado no sul da Flórida e ressaltou para o elevado gasto dessas compras: em média US$ 495 mil em cada compra (o equivalente a cerca de R$ 1,5 milhão), acima da média geral, de US$ 444 mil.
 
Pensando naqueles que ainda não “deixaram o Brasil”, a advogada especialista em imigração e visto americano, Ingrid Baracchini, elencou como requisitos para entrar nos Estados Unidos “ter boa reputação”. Entre os diversos caminhos para imigrar estão, segundo ela, investir 500 mil dólares para obter um tipo de visto (EB5) ou, ainda, ter uma empresa no Brasil e abrir a filial no país americano.

Confira, a seguir, as dicas de como deixar o Brasil e abrir o próprio negócio nos EUA, pela advogada Ingrid Baracchini:

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Advogada de imigração, especialista em visto americano, explica quais os procedimentos para entrar no país e viver como um cidadão americano

O número de brasileiros que decidem sair de vez do país também cresceu nos últimos anos. Segundo dados da Receita Federal, entre 2011 e 2015 as solicitações da Declaração de Saída Definitiva do país aumentaram 67%, sendo que, em 2011, 7.956 declarações recebidas e em 2015, o número de pedidos aumentou para 13.288 pedidos de migração definitiva.

Um exemplo é o empresário Junior Durski dono da rede de restaurantes Madero, com 63 unidades no Brasil. Segundo reportagem da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, o empresário acaba de abrir uma nova casa de lanches em Miami, nos Estados Unidos. Outra empresária brasileira que fez o mesmo é a gaúcha Larissa Piazzi, inaugurando a brigaderia Made With Love em Miami.

Entre os destinos favoritos dos brasileiros está a Flórida. Vista antes como um local para passar as férias, a cidade virou alvo de brasileiros que decidem investir e morar nos EUA. Segundo dados da Associação dos Corretores de Imóveis dos Estados Unidos, os brasileiros costumam investir cerca de US$ 587 mil em residências na região. Ainda segundo o levantamento, desde 2008, 23 mil casas foram vendidas para brasileiros.

Para cada tipo de viagem aos Estados Unidos, é necessário um tipo específico de autorização para entrar no país, o chamado visto americano, que tem diversas categorias. 

”A imigração não vai ensinar o que a pessoa precisa fazer para ir morar nos Estados Unidos e também não vai guiar quais os caminhos mais adequados e rápidos para esse processo de imigração. Por isso, ter a assessoria de alguém que conheça as leis do país, que tenha contatos com outros especialistas diretamente nos Estados Unidos e que conheça o tramite  evita um gasto excessivo, uma possível negativa e a morosidade do processo”, disse a advogada especialista em visto americano, Ingrid Baracchini, que atende clientes em todo o Brasil.

Para se planejar desde já e ir morar ou trabalhar nos Estados Unidos, ela explica que as principais exigências são: não estar cumprindo nenhum tipo de penalidade com a imigração e nem ter tido problemas com a entrada sem inspeção na fronteira. Confira a seguir outros requisitos:

– Para entrar nos EUA, é preciso ter boa reputação: de acordo com a advogada, o importante é o interessado em morar nos EUA ter boa reputação, tanto no Brasil como nos EUA. A advogada explica que não há um valor específico em dinheiro para levar e iniciar a nova vida por lá, mas se o imigrante entrar com valor igual ou maior que US$ 10 mil deverá declarar na imigração americana. Apesar disso, talvez tenha que comprovar renda e mostrar que está levando uma quantia necessária para a subsistência no período indicado.  

– Opções para imigrar:

*Investir 500 mil dólares nos Estados Unidos para obter o visto EB5: nesse caso, você investe num “regional center” (que administra projetos de investimento) e recebe o visto EB5, que é válido por até 2 anos. Se o projeto investido por você demonstrar que gerou, no mínimo, 10 empregos, você terá a troca do EB5 por um Green Card, que terá validade por 10 anos e, após, 5 anos poderá se naturalizar como cidadão norte-americano.

Para dar início a esse processo de investimento nos EUA, é preciso ter US$ 500 mil (período da criação da empresa até a obtenção do documento definitivo). Se o investimento der certo, essa quantia é devolvida ao investidor depois, entre 5 e 7 anos.

*Ter uma empresa de porte médio/grande no Brasil e abrir filial nos EUA: é possível a abertura de uma filial brasileira nos Estados Unidos. O ramo de atuação pode ser diverso do praticado no Brasil e não há um valor mínimo para investir. No entanto, o empresário deve desenvolver um “business plan” (plano de negócios) de 3 anos fazendo um planejamento orçamentário do seu negócio, quanto será investido e deverá comprovar que a empresa brasileira tem capital para este investimento. Este caso é beneficiado pelo “premium processing” e pode ser julgado em 15 dias úteis. Em casos de start-up, o visto é concedido por 1 ano com extensões de 2 em 2 anos até o máximo de 7.

DICA: A imigração pode solicitar o Request Further Evidence (RFE), uma espécie de pedido de informação adicional. Ingrid explica que isso significa que o processo não foi negado, mas que a imigração quer mais informações antes de tomar uma decisão.

“A imigração tem o direito de pedir o que quiser e julgar necessário para tomar uma decisão. Os documentos solicitados podem ser desde uma foto, um documento adicional ou uma carta de referência, por exemplo. O importante é não atrasar a entrega desses documentos pedidos por eles”, observa Ingrid Baracchini.

*Green card: A residência permanente nos EUA também conhecida por “Green Card” permite ao cidadão estrangeiro residir como se americano fosse. É possível conquistar o Green Card através de investimento (visto EB5), parentes americanos (cônjuge, filhos, pais ou irmãos) ou através de vistos de não-imigrantes de trabalho, que podem vir a ser requisitados pelo empregador caso preencham os requisitos legais.

 

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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55 Comentários
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  1. alexis

    28 de dezembro de 2015 12:03 pm

    Miami, o “Alfaville” de coxinha

    A melhor dica é perguntar ao ex-ministro Barbosa, como comprar apartamento por menos de 10 dólares.

    1. Paulo F.

      28 de dezembro de 2015 1:00 pm

      Alfaville não! Barra da Tijuca ( ou só Barrrrra para os intimos)

      O cara é um fenômeno!

      A búlgara deveria escalar o Batman para ministro da Economia!

    2. Jossimar

      28 de dezembro de 2015 1:13 pm

      Este sim é um expert.
      Esta

      Este sim é um expert.

      Esta advogada “especializada” não sabe de nada.

  2. altamiro souza

    28 de dezembro de 2015 12:36 pm

    com 500 mil eu iria morar por

    com 500 mil eu iria morar por um bom tempo em jericoacora, de papo pro ar…

    é bom não arrefeceró ódio contra cuba e oo governo sírio,

    com os quais o govenador repujblicano da flórida não quer permitir ngócios de jeito nenhum…

    enturmar-se com o pessoall do tea partry tb deve uma boa,

    talvez o cara enriqueça mais rapidamente.

    e seja feliz,

    mas é bom lembrar do grande poeta mayacovsky,:

    dizem que em algum lugar, parece que no brasil, existe um homem feliz…l….

  3. vera lucia venturini

    28 de dezembro de 2015 12:37 pm

    Se é pra ver jacaré na

    Se é pra ver jacaré na Flórida, prefiro ver os jacarés do Pantanal. E praia por praia, não troco nenhum lugar do mundo pela Praia do Félix em Ubatuba.

    Agora, se um apartamento custar 10 dólares na Flórida, compro para investir.

  4. Fábio de Oliveira Ribeiro

    28 de dezembro de 2015 12:43 pm

    Legal. Espero que os coxinhas

    Legal. Espero que os coxinhas mudem todos para Miami antes de começar a guerra nuclear entre EUA x Rússia/China. Assim, eles estarão no lugar errado na hora certa. Pequena perda direi quando eles forem incinerados no sua verdadeira pátria. Ha, ha, ha…

  5. Pedro Mundim

    28 de dezembro de 2015 12:44 pm

    Qual a diferença…

    Qual a diferença entre um rico ter um apartamento em Miami e ter um apartamento em Paris, como o Chico?

    Ah, sim, ter apê em Miami é coisa da elite, e Chico não é um membro da elite. Então pode ter apartamento em Paris.

    No fundo, o que o pessoal aqui chama de elite não passa de um totem, uma entidade incorpórea que é a culpada de todos os males, mas que ninguém sabe dizer exatamente o que é, exceto que seus integrantes são sempre os outros. Eu comecei a perceber isso lá pelos anos 80, quando Saturnino Braga, eleito prefeito do Rio de Janeiro e acusado de ter o apoio dos bicheiros, declarou à imprensa: “prefiro ter o apoio dos bicheiros a ter o apoio das elites”. Veja só, para ele os milionários banqueiros do bicho não eram membros da elite. Então, quem é elite?

    Chico Buarque não é um membro da elite porque está do lado dos oprimidos.

    Luís Fernando Veríssimo não é um membro da elite porque fala mal da elite.

    Lula não é um membro da elite porque é operário.

    Lulinha não é um membro da elite porque é filho de operário.

    Então, sobra para quem?

    No fundo, esse papo de malhar a elite é uma contradição. Por definição (está no dicionário) a elite é sempre superior à média. Uma elite ruim, portanto, é apenas o sintoma de uma média pior ainda.

    1. Paulo F.

      28 de dezembro de 2015 1:06 pm

      Miami? Coisa mais brega!

      Miami? Paris? Talvez . Mas tem que ter estirpe!

      Avenue Foch, Paris, France; como o Farol!

      www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1201200306.htm

    2. alexis

      28 de dezembro de 2015 1:14 pm

      Absurdo

      Pedro, me desculpe, mas é tão absurdo o seu comentário que dá até preguiça responder.

      O Chico viveu em Paris, na época em que foi exilado. O FHC também possui apartamento lá. E daí? Não é criticado o fato, mas sim a tendência, clara e inequívoca de coxinhas rumo a Miami.

      O tema do post é emblemático na forma como ilustra o desejo efetivo de muitos brasileiros saírem do Brasil, quando sentem que tem o dinheiro suficiente. Há muita informação sobre isso, em grandes jornais.

      O rico alemão é alemão, assim como o rico dos EUA é norteamericano. Mas, o rico brasileiro não gosta do Brasil, e segue o mesmo caminho das elites, desde o tempo da colônia.

      1. Pedro Mundim

        28 de dezembro de 2015 1:54 pm

        Ter imóvel em outro país não é o mesmo que não gostar do Brasil

        Os ricos têm imóveis em vários países, mas em geral moram em seu país de origem. A suposição de que um rico brasileiro que compra um apartamento em Miami não gosta do Brasil é apenas uma injunção preconceituosa de sua parte. E não há nada de extraordinário que tantos brasileiros gostem de Miami, pois é uma das cidades mais turísticas do mundo e numerosos estrangeiros possuem imóveis lá. A bem dizer, quem não gosta do Brasil mesmo são os pobres, que emigram para os EUA com a intenção de lá ficar. Mas esse pessoal não tem apartamento em Miami, moram de aluguel, geralmente amontoados com vários outros imigrantes.

        FHC não é criticado por ter apartamento em Paris porque, ao contrário de Chico Buarque ele assume-se como aristocrata, não vem com aquela de defender o miséria comunista para os outros e os confortos do capitalismo para si. Ser aristocrata não é nada que desabone, ser hipócrita sim.

      2. Andre Araujo

        29 de dezembro de 2015 1:10 am

        Pelo que sei FHC não tem

        Pelo que sei FHC não tem apartamento PROPRIO em Paris, ele usa há decadas o apartamento que foi do ex-Governador Abreu Sodré e que é hoje de seu genro Jovelino Mineiro. Não teria sentido FHC ter um apartamento que dá despesa mensal quando pode usar de graça e quando quiser o apartamento do Jovelino, sabendo-se que FHC é um notório sovina e não gosta de gastar dinheiro.

    3. Adma Andrade Viegas

      28 de dezembro de 2015 1:29 pm

      Chico tem um apartamento em

      Chico tem um apartamento em Paris (fruto de seu trabalho de 50 anos). Mas não renega o Basil nem  pretende se mudar para Paris. Essa é a diferença.

      Ele vive no Brasil, ama o Brasil e não pretente deixar de ser brasileiro.  Ao contrário desses ricaços que têm vergonha do Brasil e, se pudesem, pediriam cidadania americana e nunca mais voltariam para cá.

      1. Pedro Mundim

        28 de dezembro de 2015 1:40 pm

        Que eu saiba

        Que eu saiba, a maioria dos brasileiros que tem apartamento em Miami também não pretende deixar o Brasil, o apartamento é só para temporada.

    4. João de Paiva

      28 de dezembro de 2015 2:02 pm

      A diferença é que Chico

      A diferença é que Chico Buarque jamais renegou ou renega as raízes brasileiras. O apartamento dele, em Paris, remete ao período em que por lá ficou exilado. Você, FHC, eu, Chico Buarque ou qualquer outro brasileiro que disponha de condições financeiras, pode possuir um apartamento, seja em Miami ou em Paris. A crítica que se faz à elite anti-nacionalista é fundamentada no fato de que ela fez e faz fortuna em terras brasileiras, mas se pensa e se sente como estadunidense ou européia; além disso essa mesma elite sonega impostos, evade divisas odeia os pobres e despossuídos, é contra qualquer programa social do governo que tenha como objetivo reduzir a miséria e a exclusão social, é contra a ação social do Estado brasileiro… Enfim essa elite está sempre de frente para o Atlântico e de costas para o Brasil.

      Não há qualquer contradição em criticar a elite brasileira, filha, neta, bisneta e herdeira do regime escravista que no Brasil perdurou por mais de três séculos. Se você não percebe ou não admite isso é por má vontade ou preguiça em ler e estudar História, Sociologia, Economia e Política brasileiras. Neste mês de dezembro foi lançado o livro “A tolice da inteligência brasileira”, cujo autor é o cientista social e professor Jessé Souza. Leia esse e outros livro do autor, para comprovar que a crítica que se faz à elite brasileira tem farta e contundente fundamentação histórica, econômica e social. No livro que citei, Jessé Souza faz duras críticas a vários estudos feitos por outros sociólogos como ele, dentre os quais FHC, Raymundo Faoro, Florestan Fernandes, Roberto Damatta e Sérgio Buarque de Holanda, este último pai do Chico Buarque.

    5. Quintela

      28 de dezembro de 2015 3:07 pm

      Pedro, quem não gostaria de

      Pedro, quem não gostaria de ter um apê em Paris ou Miami?

      Eu gostaria, o resto é pura hipocrisia com raras exceções.

      Vc é um daqueles que acha que a pessoa por ter ideais socialistas, de esquerda tem de ser POBRE.

      Você está enganado. Poderia citar alguns ricos de direita que trabalham para os pobres. – Bill Gates é um deles. ( foi o que passou agora em minha mente, o grupo pode me ajudar.)

      Quando me refiro a ELITE falo de um pequeno grupo de poderosos que decidem o futuro da maioria, aqueles 1% que detém 50% do capital mundial.

      Ter um apartamento em Paris não significa necessariamente que a pessoa pertence a ELITE como vc acredita.

      Imagine Donald Trump ou a família Bush.. eles pertencem a elite americana e mundial.

      Aqui no Brasil, guardando as devidas proporções, temos representante dessa elite.

      E de novo, ter um apê em Miami ou em Paris não significa necessariamente que essa pessoa pertence a elite.

      Joaquim Barbosa (STF) comprou um apê em Miami, mas ele está longe, muito longe (e bote longe nisso!) de pertencer a ELITE brasileira.

    6. Quintela

      28 de dezembro de 2015 3:07 pm

      Pedro, quem não gostaria de

      Pedro, quem não gostaria de ter um apê em Paris ou Miami?

      Eu gostaria, o resto é pura hipocrisia com raras exceções.

      Vc é um daqueles que acha que a pessoa por ter ideais socialistas, de esquerda tem de ser POBRE.

      Você está enganado. Poderia citar alguns ricos de direita que trabalham para os pobres. – Bill Gates é um deles. ( foi o que passou agora em minha mente, o grupo pode me ajudar.)

      Quando me refiro a ELITE falo de um pequeno grupo de poderosos que decidem o futuro da maioria, aqueles 1% que detém 50% do capital mundial.

      Ter um apartamento em Paris não significa necessariamente que a pessoa pertence a ELITE como vc acredita.

      Imagine Donald Trump ou a família Bush.. eles pertencem a elite americana e mundial.

      Aqui no Brasil, guardando as devidas proporções, temos representante dessa elite.

      E de novo, ter um apê em Miami ou em Paris não significa necessariamente que essa pessoa pertence a elite.

      Joaquim Barbosa (STF) comprou um apê em Miami, mas ele está longe, muito longe (e bote longe nisso!) de pertencer a ELITE brasileira.

    7. Juliano Santos

      28 de dezembro de 2015 3:39 pm

      Se voce não sabe a diferença

      Se voce não sabe a diferença entre Paris e Miami, certamente não sabe também a diferença entre a elite intelectual (Lula faz parte, quer queiram ou não) e a elite apenas financeira, mas pobre de espírito. Eita mundim pequeno 

  6. Leonardo de Brezzi

    28 de dezembro de 2015 12:48 pm

    É o que a gente já sabia

    Prezados,

    É o que a gente já sabia, um dos problemas reais do Brasil é justamente esse. O cidadão enrica no Brasil, mas não quer morar no país. Daí porque o sujeito não se incomoda em morar em uma mansão cercado por uma favela, pois ele está pensando no sonho de médio a longo prazo de se mudar daqui (aliás, evadindo divisas).

    Com certeza, esse tipo de pessoa é completamente contra bolsa família, minha casa minha vida, ou qualquer outra política que tente melhorar a vida dos concidadãos. Isso não interessa. O país pode pegar fogo, afinal, ele tem uma rota de fuga daqui. O cidadão não quer ser rico em um país rico, ou melhor, ele não quer ser rico no próprio país rico, mas sim em outro país rico.

  7. Big

    28 de dezembro de 2015 12:58 pm

    Cada vez mais nossa elite

    Cada vez mais nossa elite estará alienada de seu país de origem. Será como os grandes fazendeiros que moram em grandes cidades, mas aparecem uma vez por ano em suas terras pra mostrar que existem.

    Mentalmente nunca foram brasileiros, nunca amaram o Brasil, será ótimo se mudarem pois em duas ou três gerações estarão longe daqui e seus descendentes perderão tudo que tinham por aqui, felizmente não restando nenhum vínculo dessa gente execrável conosco.

  8. tiao

    28 de dezembro de 2015 1:02 pm

    Que fiquem todos por lá.Como

    Que fiquem todos por lá.Como dizia minha saudosa vovó: Vão com Deus e as pulgas.

  9. Estevo

    28 de dezembro de 2015 1:04 pm

    quem e culpado

    Ja vi o relato  de um Juiz aposentado que havia feito financiamento para sua casa nos EUA antes da “subida do dolar”. Como isto tem a ver com a politica cambial da Presidenta, logo ela é e está na condição de CULPADA por impedir que brasileiros tenham a sua casa propria.

    Casa propia no EUA, evidentemente.

  10. Gilson AS

    28 de dezembro de 2015 1:19 pm

    Vão com Deus e fiquem por

    Vão com Deus e fiquem por lá.

    Quando viajarem para outros estados americanos, sejam bastantes discriminados por serem latinos.

    E que seus filhos sejam convocados para guerra, como buchas, casos as forças americanas sucumbam em várias frentes que guerra que participem.

    Nesse caso os convocados serão as minorias, que é o caso de vocês.

    E que o Brasil cresça, seja um país pujante, forte, com igualdade de oportunidade para todos, sem a presença de vocês.

    Que se lasquem prá lá !!!

    1. Andre Araujo

      28 de dezembro de 2015 2:41 pm

      Os Estados Unidos não tem

      Os Estados Unidos não tem RECRUTAMENTO militar há mais de vinte anos. Todos os soldados americanos hoje são voluntarios e tem fila para se alistar, ganha um bonus na assinatura e salario bem competitivo.

      1. alexis

        28 de dezembro de 2015 3:17 pm

        Recrutamento

        O recrutamento obrigatório já não existe, mas, em compensação, imigrantes trocam a sua passagem pelo exército pelo Green Card (informações da Folha de São Paulo)

        Nos Estados Unidos, segundo dados da organização America’s Voice, 11% dos membros das Forças Armadas em 2008 eram de origem latina, ou seja, cerca de 150 mil.

      2. Gilson AS

        28 de dezembro de 2015 3:31 pm

        Sei que hoje o recrutamento é

        Sei que hoje o recrutamento é voluntário.

        Mas em casos extremos pode haver convocação.

        Nesse caso, os americanos preservam os compratriotas natos, e colocam na linha de frente como buchas, as minorias, negros e hispanos.

        Os americanos geralmente são colocados na retaguarda ou em posto de comando.

        É nesse contexto que torço para que esses filhos de brasileiros coxinhas sejam convocados. 

  11. GalileoGalilei

    28 de dezembro de 2015 1:53 pm

    Ótimas dicas

    Gostei muito do post.

    Ele contêm excelentes dicas que poderíamos copiar para que possamos conceder um visto de moradia/permanente aos estrangeiros que queiram se instalar por aqui.

    Evidentemente que excluiria o caso de refugiados que devem, certamente, ser regulados por uma legislação diferente, compatível com o acolhimento de pessoas em dificuldades.

  12. Marco St.

    28 de dezembro de 2015 1:55 pm

    My home, My Life

    O governo deveria apoiar esse tipo de aquisição de moradia.

    Um programa “My Home, My Life” com financiamento do Banco do Brasil.

    Será um movimento saneador no país.

    Não há como ser contra isso.

    O Brasil ficaria melhor e os Eua… bem, os Eua já tem Trump, Fox, milhares de reaças expatriados da América Latina. Eles vão saber lidar com toda essa gente.

     

    1. Juliano Santos

      28 de dezembro de 2015 3:43 pm

      “My house, my life”, ou bye

      “My house, my life”, ou bye bye coxinha. Muito bom programa, concordo

  13. luigi

    28 de dezembro de 2015 1:58 pm

    miami

    Esta faltando uma reportagem séria – acompanhada de um antropologo – para descrever e analisar o que é viver nos EUA, sobretudo na condição de latino americano, os benefícios e os micos que passam os que querem que seus netos sejam americanos da gema.

  14. mcn

    28 de dezembro de 2015 2:19 pm

    Outro lado
    Li sobre isso na BBC há uns meses atrás.
    A história não é tão linda assim para os imigrantes brasileiros ricos.
    O sujeito investe a fundo perdido R$ 2 mi do seu patrimônio em um negócio com foco social e vai viver uma vida de classe média baixa, em casa pequena e sem empregadas, que custam uma fortuna. Ainda tem que se acostumar com a cultura do empreendedorismo, do risco e do trabalho árduo, coisa que poucos novos ricos daqui sabem o que é.
    As coisas são aparentemente mais baratas, pq nos EUA a tributação sobre a renda é maior que sobre o consumo. Mas ai do chicano que tentar dar o drible da vaca no Imposto de Renda.
    Sei lá, tem louco pra tudo.

    1. Pedro Mundim

      28 de dezembro de 2015 3:13 pm

      Por isso mesmo

      Por isso mesmo que os ricos brasileiros não se mudam para Miami. O apê é só para temporada.

  15. Elvys

    28 de dezembro de 2015 2:21 pm

    Bem, cada um faz o que quer

    Bem, cada um faz o que quer com seu dinheiro. Sobre Miami, escuto papo sobre essa cidade faz mais de 25 anos e lá pra cá, nada mudou. Além de se passar impressão de ser bem brega!

  16. josé costa costa

    28 de dezembro de 2015 2:35 pm

    Hostei demais das postagens

    Hostei demais das postagens que bom saber que há muitos brasileiros que como eu não só amam este país, são loucos por ele, como a vendramini, o altamiro, fá bio, marco st, etc. Tirando o mudim que devia honrar o nome e ficar mudo, valeu galera!!!

    Mesmo com toda  … a gent vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando esta vida!!!

    E viva o Chico, gênio da raça.

  17. Andre Araujo

    28 de dezembro de 2015 2:52 pm

    Quanta bobageira, o tipo de

    Quanta bobageira, o tipo de brasileiro que vai morar definitivamente em Miami é uma minoria inexpressiva e não é elite nem aqui e muito menos em Miami. Não é da índole brasileira essa mudança, os que fazem são exceção, nada que se compare aos HISPANO AMERICANOS, esses sim se mudam em massa para Miami, Dallas, Houston e Atlanta. Há enormes colonias de equatorianos e venezuelanos nessas cidades, sem falar a diaspora cubana da Florida, brasileiro é muito turista, morador definitivo é mais picareta do que elite.

    A coisa mais dificil do mundo é GANHAR DINHEIRO nos EUA, porisso que a elite não muda.

    Outra coisa, americano NÃO socializa com cucaranho e brazuca, cada um no seu canto, só no Brasil todo mundo é bem aceito no dia seguinte que chega, o Brasil é um Pais unico do mundo pelo seu acolhimento e calor humano.

    1. alexis

      28 de dezembro de 2015 3:06 pm

      Os números não te dão a razão

      André, a % de investimentos brasieliros é muito elevada em Miami, em relação a outros países. Você está discutindo um fato muito evidente.

      1. Pedro Mundim

        28 de dezembro de 2015 3:12 pm

        Investir não é o mesmo que morar

        A maioria dos brasileiros em Miami é turista. Os imigrantes, a maioria está em Boston.

      2. Andre Araujo

        28 de dezembro de 2015 11:43 pm

        Quais investimentos?

        Quais investimentos? Apartamentos? Isso não é nada, os hispano americanos tem DOZE bancos em Miami, a maioria dos shopping centers, lojas, restaurantes, cinemas são de hispanos. os brasileiros são apenas moradores. Pode ter um ou outro negocio mas não tem expressão maior.

    2. evandro condé de lima

      28 de dezembro de 2015 5:35 pm

      Então aí vai mais uma pergunta.

      Por que cargas dágua os hispanos migram em quantidade muito maior? Economia estagnada e falta de perspectivas? 

  18. Steiger

    28 de dezembro de 2015 3:46 pm

    Miami

    Miami é muito bom. Quem diz que não é o faz por puro preconceito. Os bens de consumo muito baratos, o supermercado muito barato, gasolina muito barata mas é claro, tem que ter dinheiro, evidentemente. Mas aqui tb tem que ter dinheiro, enfim, como em todo lugar. A chance de sofrer um arrastão nas praias é minima. Miami é o Rio de Janeiro que deu certo, não dá para comparar. Uma pena eu não ter os U$ 500,000,00. Com os meus 50 anos nas costas tenho certeza que nunca teremos uma cidade naquela padrão. Falta competência.

  19. Alessandro Nunes Bertoni

    28 de dezembro de 2015 4:00 pm

    interessante
    Mas não tenho 500 mil dólares.

  20. emerson57

    28 de dezembro de 2015 4:29 pm

    por falta de…

    Penso como o ministro:

    “Leandowski, sempre educado, lhe disse: boa viagem !”

  21. alexis

    28 de dezembro de 2015 4:32 pm

    São fatos

    Mais de 80% dos executivos brasileiros se diziam dispostos a deixar o país para trabalhar no exterior, em 2014 (FdeSP, 08.03.2015).

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/03/1599688-passado-o-boom-desencanto-leva-executivos-a-deixar-o-brasil.shtml

    1. rosenvald flavio barbosa

      28 de dezembro de 2015 5:01 pm

      se………….

      se for por falta de adeus………………………..

      adeus.

    2. serralheiro 70

      29 de dezembro de 2015 4:35 am

      Boa viagem!

      Boa viagem!

  22. Fulvia

    28 de dezembro de 2015 4:43 pm

    Adaptação aos EUA não é nada

    Adaptação aos EUA não é nada fácil pra brasileiro.  Lá valoriza-se muito o trabalho, o sujeito ganha por produtividade.  Se trabalhou muito ganhou muito, simples assim!  Lá se contrói uma casa, com toda a infraestrutura para se morar, em apenas três dias.  Lá não existe a cultura do eu finjo que trabalho e você finge que me paga.  Favelas então,  Nem pensar! Se você construir alguma coisa irregular, a polícia vem e destrói tudo. 

    Ah!  Vão morar em Miami, então terão como vizinhos cubanos, colombianos, e outros do Caribe.  O único lugar cosmopolita pra brasileiro se  adaptar bem e logo, é Nova York, e olhe lá!  A menor casa que eu vi tinha cento e catorze metros quadrados, e era considerada minúscula para os padrões deles.  Empregada?  Só os muito, mais muito ricos possuem.  Lá não tem férias de trinta dias e mais trinta por cento do salário pra gastar sem ter produzido nada nesse período.  

    Isso sem contar o racismo ao contrário.  Tem um vídeo na internet de um brasileiro que foi morar em um condomínio de luxo e de pretos.  Brancos, segundo ele, apenas ele, a esposa e uma família de hispânicos que ele não diz de qual país são.  Pois bem, esse sujeito é um desses evangélicos que melhorou de vida, e foi morar  lá.  Ele possui quatro motos, do tamanho de um automóvel, dessas de não sei quantas celindradas.  Ele filmou indignado, as ações dos vizinhos negros que lá são chamados de afros.  Um dia ele encontrou uma de suas motos caída no chão, no outro dia a moto estava virada ao contrário no estacionamento dentro do condomínio, no outro a moto tinha sido roubada.  Detalhe!  O condomínio é de auto padrão, ele mostrou os automóveis estacionados, só tinha top do top.  Segundo ele, os americanos afros não o queriam morando lá.  Isso era um aviso para ele se mandar.  Eles só permitiam afros descendentes americanos naquele condomínio.

    A única coisa que eu invejo nos americanos, é a capacidade deles se voltarem para o empreendedorismo.  Lá o funcionário público trabalha como os outros, e sem nenhum privilégio.  Outra coisa que eu invejo é o respeito as Leis.  A menor graça, o menor descumprimento a uma regra ou a alguma autoridade que esses tupyniquins fizerem amargarão alguns  meses e até anos na cadeia.  E cadeia lá não tem disk pizza, disk mulher, baile funk ou qualquer coisa do gênero. As fianças são altíssimas.

    Lá é como o Brasil, há cidades e cidades.  Dependendo da onde você vai morar não tem praia, sol, ou quaisquer outras comodidades.  O americano médio, morre de trabalhar para aos domingos ir pra igreja ou restaurante onde se empanturram de comida.  Tem também o fanatismo religioso, coisa que só se vê lá, e  que agora está se espalhando para a América Latina.  

    Os valores são outros, a cultura é outra.  Lá o sujeito não sonega imposto de renda, e depois simplesmente diz que foi erro do contador que vai retificar, e fica  por isso mesmo.

    Há lugares bonitos e há lugares horrendos de feios.  Quem já percorreu o país, saindo de Nova York até a Califórnia, sabe do que eu estou escrevendo.  

    No miolo dos EUA, e no meio oeste tem cidades extremamente tradicionalistas, cuja diversão é ir a igreja e ao restaurante no domingo.

    Enfim, EUA não são apenas Nova York e Califórnia.  Assim como o Brasil não é apenas Rio e São Paulo.  

    Ah!  Segungo o Ivan, Miami não passa de periferia para os demais americanos.

  23. Jose mestre Carpina

    28 de dezembro de 2015 5:00 pm

    simples assim…

  24. Orlando Soares Varêda

    28 de dezembro de 2015 5:16 pm

     
    Mais esta é uma ótima

     

    Mais esta é uma ótima notícia!!…Se este bando de advogados e similares, tipo:  Beatriz Catta Preta, Joaquim Barbosa, Gilmar Dantas Mendes et caterva. Se cabras desse calibre resolveram se picar pra seguirem como cucarachas em Miami. Que o Satanáz os acolham em seu seio! Maravilha. A nós outros, brasileiros, caberá nos regozijar por tamanha dádiva, do Brasil, alcançar a oportunidade de se livrar dessa inútil, e indesejavel escumalha.

    Chego a lamentar. Por não possuir uma religião, uma crença. E poder acender uma vela. Ou, fazer um trabalho, um ebó,  e oferecer aos Orixás por ter ajudado ao Brasil alcançar tamanha graça.

    Orlando 

     

  25. Wendel

    28 de dezembro de 2015 5:44 pm

    Inocente……………………….

    Inocente, não sabe de nada !!!

    O que eles fazem é evazão de divisas, principalmente dos cofres publicos !!!

    Sem me estender muito, simplesmente digo: tenham um boa viagem, e deixem os que amam este maravilhoso pais, como eu, vivendo nas águas calientes dos trópicos!!!!

    Bando de saqueadores !!!!!!!!!!!!!! 

  26. Questionador

    28 de dezembro de 2015 5:48 pm

    Alguém me explica…

    …porque tanta animosidade contra brasileiros que emigram para outros países?

    Não sou empresário ou investidor, sou engenheiro. Eu e a minha esposa deixamos o Brasil em 2012 e viemos para o Canadá. Trabalho numa multinacional americana e tenho colegas franceses, libaneses, chineses, indianos, russos, iranianos. Nunca ouvi nenhum deles me dizer que emigrar era motivo de vergonha ou considerado traição à pátria: para seus concidadões, emigrar é apenas uma decisão pessoal e um fato da vida.

    Também nunca entendi o porquê os brasileiros espalham a ideia de que quem emigra é discriminado ou vem aqui para lavar prato e limpar privada. Sim, existem algumas pessoas cuja profissão é estritamente regulamentada, como médicos, que precisam exercer empregos não-qualificados até conseguirem ser reconhecidos, mas isso não tem nada a ver com o fato de serem estrangeiros – as estatísticas mostram que a taxa de desemprego e salário de um canadense e de um estrangeiro formados numa faculdade local são equivalentes.

    Mesma coisa do lado sul da fronteira: imigrantes chineses, indianos e árabes tem um nível de escolaridade e renda superior aos americanos brancos. Uma amiga minha, brasileira, é casada com um americano da Carolina do Sul; meu chefe (no Canadá) é francês e a chefe dele (nos Estados Unidos) é indiana. Uma ex-colega minha russa se mudou para a Costa Oeste porque o seu marido, ucraniano, foi contratado como engenheiro-chefe na Amazon.

    Do ponto de vista pessoal, cada pessoa tem o direito de escolher como deseja viver a sua vida e não ser julgada por causa disso. Do ponto de vista da nação, a “fuga de cérebros” é danosa (Marcio Poachman escreveu um artigo muito bom sobre isso), mas o que o Brasil está fazendo para reter e ocupar esses profissionais?

     

     

  27. Mariano S Silva

    28 de dezembro de 2015 6:44 pm

    Para esses empresários que só

    Para esses empresários que só sabem vender coisas: boa viagem e não voltem mais! Quero ver como vão sobreviver num país onde a atividade mercantil já está praticamente toda ocupada e a concorrência é feroz. A maioria irá à falência em pouco tempo. Lá não tem o “drible da vaca” no imposto de renda, ainda mais para inferiores chicanos. Sugiro trabalhar lavando privadas, visto que aí a concorrência é normalmente menos qualificada. Quem sabe a formação de faculdade privada ajude a melhorar os métodos…

    Para os solteiros: podem fazer um casamento de aluguel e conseguir assim o almejado “green card”. Nesse caso, ficaria legalizada sua permanência nos EUA para poder tocar tranquilamente sua nova vida de lavador de privadas…

  28. RicardoLigabue

    28 de dezembro de 2015 7:31 pm

    investir em Miami?

    O pessoal que está deslumbrado por Miami pode ter uma surpresinha: aumento do nível do mar + solo superpermeável.

    segue o link para reportagem da New Yorker (em inglês)

    http://www.newyorker.com/magazine/2015/12/21/the-siege-of-miami

  29. Thal Caló

    28 de dezembro de 2015 11:23 pm

    Levem toda a elite coxinha

    Levem toda a elite coxinha, pois a classe média “meia boca” infelizmente tem que ficar por aqui (não tem esa grana), defendendo mais privilégios para os ricos e pedido a volta dos militares.

  30. Ze Guimarães

    29 de dezembro de 2015 4:57 am

    Por que eu imigraria?

    As razões que me fariam imigrar?

    Nos outros países não existe este republicanismo absurdo, que destroi empresas, economia e empregos. Lá fora, os excessos da Lava Jato que destruiram a Odebrecht jamais aconteceriam, e realmente compensaria mais montar uma empresa no exterior do que aqui, pois eles protegem suas empresas como um patrimônio nacional.

    Lá fora nos EUA  não existe Policia Federal independente, Ministério Público autônomo, nem Judiciário republicanista, é tudo centralizado, e rigidamente controlado pelo executivo, qualquer excesso de um destes órgãos, o presidente puxa a redea curta e resolve em pouquissimo tempo o impasse.

    O Brasil pós Lava Jato se tornou um risco imenso para grandes empresas que sejam puramente nacionais, nada de se espantar que empresários brasileiros tentem migrar para os EUA, onde não correm tal risco.  Vai que uma operação policial respinga num destes grandes empresários? Pelo menos eles morando nos EUA, como cidadãos americanos, teriam a proteção que não tem aqui, pois lá um empresário é respeitado, por gerar empregos, e as empresas são quase que sagradas. Compreensivel a migração em massa, pois.

    Aprende esta, republicanistas sonháticos.

    Talvez por isto os EUA  tenham o maior PIB do planeta, e seu salário minimo seja 30 vezes maior do que o nosso.

    Só corrigindo um parágrafo no texto, eu não montaria uma empresa aqui e uma filial lá, e sim o contrário, montava ma empresa nos EUA, e uma filial aqui no Brasil, para ter proteção contra golpes.

    Só que em vez de Miami nos EUA, eu optaria por outros países como Canadá e Austrália, muito mais acolhedores com estrangeiros, e com menos preconceito contra brasileiros.

  31. Ze Guimarães

    29 de dezembro de 2015 5:28 am

    Por que eu não migraria

    As razões por que eu não migraria para os EUA?

     

    Eles tem um forte preconceito contra estrangeiros de origem latina, como nós brasileiros. Mesmo morando lá por anos, falando corretamente a lingua sem sotaque, um brasileiro ainda tem costumes diferentes dos deles, e pode ser facilmente detectado e sofrer preconceito, dificilmente conseguem se passar por americanos nativos.

    Nos EUA até para ir a uma farmácia comprar uma aspirina, precisa de receita médica. Uma visita a um médico lá custa fortunas. Uma pessoa picada por uma cascavel lá por exemplo gastou 150 mil dolares para ser medicada em um hospital. Aqui o SUS é de graça, e mesmo os hospitais pagos são muito mais baratos. Os EUA são feito para ricos, pobre lá não tem vez nem futuro. Nos EUA também quase não existe medicina alternativa que é vista como curandeirismo e discriminada. Lá eles obrigam crianças a tomar remedios como ritalina, até em casos banais como a criança ser mito agitada ou não ir bem nos estudos, que podem deixar crianças e adolescentes violentos. Existe uma máfia da industria farmaceutica, que impõe remédios viciantes para boa parte de população. Nem precisa dizer que nos EUA não existe hospital público, se você adoecer lá, tem de ter um plano de saúde ou ser bem rico. Os EUA não são feitos para pobres.

    Nos EUA tem 3 vezes mais casos de câncer do que no Brasil. Nada de se espantar, num país com tantas usinas atômicas, jogando rejeitos e águas residuais radioativas por todos os cantos.

    Nos EUA qualquer pessoa pode ser presa, sem mandato de prisão, pelo FBI, se houver qualquer suspeita, ficar indefinidamente preso, ser torturado, pois existe a “Lei Patrótica” que é um AI -5 americano, ou seja é uma ditadura com fachada de democracia.

    As leis nos EUA são muitissimo mais severas do que no Brasil, muitos brasileiros tem dificuldades de se adaptar. Mesmo os costumes, de etiqueta social, de como se portar em sociedade são totalmente diferentes dos latinos, muito mais formais, não é qualquer um que se adapta. Qualquer contravenção lá pode dar cadeia ou multas altíssimas. com a maior população carcerária do planeta, e a maioria composta de latinos, e negros, dá até medo ir para lá.

    Nos EUA, existe uma meta de produção e uma meta de consumo para cada cidadão. Se você tiver uma renda baixa, e não bater a meta de produção, tem aliquota de Imposto de Renda alto. Se você não compra com frequencia, não tem carro ou imóveis, e principalmente se não compra no cartão de crédito, não é bem visto. Os EUA não são para pobres.

    Um país sobre a constante paranóia do ataque terrorista. Nada estranho, para quem criou guerras pelo mundo todo. E o pior que ninguém sabe se o ataque pode vir de um terrorista ou do governo, ou seja uma sociedade que não confia em ninguém.

    Um país com um individualismo exacerbado, que não vê com bons olhos as pessoas pouco competitivas. Dificilmente o povo ajuda os menos favorecidos, ou se ajuda, uma pessoa lá tem de tomar cuidado para não fracassar lá e ser discriminado por incompetência.

    Com alguns candidatos a presidência dos EUA propondo abertamente fechar as fronteiras a latinos, fala sério de ir para um lugar destes, as pessoas que falam de imigrar para lá devem estar de brincadeira…

    Nos EUA, quando uma pessoa falece e vai deixar um imovel para o filho, paga 50% de imposto sobre o imóvel, então para mim é meio que incompreensivel por que os brasileiros gastam tanto dinheiro com imoveis em Miami…

    Ao invés dos EUA, eu escolheria Canadá ou Austrália, muito mais hospitaleiros com estrangeiros.

  32. Ze Guimarães

    29 de dezembro de 2015 5:41 am

    Dizia um provérbio

    Dizia um provérbio, que quando você emigra, leva todos os seus problemas junto, e o seu destino também. Você leva o seu karma junto, então não tem como fugir, a coisa acompanha a pessoa onde quer que ela vá.

    Então, ao invés de tentar fugir dos problemas, eu ficaria no Brasil e tentaria torna-lo um país melhor, o que só se dará  pela erradicação da filosofia do “quanto pior melhor”. Destituir do poder os que derrubam o PIB,  pelas urnas.

    Não adianta fugir de um problema, o negócio e tentar resolver.

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