4 de junho de 2026

Após decisão da Fitch, Levy pede votação do ajuste fiscal

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Jornal GGN – Depois que a agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o grau investimento do Brasil, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o país precisa votar o ajuste fiscal no Congresso Nacional e conclamou todos os brasileiros a saírem em defesa do Brasil.

A agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o grau de investimento do Brasil, com rebaixamento da nota soberana do país. A nota do Brasil passou de BBB- para BB+. O grau de investimento é conferido a países considerados bons pagadores e seguros para investir. Além de rebaixar, a Fitch colocou o Brasil em perspectiva negativa.

“Nós temos que tomar as medidas necessárias. Agora, o mais importante é a votação da MPs [medidas provisórias], que dão suporte ao nosso Orçamento. Em vista do rebaixamento, temos que partir em defesa do Brasil. Temos que votar, tanto na Câmara, quanto no Senado. Tive agora com o presidente do Senado, Renan [Calheiros], e ele está disposto a apoiar esse esforço. Acho que tem que ser de todos os brasileiros neste momento”, disse Levy, ao chegar ao Ministério da Fazenda após encontro com o presidente do Senado, no Congresso.

“A gente não pode começar o ano sem votar as coisas que são essenciais e que vão permitir suportar o nosso Orçamento. Depois, no ano que vem, vamos ter que continuar fazendo também as reformas e ajustar o que a gente tem que ajustar para a economia brasileira voltar a crescer, para as famílias brasileiras terem tranquilidade. É isso que a gente tem que fazer agora em defesa do Brasil”, disse Levy, segundo informações da Agência Brasil.

Após o anúncio da Fitch Ratings, a bolsa de valores perdeu força e a cotação do dólar chegou a bater R$ 3,943, mas a cotação desacelerou. No fim da manhã, pouco antes da decisão da Fitch, a divisa estava sendo vendida a R$ 3,932. No caso da bolsa, o índice Ibovespa chegou a cair 1,7% logo após o anúncio do rebaixamento, mas recuperou-se um pouco depois das 14h. Por volta das 16h30, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caía 0,16% (depois de perder quase 1% no começo da tarde), e o dólar comercial operava em alta de 1,20%, vendido a R$ 3,923.

 

 

(com Agência Brasil)

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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5 Comentários
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  1. João de Paiva

    16 de dezembro de 2015 7:06 pm

    Cai fora, Levy! E leve junto

    Cai fora, Levy! E leve junto o Cunha, o Aécio, o Carlos Sampaio, o FHC, o Álvaro Dias, o Celso Pansera, o Traja-preta e toda essa turma veterana da corrupção institucionalizada da direita e centro-direita.

  2. Felipe@

    16 de dezembro de 2015 7:11 pm

    Em defesa do Brasil? Fora

    Em defesa do Brasil? Fora Levy!

     

    Não foi anunciada há pouco a sua saída do Min.Faz.? Cadê? Essa ladainha agora é semanal?

  3. armandolo

    16 de dezembro de 2015 7:45 pm

    E o risco vai aumentar mais

    E o risco vai aumentar mais ainda. Levy deveria sair e deixar explodir tudo. Infelizmente esta é a politica da situação e oposiçao.Aquela só sabe gritar slogans e palavras de ordem contra o neoliberalismo; delirio puro. Esta aposta no quanto pior melhor. Sinceramente, vão se catar.

  4. junior50

    16 de dezembro de 2015 8:57 pm

    A introdução do “futuro”

       ( Espero que não ocorra, mas……. )

       Lá por março/2016 o inclito “salvador da Pátria”, Michel Temer, comunica ao Congresso, que o novo governo, libertado das falcatruas do petismo, do desgoverno de Rousseff , o qual “quebrou” o País, necessitará, obrigatoriamente de um programa salvacionista, muito mais duro, de ajuste fiscal, portanto, alem de novos impostos ( tipo CPMF + reajuste da CIDE ), um orçamento com superavit minimo de 1,5%, somados a disvinculação de receitas, deverá ser, e será, aprovado.

        Claro que ninguem, principalmente a midia, não irá comentar, sequer palpitar, o do porque a “Lava Jato” e demais processos a ela “pendurados”, sumiram do noticiário ( Acordão ).

  5. Guiba

    17 de dezembro de 2015 1:21 am

    OK, mas que medidas são

    OK, mas que medidas são essas?A matéria ficou devendo essas informações.

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