
Jornal GGN – Depois que a agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o grau investimento do Brasil, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o país precisa votar o ajuste fiscal no Congresso Nacional e conclamou todos os brasileiros a saírem em defesa do Brasil.
A agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o grau de investimento do Brasil, com rebaixamento da nota soberana do país. A nota do Brasil passou de BBB- para BB+. O grau de investimento é conferido a países considerados bons pagadores e seguros para investir. Além de rebaixar, a Fitch colocou o Brasil em perspectiva negativa.
“Nós temos que tomar as medidas necessárias. Agora, o mais importante é a votação da MPs [medidas provisórias], que dão suporte ao nosso Orçamento. Em vista do rebaixamento, temos que partir em defesa do Brasil. Temos que votar, tanto na Câmara, quanto no Senado. Tive agora com o presidente do Senado, Renan [Calheiros], e ele está disposto a apoiar esse esforço. Acho que tem que ser de todos os brasileiros neste momento”, disse Levy, ao chegar ao Ministério da Fazenda após encontro com o presidente do Senado, no Congresso.
“A gente não pode começar o ano sem votar as coisas que são essenciais e que vão permitir suportar o nosso Orçamento. Depois, no ano que vem, vamos ter que continuar fazendo também as reformas e ajustar o que a gente tem que ajustar para a economia brasileira voltar a crescer, para as famílias brasileiras terem tranquilidade. É isso que a gente tem que fazer agora em defesa do Brasil”, disse Levy, segundo informações da Agência Brasil.
Após o anúncio da Fitch Ratings, a bolsa de valores perdeu força e a cotação do dólar chegou a bater R$ 3,943, mas a cotação desacelerou. No fim da manhã, pouco antes da decisão da Fitch, a divisa estava sendo vendida a R$ 3,932. No caso da bolsa, o índice Ibovespa chegou a cair 1,7% logo após o anúncio do rebaixamento, mas recuperou-se um pouco depois das 14h. Por volta das 16h30, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caía 0,16% (depois de perder quase 1% no começo da tarde), e o dólar comercial operava em alta de 1,20%, vendido a R$ 3,923.
(com Agência Brasil)
João de Paiva
16 de dezembro de 2015 7:06 pmCai fora, Levy! E leve junto
Cai fora, Levy! E leve junto o Cunha, o Aécio, o Carlos Sampaio, o FHC, o Álvaro Dias, o Celso Pansera, o Traja-preta e toda essa turma veterana da corrupção institucionalizada da direita e centro-direita.
Felipe@
16 de dezembro de 2015 7:11 pmEm defesa do Brasil? Fora
Em defesa do Brasil? Fora Levy!
Não foi anunciada há pouco a sua saída do Min.Faz.? Cadê? Essa ladainha agora é semanal?
armandolo
16 de dezembro de 2015 7:45 pmE o risco vai aumentar mais
E o risco vai aumentar mais ainda. Levy deveria sair e deixar explodir tudo. Infelizmente esta é a politica da situação e oposiçao.Aquela só sabe gritar slogans e palavras de ordem contra o neoliberalismo; delirio puro. Esta aposta no quanto pior melhor. Sinceramente, vão se catar.
junior50
16 de dezembro de 2015 8:57 pmA introdução do “futuro”
( Espero que não ocorra, mas……. )
Lá por março/2016 o inclito “salvador da Pátria”, Michel Temer, comunica ao Congresso, que o novo governo, libertado das falcatruas do petismo, do desgoverno de Rousseff , o qual “quebrou” o País, necessitará, obrigatoriamente de um programa salvacionista, muito mais duro, de ajuste fiscal, portanto, alem de novos impostos ( tipo CPMF + reajuste da CIDE ), um orçamento com superavit minimo de 1,5%, somados a disvinculação de receitas, deverá ser, e será, aprovado.
Claro que ninguem, principalmente a midia, não irá comentar, sequer palpitar, o do porque a “Lava Jato” e demais processos a ela “pendurados”, sumiram do noticiário ( Acordão ).
Guiba
17 de dezembro de 2015 1:21 amOK, mas que medidas são
OK, mas que medidas são essas?A matéria ficou devendo essas informações.