4 de junho de 2026

Comissão da Reforma do Estado será presidida por Nelson Barbosa

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Do Blog do Planalto

Barbosa presidirá Comissão de Reforma do Estado, que terá integrantes de fora do governo

A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (5), durante a cerimônia de posse dos novos ministros, no Palácio do Planalto, que o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, será o presidente da nova Comissão Permanente de Reforma do Estado. Informou também que serão convidadas a integrar o grupo pessoas de fora do governo.

Dilma acrescentou que a comissão será composta ainda pelos ministros Jaques Wagner, da Casa Civil, e Joaquim Levy, da Fazenda.  Destacou que a comissão vai se beneficiar das melhores experiências internacionais sobre o tema e trabalhará de forma sistemática para manter a estrutura do governo sempre mais eficiente.

A medida é importante, segundo a presidenta, para que o amplo conjunto de ações anunciado na última sexta-feira (2), que incluiu a redução do salário da própria presidenta e dos ministros, possa ter os desejados desdobramentos para “a busca de um Estado mais justo e mais focado para garantir a parcimônia de seus gastos, para que, a cada momento, ele seja mais adequado às legítimas demandas da nossa população”.

 

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6 Comentários
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  1. JB Costa

    6 de outubro de 2015 5:38 pm

    Nada mais pertinente. Se há

    Nada mais pertinente. Se há uma coisa necessitando de reforma por essas plagas  é o Estado brasileiro. Desde a sua própria concepção, finalidades e estruturação, até sua adequação aos novos avanços institucionais, sociais e tecnológicos.

    O nó górdio talvez seja o pacto federativo. Não menos problemático, o risco de se imaginar reformas pensando(de boa ou má fé) ser a União, em termos institucionais,  e o Poder Executivo na seara política, as duas únicas instâncias componentes do dito Estado. Ou seja, estados federados e municípios, bem como os poderes Legislativos e Judiciário, fora do escopo.

    Se não abranger esse leque formador do todo, não teremos reforma, mas simulacro. Se for para abranger apenas o Poder Executivo Federal que então se abdique dessa altissonante e mentirosa evocação de reforma do Estado. 
     

     

  2. D_P

    6 de outubro de 2015 5:41 pm

    Medidas urgentes:
    1) Cortar

    Medidas urgentes:

    1) Cortar todos os tipos de mordomias

    2) Cortar de todos os salários, a parte que superar o teto do funcionalism, de todas as carreiras.

    3) Congelar salários de servidores, espcialmente dos cargos de nivel médio, até que estes chegam ao patamar próximo da realidade ou da iniciativa privada, igual a salários de auxiliares administrativos.

    4) Instituir mecanismos de produtividade.

    5) Etc…

    1. Miguel A. E. Corgosinho

      6 de outubro de 2015 6:02 pm

      E os juros é ciência né?

      E os juros é ciência né?

      1. D_P

        7 de outubro de 2015 11:34 am

        Isso é o que voce está

        Isso é o que voce está dizendo e não faz parte do escopo do post.

        Não é porque os juros estão errados que os diversos outros benefícios estão certos.

  3. Miguel A. E. Corgosinho

    6 de outubro de 2015 5:41 pm

    O  mercado encomendou uma

    O  mercado encomendou uma versão da TROIKA para expor os seus conceitos, segundo os quais quer interesses separados da sociedade civil para quaisquer princípios que lhes são próprios.

    Apenas por isto:

    1 – Eles apontam  e trazem a lição dos seus interesses no funcionamento público

    2 – Eles sempre mostram onde quer que seja cortado qualquer princípio social

    3 – governo não deve apoiar programas ou manisfestações de movimentos sociais.

    4 – O Ajuste Fical permite que todos os seus interesses, nas mãos de um membro do governo, o autor (o mercado) opere com independência.

  4. Alexandre Weber - Santos -SP

    6 de outubro de 2015 6:19 pm

    Comissões têm de trazer resultados

    Começava com um estudo sério para dar credibilidade para o governo e sua economia.

    Para isto, na minha humilde opinião, começaria o estudo aprofundado de uma reforma ministerial com 14 pastas e 72 secretarias, com uma especial  a mais de coordenação, a cargo da Presidenta.

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